História Crazy in love - Capítulo 3


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Categorias Esquadrão Suicida
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Batman, Esquadrão Suicida, Harley, Joker, Jokey, Puddin
Exibições 58
Palavras 1.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi tudo bem? Não sei se esse cap. tá bom, espero comments para saber.
Cap. maior, eu sou boazinha eu sei, nesse cap. o nosso puddin se liberta.
Bjs

Capítulo 3 - Não existe melhor coisa do que a liberdade


Fanfic / Fanfiction Crazy in love - Capítulo 3 - Não existe melhor coisa do que a liberdade

Você teve um dia ruim? Essa pergunta não saia da minha cabeça, como ela sabia de tal coisa? ela com certeza não é um ser humano comum, Harleen conseguiu pegar no meu ponto chave e me deixar estagnado, sem palavras e eu odeio quem faz isso comigo na nossa próxima consulta teremos muito o que conversar.

....

─Bom dia Mr. J como está? ─ Não lhe respondi nada, mante o meu olhar para o vazio.

─Não vai me responder de novo? ─disse ela se sentando na cadeira

─Quem é você? ─finalmente resolvi falar.

─Dra. Harleen Frances Quinzel, sua psiquiatra. ─falou ela sorrindo, e aquilo comprovou mais minha teoria e além disso me deu raiva, se ela acha que vou deixar ela controlar a brincadeira está muito enganada, ninguém, ninguém mexe com o Joker.

─Não, essa não sua verdadeira pessoa, está escondendo algo.

─Realmente você está louco.

─Aquilo que você disse...

─Ah! Aquela pergunta? Ela veio na minha cabeça. ─comecei a rir

─Você mente muito mal Harley.

─Vamos começar com nossa consulta, o que acha do destino? ─decidi deixar minha curiosidade de lado por hora.

─Destino... Sabe, doc, antigamente eu pensava que o destino era uma coisa má, uma coisa da natureza humana. ─soltei um pequeno sorriso─ Mas hoje tudo mudou, sim mudou.

─O que mudou? ─ela perguntou

─Você já teve a sensação de que...

─Sua vida inteira foi construída para chegar em um exato momento? Sim, já. ─ela realmente escondi algo, minha curiosidade estava me matando, eu queria ir fundo e descobri-la por completo e aquilo me dava uma sensação inexplicável de prazer.

─Pois bem. ─continuei. ─Eu agora vejo que todas as minhas lutas, dias ruins, e brutalidades foram obra do destino.

─Então você ver o destino de outra forma? ─perguntou

─Oh! Com certeza, eu percebi que tudo tinha que acontecer, não existe coincidência.

─Você acha que me conhecer foi destino?

─Minha querida Harley, isso dependerá de você ver se foi ou não.

─Muito bem, nossa consulta acabou, até a próxima consulta.

─Quem é você, Harleen Frances Quinzel. ─ela já estava na porta quando se virou para mim.

─Saia daqui, Mr. J e vocêsaberá. ─e saiu, comecei a gargalhar como nunca, realmente ela não é como os outros.

─Não se preocupe Harley, você é um ótimo brinquedo, não irei desperdiça-la. ─Me tiraram da sala e me levaram para minha cela novamente eu não conseguia parar de rir, eles tiraram a camisa de força e me jogarem de uma vez, rolei no chão e mexi os meus braços aliviados, aquela camisa de força, não vou com a cara dela.

─Ei, Cray. ─me direcionei a porta e chamei pelo meu vigia.

─O que é Joker?

─Você poderia me fazer um favor? ─coloquei minhas mãos na pequena grade que tinha ali.

─E por que eu faria? ─respondeu ele de forma grossa.

─Ora, nos conhecemos a um bom tempo, vamos você não quer sair daqui, tenho certeza que você não gosta desse emprego de merda.

─Se eu fosse você calaria a boca ou terei que esquecer nossa amizade e fazer você aprender uma lição. ─ele realmente acha que nós temos algum tipo de amizade? Que tolo, só por causa disso eu irei fazer ele aprender, não agora, meu bom humor o salvou.

─Está bem, não faço mais nada. ─fingi rendição e me encaminhei a pequena cama dura que tinha ali.

─Acho bom mesmo. ─logo caí no sono.

Eu te amo não se preocupe, por mais que esteja crítica nossa situação seremos felizes. Felizes. Felizes.

  Abro meus olhos rapidamente, maldita seja a memória com seus trovõezinhos ridículos; me sento ainda com a respiração um pouco irregular, logo a porta é aberta e um guarda traz um prato de comida.

─Seu café. ─ele sai me deixando sozinho, eu não pensava em nada a não ser da minha vida antes de ser Joker o que era uma grande merda, eu não tinha vida para falar a verdade, eu era um pobre miserável que comia o pão que o diabo amassou, não tinha dinheiro para sustentar minha....

─AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH. ─esqueça essa merda Joker você é o rei de Ghotam.

Você não vai esquecer nunca, nunca, NUNCA.

─CALA A BOCA. ─corri em direção a parede e taquei minha cabeça nela, a dor era horrível, mas eu gosto da dor ela proporciona maravilhas, então eu simplesmente ri.

...

─Olá, doutora. ─falei bem entusiasmado.

─Vejo que está melhor. ─falou se sentado de frente para mim.

─Você não sabe o quanto. ─abri um grande sorriso mostrando meus dentes metálicos. ─Que tal hoje falarmos um pouco de você?

─O que quer saber de mim, uma psiquiatra que tem uma vida simples e rotineira. ─disse ela arrumando os papéis em cima da mesa. ─Então já começou o seu plano de sair daqui?

─Não se preocupe, depois de amanhã estarei animando Ghotam, tenho certeza que ela está sem graça.

─Não tem medo de eu contar para o asilo?

─Conte, só fique sabendo que te matarei. ─falei normalmente.

─Você não seria louco a ponto de fazer isso. ─ela se ergueu um pouco e ficou bem próximo a mim, estava me provocando.

─Ah! Querida eu sou sim. ─me aproximei ainda mais.

─Pois fique sabendo que vai se arrepender de fazer tal ato.

─Por que? ─perguntei

─Ora, faça e você verá, pudinzinho. ─ela soprou seu hálito no meu rosto.

─Pudinzinho?

─Trocadilho. ─sorri com sua resposta. ─Até amanhã Mr. J.

─Quem é você? ─pergunto novamente.

─Saia daqui e saberá.

   Ela saiu da sala e logo após me levaram para a cela de novo, passaram-se horas quando chegaram com meu jantar, chutei aquela porcaria para o canto e me aproximei da grade.

─Boa noite Cray.

─Se vier com aquela conversa de novo...

─Ora, tenho certeza que vai aceitar.

─Como pode ter tanta certeza?

─Ahhhh! Tenho certeza que você não vai querer ver sua amada Amanda sendo torturada. ─ele arregala os olhos.

─Como... ─sempre a mesma ladainha como você sabe? Idiotas.

─Você vai me fazer o favor ou não? ─ele pareceu pensar.

─O que você quer. ─falou por fim.

─Uma metralhadora. ─respondi.

─Uma...metralhadora. ─ele olhou chocado, abri o meu grande sorriso. ─Está bem, amanhã eu trago o que deseja.

─É sempre um prazer fazer negócio com você meu caro Cray. ─me dirigi a cama e adormeci.

...

Acordei muito animado para sair daqui, finalmente sairia desse inferno, eu tinha informantes aqui e finalizei tudo com eles, atacariam hoje à noite.

─Hora da consulta, Joker. ─fui levado para sala e me deixaram lá, logo Harleen apareceu.

─Bom dia.

─Você não me dedurou. ─afirmei ela olhou para mim e sorriu.

─Será hoje?

─Sim. ─ela assentiu e começamos nossa consulta.

...

─Você trouxe o que eu te pedi. ─disse assim que ele entrou.

─Aqui está ─falou estendendo a metralhadora, a peguei e a analisei com cuidado.

─Muito obrigado, você foi bem obediente Cray, mas mesmo assim terei que te matar.

─Mas... Mas eu fiz o que pediu. ─gaguejou Cray dando alguns passos para trás.

─Sinto muito, mas não posso deixar nenhum sobrevivente. ─atirei na cabeça de Cray que caiu de imediato no chão morto. Sai da cela atirando em todos os guardas que estavam ali, meu sangue fervia como nunca, quando eu ouvi o estrondo um grande e longo sorriso apareceu, vários capangas meus incluindo Jhonny Jhonny apareceram me ajudando a matar todos os guardas, chegamos na parte do pátio do asilo, o cheiro de sangue com desespero pairava no ar me dando um prazer inigualável, o diretor do asilo se encontrava de joelhos, chorando.

─Por que choras meu bom homem? ─falei parecendo preocupado com seu emocional, ele nada respondeu. ─O que foi o gato comeu sua língua? Ah! espera eu te deixei em pleno desespero HA-HA-HA. ─peguei minha metralhadora e atirei na cabeça dele todos atiravam loucamente e eu ria com tudo aquilo acontecendo, olhando direito o local pude ver uma silhueta feminina ao longe, me concentrei nela e me surpreendo ao ver que era Harleen, ela ri para mim e sai andando no sentido ao contrário, saio dos meus pensamentos com Jhonny Jhonny me chamando.

─Vamos a polícia logo estará aqui.

─Certo.

Harley minha querida, não vejo a hora de nos encontramos.


Notas Finais


E aíííííí. Próximo cap. Joker volta a ação e encontro dos dois.
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