História Crazy Life - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~AnnaTheGamer

Visualizações 16
Palavras 1.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Hey

Onze da madrugada (isso é hora de se postar, menina?)

Não, mas eu fiquei com preguiça de revisar e tô fazendo tudo na pressa aqui.

Me perdoem se tiver algum erro, tá bom?

Tem recadinho nas notas finais, leiam, por favorzinho :)

Esperamos que gostem

Capítulo 4 - Cap 4 - Jobs? Persecution?



Sayuri's POV

Nick era bem legal, a casa dela era repleta de gatos, coisas de Pokémon e signos

Ao chegarmos em casa, andei em direção ao meu quarto mas fui impedida por Anna segurando meu moletom.

- Onde pensa que vai? - Perguntou sorrindo e segurando algumas latas de cerveja, peguei uma e dei um gole, sentindo minha garganta arder - Você comprou elas hoje né?

- Sim, essa daí que você tá bebendo é boa pra caramba - Falou abrindo outra lata e bebendo - Faz um tempo que agente não fica bêbada desse jeito né?

- Uhum... Lembra quando agente tinha 18 e bebeu até não conseguir andar? - Dei uma riasada - Você tinha se metido em uma briga feia... - digo, lembrando daquele dia que a mais nova teve que ir pro hospital de tão machucada que tava.

- Ah claro, quando eu fiquei uma semana na prisão porque pensavam que eu tinha começado a briga e que eu estava tentando matar alguém? Lembro - Falou tomando mais um gole da latinha. Então eu lembrei daquele sonho que tive, aquela merda não iria sair da minha cabeça tão facilmente...

- Ahn...Anna, que tal a gente sair um pouco?-Pergunto me levantando forçando um sorriso

- Ué, agente acabou de - Não deixei que terminasse a frase e fui puxando a mesma para o elevador que já estava no nosso andar - Eita calma aí Sayu você tá estranha, tá tudo bem? - Perguntou enquanto eu apertava o botão do elevador.

- Tá! Tudo ótimo! - Sorri e logo saímos do elevador indo para a garagem, pegar nosso carro - A-Aliás, Anna, seria melhor a gente ficar um pouco longe do Liu, sabe?...

- Hein? Olha Sayu, acho que você bebeu muito viu? Não seria melhor agente ficar em casa não? -perguntou meio confusa, sorri e entrei no carro e logo a menor ficou do passageiro.

Saí da garagem e dirigi até um bar que havia perto da nosso apartamento, entrei e me sentei em uma mesa do fundo. Anna se sentou ao meu lado e logo acendeu um cigarro, pedi uma bebida qualquer e Anna não quis nada, fiquei bebendo por algum tempo vi a rosada com um olhar estranho.

- Sayu... Tem um cara olhando pra gente. - Anna sussurrou pra mim, sem mexer muito os lábios. Olhei para a mesma direção que ela e avistei um homem de olhando para nós. Não pensei duas vezes e, deixando um pouco de dinheiro na mesa, puxei Anna pelo braço e saí do lugar - Ei o que foi?! Sayu você tá esquisita hoje, se tiver me escondendo alguma coisa é melhor me falar logo! - Disse irritada entrando no carro, suspirei e ela começou a dirigir, até ouvirmos tiros sendos disparados. Anna tomou um susto e olhou pra trás

- Se abaixa! - Gritei e me abaixei junto a ela, que pegou um revólver debaixo da cadeira - Eu não acredito que você tem uma arma! - disse irritada.

- Querida minhas armas são legalizadas, eu só posso usá-las como forma de defesa e eu acho que e uma boa hora! - Falou começando a atirar no carro de trás que estava com o mesmo homem do bar.

Depois teríamos uma conversa bem séria sobre isso.

O homem atirou no braço de Anna, fazendo-a gritar. Me assustei e peguei um pedaço pano que havia no carro, enrolando no braço da mais nova para estancar o sangue. Sabia que a dor era insuportável e que ela estava se esforçando, então trocamos de lugar e eu passei a dirigir rápido. Sei que não se pode dirigir quando está bêbada e tudo mais, mas com a Anna machucada era a única saída. Até que consegui perder ele de vista e fomos até o hospital. Alguns cacos de vidro da janela acabaram quebrando e fazendo cortes leves nas minhas pernas e Anna ainda sangrava muito, me assustei e logo levei ela pra dentro às pressas, e então logo a colocaram em uma maca e a levaram pra uma das salas.

- A senhorita poderia me explicar o que exatamente aconteceu? -perguntouum enfermeiro ali.

- Uma tentativa de assalto, eu acho - falei meio nervosa, logo vi o médico vindo até mim - Ela vai ficar bem, né?

- Sim, já tirei a bala do braço dela e como perdeu bastante sangue, só precisa de repouso - Disse, anotando algumas coisas na prancheta, suspirei e me sentei (joguei) na cadeira já um pouco mais calma

Aquele sonho estava me deixando maluca.



Anna's POV

Depois de no mínimo três dias naquele maldito hospital me deram alta e pude sair de lá, meu braço doía depois do que parecia ter sido uma perseguição. O que será aquele cara queria com agente?

- Aquele homem... Ele tá fudido - falei entrando no carro com Sayu que iria dirigir, foi então que percebi: haviam várias marcas de tiro nele e alguns vidros estavam quebrados.. MEU BÊBÊ - Ele não tá fudido...Ele tá morto!

- A gente compra outro Anna - Sayu disse entrando no carro mas parece que estava sem gasolina ou tinha quebrado - Que merda - revirou os olhos

- Que merda digo eu, ficamos sem carro e a gente tá sem dinheiro pra comprar outro e o pior: precisamos da merda de um emprego - Falei irritada começando a andar, deixando o carro lá. Sayu saiu de dentro, pegou as coisas que havia no carro e as guardou numa bolsa - que também estava ali - e foi para meu lado

O hospital não era lá tão longe de casa, então seria fácil ir a pé, suspirei e logo vi um jornal em uma banca e peguei um sem ninguém ver e fiquei lendo, até ver algo que me interessou

- Olha Sayu, tem alguns lugares contratando aqui! - falei jogando o jornal em sua cara, fazendo ela tomar um susto

- Cadê?? - Sayuri pegou e começou a ler-Ei! Tem um emprego pra garçonete lá na cafeteria da Nick! E... Tem um casal que tá precisando de uma babá pra cuidar dos três filhos pequenos... Eu fico com a garçonete! - Falou rapidamente

- Que merda Sayu! Eu não sou nem um pouco boa com criança e nem gosto disso! - Falei muito puta, acho que meu problema com crianças se deu por meus primos pequenos que já jogaram meu celular na água e meu peixe de estimação na privada. Péssimos tempos.

- A qual é Anna! Eles devem ser um amor de pessoa! - Disse, rindo.

O resto da caminhada foi repleto de palavrões e alguns resmungos vindos por minha parte. Eu só espero que eu não jogue ninguém pela janela depois.

Sayuri's POV

Chegamos no prédio e entramos no elevador, enquanro a porta fechava, vi Liu conversando com uma garota que nunca tinha visto. Ela tinha longos cabelos castanhos, usava um moletom azul meio escuro e uma calça jeans preta rasgada junto com um all atar vermelho, vi que ela usava um tapa olho no olho esquerdo e segurava algumas compras.

- Anna, olha ali.. - Sussurrei para a rosada que olhou um pouco e virou a cara - Fala sério vc não tá nem aí pra isso - falei revirando os olhos, fazendo a mesma se virar e me olhar

- Querida, eu posso dar todo tipo de conselho, agora a respeito de romance ou me tornar cupido dessa provável "relaçãozinha" que você tá tendo com o Liu é outra história - Ela disse, pegando um refrigerante da geladeira e o tomando, olhando em volta como se nada tivesse acontecido, reviro os olhos.

- Relação teu cu - Disse, indo até o meu quarto para trocar de roupa.

Vesti uma roupa simples - Uma camisa branca de um anime que não lembrava o nome, um shorts preto- e prendi meu cabelo em um coque frouxo -Clichê sim, se não gostou, me processa- e voltei para sala encontrando Anna quase dormindo no sofá. Me abaixei para ficar na mesma altura que a sua e cutuquei a bochecha dela, fazendo a mesma acordar em um pulo.

- Ei porra eu não tava dormindo não! -falou irritada se levantando e me fazendo rir. - Então, eu já tenho o endereço da casa que precisa de uma babá - ela disse, mostrando um papel com o endereço - Você vai lá pra cafeteria e eu vou pra pra ver-se consigo esse emprego.

- Tudo bem, a gente se encontra aqui quando terminarmos tchau! - Saí do apartamento, indo em direção à cafeteria.




Anna's POV

Me despedi de Sayu e fui para a tal casa, cheguei e tomei um susto: Aquilo era quase uma mansão! Suspirei e toquei a campainha, uma mulher atendeu a porta, ela era bem alta e magra com cabelos castanhos claros e olhos da mesma cor, ela parecia ser bem chique com o jeito que se vestia.

- Olá, você deve ser a Anna não é? Entre -falou meio seca mas pareceu não deixar a educação de lado, entrei e olhei o lugar: era bem grande mesmo. - Meus filhos ainda estão na escola e temos que viajar daqui a uma hora. Roger o nosso empregado irá buscá-los e já expliquei a eles sobre você.

- Ah, beleza ti.. Senhora - Disse meio sem graça. Maldito costume de chamar todos de tio/tia. A mulher me mostrou alguns lugares da casa e começou a falar os horários dos pirralhos

- Às 7:30 eles devem acordar pra ir à escola, quando voltarem dê um tempo de duas horas livres para eles e depois leve-os para fazer as tarefas. Além de cuidar de nossa filha mais nova você já deve saber -suspirei meio nervosa, um bebê? Que pais não levariam uma criança de colo junto?

- Tudo bem, já entendi senhora - Respondi educada, com um sorriso. A mesma logo sorriu e listava alguns contatos de emergência tipo: médico, hospital, polícia, enquanto eu anotava.

- Bom, já expliquei tudo o que precisava, agora acho que já podemos ir. Boa sorte disse saindo do meu campo de vista mas eu já começo hoje? Observei de longe o carro saindo da garagem e sentei no sofá olhando o teto esperando as pestes chegarem.

Sayuri's POV

Ao chegar na cafeteria, perguntei sobre o emprego e me mandaram falar com o gerente.

A cafeteria tinha dois andares, o primeiro para clientes e o segundo reservado apenas para funcionários.

Me indicaram subir as escadas que ficavam atrás do balcão do caixa e entrar na segunda porta à direita

Bati na porta e me disseram para entrar. Abri a porta e era mesmo só um escritório com uma mesa no centro, uma cadeira na frente da mesa, alguns livros em estantes espalhadas pelo cômodo de paredes brancas e de piso amadeirado.

- Bom dia, o que deseja aqui? - Um homem que provavelmenre seria o gerente, sentado atrás da mesa, perguntou enquanto entrelaçava os dedos.

- Vim pra verificar o cargo de garçonete, ainda está disponível? - Perguntei, me aproximando.

- Ah sim, você viu nosso panfleto, certo? - Ele perguntou e eu assenti com a cabeça - você pode preencher esse papel aqui.

Emele me entregou uma folha e eu comecei a preencher, ao terminar, eu saí da sala e me disse pra esperar no primeiro andar.

Depois de um tempo, fui chamada de volta à sala do gerente.

- O senhor me chamou? Eu fui aceita? -Perguntei em pé, fitando-o, ele parecia ter no mínimo cinquanta e poucos anos.

- Sim, você foi aceita. Nicole irá ajudá-la e irá lhe dar seu uniforme - Sorri. Ainda bem que era a Nick - Pode se retirar. Ah, você começa amanhã de tarde, das três às sete, ok? -perguntou simpático

- Tudo bem - Respondi, logo sair de lá sorrindo. É, acho que só tenho que me preocupar com as contas mesmo.

E com a falta de comida na casa


Notas Finais


A coisa é: Talvez atrasemos o capítulo 5 por conta das provas/testes (tanto faz)

Mas vamos tentar trazer o mais rápido possível, sim?

Obrigada pela atenção


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