História Counting Stars - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Brittany S. Pierce, Finn Hudson, Jefferson "Jeff" Sterling, Kurt Hummel, Nick Duval, Santana Lopez
Tags Blaine Anderson, Klaine, Kurt Hummel, Niff
Exibições 30
Palavras 1.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O título não tem nada haver mas foi a única coisa que eu consegui pensar

Capítulo 3 - Feeling is not good


 

Pov Blaine

Era impressão minha ou aqueles dois estavam mais estranhos do que o normal hoje? Eles já não são muito normais no dia a dia, mas hoje parecia pior. Talvez tantas horas sem dormir não tenha sido saudável para eles.

De qualquer jeito, balancei a cabeça tentando afastar um certo pensamento que vinha me incomodando desde que Annie perguntou do meu ex e caminhei de volta para dentro do meu apartamento.

Muita gente invejava meu apartamento, e eu até conseguia entender porque, para uma primeira olhada ele era simplesmente espetacular. De tirar o fôlego. Tirou o meu a primeira vez que pisei aqui.

A porta ficava no canto esquerdo do primeiro cômodo da casa, que era uma sala/cozinha dividida por um balcão de mármore preto. 

De frente para a porta principal havia um sofá branco de dois cantos, ocupando toda a extensão da parede contraria e metade da parede esquerda. No centro um dos tapetes mais macios já feitos pelo homem – ou pela maquina – e uma mesa de centro preta contrastando com o sofá e combinando com os tons escuros das paredes. Ao lado da porta existia uma parede gigante de led por trás da mini tela de cinema instalada ali. 

O resto da casa seguia o mesmo padrão. A cozinha planejada toda construída com tons de branco, cinza e preto, e a sala de jantar – onde a porta se encontrava ao lado da bancada e embaixo de uma escada que levava ao segundo andar – também planejada nos mesmos tons, combinando com o os dois primeiros cômodos.

O corredor para o quarto de hóspedes ficava bem ao pé da escada e lá possuíam um total de 2 quartos de hóspedes e 2 banheiros. Lá em cima, no segundo andar, fica meu quarto e que, tirando minha mãe e meus dois melhores amigos incestuosos, e eu, ninguém nunca pisou lá.

E o ultimo cômodo da casa e provavelmente o mais bonito era a varanda. As portas de vidro da varanda ficavam bem no local onde o sofá acabava e assim que você passasse pelas portas você acharia o melhor lugar do mundo.

O chão coberto por mármore branco, ao lado esquerdo e a frente você enxergava o mundo, provavelmente a vista mais bonita da cidade, e ao lado direito, ao lado da escada que levava ao telhado, o melhor lugar para você e a pessoa que você ama. A mais romântica piscina, bem decorada com plantas e flores, ao lado de uma cama de varanda perfeita para quem quer ficar deitado, abraçado à noite toda olhando as estrelas.

Mas era isso que levava ao problema de quem olhava uma segunda vez para a casa. Ela era grande, maravilhosa, mas vazia demais. Ela era solitária.

E não que eu quisesse alguém para dividir a casa com, Eu não queria ninguém. Eu definitivamente não estou precisando de ninguém. Não se a ultima vez que me apaixonei serviu de aviso. Mas ela era um lembrete constante de que quando eu fosse dormir, eu dormiria sozinho.

Me joguei no sofá e liguei a TV/mini tela de cinema e tentei me distrair, porque eu sabia que se eu me permitisse pensar no que estava zunindo no fundo do meu subconsciente eu sabia que me arrependeria.

Mas não adiantou muito.

Cinco minutos depois e lá estavam todos os pensamentos e sentimentos que eu vinha guardando a sete chaves longe de mim. Bastava somente tocarem no assunto e ele volta em mim como um soco na cara. 

Kurt. 

A razão de eu ser quem eu sou hoje, para o bem o para o mal. A única pessoa que eu fui capaz de me entregar de corpo e alma.

Dizem que amar e ser amado é o suficiente e o resto se encaixa. Não foi bem isso que aconteceu comigo, não bastou o amor, não bastou o sentimento, porque ele foi embora mesmo assim.

E mesmo que hoje em dia eu não o ame mais, só de pensar nele o meu espirito muda, enfraquece e eu me sinto voltar no tempo, com todos os toques, as palavras sussurradas. Até mesmo a sua risada me fazia cambalear. Até não, principalmente ela.

A merda do primeiro amor. Ele vem como uma leve brisa de primavera, a melhor coisa de sua vida, mas quando vai embora você percebe que a brisa não era tão calma, e que na verdade ela destruiu tudo em você como um furacão.

Me levantei do sofá, já que tentar me distrair não estava funcionando, e desliguei a TV.

Se isso não ajudaria, talvez comida ajudasse.

Caminhei ate a geladeira, só para descobrir que não tinha sobrado nada por causa da noite anterior. Que grande surpresa.

- Annie, vou ao mercado! – gritei – Quer alguma coisa? 

- Não, obrigada! – Ouvi ela gritando de volta, segundos depois.

Com isso dei de ombros, peguei minhas chaves do carro e sai batendo a porta atrás de mim.

Pov Kurt

Acordei com o som da porta batendo em um pulo – um pulo que me levou para o chão, como alguém consegue cair de uma cama tão grande quanto aquela era realmente um mistério – e tentei olhar para a direção da porta, mas assim que abri os olhos minha cabeça começou a girar e eu lembrei o que tinha feito ontem à noite. Já não bastava eu ter terminado meu relacionamento, ainda tinha que acordar de ressaca.

- Não, isso é muita coincidência. Não pode ser. – Ouvi a voz da garota da noite passada murmurando. Como era mesmo o nome dela? Ana?

- Eu sei que você está falando baixo, mas mesmo assim minha cabeça está explodindo. – comentei sem coragem de abrir os olhos de novo – O que é muita coincidência?

Criei coragem e aos poucos fui abrindo meus olhos, e a vi me encarando como se eu fosse uma aberração. Involuntariamente me senti de volta ao ensino médio e desviei meu olhar dela.

- Nós temos que conversar. – ela afirmou, e eu soube que não tinha muita opção a não ser fazer isso, então eu só assenti com a cabeça. Essa moça não me parecia nada com a menina gentil de ontem à noite.

- Annie, vou ao mercado! Quer alguma coisa? – Ouvi alguém gritar.

- Não, obrigada! – ela gritou de volta, e se virou para mim – mas você e eu vamos sair daqui agora mesmo.

[...]

No final das contas nós não conversamos nada. Na verdade, ela só parou em uma cafeteria e enquanto tomávamos café ela continuava me encarando daquele jeito ruim, enquanto a minha vontade de fugir crescia a cada minuto. Eu não entendia o que poderia ter feito de errado.

Assim que nós terminamos o café ela perguntou onde poderia me deixar finalmente virando a cara, e eu passei o endereço de um parque próximo a minha casa. Eu não passaria meu endereço certo para alguém com aquele humor, claro.

E enquanto ela dirigia, ela não fez nem questão de falara comigo, ou de me olhar novamente. Não que eu estivesse reclamando depois dessa manhã. 

E assim que ela me deixou no parque e foi embora eu sabia que nunca mais a veria. 

Eu pensando que o universo tinha me tirado o meu namorado,                                                                                mas colocado uma amiga em minha vida, tão legal e gentil. Mas o mundo é assim, cheio de decepções certo?

[...]

Esse com certeza foi o mês mais lento da minha vida.

Mesmo com toda a ajuda das meninas e do Seb para passar por essa fase, a maioria do tempo eu ainda ficava sozinho em casa. E ficar sozinho em casa não é nada bom para alguém que acabou de romper um relacionamento. 

As lembranças do tempo bom que tivemos juntos, a saudade apertando e a vontade de ligar e dizer que nada disso importa, que se eu for o problema eu posso trabalhar para melhorar e que nós podemos tentar de novo porque ele significa muito para mim. Mas ai eu lembro como eu senti meu coração se rachando assim que eu o vi com o outro e minha raiva volta e a minha única vontade é gritar e por a casa a baixo.

E hoje era um desses dias em que tudo que eu queria era ligar para ele, mas eu sabia que eu não podia, e isso estava me deixando louco. Quanto mais eu pensava em ligar mais eu me culpava por isso.

Como destino, segundos depois de eu ficar me culpando mentalmente o telefone tocou.

Me levantei para atender e ouvi a campainha tocar.

- Alô?

- Oi Kurt, é o Adam. Eu não sei se você quer saber de mim ou não, mas eu queria muito te encontrar. Eu sei que eu já deveria ter ligado e que já passou um mês, mas eu não consigo simplesmente te deixar ir por um erro tão estúpido.  Por favor, vamos nos encontrar?

- Adam...? O que...? - a campainha tocou novamente - E-espera um pouco.

Eu andei até a porta e a atendi.

- O que? - Perguntei olhando assustado para a porta - O que você está fazendo aqui?

- Rude! eu passei para fazermos compras pro ano novo. Apê legal esse o seu Kurt!

Annie passou por mim e entrou dentro do apartamento.

- Kurt? Kurt, responde! tá tudo bem? Se você não responder eu vou até aí! - Ouvi a voz distante de Adam pelo telefone.

- Eu estou bem Adam, não precisa vir até aqui.

-Adam? - Annie perguntou - Aquele Adam? - Confirmei com a cabeça, ponderando porque eu ainda não tinha chamado a polícia por ela estar invadindo meu apartamento - Vocês dois voltaram? eu te bato se a resposta for sim Kurt!

-Quem eu está aí com você Kurt? Eu consigo ouvir vozes!

Ah sim, Adam estava ocupando o telefone, por isso eustarstau não posso chamar a polícia.

- Desculpa Adam, mas eu não posso falar agora. Depois te ligo. - Falei ignorando a pergunta que ele tinha feito e desligando antes de ouvir uma resposta. Me virei para Annie.

- E não,  eu não voltei com ele, mas isso não te diz respeito. Agora você tem um minuto para me dizer como achou onde eu morava e o que diabos está fazendo aqui sua louca, se não está chamo a polícia!

- Ei eu não sou louca! - ela gritou. Comecei a discar os números no telefone - Okay, okay, calma tá?  me desculpa pelo outro dia, eu tenho uma desculpa para aquilo, ou eu acho que tenho. Mas o que interessa hoje é o porque de eu estar aqui hoje, e como nosso ano novo será inesquecível.

Olhei para ela com uma sobrancelha levantada. Ela definitivamente é louca.


Notas Finais


Adivinha quem fez vocês amarem.uma personagem, depois odia-la? Uahsyyda amo vcs bezo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...