História Crazy In Love - Capítulo 52


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Personagens Originais
Visualizações 53
Palavras 1.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Genteee eu voltei e mil desculpas pela demora. Acredito que agora a fic vai demorar um pouquinho, já que estou com um pequeno bloqueio de criatividade.
Provável q a escrita também mude.
Minhas próximas histórias serão, narradas na terceira pessoa. Achei uma boa, porque posso passar para vários personagens e vários ambientes sem que eu mude o narrador. Enfim, em breve o meu lobo mau.
Eita falta pouco pra acabar, agora que a revelação está feita.

Spoiler! Alguém... vai...
Deixa para os próximos caps.
Bjs na testa e boa leitura seus lindo.

Capítulo 52 - Um história de terror... O relato de Deaton


Fanfic / Fanfiction Crazy In Love - Capítulo 52 - Um história de terror... O relato de Deaton

 


Eu não estou fugindo novamente
Mesmo que eu estivesse com medo, baby

 

Stiles.

Vários olhares se voltavam a mim. Sentia-me um Extraterrestre, ou algum ser que ninguém nunca pensou que existisse – Se bem que eu sou um ser que ninguém nunca imaginou que realmente pensou existir – Era assim que eu estava sendo visto. Todos do bando me olhavam com olhares avaliadores.

Derek pigarreou e eu agradeci aos céus. Aquele silêncio em volta estava me deixando nervoso e para piorar vários olhares eram atraídos como com um imã é atraído por um pedaço de metal.

- Pode nos contar essa história e explicar o porquê ficamos sabendo disso agora? Como não percebemos isso antes? – Perguntou Derek.

Deaton ajeitou sua postura, como se estivesse preparando-se para seu primeiro discurso.

Agora, os olhares eram voltados a Deaton. O silêncio retornou, mas dessa vez era para escutar a única voz que encheu aquele quarto.

- Porque você não estava aqui Derek. – A reposta fora direta e quase sem sentido.

Derek tinha um enorme ponto de interrogação cravado no rosto. Sua testa franzia-se e a linha de seu lábio estava tão reta que me lembrava das bocas dos personagens de desenho animado. Ele fitava Deaton esperando que ele pudesse compreender a sua dúvida em apenas olhar para sua expressão duvidosa.

E ele compreendeu.

- Vejamos. Há um copo certo? Dentro desse copo há um líquido. Mas se o copo não existe como pode haver um líquido dentro do copo? O mesmo se resume a você Derek. Você sumiu, e para todos era como se não existisse. – Deaton apoiou-se sobre sua perna, como se estivesse começando a se cansar de tanta conversa fiada. – Como um filho seu pode existir se você também era dado como não existente?

- Esse tempo todo você sabia? – Perguntei com uma expressão indignada.

Eu realmente estava indignado. Esse tempo todo carregava algo dentro de mim e não sabia, tinha um namorado e mesmo assim não sabia. Aquela coisa era muito confusa.

- Onde esteve? Como sumiu dessa forma? O que aconteceu? – Várias perguntas como: Quem; onde; quem; rondavam minha mente.

- Esse é um assunto em que prefiro conversar a só com você.

Derek abaixou a cabeça e fitou intensamente seu dedão para depois retornar com seus perfeitos glóbulos verdes a mim. Sua boca abriu e fechou. Ele queria falar algo, mas algo em seu olhar, bem profundamente dizia um sinto muito. Aquilo fez arrepios percorrerem todo meu corpo.

- Deaton siga seu relato. – Pedi. Queria acabar com a agonia que Derek me passara somente naquele olhar.

Deaton pigarreou como se tentasse jogar algo para fora de sua garganta. Seus olhos percorreram a todos no quarto para então voltar-se a mim. Eu não fiquei desconfortável, mas sim assustado, naquele olhar eu via o que eu menos esperava. Pavor.

 

 O relato de Deaton:

-Há muito tempo, um casal foram destinados como companheiros de alma. No entanto, o que assustou grande parte dos seres sobrenaturais ao redor desse casal, é que os destinados era um lobo alfa e um Sidhe. Esses seres são completamente distintos, até mesmo possuem um ódio profundo. Contudo, um companheiro de alma não pode ser separado, essa é uma lei absoluta...

“É como o KA, para onde você vá, ou quem irá escolher, sempre voltará para pessoa a quem lhe foi destinado desde o nascimento.”

“Esse casal aceitou seu destino. Viveram felizes. Até que...”.

“Um Sídhe e um lobisomem, não podem reproduzir, nunca, jamais, existiu um ser sobrenatural que fosse filho de um Sídhe e um lobisomem. Até certo momento. De vários lobos, nenhum conseguiu reproduzir um filhote. Até desse casal destinados. Quando souberam que estava grávido, o Sídhe enlouqueceu com sua felicidade... Que durou pouco.”

- O que aconteceu com o bebê? – Perguntei.

Deaton respirou fundo.

- Ele virou um monstro, algo que foi além do sobrenatural, algo que conseguiu... Provocar uma guerra, sozinho.

Derek se engasgou.

- Ele foi chamado de Híbrido um ser de duas faces. Todo o mundo sobrenatural se abalou com a existência desse ser, era algo estranho, que não deveria existir, seria para eles, uma anomalia. Era uma criança que tinha olhos dourados de um lobo e olhos violetas de um Sidhe, tinha presas e garras e que conseguia manipular as forças da natureza e possuía todas as habilidades de um Sídhe...

- O que aconteceu com a pessoa que o gerou...

- Morreu. Um Sídhe não pode sobreviver a licantropia. Ele não aguentou a licantropia que o bebe lhe gerou durante o parto. Como eu disse um ser desse não deveria existir. Um dos motivos é... Que mesmo que ele seja gerado, ele morreria com o contato da licantropia que o lobo passaria a ele, um Sidhe poderia ser reproduzido com qualquer espécie sobrenatural ou não, menos um ser que tivesse a licantropia. Vocês não tem ideia como a licantropia é forte, mais do que o melhor veneno do mundo.  – Deaton suspirou. – Eu não sei se seu filho passaria dos quatro meses, Stiles. É como transformar um humano não adaptado a ser um lobisomem.

Derek ergueu seu corpo à frente, um brilho vermelho intenso se aprofundou no seu olhar.

- Mas não tem como fazer com que a licantropia...

- Não Derek, a licantropia é como se fosse uma herança de família, algo que irá geneticamente e não pode ser alterado ou impedido. – Brett respondeu.

Deaton apenas balançou a cabeça, concordando com o comentário de Brett.

- Exatamente. Se o bebe não morrer. – Deaton suspirou. – Você morreria Stiles ou... Vocês dois.

Derek pensou em argumentar, mas rapidamente o impedi. Queria ouvir mais do relato.

- Continue Deaton.

Deaton balançou a cabeça em concordância e prosseguiu.

- Como eu estava dizendo...

“O Sidhe não suportou e faleceu, mas a criança fora gerada. Era uma criança normal no padrão físico. Era linda. O alfa cuidou do bebe com toda a sua vida... Mas como eu disse um ser que não existe, não pode viver é como uma espécie extinta. Isso consistiu em uma guerra com todos os seres sobrenaturais. Contra um. Os pais do Sídhe e toda a matilha haviam sido dizimados, mas sobrara o garoto de apenas oito anos que conseguiu provocar uma terrível guerra, que abalou vários lugares, paisagens tornaram-se desérticas e continentes se dividiram. Até mesmo os cavaleiros fantasmas, um exercito deles não conseguira suportar a fúria do hibrido.”

     Todos estavam respirando profundamente, como se o ar naquele ambiente começasse a parecer mais rarefeito.

Levantei-me em apenas um salto. Ao mesmo tempo, Derek veio amparar uma queda que nem eu mesmo senti, na verdade, nem percebi que estava indo diretamente para o chão.

- Vocês podem ir embora?  – Apenas disse isso. Larguei-me dos braços de Derek sem nem reparar na mágoa que surgiu em seu olhar.  – Estou bem.

Todos os olhares daquela sala se voltavam a mim e percebi que em cada olhar havia pena. Dentro da minha barriga algo se remexeu singelamente. Toquei-a por enquanto, em um movimento involuntário. Aquela história não me agradou nem um pouco e só em pensar que eu esperava um demônio dentro de mim, me trazia calafrios.

Se eu estava com medo? Não! Eu estava aterrorizado, estava entrando em um quase pânico. Queria correr daquela sala que parecia tão apertada e poder fugir dos olhares de pena que me lançavam.  

Eu sentia que todo o normal que se constituía ao meu redor, agora despencava como muro que acabara de ser destruído. Minha vida não parecia mais a mesma e tudo ao meu redor agora era uma fantasia, uma história que acabara de sair de um conto de terror de livros. Eu realmente queria acreditar que tudo isso era um sonho, que eu iria acordar e nada disso era real.

Um retumbar singelo atingiu a parede do meu interior. Toque e alisei a barriga recebendo um novo mexido. Não era exatamente um chute, já que o bebe mal possuía um corpo estruturado para tal. Era um mexido singelo. Eu sentia meu interior ser preenchido, e aquela sensação era estranha.  Eu me sentia ocupado, era como se algo estivesse quebrando a lei da inércia dentro da minha barriga, querendo ocupar o mesmo lugar, mas não, era apenas um caroço ocupando minha barriga. Aquilo não parecia nada normal. Eu estava grávido, um adolescente que...

- Stiles? O que está acontecendo aqui...?

Um adolescente que ainda não completara o ensino médio e que tinha um pai que mal entendia esse mundo sobrenatural. Agora como explicar a ele que eu estava grávido?

Toquei em minha barriga e me virei até aqueles olhos cansados, cheios de olheiras e finas dobras que mostravam o cansaço de um trabalho do xerife.

-Pai, eu estou grávido.

A silhueta do meu pai caiu, sentado no sofá. Suas pernas pareciam gelatinas. Seu olhar correu por toda sala, como se estivesse procurando uma resposta melhor.

- Stiles? Você?

- Sim. Eu estou grávido de um bebê hibrido.

- Vou ser vovô?

- É...

Ele olhou para mim e depois a sala. Era como se ele não acreditasse.

Meu pai apoiou a mão no peito e depois para a garganta. Sua face começou a assumir um tom rubro.

- Eu vou ser...

Antes que meu pai, o xerife Stilinski pudesse terminar sua frase, sua cabeça despencou para o lado.

- Pai? Ei!

Todos correram ao redor de pai.

- Ele morreu? – Perguntei parado enfrente ao corpo cansado do meu pai largado no sofá.

- Não, escuto o coração dele. – Respondeu Scott.

O xerife John Stilinski havia desmaiado. E eu era um adolescente grávido de um ser que se dominava hibrido.

Tem como ficar pior...?

 


Aqui estamos nós, não vire as costas agora
Nós somos os guerreiros que construíram esta cidade

 


Notas Finais


COMENTEM!!! O que vcs acharam? Alguém esperava por isso.
Ah alpha hibrido? Coisa mais sem graça? Nop. Se repararem, e se nascer, será o primeiro hibrido no mundo sobrenatural. rsrss.
Show? Estranho? Deixem seus comentários abaixos e me digam o que estão achando. Pf.
Ps:Estou tentando mudar um pouco a minha forma de escrita dessa história, não drasticamente, mas o suficiente para que fique padronizada com uma escrita formal, mas que seja de forma a agradar o público de vocês. Bjss e Até o próximo.
COMETEEEM ESTOU ANSIOSA PARA SABER DA OPINIÃO DE VOCÊS.


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