História Crazy In Love Second Season - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jasmine Villegas, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Tags Bern Villegas, Chaz Somers, Christian Beadles, Jasmine Villegas, Jream Andrew, Justin Bieber, Justin Villegas, Ryan Butler
Visualizações 188
Palavras 2.582
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oe oe oe pessoas, como estão? espero que bem! aproveitem o capítulo, boa leitura e... comentem pls

Capítulo 2 - Party? (Parte 1)


Fanfic / Fanfiction Crazy In Love Second Season - Capítulo 2 - Party? (Parte 1)

Chegando a casa, tomei um banho frio e depois desci pra comer alguma coisa. A Maria estava lá e ficamos conversando um pouco, eu a achei muito simpática, me pareceu uma pessoa muito boa, ela disse que já tinha gostado de mim, que ia cuidar de mim e tal. Achei tão fofa. Quando terminei de comer, fui pro meu quarto, quando entrei vi um notebook em cima da cama, ele estava conectado, só faltava abri-lo, me sentei na cama, peguei-o e liguei. Comecei a imaginar todas as formas de mandar algo pro Justin, pedir pra que ele venha logo me buscar desse inferno, que eu já não estava mais aguentando as saudades que eu estava sentindo dele e da minha família. Então o notebook começou á iniciar e quando finalmente abriu, fui conectar a internet e nada. Todas as minhas esperanças foram jogadas por água a baixo. Mas o que eu faria com um notebook sem internet? Fiquei com raiva daquilo e sai do quarto á procura do ser humano que tinha colocado aquele notebook no meu quarto, mas logo quando coloquei os pés pra fora do quarto, Jake apareceu, como sempre me vigiando o tempo todo.

Jake: O que a senhorita quer? – perguntou curioso.

Jasmine: Foi você, né? – o encarei.

Jake: Eu o quê? – perguntou com cara de ofendido.

Jasmine: Que colocou aquele notebook sem conexão com internet no meu quarto! – falei completamente irritada e ele sorriu.

Jake: Foram ordens do seu pai. – ele disse cruzando os braços.

Jasmine: O que esse homem acha que eu vou fazer com um notebook sem internet? Vou ficar escrevendo coisas idiotas no Word? – falei como se fosse óbvio uma coisa dessas, mas aquilo me deu uma ideia. Eu poderia mesmo fazer isso. – Af deixa pra lá! – bufei e entrei de novo pro meu quarto. Sentei-me na cama, peguei o notebook de novo e entrei no Word, comecei a escrever...

“Jasmine’s Virtual Diary.”

 Querido diário, eu sei que pode estar sendo patético eu fazer um diário logo no Word, mas foda-se, ninguém vai ver essa porcaria mesmo. Só não tenho mais nada pra fazer nessa casa além de escrever aqui, que foi a única ideia inútil que eu tive, mas pelo que estou vendo está servindo para alguma coisa.

 Primeiro, eu odeio esse mundo em que estou vivendo. Meu pai me trouxe pra essa merda de México, se é que eu posso chama-lo de pai, ele é um monstro. Mas ainda bem que eu tenho a Maria, ela sim é uma pessoa que me entende, ela é legal comigo, eu gostei bastante dela. Ah e tem o mamute do Brad, o Jake, ele é um idiota, sempre que eu saio do meu quarto ele me pergunta aonde eu vou, o que vou fazer, o que eu quero. Fica me vigiando o tempo.

 Eu só quero voltar pra Los Angeles, voltar pra minha vida, pra vida que eu sempre amei e sempre vou amar. Quero minha mãe, meus irmãos, meu namorado... Eu quero o Bieber, quero abraça-lo, beijá-lo, quero me sentir protegida ao seu lado, eu só o quero perto de mim. Eu, sinceramente, não estou mais aguentando ficar longe da minha família, e olha que eu cheguei ontem nessa merda. E hoje, bom, hoje eu conheci uma garota legal na escola, mas não sei se ela é tão legal assim. O nome dela é Mary Jane, e sim, estou no México, Mary Jane é nome americano, a mãe dela deve ser americana pelo jeito. Esse tédio todo me fez escrever um texto enorme aqui, que triste. Então tchau diário, até qualquer hora... kisses J”

 Fechei o notebook e ouvi baterem na porta, era a Maria.

Jasmine: Oi Maria, aconteceu alguma coisa? – perguntei preocupada.

 Maria: Não, só tem uma colega sua da escola no telefone, querendo falar com você! – ela disse e sorriu.

Jasmine: Colega minha? Qual? – perguntei impressionada. De quem ela estava falando?

Maria: O nome dela é Mary. – ela disse e eu fiquei mais impressionada ainda, como essa garota achou o número dessa casa, sendo que nem eu tenho?

Jasmine: Ok, obrigada! – disse me levantando da cama e sai andando lá pra baixo, me sentei no sofá e peguei o telefone – Mary?

Mary: Eu mesma! Quem mais seria?

Jasmine: Sei lá, como achou o número daqui? Nem eu sei.

Mary: Achei o nome do seu pai na lista telefônica, fofinha! – ela disse animada.

Jasmine: Ah claro – bufei – mas então, há que devo a sua ilustre ligação? – perguntei pra fazer graça, ela riu.

Mary: Vamos sair! Hoje. – ela disse ainda mais animada, parecia que estava pulando.

Jasmine: Osh, e quem foi que disse que eu quero ir? Já está nessa intimidade toda comigo, é garota? – falei ironicamente, mas estava brincando, ela riu da minha cara.

Mary: É sério Jasmine! Vamos sair comigo? Imploro-te, por favor. – insistiu.

Jasmine: Sair pra onde? – perguntei entediada.

Mary: Em um racha! Que tal? Vai ser foda demais, vamos Jasmine?

Jasmine: EM UM RACHA? Garota, você ficou maluca? – perguntei impressionada. Como essa louca me chama pra ir a um racha?

Mary: Não! Qual o problema em ir a um racha? Não tem nada demais lá. – ela disse com a maior voz de inocente.

Jasmine: Ah não? Bebidas e drogas, é o quê? – perguntei como se fosse óbvio, ela riu de novo.

Mary: Jasmine, isso é normal! Normal até demais, você nunca foi a um racha?

Jasmine: Nunca fui e nunca quero ir, melhor chamar outra pessoa. – falei emburrada.

Mary: Não! Eu não tenho outra pessoa pra chamar, só você. Por favor, vai comigo? Juro que se não gostar, eu nunca mais te chamo pra ir, hein? – ela tentou me convencer.

Jasmine: Okay, eu vou pedir pro meu pai. Me dê seu número que depois te ligo pra ver que horas tenho que chegar ai na sua casa. – pedi e ela me mandou seu número, anotei.

Mary: Então vai lá, pede pro seu pai que eu estou esperando sua ligação, ok? Mas por favor, se ele não deixar, insista! Eu quero muito ir com você.

Jasmine: Tá bom, Mary! Não se preocupe. Já te ligo, beijos. – disse e ambos desligaram. Sai da sala e fui em direção ao escritório, quando cheguei lá em cima, dei de cara com quem? Isso mesmo, Jake. – Oi mamute do Brad, eu preciso falar com ele, agora. – pedi com um sorriso forçado no rosto.

Jake: O que você quer com ele? – perguntou curioso.

Jasmine: Você não precisa saber, eu vou falar com ele, querido. – disse, pisquei e entrei no escritório fechando a porta logo em seguida. Brad estava lendo alguns papéis, quando me viu entrar, levantou a cabeça pra me observar. – Preciso falar com você!

Brad: O que você quer agora? – ele se aconchegou na cadeira parecendo entediado.

Jasmine: Uma colega me ligou agora, ela me chamou pra dormir na casa dela. Posso?

Brad: Pode, mas quando voltar me liga que eu mando um de meus homens ir te buscar! E acho bom não tentar fazer nada, ok? – me encarou.

Jasmine: Não tentar fazer o que? Você acha que eu vou pegar o celular dela e ligar pro Jream, pro Justin, pra Bern? Eu acho que não! Nem tenho o telefone deles gravados no meu cérebro que não para nunca. – falei ironicamente, mas bem que essa seria uma boa ideia.

Brad: É claro que você nunca faria isso! Você não é louca. – ele disse com um tom ameaçador.

Jasmine: Posso até ser, mas não. – sorri – Obrigada! Estou indo, tchau. – disse acenando e sai dali, fui lá pra baixo, liguei pra Mary.

Mary: Jasmineeeeeeeeeeeeee! – a ouvi gritar.

Jasmine: Garota, não grita desse jeito! – berrei.

Mary: Seu pai deixou? – ela perguntou animada.

Jasmine: Deixou, mas eu disse que ia dormir na sua casa, então vou ter que dormir.

Mary: Tudo bem, não tem problema, o bom é que você vai ao racha comigooooo! – ela parecia estar pulando.

Jasmine: Okay Mary, que horas tenho que estar ai?

Mary: Umas nove pode ser! O racha é as dez.

Jasmine: Tá bom, vou levar minhas coisas e me arrumo ai, ok?

Mary: Ok! Anota o endereço ai. – disse e peguei um papel, ela falou o endereço e eu anotei – Então até mais tarde...

Jasmine: Até mais tarde! – falei entediada. Ambos desligaram. Joguei-me no sofá e fiquei pensando no que fazer, até que lembrei, minha mochila pra ir pra casa da Mary, pessoa que eu mal conheço, mas ta. Me levantei e fui pro meu quarto, peguei uma bolsa e coloquei umas roupas e um pijama claro, mas também coloquei a roupa que ia ao tal racha com a Mary. Essa menina só pode ser louca, nos conhecemos hoje e ela já quer me levar pro mau caminho, eu hein. Mas ela foi legal comigo hoje, quero ser legal com ela também. Quando já tinha colocado minhas roupas lá dentro, fui ver as horas “5h00 PM” então o que eu vou fazer agora? Já sei, vou escrever no meu diário de novo, estou nem ai, é virtual mesmo. Peguei meu notebook, me deitei na cama e comecei a escrever.

“Querido diário,

 Estou eu aqui de novo escrevendo pra você não ficar sozinho. Na verdade quem está sozinha sou eu, sem nada para fazer. Mas quem liga? Estamos juntos agora, eu falando da minha vida pra você, se bem que eu nem comecei. Mas então... A tal Mary Jane me chamou pra ir a um racha, será que é uma boa ideia? Sei que ninguém vai me responder, mas fazer uma pergunta difícil numa hora dessas é legal.

 Hoje, a primeira vez que falei com ela, achei-a legal, porém um pouco misteriosa. Acho que quando ela conhece as pessoas, mostra esse lado legal dela, mas depois vai mostrando o lado de levar os outros pro mau caminho, coisa que ela está querendo fazer comigo, só que eu não quero, porém não queria ser grossa com ela, porque ela foi legal comigo hoje. Então eu vou me divertir hoje, se conseguir! Mas pelo jeito que ela estava animada, eu vou me animar também e pode ser que eu me divirta. Tomara que eu me divirta, não quero ir á um lugar para não me divertir, só que eu tenho certeza que a Mary vai fazer eu me divertir, de um jeito ou de outro.

 Sabe o que eu estou pensando em fazer? Estou pensando em pedir o celular dela emprestado e ligar pro Jream, Bieber, qualquer pessoa que eu conheça e que esteja em L.A. Eu simplesmente preciso ouvir a voz de um deles e saber que eles estão bem como eu estou. Não me aguento mais de saudades do Bieber, saudades de estar do lado dele, aconchegada em seus braços, protegida de tudo e de todos. Só queria isso novamente, pena que não posso. Mas eu vou tentar fazer alguma coisa, que eu com certeza vou conseguir porque sei o número dele de cor e salteado. Tomara que a Mary não me recuse isso. E tomara também que a hora passe rápido e eu possa logo ir pra casa dela, porque eu não vou aguentar ficar aqui sem fazer nada. Mas quem liga, vou dormir mais um pouquinho, depois comer e ir pra casa dela, isso.

 Dessa vez posso dizer que nos vemos amanhã, ou eu vejo você amanhã. Até porque, vou dormir na casa da Mary. Tchau diário... até qualquer hora J”

 Guardei o notebook do lado da minha cama e fechei os olhos, logo adormeci. Quando acordei já tinha escurecido, olhei as horas e bá, 8h00 p.m. Me levantei rapidamente e desci pra cozinha, Maria estava fazendo a comida, porém ainda não estava pronta, mas eu também não esperaria, mesmo a Mary dizendo que era pra eu ir as nove pra casa dela, eu me adiantaria, até porque, eu demoro anos pra me arrumar. Comi qualquer coisa que vi pela frente e depois subi pro meu quarto, peguei a mochila e sai, como sempre, dando de cara com Jake em minha frente.

Jake: Já está pronta? – perguntou sério, nem parecia o mamute que conhecia.

Jasmine: Sim! – sorri e entreguei um papel pra ele – Me leve até essa casa, por favor. – pedi e ele assentiu. Desci na frente e ele veio me acompanhando, saímos de casa e ele abriu a porta do carro pra mim, entrando logo em seguida no banco do motorista.

Jake: Vai dormir na casa da sua coleguinha? – perguntou curioso, já tinha dado a partida.

Jasmine: Vou sim! E isso não é do seu interesse. – disse arrogante, ele sabe que não gosto de ficar falando as coisas que faço e ainda pergunta, por isso respondo assim.

Jake: Desculpe, só perguntei. Não está mais aqui quem falou... – ele disse dando de ombros.

Jasmine: Uhum. – murmurei comigo mesma. Estava comemorando por dentro, por ele não querer mais me perguntar nada. Ficamos o caminho todo em silêncio, como ele mesmo disse que ia ser. Quando chegamos, ele parou o carro, eu sai e ele foi embora. Coloquei minha mochila nas costas e fui em direção a porta da casa de Mary e apertei a campainha, uma mulher atendeu a mesma. – Oi, eu sou Jasmine, colega da Mary! – disse sorrindo e a mulher abriu mais a porta e saiu chamando a Mary, que logo ouvi descendo as escadas desesperadamente.

Mary: JAAAAAAAAAAAAAAAAASMINEEEEEEEEEEEEEE! – gritou com os braços abertos correndo em minha direção.

Jasmine: Pelo amor de Deus, não me esmague! – pedi e ela só me abraçou.

Mary: Você chegou cedo. – ela disse animada e se afastou.

Jasmine: É que eu não tinha nada pra fazer, também vim cedo pra começar a me arrumar logo, coisa que eu demoro muito. – pisquei, então eu entrei e ela fechou a porta.

Mary: Não acredito que já se animou! Oh Céus! – ela disse me puxando lá pra cima, entramos em um quarto enorme, com direito a closet, coisa que eu não tinha naquela casa enorme, meu quarto é pequeno demais.

Jasmine: Seu quarto é lindo! – falei olhando em volta e joguei minha mochila no chão.

Mary: Obrigada! Mas então... já que ir tomando seu banho agora? Porque pelo jeito que tu disse, tu demora pra se arrumar mesmo. Vai lá que eu fico aqui te esperando!

Jasmine: Okay. – sorri – Mary, depois você me empresta seu celular pra eu fazer uma ligação rapidinha? – pedi quase em uma súplica, com medo de ela recusar.

Mary: Claro Jas! Pode fazer sim, sem problemas. – ela disse pegando seu notebook e começando a mexer.

Jasmine: Obrigada sua linda! Eu te amo. – disse dando um beijo estalado na bochecha dela, ouvi-a rir quando estava entrando no banheiro, que quando vi, fiquei boquiaberta, parecia mais uma suíte. Poderiam colocar uma cama ali que ficaria igual. Coloquei minha mochila no chão e me despi, liguei o chuveiro e comecei a tomar meu banho, imaginando tudo o que iria se passar á algumas horas. Não demorei muito e logo sai com um roupão e minha mochila na mão. – Hey Mary! Terminei. – disse fechando a porta do banheiro, ela continuava mexendo no notebook.

Mary: Okay! – ela disse fechando umas janelas lá e logo fechou o mesmo, se levantou, pegou o celular e entregou em minha mão – Vou entrar agora, pode fazer sua ligação ai. – ela disse e em seguida entrou no banheiro fechando a porta com força.

Jasmine: Será? – disse olhando pro celular, não sabia se era a coisa certa, mas era a única coisa que eu queria naquele momento. Desbloqueei a tela e disquei os números, iria ligar em número privado. Depois de uns quatro toques, ele atendeu.

Continua...


Notas Finais


é isso gente bonita, não me matem, pf <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...