História Crazy In Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Mpreg, Namjin, Vhope
Exibições 119
Palavras 1.819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiro cap... Nervousa estou kkkkkkk
Bom, não tenho muito a dizer, então... Espero que gostem e qualquer coisa é só dizer :3
Xauz ~(*-*~)

Capítulo 1 - Capitúlo 01


Fanfic / Fanfiction Crazy In Love - Capítulo 1 - Capitúlo 01

Jungkook On:

Não o olhe nos olhos, sempre se refira a ele com 'Senhor', não fale com ele a não ser que seja pedido, não levante a voz e acima de tudo, nunca, nunca contrarie suas ordens. Esse e mais outros ensinamentos eram passados para mim desde que eu era uma criança, não existia contos de fadas ou qualquer outro tipo de história de dormir, isso era o que eu ouvia antes de dormir e durante todo o dia e tarde.

                Me chamo Jeon Jungkook, sou um perfeito submisso. Criado e moldado para satisfazer meu dominador, e como minha vida sempre se baseou nisso, não vejo o menor problema em seguir nessa linha de raciocínio.

                Mais uma manhã na casa onde fui criado, ela é repleta de outros subs de idades variadas. A mulher que me achou na porta desse lugar, onde costumo chamar de casa, trazia quase todos os dias jovens de todos os lugares. Ela arrumava-os, treinava-os e mandava-os para seus respectivos 'donos'.

                Ainda não tinha um dom, dona Jisso - a mulher ao qual me referi anteriormente - me disse que eu era especial e que não poderia ser de qualquer um. Que teria que ter boas referências e que me tratasse bem. - Por mais que as coisas fossem diferentes por aqui, ela sempre me tratava como se fosse seu filho, e verdadeiramente eu a amava com uma mãe.

                Enquanto caminhava pelos corredores da casa um carro que parou em frente a mesma me chamou a atenção. De dentro dela desceu um homem que trajava um terno que ao meu ver parecia extremamente caro e o carro era de longe um dos modelos mais desejados e caros do mercado. Ele cumprimentou Jisso como se fossem melhores amigos a tempos e olhou diretamente para a janela ao qual eu estava me apoiando para vê-los melhor, tomei um susto com seu ato. Sai da sua linha de visão rapidamente e me encaminhei para meu quarto.

                Quando um possível dom chega a casa, todos os subs tem que recebê-lo em seus aposentos, e eu não me encontrava no meu no momento então corri um pouco rápido e adentrei o cômodo me sentando de cabeça baixa na cama de solteiro que dormir durante meus quinze anos.

                A porta de meu quarto é aberta levemente minutos depois de minha chegada, a senhora Jisso se encaminha a minha frente e coloca um dedo em meu queixo o erguendo para que o homem visse meu rosto melhor. Não o olhava nos olhos, era contra as regras. Tinha que ser um bom menino, para isso que fui criado.

                - Jeon meu querido, por favor, cumprimente o senhor Park. – Pedi Jisso com a voz baixa em um tom carinhoso.

                Me levanto, ainda não o olhando nos olhos e me curvo em um cumprimento educado e contido.

                - É um prazer Senhor.

                - Eu gostei dele Jisso, mas ele não me olha nos olhos quando fala comigo. Algum problema Jeon?

                - Ele só não está acostumado com tudo isso senhor Park, você é o primeiro que apresento com um possível submisso.

                - Oh! Entendo.

                Continuei com meu olhar direcionado a qualquer ponto do quarto menos no homem parado a minha frente. Não queria ser desrespeitoso para com ele, caso me leve – se Jisso permitir – não queria dar motivos para uma suposta punição.

                Sentia os olhos dele varrer meu corpo como se procurando algo ou algum defeito, mas acho que seria meio impossível. Fora uma leve e bem pequenina cicatriz em meu rosto meu corpo era livre de possíveis defeitos físicos, ele não encontraria nada.

                - Eu o quero Jisso. – Disse com sua voz firme e rouca, enviando um estremecimento por todo o meu corpo mesmo que contra a minha vontade, não entendi porque meu corpo reagia assim a ele. – Poderia arrumá-lo para que eu pudesse o levar agora mesmo? Tenho uma reunião em menos de meia hora e queria tê-lo em casa quando voltasse.

                Um minuto depois Jisso saiu do meu lado e caminhou em busca de uma mala que jazia em cima do guarda-roupas, ela colocava todo o conteúdo do mesmo na mala que se encontrava aos seus pés e não disse uma palavra enquanto a arrumava com um pouco de pressa. Sem me deixar abalar – ou demonstrar – vou ao seu encontro e a ajudo com o restante das roupas e mais alguns pertences que tinha no quarto.

                O Sr. Park ficara quieto em todo o processo de arrumação. Se Jisso queria e permitiu minha ida com ele era porque o mesmo era de confiança e me trataria bem, apesar das circunstâncias da sua vinda até a casa. Ele queria um sub, queria satisfazer seus desejos e eu era o que ele usaria para consegui-lo.

                Não me sentia usado ou nada do tipo, isso era o que eu era. Fui moldado desde sempre para me tornar o objeto de desejo de outra pessoa, fui transformado em uma ‘maquina’ de satisfação, meu único objetivo nesse mundo é fazer meu dom se satisfazer e gozar de prazer. E eu como o bom menino que fui criado para tal faria de tudo para que isso acontecesse.

                Park Jimin teria o sub perfeito. Faria tudo o que fora mandado, até porque não havia nada de que poderia fazer além disso. Não conhecia o mundo fora dos portões dessa casa, desde que cheguei aqui tudo o que sei e aprendi foi obedecer e abaixar a cabeça quando fazia algo errado. Já apanhei para saber o quão doloroso eu poderia ficar se fizesse ou desobedecesse ordens. Aprendi o básico e além dele do que poderia fazer para dar prazer a pessoa que me escolhe-se, aprendia a cozinhar e limpar, preparar bebidas e acima de tudo ficar quieto e obedecer. Se ele quisesse se deitar comigo onde e bem entender eu teria que acatar as ordens prontamente, aprendi que era extremamente feio olhá-los nos olhos sem permissão; não poderia levantar a voz que era demasiado falta de respeito. Teria que agir e ser quem ele quer que eu seja, e eu serei. Por que não vejo outro jeito ou maneira de viver a não ser essa.

                Não conheço nada e nem ninguém que pensasse diferente de mim.

                - Pronto querido, Jimin é um bom homem. O conheço desde muito tempo atrás e ele vai ser bom para você.

                - Tudo bem – respondi baixinho.

                - Não tenha medo meu amor, sei que vai ser feliz de agora em diante.

                Franzi o cenho para sua frase. Eu me considerava feliz, por que não deveria?

                Inclinei minha cabeça para o lado não entendendo o por que de ele ter dito isso, mas só recebi um pequeno sorriso e um leve abraço. Ela me entregou a mala e me guiou junto ao Sr. Park para fora do quarto e casa.

                Um homem de terno – que julguei ser seu motorista – pegou minha mala e abriu a porta de trás. Entrei sem ao menos pestanejar.

                - Foi um prazer vê-la de novo Jisso.

                - O prazer foi meu Jimin. Cuide dele por mim, por favor!

                - Cuidarei.

                Ao entrar no carro e sentar ao meu lado, o Sr. Park pegou minha mão e a segurou firme entre seus dedos. O ato me fez estremecer por um momento, ele fazia círculos com o polegar na palma de minha mão e seu toque me relaxou instantaneamente.

                - Não precisa ter medo de mim Jeon, eu não mordo. – Ele inclinou o rosto para próximo ao meu e beijou de leve minha bochecha. – A não ser que você queira.

                Arregalei meus olhos com sua afirmação. Eu não tenho querer, ele poderia me morder quando quisesse. Ele tinha esse poder sobre mim, como pode achar que eu teria a chance de recusar seu toque? Claro que quando eu me sentir desconfortável com qualquer toque eu poderia mandá-lo parar, mas acho eu, que uma mordida de nada seria em comparação com os outros toques que poderiam vir a minha recusa de qualquer coisa.

                - Me permite falar Sr. Park?

                - À vontade.

                - Creio que o Senhor pode me morder quando bem desejar, não acho correto a minha intervenção ou vontade Senhor.

                - Olhe para mim Jeon – disse enquanto erguia minha cabeça para encará-lo. O que não deu muito certo porque logo que minha cabeça foi erguida meus olhos desviaram de seu rosto. – Nos meus olhos Jungkook, olhe-me nos meus olhos.

                E assim o fiz. Ele manda e eu obedeço.

                Meu coração errou uma batida pela visão do homem a minha frente. Park Jimin era o homem mais bonito que já tinha visto na vida, tinha cabelos tão negros quanto o ébano, olhos num tom de castanho escuro, a pele era alva e aparentava ser macia ao toque, o nariz era pequenino e a boca- meu senhor – a boca era tão incrivelmente tentadora até para mim que nunca tinha provado de um único beijo sequer.

                - Eu quero que saiba que pode me pedir qualquer coisa. Eu paguei por você, mas não quero que se sinta como um objeto, um brinquedo. Por que você não é Jungkook, quero que fique confortável em minha casa e em minha companhia. Não quero que pense em mim como um monstro que apenas quer você de quatro quando estou com desejo ou estressado, quero que me veja como um companheiro, ok?

                - Ok, Senhor.

                - Aigo! Não me chame assim! Só tenho 20 anos, me sinto velho. – Disse abrindo um lindo sorriso que fez seus olhos formarem pequenos riscos. Encantador. – Me chame de Jimin, ou Minnie ou amor.

                Corei com a última parte. Amor? Não me lembro de ter aprendido nada além de Senhor, não me sinto confortável agindo e falando de um jeito errado.

                - Desculpe Senhor, mas não devo agir assim. É errado.

                Mais um sorriso se fez presente na face angelical daquele homem a minha frente. Gostaria de presenciar mais sorrisos como esse no futuro.

                - Não é errado Jungkook, você vai ver que fora daquela casa existe coisas diferentes, comportamentos diferentes. Você só está acostumado com coisas que não são relevantes aqui fora. Vai ver que fora dos portões daquela casa, as coisas são diferentes e tenho certeza que você vai gostar.

                - Sim Senhor.

                - Jimin.

                - Jimin.

                - Melhor.

                - Desculpe.

                - Só se você me der um beijo. – Falou fazendo um biquinho fofo logo em seguida.

                Me permitir sorrir e cumpri o que foi pedido, me inclinei um pouco para cima já que ele era mais alto do que eu e dei um leve selinho em seus lábios bonitos.

                Jimin sorriu abertamente e selou mais uma vez os lábios do menor num selar calmo e singelo. Jungkook se permitiu corar mais uma vez e sorriu ao final abaixando a cabeça mais uma vez, só que dessa vez de vergonha e não porque era o ‘certo’.

                É Jeon Jungkook, parece que esse homem vai dar uma virada drástica na sua vida.


Notas Finais


Ainda estou nervousa ;-;
Sinto muito se ficou pequeno ou ruim ;-;
Xauz ~(*-*~)


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