História Crazy In Love - Capítulo 18


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Categorias Amor Doce, Cara Delevingne, Deborah Ann Woll, Lauren Cohan
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Debrah, Kentin, Li, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Violette
Tags Assassinato, Cassiele, Castiel, Castiete, Colegial, Elo, Psicopata
Exibições 20
Palavras 1.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*Imagem de personagem: Ana (Eliana)

Capítulo 18 - A caminho


Fanfic / Fanfiction Crazy In Love - Capítulo 18 - A caminho

Violette despertou na manhã seguinte e não encontrou Bonnie ao seu lado. Suspirou. Teria sido Bonnie apenas um doce sonho? Mas então por que seu perfume estava por toda parte. Violette sorriu ao se lembrar de tudo o que acontecera na noite anterior. Se levantou e foi direto para o banheiro. Encheu a banheira e misturou alguns sais de banho que ela comprara meses atrás, mas até agora ainda não os usara. Era uma ocasião especial e ela se sentia melhor que nunca, mais viva que nunca.
    Depois de um banho demorado, Violette se trocou e arrumou toda a bagunça que Bonnie e ela fizeram. Tomou um copo de suco de laranja e comeu um pedaço de torta. Então, foi para o colégio.


[…]

 

    Eliana foi até o mercado e comprou algumas coisas que precisava antes de voltar para o hotel. Ligou a TV e deu uma zapeada nos canais. Estranhou que não tivessem divulgado nada no noticiário sobre sua fuga ou sobre o assassinato do vigilante do Santa Helena. Então se lembrou da influência de sua família. Com certeza, sua mãe e suas tias deram um jeitinho de abafar o caso, ou os federais assumiram o caso e exigiram sigilo absoluto enquanto ocorressem as investigações. Fosse como fosse, Eliana tinha de dar um jeito de sair dali e ir para Glare Town antes que a pegassem.

 


[…]


Kentin Maldonado tomou uma ducha após uma série de exercícios físicos pesados. Vestiu seu uniforme e foi descansar um pouco antes de ir para o colégio (segundo sua grade de horários escolares, ele só teria aula depois do terceiro tempo, o que lhe dava tempo de sobra para descansar). Ele só não imaginava que teria uma surpresinha quando chegasse em Sweet Amoris.


[…]


Niele e Rosie estavam sentadas num banco do pátio conversando.
— Sério? Agora entendo porque o Cassy é desse jeito. Tadinho. A Diana é mesmo uma vaca! — Falou Rosie.
— Mas será que ela não se arrepende do que fez? Quando falei com ela, ela parecia arrependida. — Falou Niele.
— Não. Acho que não. — Disse Rosie. — O que acontece com a Diana é que… Ela é do tipo que não gosta de perder. Ela terminar com o Cassy estaria tudo bem, mas ele terminar com ela? Claro que ela não aceitaria isso de jeito nenhum. O que ela quer é apenas envolvê-lo e dar um golpe de misericórdia.
— Isso é horrível. Como alguém consegue fazer isso? Acho que eu não teria coragem. Mesmo se o Cassy não tivesse se arrependido do que fez a mim, eu jamais faria algo assim com ele. Isso é maldoso. — Falou Niele.
— E bota maldoso nisso, mas não duvido que essa garota seja capaz disso e muito mais. Sei que não conheço ela direito, mas sempre que a vejo, eu fico arrepiada. Baby, essa bicha é do MAL. — Falou Rosie.
— Oi?
Niele e Rosie se viraram e deram de cara com Laura Maldonado.
— Laura? O que tá fazendo aqui? — Disse Niele sorrindo, surpresa em vê-la, e se levantou e a cumprimentou com um abraço e um beijo.
— Oi, querida. Adivinha? Vou estudar aqui, agora. Não é demais? — Falou Laura como se fosse a coisa mais incrível do mundo.
— Sério? Puxa! Isso é… Legal. — Niele achou muito estranho que Laura trocasse seu colégio de elite por Sweet Amoris que nem era tudo isso. Será que Kentin estava com algum problema e, por isso, precisava da irmã por perto? Mas por que ele não comentara nada com Niele? Ela poderia ajudá-lo porque os dois eram amigos.
— Oi? — Laura disse ao reparar em Rosie.
— Oi. — Respondeu Rosie e sentiu que Laura não era quem aparentava ser.
— Laura, essa é Rosie, minha prima. — Disse Niele.
— Oh. Ken me falou de você, Rosie. É um prazer. Espero que sejamos boas amigas. — Falou Laura.
— Hmm. Eu também. — Falou Rosie, mas, no fundo, duvidava. Tinha alguma em Laura que lhe despertava a desconfiança.
— Laura, fale a verdade… O Ken está com problemas? — Perguntou Niele se sentando.
— O quê? Não. Por que pensa isso? — Laura sentou-se ao lado dela.
— É que… Não sei… Me parece muito estranho que você tenha mudado de colégio assim. Ken vive dizendo que você detesta Sweet Amoris. — Falou Niele.
— Não é verdade. Eu não detesto Sweet Amoris, só prefiro o meu colégio antigo. — Falou Laura.
— Então…? — Disse Niele confusa.
— Oh, isso não foi ideia minha. Acredite? Meus pais decidiram que seria melhor assim, para cuidarmos um do outro. — Falou Laura.
— Você jura? Olhe, se o Ken estiver com problemas, eu posso tentar ajudá-lo. — Falou Niele.
— Eu sei disso, mas está tudo bem. Não se preocupe. — Falou Laura apertando a mão dela.


[…]


    Diana pegava seus livros quando Castiel veio e bateu a porta do armário dela.
— Ei? O que é isso, seu grosso? — Falou a ruiva irritada.
— Eu só vim te falar que, apesar do seu plano com Armin e o Lysandre para separar a Niele e eu, nós voltamos, e eu quero que fique bem longe dela, ou vai se ver comigo. — Falou Castiel.
— O quê? Nem sei do que está falando, garoto. — Falou Diana.
— Depois, não diga que não avisei. — Falou Castiel antes de se afastar.

Isso o que Castiel dissera não podia ser verdade, ou podia? Niele e ele voltaram mesmo? NÃO! Isso não podia ser. Droga. Ela não admitiria aquilo de jeito algum.

Furiosa, Diana foi atrás de Lysandre e o encontrou na biblioteca lendo um romance vitoriano. Diana arrancou o livro das mãos dele e o atirou para longe. Fuzilando o rapaz com os olhos.
— Ei? O que é isso? Ficou maluca? Como ousa interromper minha leitura dessa forma? Estava na melhor parte. Isso não foi nada vitoriano, sabia? — Falou Lysandre zangado e se levantou e pegou o livro e voltou para seu lugar.
— Dane-se essa merda! Sabe o que não é nada vitoriano? Castiel e Niele voltaram! Como isso aconteceu? Droga. Eu não entendo. — Falou Diana histérica.
— Oh, isso? Por favor? Queira sentar-se, my lady para conversarmos melhor. — Falou Lysandre tranquilamente.
— Não quero me sentar! — Diana bateu na mesa com as mãos. — Qual o seu problema? Tá chapado? Se não se importa mais com aquela vadiazinha, é só me falar, que o Armin tá super a fim dela.
— Sente-se! Agora! — Falou Lysandre com a voz firme. Irritado e encarou Diana.
Ela sentou-se e o encarou.
— Primeira regra dos super vilões… NÃO perca o controle! NUNCA! Pois quando você se altera não pensa nas coisas direito. Por isso, querida… Tente se acalmar, porque assim como está, dá até pena de olhar. — Falou Lysandre.
— Oh! Está certo. Tem alguma ideia brilhante para separar definitivamente esses dois? Não, porque se tiver, estou ouvindo. — Falou Diana ainda com ódio, mas tentando se controlar.
— Olhe que talvez eu tenha, viu?! — Disse Lysandre sorrindo.


[…]


|Black River…


— Eu ainda não acredito que ela fugiu e… Matou um homem. — Lola disse por telefone a Thereza, enquanto parava seu carro numa vaga do estacionamento do hospital psiquiátrico Santa Helena.
— Por favor, Lola? Cuide disso por mim? — Falou Thereza nervosa passando a mão na cabeça.
— Pode deixar. Verei o que posso fazer. — Falou Lola antes de desligar.


[…]


Eliana passou a mão por seus cabelos recém pintados de marrom e sorriu. Não estava irreconhecível, mas estava diferente. Depois de pegar suas coisas e sair do hotel, ela foi para a estrada e pegou carona com uma senhora.
— Para onde está indo menina? — Perguntou a mulher asiática, de meia idade.
— Para Glare Town. — Respondeu Eliana.
— Ah, que sorte. Eu também Tenho uma sobrinha que vive lá. — Disse a mulher.
Eliana sorriu e entrou no carro.
— Me chamo Mariko. E você?
— Niele… Me chamo Niele. — Mentiu Eliana.
— É um nome bonito. — Disse Mariko antes de dar partida no carro e seguir viagem.



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