História Crazy in love - Capítulo 4


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Categorias Esquadrão Suicida
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina)
Tags Batman, Esquadrão Suicida, Harley, Joker, Jokey, Puddin
Exibições 19
Palavras 797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie, gente esse cap. tá pequeno, mas prometo que no próximo será maior.
Bjs

Capítulo 4 - Palhaça


Fanfic / Fanfiction Crazy in love - Capítulo 4 - Palhaça

  Abri a porta de minha casa, tudo estava silencioso nada estava fora do lugar, arrastando meus pés fui direto para o meu escritório, abri a porta do mesmo e analisei bem o local, os papéis do meu último plano estavam ali ainda e a garrafa de wisk pela metade em cima da mesinha junto com o copo seco também. Me joguei na poltrona e senti meus músculos relaxarem ao sentir o assento macio, não estava pensando em nada no momento estava extremamente cansado para ficar me preocupando com qualquer coisa até mesmo Batman, estiquei meus dois braços e peguei a garrafa e coloquei a bebida na metade do copo, bebi de uma vez e senti a bebida descer pela minha garganta com se tivesse rasgando a mesma, coloquei a garrafa e o copo no lugar e me direcionei ao andar de cima, abri a porta do meu quarto e me joguei na cama adormecendo ali.

 

      Senti os raios de sol na minha face e abri os olhos que ficaram meio irritados por causa da luz, me sentei na beirada da cama e fiquei ali alguns segundos, olhei para a cabeceira da cama e eram 9:30, fui em direção ao banheiro e tomei um bom banho, coloquei minhas vestimentas casuais e me dirigi a cozinha onde o café já estava na mesa, me limitei a tomar um café puro e uma torrada, hoje seria o dia de minha volta, eu preciso escolher o local perfeito para o assalto e não tem lugar melhor do que o banco, fazendo os rabiscos construí meu plano, tudo estava no eixos não há como nada dar errado HA HA HA.

...

  ─Jhonny Jhonny quero que prepare tudo, as armas e os capangas quero todos nos carros agora. ─já estava quase tudo pronto, me dirigi ao carro e em alta velocidade fui em direção ao meu alvo, estacionei de qualquer jeito e saí do veículo estava tudo quieto mais não me importei, assim que abri a porta principal do banco vi todos os funcionários amarrados, desmaiados e outros mortos, aquilo estava muito estranho andei a passos lentos pelo local quando ouvi uma voizinha fina cantando uma melodia, foquei meu meus olhos no local de onde vinha a voz, puxei minha arma e a engatilhei, ouvi saltos ecoarem pelo grande salão e logo uma silhueta feminina apareceu.

─O que temos aqui.... o palhaço do crime JOKER. ─disse a mulher totalmente visível ela vestia um macacão metade preto e metade vermelho que cobria todo o seu corpo, somente a cara mostrava sendo que ela tinha uma máscara mostrando só seus olhos, o resto do seu rosto estava todo branco cobrindo a cor natural de sua pele. ─É uma honra poder me encontrar com você em um local de trabalho não acha? ─o sangue subiu nas minhas veias, essa pirralha destruiu todo o meu plano, mas ela ia aprender.

─Quem é você? ─perguntei

─Eu? Bom...olha moço. ─abri meus olhos mostrando que eu não gostei da forma como me chamou e ela fingiu estremecer aquilo fez minha raiva só crescer. ─Bom... Mr. Joker, eu sou uma palhaça que fugiu do circo para ganhar a vida roubando.

─Se acha que eu irei cair nessa sua desculpa muito mal feita, vai tirando seu cavalinho da chuva.

─Poxa...olha Mr. Joker nesse momento não dá para tirar meu cavalo da chuva, mas dá para eu sair daqui.

─Onde está o dinheiro? ─perguntei já sem paciência, logo ouvi o som da polícia chegando.

─Está no meu bolso. ─e saiu correndo para as escadas com certeza para o topo do prédio, a segui, quando chegamos a mesma se encontrava no parapeito do prédio, essa com certeza fugiu do manicômio até gostaria dela se não tivesse estragado minha noite, mas olhando bem pro rosto dela percebia que eu a conhecia de algum lugar.

─Bom se não se importa eu tenho que ir ─ ela mostrou um detonador e sem dó apertou ele, o primeiro estrondo foi ouvido e no mesmo instante ela caiu, corri até o parapeito e vi a mesma rindo, ela tirou uma arma parecida com a do Batman e apertou fazendo uma corda se prender algum andar do enorme prédio fazendo com ela chegasse ao chão inteira, e lá debaixo ela deu tchau para mim e saiu correndo desaparecendo pelas sombras, não querendo morrer pulei para o prédio ao lado conseguindo me segurar na escada de emergência, desci as escadas e consegui pegar minha lamborguini e voltar para casa, eu completamente não estava de bom humor, aquela palhaça vigarista estragou minha diversão ela não teria perdão eu arrancaria sua pele e faria um casaco para mim eu queria ouvir ela pedir por misericórdia, mas aqueles olhos eu já vi aqueles olhos e eu arrancarei eles só para ver melhor HA HA.


Notas Finais


E aí?
Essa palhaça vigarista?! Joker ficou puto kkkk
Até o próximo.
Espero comments


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