História Cost - Heretics - Capítulo 4


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Cody Christian, Dylan O'Brien, Elle Fanning, Emma Watson, Evan Peters, Ezra Miller, Fifth Harmony, Jack & Jack, Jogos Mortais, Jogos Vorazes (The Hunger Games), Joseph Morgan, Justin Bieber, Ki-Hong Lee, Logan Lerman, Magcon, Miley Cyrus, Nick Robinson, One Direction, Outlast, Scream (Série), The 100, The Maze Runner, The Walking Dead, Thomas Sangster, Until Dawn
Personagens Cody Christian, Dylan O'Brien, Elle Fanning, Emma Watson, Evan Peters, Ezra Miller, Joseph Morgan, Ki-Hong Lee, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Nick Robinson, Thomas Sangster
Visualizações 51
Palavras 2.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde, boa noite, bom dia sobreviventes.

Queria vos dizer, que o capitulo é light viu, mas o final não tanto. Vocês vão querer me socar (talvez?)
Nem tenho que falar, só sentir.
Próximo capitulo semana que vem já, está quase pronto, e é melhor vocês começarem a ler com um copo de água benta na mão que tá tenso o bagulho.
Essas merda de gif não tão rodando, SOCIAL AJUDA NOIS.

Nem sei o que falar. Acho que... boa leitura? AAAAAAAA

Capítulo 4 - Arapuca


Fanfic / Fanfiction Cost - Heretics - Capítulo 4 - Arapuca

Que os jogos comecem... – Jogos mortais (1999)

 

DUAS SEMANA DEPOIS

JULHO DE 2017

 

Esperamos o amanhecer para sair. Pontualmente às 6 horas – com o sol frio e metálico nascendo atrás dos telhados –, nos enchemos rapidamente o Chevrolet Spin, trabalhando rápido durante a madrugada passando as malas e os contêineres da ponta lateral da casa até o capô aberto do automóvel. Guardamos cordas, cabos dos equipamentos, tripé, uma caixa de ferramentas no caso de qualquer emergência, tubos de sucção e vários tanques de plástico com gasolina adicional, o máximo que coubesse no porta-malas. O Tanque já estava cheio, pois Ezra havia o completado no dia anterior para que não houvesse problema durante a viagem. Havíamos decido a apenas três dias que iríamos atrás do fazendeiro que alegou ter visto Joseph Morgan há alguns dias atrás em busca de respostas junto a Cody Christian, o local era próximo de Pine Mountain um ponto turístico da Georgia, a viagem demoraria em torno de duas horas. Cody demorou em concordar com a escolha que havíamos feito, mas após alguns episódios de resistência, desistiu. Não teria como nos manter presos aqui. Eram quase 07 horas quando terminamos de abastecer o Chevrolet dos restantes das malas e logo Logan acomodou-se no banco traseiro após fecharmos a casa, aproveitei os minutos restantes para acender um cigarro e leva-los até os lábios, tragando-o conforme me escorava na lateral no automóvel a espera do nosso mais novo companheiro de pesquisa para poder dar partida, o coração batia no peito por conta da ansiedade.

- Cody disse que estava vindo? – Hong suspirou cruzando os braços sobre o peito, pairando ao meu lado. Confirmei com um gesto de cabeça soltando a fumaça pela boca segurando o cigarro entre o médio e o indicador, tão impaciente quanto qualquer outro ali.

- Que pena que não conseguimos falar com Lauren. – comentou Ezra esfregando os olhos sem desviar a atenção da rua, o cansaço era nítido em sua voz.

- Alguns não querem relembrar essa história, normal. – bocejo, meus olhos ficam automaticamente marejados enquanto levo o cigarro até os lábios, tragando-os novamente.

- Bernard parece uma chaminé e são apenas 07 da manhã. – acabará deixando escapar um riso soprado em resposta ao comentário de Hong, fazendo-me revirar os olhos, sempre estivera cuidando de mim e isto me tranquilizava em certos momentos.

- Me deixa em p...

- O que? – murmura Ezra, a voz curiosa me interrompeu, fazendo-me direcionar a atenção imediatamente para o local qual encarava fixamente com uma expressão vacilante, aos poucos a confusão também invadiu minha mente, pude observar Cody aproximar-se na companhia de outra pessoa; qual pelo andar, pelos cabelos emaranhados e loiros conhecia muito bem: Thomas Sangster. A curiosidade nos fez se afastar do carro imediatamente, ninguém conseguiu dizer uma palavra se quer, aquilo descompassou meu coração, algo começará a me incomodar se desfazendo dentro de mim, já não tinha mais certeza se ir atrás daquele fazendeiro era realmente uma boa ideia.

- Bom dia. – pronunciou Cody estaqueando-se a nossa frente, nos entreolhamos, estava ansioso por uma explicação plausível pela presença do garoto, recordava-me claramente do que havia dito há duas semanas atrás, que nenhum dos sobreviventes tinha coragem de ir atrás de vingança, e aquele acontecimento repentino acabou nos pegando de surpresa. – Acho que vocês devem conhecê-lo muito bem. Thomas, esses são Bernard, Ezra, Hong e o garoto apagado no carro é o Logan. São os alunos que te falei. – disse calmamente conforme apontava respectivamente para cada um de nós.

- Quero deixar claro que fui obrigado a vir pela Lauren. Por mim estaria em casa dormindo, mas ela acha que não seria legal da minha parte deixar um amigo embarcar numa missão suicida com desconhecidos não é mesmo. – protestou Thomas, a expressão séria. – Vamos logo antes que eu desista.

- O ouviram? – repetiu Cody.

 Apenas balancei a cabeça em afirmação sem ter muito que dizer sobre, dando imediatamente à volta no carro colocando-me sobre o volante, as portas se abriram e Hong sentou-se ao meu lado no banco do passageiro enquanto o restante se acomodou nos bancos de trás, sem demora as portas se fecharam e dei a partida, o ronco do motor ecoou pela rua enquanto engatava marcha ré, colocando o pé sobre o pedal fazendo assim que a tração entre as quatro rodas entrassem em ação. Em seguida girei o volante, acelerando pela rua em direção à estrada.

- Então vamos lá.

***

 

Partimos-nos para leste de Atlanta, em meio aos campos, mantendo uma velocidade constante de 50 km/h enquanto o carro serpenteava na direção do horizonte que estava atingindo um azul enjoativo. Vejo-me obrigado a manobrar com uma lentidão angustiante, em meio um transito lento, na maior parte fico pensando nas descobertas que havia feito, sobre a nanotecnologia e a câmara morfogênica, o medo se instalava cada vez mais fundo do meu âmago, como um câncer em metástase, se tornando algo mais soturno e venenoso que a dor. Para afastar tais emoções, fico pensando na filosofia dos repórteres investigativos; que no jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações. Sempre olhamos em frente, e não ao redor. Estas palavras foram o suficiente para dar-me energia conforme agarrava fortemente o volante, semelhante ás mãos experiente de um velho motorista de caminhão, sentando-me bem à frente mantendo os olhos abertos ás margens da rodovia. Aumentando gradativamente a velocidade conforme a pista começará a ficar vazia, desviando o olhar para o relógio no pulso algumas vezes.

Se fossemos mais devagar arriscaríamos não chegar a tempo na pequena cidade de Pine Moutain para conversar com o fazendeiro, que nos avisou por telefone que nos acolheria até às 13 horas da tarde. Os outros seguiam num silencio absoluto, com os olhares fixos na paisagem enquanto escutavam uma música aleatória que tocava na radio oficial da Geórgia. O perímetro da região metropolitana de Atlanta passou por nós em câmera lenta, uma série de florestas e pinheiros interrompidos por uma eventual cidade-dormitorio ou shopping estradas decorados e chamativos. Passamos por restaurantes, por campings, por varias lojas Kmart e por concessionárias de trailers RV Center, também por ali comunidades rurais para onde família de classe media emigraram ao longo dos anos a fim de evitar as árduas viagens até o local de trabalho, as hipotecas muito caras e o estresse da vida urbana, o ambiente era tão aconchegante que por instante passou pela minha cabeça estacionar o carro em uma das vagas, e simplesmente esquecer toda essa pesquisa.

- Olha, é o supermercado grazy red. – a voz de Hong me desperta dos pensamentos aleatórios fazendo-me olhar instantaneamente para o local qual apontará pelo vidro.

- Chegamos a Pine Mountain... – disse, com uma voz fraca de frio ou de medo. Suspirava extremamente tenso conforme reduzia a significamente a velocidade do carro para fazer a curva para a rodovia 27. – Abre o maps, vamos ir direito para casa do velho. – Hong assentiu movendo-se no banco para retirar o celular do bolso da calça. Permiti-me olhar para o estacionamento cheio do supermercado, observando uma família aproximar-se do automóvel para guardar as compras, a mãe segurava a mão da criança depositando brevemente um selar no alto da testa do mesmo, a cena aqueceu-me, induzindo-me estranhamente a ligar a minha mãe de alguma forma. Faria isto assim que possível.

- Vira à direita. – Hong diz, olhando pelo retrovisor lateral do carro.

Num movimento rápido giro o volante entrando na rua qual informará, os outros presentes no carro despertam aos poucos debatendo sobre quais perguntas deveriam fazer ao fazendeiro, a ansiedade torna-se latente em meu cérebro, algo não estava certo, não deveríamos estar aqui. Forcei-me a afastar os pensamentos sombrios voltando toda atenção possível para rodovia 24, diminuindo gradativamente a velocidade para virar a direita na W Harris St e descer para a Georgia St conforme Hong ia me informando calmamente pelo Google Maps. Lentamente os km foram diminuindo e aos poucos às lindas florestas de pinheiros que margeavam a estrada engoliu-nos, os movimentos dos carros e da cidade de Pine Moutain foram sendo deixados para trás. Passamos um determinado tempo quieto, observando as fazendas distintas uma das outras; muitas continham cores chamativas, grandes pastos com alguns animais domésticos ou até pequeno lagos à frente da casa. Quanto mais próximos ficávamos meu rosto começava ficar mais molhado pelo suor.

- Chegamos. – disse Hong repentinamente, apontando para uma fazenda mal-acabada logo à frente, diferente de todas as outras quais vimos essa não passava nem de longe uma sensação tranquilizante. Engoli a seco, não podendo deixar de sentir medo de certa forma. Girei o volante para a pequena estradinha de terra que levava até a mesma, passando lentamente por pedaços de terra que se desfazia debaixo das enormes rodas do Chevrolet, ninguém falou nada, mas pensei na possibilidade de aquilo estourar o pneu. Guiei o carro através de canteiro central – uma vala rasa, coberta de capim, erva daninha e taboas, as rodas de trás ameaçavam a afundar na terra fofa. Logo encosto o Chevrolet próximo à entrada da casa, estacionando-o. Um momento tenso de silêncio se estende. – É, acho que devemos sair.

- Concordo. – murmurou Ezra abrindo a porta e saindo, aos poucos todos se colocaram para fora do carro, juntando-se em frente à escadaria da velha casa. Ouviram-se alguns estalos, o repentino clarão de um dos cômodos intrigou-me de certa forma. – Mais alguém está uma péssima impressão?

- Qual é... – após travar o carro abri caminho entre os garotos me reunido, Ezra me olhou como se acabasse de brotar um terceiro olho em minha testa. Afastei-me, tentando parecer visivelmente irritado. – Não me vai dizer que estão com medo agora. – Hong e eu se entreolhamos, sorridentes conforme subíamos a escadas, pairando em frente à porta, tinha raiva de ter de concordar com Ezra, mas infelizmente aquilo não estava parecendo-me uma boa ideia. Bati com os nós dedos na madeira velha que pareceu ranger por dentro, demorando apenas 30 segundos para que a porta de madeira se abrisse e um homem de meia idade com uma aparência amedrontadora aparecesse entre o vão, o velho olhou-nos de cima a abaixo antes de abrir a porta, um sorriso perturbador brotou em seus lábios. – Boa tarde Billy, somos o grupo de repórteres que ligou ao senhor ontem a noite.

- Boa tarde. – o homem estendeu a mão para que pudesse me cumprimentar e assim o fiz, porém a mesma estava molhada e grudenta, obriguei-me a disfarçar a expressão repentina de repulsa que assumiu meu rosto, engolindo o nojo. – Não esperava tanta gente. Podem entrar.

Parecia estar mentindo descaradamente conforme se afastava da porta abrindo passagem para que todos adentrassem o local, o seguíamos sorrateiramente em direção à cozinha, a casa era extremamente velha, havia rachaduras que se estendiam do alto até o chão, parecia que ninguém limpará aquela casa há anos, pois os moveis estavam completamente empoeirados. Os quadros eram intimidantes, pelo “b” presente na assinatura no canto deduzi imediatamente serem obrar autorais.

- Sentem-se. – disse com uma voz calma, mas de certa forma ameaçadora. Permiti-me sentar em uma das cadeiras em volta a mesa assim como o restante do grupo, Billy lentamente começará a posicionar os pires e xícaras em frente a cada um de nós. Meu olhar seguiu-se para Thomas sentado ao meu lado, notando a expressão conturbada em sua face, era exatamente como estava sentindo-me por dentro. Algo parecia estar errado. – Tenho um chá de hortelã maravilhoso, irei servir a vocês enquanto fazem as perguntas. – vagarosamente aproximou-se de nós com uma jarra contendo um liquido esverdeado dentro, despejando em cada uma das xícaras presentes. – Querem algo para comer?

- Não, estamos sem fome. – o homem assentiu, sentando-se ao lado de Hong enquanto entrelaçava as mãos, apoiando-as sobre a mesa.

- Sobre o que querem exatamente saber?

- Quando o acontecimento do jornal ocorreu? – questionou Cody, levando a xícara até os lábios e bebericando o liquido, esperava que meu rosto não revelasse o quanto aquele homem estava incomodando-me. Havia algo errado. Forcei-me outra vez a afastar tais pensamentos, bebericando o liquido presente na xícara, o liquido queimou o esôfago de certa forma, provavelmente por estar muito quente, mas ainda sim era agradável. O cheiro lembrava-me a casa de minha mãe na frança.

- Foi há dois meses. Até fiquei meio assustado, pois havia umas nove pessoas junto com ele dizendo que a religião deles era a verdadeira. – o homem alçou a xícara com o indicador e levou até os lábios, mas algo me pareceu estranho. Sabia pelas aulas de ciências que o bócio movia-se para cima e para baixo quando você engolia, mas o dele nem se moveu. A confusão imediatamente invadiu a minha mente enquanto assistia a todos bebericarem o liquido, chegava-me a causar dor física, aos poucos o coração acelerou-se e os olhos arregalaram-se ao voltar a encarar o velho a nossa frente. Era uma armadilha. Minha boca parecia ter sido costurada pelo liquido gosmento, fechei os olhos enquanto me concentrava; algo horrível ardia em meu corpo deixando-me zonzo, senti uma pontada de dor transpassar meu estomago até chegar a minha cabeça conforme obrigava-me a abrir os olhos.

- ESPEREM! – gritei num impulso, a visão embaçada, estreitei os olhos e aos poucos tudo foi melhorando, pude então observar a visão incrédulo, era uma cena de horror. – O que... – todos estavam de olhos abertos caídos sobre a mesa, o olhar inexpressivo como se estivesse próximos a morte, inconfundível. Pela posição era fácil deduzir que o liquido que havia causado tudo aquilo, o homem encontrava-se de costas em frente a pia lavando a jarra qual servirá o liquido, minha respiração se acelerava conforme me levantava da cadeira. Precisava de alguma forma buscar ajuda. Então se iniciou o frenesi. A ânsia provocada pela expectativa se misturava ao temor do que poderia acontecer, não tive tempo de refletir, na verdade, ainda tentava definir se estava confuso ou assustado. Cambaleei para fora da cozinha apoiando-me nas paredes sujas, completamente motivado mais pelo desespero do qualquer coisa.

- INFERNO! – rugiu Billy, ouvi um estrondo na cozinha como de um vidro sendo quebrado. Acelero o passo, disparando em direção à porta, rezando para que o homem não me alcançasse. Respirava com dificuldade e piscava incansavelmente na tentativa de controlar a vontade de dormir. Quando repentinamente algo atinge o alto da minha cabeça com uma força violenta, abrupto suficiente para chocar-me contra o chão de madeira, deixando-me zonzo por um momento, fazendo-me perder o fôlego. Arquejava, tentando inspirar ar pros pulmões, o sangue escorria lentamente pela minha testa. Ergui o olhar para o homem agachado a minha frente, o rosto contorcendo-se de ódio. – Joseph terá que me pagar mais dessa vez. – murmurou com a voz rouca sorrindo para mim, um suspiro de dor escapou dentre meus lábios enquanto tudo começava a girar, deveria ter ouvido Ezra enquanto pude, deveríamos nem ter saído da frança, tentei mover a mão esquerda para pegar o celular em meu bolso, mas a dor era sufocante. Desejava poder ligar para minha mãe e Emma, dizer quando as amava e que não esperava que isso acontecesse, mas ao contrario, algo sempre me disse que não devia mexer com o que desconhecia. Cansado devido o esforço que fizera meus olhos fecharam-se inconscientemente enquanto meu subconsciente rezava para que continuasse vivo.

 


Notas Finais


AGORA A PORRA TODA FICOU SÉRIA. COMEÇOU GALERE! Quantos capitulos vocês apostam até aparecer alguém morto? NO PRÓXIMO SERÁ? SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI.


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