História Crazy Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 27
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


boa leitura!

Capítulo 7 - Por cima


Fanfic / Fanfiction Crazy Love - Capítulo 7 - Por cima

Justin P.O.V

 

 

– ...como eu já disse, já beijei melhores e eu espero que tenha aprendido a beijar de verdade, crianca

 

Nunca na minha vida eu sentir uma vontade enorme de rir da cara de alguém como eu estava sentindo no momento.

 

- Voce me chamou pra falar isso? Eu não sabia que os delegados tinham o dever de ensinar as detentas como beijar. – ela olhou para as unhas e encostou as costas na cadeira, aparentando estar tranquila.

- Vou te dar mais uma chance para você me contar toda a verdade – disse simples e encarei ela

- Hum… – umedeceu os lábios – já disse que adoro quando você me olha desse jeito?

- Voce realmente acha que eu vou cair no seu joguinho, não e? – perguntei sorrindo debochado – Quem decide e você, se quiser continuar presa aqui assumindo toda a culpa o problema sera inteiramente seu. So espero que não se arrependa futuramente

- Me arrepender de que? – revirou os olhos – Voce me prendeu por algo futil, eu não tive culpa se fui enganada tambem – pelo jeito ela não iria entregar nem o namoradinho e nem o resto do bando.

- Ok. Vou mandar alguém te levar pra cela

- Oi? Eu ainda tenho algumas horas no… – interrompi ela

- Pelo que eu sei ainda sou eu o delegado aqui – levantei e fui na direcao da porta

- Ta certo eu conto tudo. – ela disse rapido e eu ergui a sobrancelha ainda não convencido.

- Pode comecar – parei no centro da sala e ela olhou pra mim

- Vai ficar ai mesmo? – riu – Ta com medinho delegado? Eu não mordo – ela passou a língua nos lábios e olhou para o meio das minhas pernas – uh...

- Nao estou afim de brincadeiras, se você nao comecar a falar tudo o que aconteceu eu garanto que não te darei uma outra oportunidade

- Eu falo só… – ela fechou os olhos e passou a mao no roto

- O que foi?

- Eu não sei, eu to tonta – se aquilo fosse mais uma das brincadeiras sem graca dela eu juro que não teria volta, não mesmo. Me aproximei rapidamente – me ajuda Justin – ela disse nervosa

- Calma – tirei a algema do seu pulso em tempo recorde e a mesma passou a mao no rosto, logo depois colocou a mao no peito – o que você tá sentindo? Eu vou chamar alguém – ela segurou a minha mao e negou

- Talvez… tenha sido… – ela umedeceu os lábios e fechou os olhos – eu usei muita droga, Justin, o Jake ele foi…

- Ele foi o que?

 

*****

 

Spencer P.O.V

 

 

Abri os meus olhos lentamente e percebi que não estava mais na sala do delegado.

 

- Onde eu to? – disse ainda de olhos fechados eu sentia uma dor infernal na cabeca – Ah, presa – debochei

- Pode deixar comigo – ouvir a voz do delegado e abri os meus olhos novamente

- Vou pedir para que tragam algo para que ela possa comer – ele assentiu e a morena tirou as luvas e logo saiu

- Por que eu to aqui? – sentei na cama e ele mantinha uma postura seria

- Se você quiser morrer me avisa logo porque sera menos uma dando trabalho. – revirei os olhos – Voce passou mal porque não comeu nada desde ontem

- Voce já comeu a comida daqui? Ah, não, você come comida japonesa, italiana… a comida daqui e uma merda vocês precisam mudar isso. Ta pior que comida de hospital – fiz um coque rapido no cabelo

- Se você tivesse morando na rua e comendo comida do lixo e olhe la não reclamaria da comida daqui – ele cruzou os brancos

- Ta parecendo a minha mae falando – olhei pra ele

- E você uma crianca de seis anos. Eu mandei trazer algo para que você comesse , mas da próxima vez não tera nada. Nao quer comer não come, simples – deu de ombros e eu sorri

- Ta preocupadinho comigo e? – ele revirou os olhos – Bom saber

- Nao seja infantil, tudo que acontece com cada uma de vocês recai nas minhas costas

- Voce sabe muito bem que eu posso recair em outro lugar, tipo o seu penis por exemplo

- Nao seja baixa, crianca. Alem do mais, voce não tem idade para falar desses assuntos – debochou e se aproximou – anda, fala o que você pretendia me falar – fechei os olhos e neguei

- Nao to afim, ao menos que eu ganhe um beijo

- Boa, gata – a voz do Jake me fez da um pulo da cama assustada, ele estava ouvindo tudo, claro

- O que foi? – perguntou e eu neguei com a cabeca

- Nada. Vou ganhar?

- Nao seja ridícula, isso e só uma caridade, uma ajuda, sei la… mas se você quer morfar na cadeia o problema e inteiramente seu

- Voce realmente acha que me diminuindo fara com que… – fui interrompida

- Quem se diminui e você com essas atitudes vulgar. – levantei da cama e fui na sua direcao

- Vulgar? Eu? – ri e ele revirou os olhos se afastando – Aposto que me acha sexy

- Isso gata – se eu pudesse mandaria o Jake pra casa do caralho, ele só estava me atrapalhando.

- Voce pode ser bonita, mas não passa disso. – ele disse simples sem demonstrar nenhum interesse em mim

- Oh, claro! Voce deve ser afim daqueles tipinhos sem graca. Aquelas riquinhas, metidas que … – fui interrompida novamente

- Na verdade as que se dao o respeito, o que não e o seu caso. E sobre a minha vida pessoal, não lhe diz respeito. Bem e acho bom você calar a boca antes que as coisas piorem pro seu lado – disse me encarando e eu fechei a cara – agora deita naquela porra e espera sua comida chegar

- Nao vou deitar e não vou comer – cruzei os bracos

- Ok, se passar mal vai ficar morfando naquela cela ate amanha – ele disse simples e eu assenti

- Como se você deixasse

- O fato de você ter me beijado não quer dizer que eu me importe com você, ate porque pra mim você não passa de uma desconhecida. Nao se iluda com um beijo. E nem ache que eu vou cair nesses seus joguinhos porque pra mim você não passa de uma garota ridícula, mimada e burra. – engoli seco e dei um passo pra tras – Ja e a segunda vez que você vem parar aqui pelo mesmo motivo, enquanto você fica agindo como uma ridícula mimada que tá assumindo uma culpa que não e inteiramente sua os únicos que sofrem são os seus pais. Porque o seu namoradinho e seus amiguinhos cairam fora e deixaram você nisso tudo sozinha, ou você realmente acha que vai se livrar dessa sem ser contando a verdade? – dei um passo pra tras

- Voce não sabe de nada.

- Oh, não sei? – riu – Quem te tirou daqui na primeira vez mesmo? Hum… sua mae. Agora me fala, quando você estava presa alguém veio te visitar da primeira vez? Nao. Nenhum amigo e nem o seu namorado. – respirei fundo e encarei ele – Voce vai se foder sozinha. E sobre aquela sua prima, amiguinha, sei la… que veio aqui da ultima vez, eu to ligado que tem alguma merda envolvida

- Quero voltar pra cela e eu espero que você não volte a me perturbar porque nada saira da minha boca. – ele se aproximou de mim

- Eu acho bom você ter consciência do que esta fazendo porque isso não e férias de verao

- Tenho e você não deveria se importar tanto com isso. E eu não quero te ver na minha frente tao cedo, delegado. Nao tenho mais nada pra falar

- Isso quem decide sou eu

- Sua namoradinha vai gostar de saber que você andou se envolvendo comigo – ele me ignorou e me deu as costas, mas segurei sua mao por impulso eu precisava reverter toda a situacao

- Voce consegue ser um ser desprezivel – ele disse e eu me sentir uma imunda

- Voce não precisa falar comigo como se eu fosse um lixo

- Pra mim você não passa disso. Seus pais sofrendo com toda a situacao e você agindo como se tudo estivesse normal.

- Voce não sabe de nada, já falei, então fica na sua

- Ah, não sei? Entao me conta, ue – ele disse mais próximo e encarando os meus olhos – me fala – ele disse mais baixo – eu posso te tirar dessa, basta você me falar a verdade – engoli seco

- Pen, não cai na pilha – Jake disse

- Nao tenho nada a dizer – passei a mao no rosto e me encostei na parede

- Tem certeza? – ele disse mais calmo e eu voltei a olhar pra ele

- Amor, ele tá tentando te pressionar não cai na pilha desse filho da puta. – o Jake raramente me chamava de amor, isso costumava acontecer quando ele fazia merda ou quando queria alguma coisa. Nesse caso ele não quer que eu o entregue porque ele sabe que no final das contas quem se fode e ele

- Porra, olha pra você – voltei a minha atencao a ele – uma garota nova que tem uma vida longa pela frente , se envolvendo com coisas erradas , com pessoas erradas… – ele se aproximou mais – todo dia eu lido com situacoes iguais a sua, Spencer. E você sabe que o caminho ou e a morte ou esse lugar

- Licao de moral agora? Fala serio , Pen, manda esse cara ir a merda – olhei para o chao

- Admito que peguei pesado quando falei que você era um lixo, eu não te acho um lixo – olhei pra ele – e você não e um lixo, só precisa parar de se juntar com quem e – coloquei uma mexa do cabelo para tras da orelha

- Entao prova que eu não sou um lixo. – ele travou o maxilar e ficou tenso por alguns instantes. – Eu to muito confusa – olhei para a minha mao – to com medo, eu to sentindo que não posso confiar em mais ninguém – sua mao tocou a minha

- Voce pode confiar em mim – neguei e fechei os olhos

- Eu sinto uma coisa estranha quando estamos juntos e se eu te contar vai ser por causa dessa coisa e não por confianca, entende?

-Voce só precisa acreditar que tudo vai se resolver. – olhei pra ele e sorri de leve

- Eu sei, só te peco pra ter um pouco de paciencia – demorou alguns segundos, mas ele assentiu e olhou para a parede

- Ok, Spencer

- E e assim? – ele ergueu a sobrancelha e me olhou ainda serio e confuso – Fala olhando nos meus olhos

- Ok, Spencer – repetiu e eu sorri

- Melhorou. – umedeci os lábios – Gosto dos seus olhos, por isso faco questao de que quando você tiver de me falar algo fale olhando pra mim

- Tudo bem – ele tentou se afastar

- Justin – segurei seu pulso e ele parou e olhou para a minha mao – quer dizer… delegado Justin

- Oi

- Voce falou que eu beijava mal e …

- Eu não disse isso – ele me interrompeu rapidamente

- Enfim… e, bem… – não perdi mais tempo e colei meu corpo no seu e juntei os nossos lábios. Ele demorou um pouco, mas logo cedeu ao meu beijo. Suas maos fortes desceram para a minha cintura e ele apertou um pouco me fazendo gemer entre os beijos – isso quer dizer que eu beijo bem ou mal? – perguntei afastando o meu rosto do seu e ele se encontrava ainda de olhos fechados

- Isso quer dizer que você não deveria ter parado – sussurrou e eu sorri voltando a beija-lo

 

- Achei que sua missao fosse me seduzir, mas vejo que invertemos a posicao ,você já tá toda derretida por conta de um beijo que eu dei por pena.

 

Hum…. Olha eu por cima novamente, delegado.

 

 


Notas Finais


ate o proximo cap <3


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