História Crazy In Love - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Debrah, Kentin, Li, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Violette
Tags Assassinato, Cassiele, Castiel, Castiete, Colegial, Elo, Psicopata
Visualizações 41
Palavras 1.174
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 43 - Renascendo das cinzas


Niele estava na cama, tentando se convencer que Kentin não podia de jeito nenhum ser um psicopata quando ouviu uma batida na porta de seu quarto.
— Entra.
A porta se abriu e por ela passou Alexy, mas porque ele estava com os cabelos azuis escondidos embaixo da touca que usava, Niele o confundiu com Armin.
— O que tá fazendo aqui?
— Guarda as pedras. Sou eu… — Falou Alexy tirando a touca e encostou a porta.
— Ah! Alexy? Me desculpe? — Disse Niele sem graça.
Alexy veio até onde ela estava e a abraçou. Ficaram nesse abraço por um tempo até ele recuar e a encarar, aborrecido.
— Sinto muito por sua mãe. Dadas as circunstâncias, nem sei se deveria ou não falar com você sobre o que acho que descobri, mas… Só confio em você, agora, porque tenho certeza que seria incapaz de fazer mal a alguém, quem quer que fosse.
— Está me assustando!
— Assustado estou eu com tudo isso. Lembra quando disse que Lysandre não era uma boa pessoa?
    Niele assentiu com a cabeça, sentindo seu estômago revirar. Lysandre era esquisito o bastante para ser o tal “admirador secreto”? Talvez.
— Então… Ele não é mesmo uma boa pessoa, nem meu irmão e… Muito menos a Rosalya.
    Alexy contou a Niele sobre a ligação de Armin, a troca de papéis e a conversa com Lana, e depois Mary Luce. Niele contou-lhe sobre as mensagens e ligações anônimas que vinha recebendo.
— Então não foi o Ken? Ah, eu sabia! Ele seria incapaz de fazer mal a Rosie ou a mim. — Falou Niele tranquila por eliminar Kentin da sua lista de suspeitos. — Precisamos falar com Castiel, ele tem de tomar cuidado com Lysandre.
— Primeiro, temos de saber se Castiel não é cúmplice deles! — Falou Alexy.
— O quê? — Disse Niele. — Não. Eu conheço bem o Castiel e sei que ele seria incapaz de algo assim.
— Eu também achava que conhecia o Armin… — Falou Alexy.
— Castiel não é um assassino! — Falou Niele segura de suas palavras.
— Para o seu próprio bem… Espero que esteja certa. — Falou Alexy.


[…]


Lysandre só voltou para a casa na manhã seguinte e encontrou sua mãe esperando por ele, furiosa.
— Onde é que você estava? Por que mentiu que estava com Armin? Foi você quem matou a Rosalya, não foi? Por quê fez isso? Armin o persuadiu?
— O que você disse, mãe? — Perguntou Lysandre atônito.
Karin riu e disse:
— Sua manipulação não funciona comigo, então, não se faça de vítima. Você sabe muito bem o que fez!
— Não. Eu… Seria incapaz de… Meu deus! — Lysandre se sentou no sofá, espantado.
— Já estou cansando de você, Lysandre! — Falou Karin. — Por que faz isso comigo? Justo comigo, a sua mãe? A única pessoa que realmente te ama? Você quer que eu também desista de você, que o mande pra longe?
— Não! — Falou Lysandre desesperado.

    Como parte da Borderline, ele se apegava a uma pessoa em especial, o que seu médico chamou de “cuidador”, alguém que deveria sempre estar com ele, apoiá-lo e amá-lo incondicionalmente, e por essa pessoa ele faria tudo, mataria e morreria por ela, e se ela ameaçasse deixá-lo… Deus! Só Karin mesmo para brincar com fogo, numa forma de controlar o filho. Tanto amor o estragara. Ela sempre o superprotegera de tudo e de todos. Ele não conseguia se imaginar sem ela ali para limpar sua bagunça.
    No entanto, no fundo, Lysandre acreditava que Karin não o amava – a desconfiança também se devia a sua doença; portanto, ele sempre sentiria que ninguém seria capaz de amá-lo completamente e, por conta disso, sempre poria quem quer que dissesse que o amava em teste… Aquele típico caso de pessoas inseguras que procuram defeitos onde não há, que sempre destroem um momento perfeito, que terminam uma relação de repente e depois voltam atrás só para fazer o mesmo outra vez e outra vez, num ciclo vicioso – e planejava encontrar alguém que de fato o amasse. Por um tempo, acreditou que essa pessoa pudesse ser Rosalya, mas ficara mais que claro que  Rosalya só amara seu status e seu dinheiro.
    Tinha Nina, mas ela era frágil como uma bonequinha de porcelana e indefesa… Seria excelente para manipulá-la, mas não era bem o seu tipo. Não. Ele queria se apaixonar por alguém que pudesse desejar e era difícil para ele se contentar com uma garotinha quando poderia ter uma mulher de verdade ou quase isso.

— Pois então não me force a isso! Para tudo há um limite! — Falou Karin. — O velório é essa noite.
— O Leigh já sabe? — Perguntou Lysandre.
— Sim. Pobrezinho. Está arrasado. — Falou Karin.


[…]


Após o velório de sua mãe, Niele não tinha condições de ir ao de Rosalya, e preferiu tomar um calmante e mergulhar em um sono sem sonhos.


Após duas semanas, Kentin decidiu ir pro colégio militar já que o colégio não era mais o mesmo sem Rosie, e com Niele sempre absorta e melancólica.
    Laura preferiu voltar para seu antigo colégio.
    Devagar as coisas foram voltando ao normal e mais uma vez todos se esqueceram – ou fingiram esquecer – que havia um assassino entre eles. O Festival Musical De Verão chegou e Debrah amaldiçoou o filho que esperava por não poder dar as caras e cantar.
    As duas únicas integrantes de Stars From Nightmare decidiram que não podiam continuar sem Barb e Debrah, e por isso, resolveram cantar sozinhas.
    Além da banda de Ambre, Black Angels só concorreria com mais duas bandas, pois o restante dos inscritos no Festival preferiram fazer solos.


— Não estamos com medo de Rock Rose porque é uma piada! Garotas não sabem fazer música! — Disse Castiel a todos na banda.
— Muito consolador ouvir isso, visto que temos duas garotas na banda. — Falou Armin rindo. Ele era o empresário e o baixista da banda.
— Quanto machismo! — Falou Lysandre. Ele era o vocalista principal e as garotas morriam com sua voz sexy que lembrava a do Jared Leto.
Castiel revirou os olhos e riu.
— Exceto as nossas garotas! Tá melhor assim?
— Melhor coisa nenhuma. Você é um péssimo discursista. — Falou Alexy, o baterista.
— Ôh, respeita as mina. Porra. — Falou Niele, ela era a segunda vocalista, a voz feminina do grupo e também a rapper.
— Menos drama. Por favor? Vamos subir no palco e arrasar com nossos inimigos. — Falou Castiel.
— Falando assim, até parece que estamos indo para a guerra. — Disse Nina, a tecladista.
— E estamos! — Falou Castiel pegando sua guitarra.
— Castiel Benson… Só tem tamanho porque maturidade é zero. — Falou Alexy.
— E falou o cara mais maduro que conheço. — Disse Castiel.
— Quem quer um beijinho de boa sorte? — Perguntou Niele, sedutora.
— Eu quero! — Falou Armin levantando a mão, sorrindo.
Niele riu e quando se aproximava dele, Castiel a pegou pelo braço e a puxou, a prendendo num abraço apertado.
— Nem sobre o meu cadáver! — Castiel disse, possessivo.
— Nossa! Quanto egoísmo! — Falou Armin virando o rosto, fingindo estar bravo.
— Cassy nunca gostou de dividir nada. — Brincou Alexy.
— Ele está certo. Certas coisas não devem mesmo ser compartilhadas. — Falou Lysandre encarando Niele de uma forma que a deixou arrepiada, mas não no bom sentido.

 



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