História Cradle Of Love - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Dizzy Reed, Duff Mckagan, Gilby Clarke, Izzy Stradlin, Matt Sorum, Slash, Steven Adler
Tags Alemanha, Axl Rose, Cindy Crawford, Dizzy Reed, Duff Mckagan, Gilby Clarke, Guns N' Roses, Izzy, Matt Sorum, Nirvana, Skid Row, Slash, Steven Adler
Exibições 90
Palavras 2.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


UM GRANDE OLÁ DO VALE DAS SOMBRAS PARA TODOS VOCÊS! TUDO BEM? VO ESCREVER NO CAPS LOCK MEMO PQ TO ALEGRE HUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE.

Então, eu imaginei esse capítulo melhor na minha cabeça e peço desculpas se não ficou bom,é que eu to só a exaustão em pessoa e como eu já disse antes 4ºbimestre é o pior.

Como sempre, comentem, favoritem e indiquem pra suas coleguinhas de ritual <3 e.e nada a declarar nas notas finais, mas olhem lá :*

Capítulo 19 - I Can't Quit You Baby


POV — Erika

— Srta. Von Schmidt? Srta. Von Schmidt? — Uma voz feminina chamava meu nome, enquanto isso ouvia um barulho de “bip”. Abro os olhos e logo o reflexo da luz forte adentra meus olhos. — Dr. Roffman! A Srta. Von Schmidt acordou.

— O...Onde estou? — Falo arrastado.

— Srta. Von Schmidt que bom lhe ver novamente. — O médico se aproxima de mim. — Você passou mal, mas não ao ponto de ficar em coma novamente.

— Oh... Dr. Roffman. — Falo me acomodando na cama. — O que aconteceu?

— Teve uma queda de pressão arterial muito forte, segundo exames de sangue, não está consumindo as vitaminas necessárias. Precisa se alimentar melhor.

— Desculpe Dr. Roffman, mas a banda está passando por um momento meio turbulento... Meu namorado e eu também não estamos bem. Falando nisso, quem me trouxe?

— Um rapaz de cabelos castanhos compridos, eu acho que era James o nome dele. Bom... Vejo que está lúcida e bem, vou pedir a enfermeira que venha retirar seu soro, já está em alta.

— Okay, ah e o James está aí?

— Erika! Erika! — De repente escuto a voz de Axl ecoando pelo corredor.

— Bom, acho que é o seu namorado que acabou de chegar. — Dr. Roffman fala rindo. — Ele não sabe que é proibido gritar e correr no hospital?

— É claro que sabe, justamente por isso que ele está correndo.

 — Você tem que se cuidar, como eu disse há muito tempo, ele te ama. — Logo Axl adentra o meu quarto ofegante com uma mochila nas costas.

— Olá Sr. Rose! Há quanto tempo não lhe vejo, você quer um suprimento de oxigênio? — Dr. Roffman fala tirando uma com o Axl. — Vou deixá-los a sós, como eu disse você já está de alta.

— Obrigada mais uma vez, Dr. Roffman. — Axl continuava sem fôlego até que se sentou na poltrona. — Você está bem?

— Desculpe. — Ele fala se levantando em minha direção. — Praticamente vim voando e um pedaço correndo, mas o que você teve?

— O médico disse que foi uma queda de pressão muito forte, Del me encontrou praticamente inconsciente no... No nosso quarto. — Uma dificuldade estranha para uma frase comum. — Mas eu já estou bem, não precisa se preocupar.

— Eu tive um pressentimento tão ruim, Erika. Até a Yoda sentiu, você nos meus sentidos estava... Praticamente morta de novo. — Ele vem até mim e me abraça com força. — Eu não quero nem pensar nisso.

Como o cheiro do Axl era tão bom meu Deus... E o abraço dele era tão... Carinhoso.

— Desculpe de novo te dar problemas, big boy*. Você deveria estar concentrado na sua terapia e não aqui comigo...

 —... Não, nada no mundo é mais importante do que você. Entendeu? — Ele beijou minha cabeça. — Eu posso ter todos os demônios e loucuras do mundo, mas eu irei protegê-la deles.

— Axl...?

— Fala.

— Não promete o que ainda não está ao seu alcance... Meu querido.

— Eu... Eu sou capaz de te proteger... Eu sei que eu sou e eu vou.

— Não quero dizer adeus...

— E quem disse que vamos dizer adeus um ao outro? Nós vamos ficar juntos... Eu prometo.

*******************

Nós vamos ficar juntos.

Nós vamos ficar juntos.

Nós vamos ficar juntos.

 

Durante nesses três anos, a frase que mais tem passado pela cabeça de Erika ou de ambos era justamente esta. Parecia para ela uma faca de açougueiro destroçando seus ossos, seus músculos, a dor se tornava cada vez maior. Ele recusava-se a acreditar que talvez pudesse ser o fim do relacionamento dos dois, Axl era fraco demais sem Erika do seu lado. Mas em alguns relances, ele olhava para o rosto da amada e via... “Ela precisava ser livre”. Porém, o amor é mais forte. “Mas não seria por amor deixá-la ir?” Erika havia se tornado na vida de Axl um amor tão grande que ele não tinha ideia de como era uma vida sem aquela “alemãzinha desbocada metida a inteligente.”

E ela não tinha ideia de como era a vida sem aquele “ruivo controlador desgraçado filho da puta”.

A certeza não era algo que fazia parte deles há muito tempo.

*****************

POV — Axl

 Erika já havia sido liberada do hospital e nós dois já estávamos na estrada de volta para Malibu... Deus do céu, como ela fica linda na luz da lua... Porém, a tristeza dela estava evidente em seus olhos... Sinto como se estivesse sendo torturado por aqueles olhos tristes, e o pior de tudo, sabia que a culpa daquela tristeza era minha.

— Erika?

— Hum? — Ela vira a cabeça para mim. — Algum problema?

— Você está bem?

— Estou. — Ela fala sorrindo. — E você?

— Tem algo me perturbando a cabeça.

— Outra coisa perturbando essa cabecinha?

— Por que você disse aquilo no hospital...?

— Eu não deveria ter dito aquilo... Mas é que... Tudo tem um fim nesse mundo... Eu tenho dúvidas se o que estamos vivendo poderá ser o nosso fim. — Ela retira o cinto de segurança e se aproxima mais de mim. — E eu te conheço o suficiente para saber que está também em dúvidas.

— Erika... Eu prometi que nós vamos ficar juntos... Não quero dizer adeus. Te amo demais para te deixar ir, mas ao mesmo tempo não quero te prender. — Freio o carro no meio da estrada e pego um desvio mais longo para Malibu.

— Por que pegou o desvio mais longo?

— Se nós chegarmos em casa, voltaremos a ficar distantes um do outro. — Erika riu e subiu em cima de mim, que mulher meu Deus, que mulher. — Opa.

— Eu te amo seu desgraçado, você me faz feliz.

— Você também me faz feliz, Erika. — Ela sela nossos lábios em uma doçura que logo se transformou em um beijo selvagem, a boca de Erika é a minha perdição, me perdia cada vez mais naqueles lábios. — Não é perigoso fazer as preliminares enquanto se dirige?

— Se nós dois morrermos nessa estrada agora enquanto transamos, eu morro feliz e satisfeita ao seu lado. — Ela volta a me beijar enquanto rebola na minha cintura, a nossa sintonia que chega a ser doentia é o que mais me excita. Passo a mão por baixo de sua saia e aperto sua bunda com força, Erika geme e agarra meus cabelos. Ah, o prazer e a dor... Dou um tapa e ela geme ainda mais. O prazer e a dor... A dor misturada com o prazer, e o prazer misturado com a dor. Sinônimos doentios que nos levam a loucura. Dou outro tapa na bunda de Erika que a faz gemer novamente, ouvi-la gemer era musica para meus ouvidos.

 

 Eu amo Erika demais para deixá-la ir.

 

Ela desabotoa minha blusa, passando a mão pelo meu peito. Paro o carro no acostamento, tiro minha camisa e jogo no banco de trás. Puxo a blusa de Erika que se abre com alguns botões voando pelo carro revelando seus seios cobertos por um sutiã de renda, ela morde meu pescoço me fazendo gemer, ela vai distribuindo mordidas chegando em meu tórax chupando meu piercing no mamilo que me faz urrar. Tiro seu sutiã e aperto seus seios, puxo ela para ficarmos mais próximos e começo a chupar um seio vigorosamente enquanto a ouço gemer meu nome. Dou uma leve mordida em seu mamilo para a mulher gemer ainda mais.

— Me fode, Axl. — Ela falou ofegante em meu ouvido. — Me fode. — Eu já estava para explodir com a vontade de meter em Erika.

— Agora não, darling. — Falo olhando o roxo que havia deixado em seu seio. — Eu quero brincar mais um pouquinho.

***************

POV — Erika

Axl começa a chupar meu outro seio e começo a delirar em seu colo, aperto seu membro já ereto por cima da calça, e Axl me dá outra mordida em meu seio. Aquele filho da mãe tem uns dentes desgraçados, mas a adrenalina que percorre minhas veias é tão grande que a dor se mistura com o prazer, ele começou a passar a mão pelo meu corpo até descer novamente para minha bunda dando outro tapa e vai passeando por debaixo da minha saia até chegar em meu sexo e começar a massagear meu clitóris. Ainda bem que não tinha nenhuma casa por perto para ouvir nossos gemidos, os dedos de Axl eram rápidos, eu estava sem fôlego e ele dava chupões em meu colo.

— Tão molhada. — Ele sussurra em meu ouvido. — Continua rebolando... — Ele penetra dois dedos em mim e o obedeço rebolando em seus dedos.  — Amo quando você geme igual uma cadela no cio, querida.

— Você é um vagabundo, querido. — Selo nossos lábios novamente, um beijo selvagem e quente. A saudade que eu tinha do corpo do Axl, o suor dele impregnado em mim, até das marcas dos chupões e dos arranhões eu tinha saudade... Sadismo, luxúria, loucura, amor... Nada era comum entre nós dois.

**************

POV — Axl

Erika estava quase gozando quando ela abre minha calça e meu membro ereto salta, Erika pega meu membro e começa a me masturbar em movimentos rápidos que me fazem praticamente urrar.

Ela estava quase gozando em meus dedos quando os retiro de dentro dela, puxo sua calcinha até rasgar e jogo o pedaço de pano para qualquer canto do carro.

— Senta. — Ordeno beijando-a e logo depois dou outro tapa na bunda dela. Erika rebola em cima do meu membro, me deixando mais louco ainda até que ela senta e sinto meu pau preenchê-la por inteiro. — Sentiu saudade? — Falo em seu ouvido. — Você é tão... Gostosa meu amor. — A beijo novamente com mais calma, e ela começa a rebolar devagar.

 — Ninguém faz-me sentir desse jeito, Axl. — Agarro fortemente seus cabelos e começo a fodê-la, a visão de Erika com as mãos agarrando o banco de couro, o suor dela escorrendo, ela delirando de prazer, ela chamando meu nome... Era o paraíso e eu estava em êxtase, Erika deixava-me em êxtase. — Eu te amo. — Comecei a aumentar o ritmo dos movimentos enquanto prendia os punhos dela com a minha mão, já sentia meu ápice chegar, aumento ainda mais o ritmo praticamente ficando quase sem fôlego e logo sinto o corpo de Erika tremendo e ela gemendo mais alto, eu sinto o gozo dela escorrendo pelo meu membro e fico mais excitado do que eu já estava.

— Quero te ver de costas, darling. — Retiro sua camisa beijando suas costas, e ela senta novamente em mim com os braços apoiados no volante, mas a puxo ela para ficarmos mais próximos, começo a massagear o seio dela e a masturbá-la enquanto Erika falava palavras sacanas em meu ouvido.

******************

POV — Erika

— Me fode. — Digo repetidamente no ouvido de Axl enquanto o ruivo me masturbava. Eu já não tinha mais controle sobre meu corpo, e era aquilo que o ruivo fazia de melhor, me deixar sem controle. Sinto o corpo dele tremer e ele agarra meus cabelos com força. — Quase lá. — Axl sussurra em meu ouvido. Ele vai diminuindo as estocadas até que sinto dentro de mim seu gozo.

-X-

 [Algumas horas depois, em malibu.]

 Axl estava dormindo como um anjo do meu lado e eu estava acariciando seus cabelos, é impressionante como uma pessoa pode ir do céu ao inferno tão rápido, ser ao mesmo tempo um anjo e um demônio... Sinceramente... Aquele ruivo de cabeça quente morava dentro do meu coração. Mesmo que acabasse nosso relacionamento, mesmo que eu estivesse com o outro, ele iria morar em mim para sempre. No meio de tanto fracasso que foi a minha vida, encontrar Axl, é a melhor coisa que me aconteceu. Admito que não amei Axl logo... Só que eu mal me lembro da minha vida sem ele do meu lado assim calmo, ou em seus momentos de fúria, em seus momentos românticos.

-X-

Flashbacks

Jato particular do Mötley Crüe, 1987.

— Hey Sweetheart! — Nikki se senta ao meu lado. — Como está? Já soube das novidades entre você e o cabeça- quente ali. — Ele aponta para o Axl que estava jogando cartas com o Tom e Slash.

— Nikki, você já disse que amava a pessoa mesmo que ainda não a ame completamente? Tipo profundamente. Você sabe... Nos meus relacionamentos passados, não havia entrega de ambos, então nem me importava... Mas eu tenho medo de magoar o Axl.

— Falo para as minhas groupies que as amo todas. — Bato o livro nele enquanto riamos. — Ah sweetheart, só conheço o Axl que ama rápido desse jeito. Não sou a melhor pessoa, mas eu te digo, isso vem com o tempo. Não se preocupa, eu sei que você gosta dele.

— Na verdade, eu ainda tenho um pouco de raiva dele.

— Para de ser tão complicada, garota! — Ele ri. — Você já leu aquele livro: O pequeno príncipe? Se cativar o Axl dentro do seu coração, logo retribui o amor que ele sente. Até mesmo o ódio, eu acho... Nunca pensei nessa parte do ódio.

— Nunca pensei que fosse tão profundo, e engraçado que Alan me disse que eram piores que os meninos.

— Os anos na estrada te faz aprender muito sobre a vida, sweetheart. — Ele beija minha mão. — Você sabe bem disso.

— Só que no meu caso não foi na estrada, mas do mesmo jeito aprendemos e continuamos com dúvidas.

-X-

1987: Apartamento de Axl.

— Erika?

— Oi.

— Está distante.

— Apenas pensativa.

— Posso te fazer uma pergunta?

— Acabou de fazer uma pergunta, garotão.

— Tipo... Eu vejo que você ainda não está meio que... Sei lá, não no meu “ritmo de gostar”.

— Ritmo de gostar?

— Não consegui achar palavras, porém, entendeu o que eu quis transmitir?

— Você acha que está sendo um erro estarmos namorando?

— Ei, não se preocupa com isso. Sei que estou em outro mundo, outro lugar, mas eu estou aprendendo a gostar de você... Coisinha. — Ele me abraçou.

-X-

1989, MTV Party

— Axl! Axl! — Um repórter veio entrevistar Axl enquanto nós dançávamos. — Como está a festa?

— Ótima, não poderia estar melhor Bruce.

— Conte-nos um pouco sobre a façanha que conseguir dois discos liderando o TOP 10 Billboard.

— Você sabe, nós trabalhamos com alegria e com vontade de mostrar o nosso melhor. Não poderia ter tido outro resultado, aqueles caras são fodas, é minha banda favorita.

— E você Erika? O que acha do sucesso do seu namorado?

— Não poderia ter tido outro resultado, Mr. Bruce.

— É verdade que você é a musa inspiradora de Patience?

— Se você está dizendo. — Falo rindo e Axl pergunta no meu ouvido se ele pode responder e dou permissão.

— Sim, Izzy colocou no papel talvez o que eu jamais poderia expressar o suficiente. Bruce, essa menina aqui... — Ele olhou dentro dos meus olhos. — Eu amo demais e ela é a minha musa.

— E o amor está no ar para os rockers! Obrigado pela entrevista, Axl e Erika! — O repórter sai e voltamos a dançar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Seguindo a linha do meu youtuber favorito Luba <3, um beijo pra quem quiser e falou <3


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