História Crazy Mind! - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Exibições 91
Palavras 2.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Minna quero saber se estão gostando da fic, se pudessem divulgar eu iria agradecer muito.
Natsu é um idiota né? Mas talvez ele amoleça no futuro...
Na parte da Erza ela vai tocar piano, por favor coloquem essa música junto.

https://www.youtube.com/watch?v=HmXAckZsXeM

O nome é Stop it do B.A.P , coloquem versão piano

Capítulo 8 - Vidas Diferentes...


Fanfic / Fanfiction Crazy Mind! - Capítulo 8 - Vidas Diferentes...

Natsu On

​              Assim que estava caminhando pela calçada molhada e no meio da  chuva  que agora estava mais calma, escutei passos delicados atrás de mim vindo calmamente, pude deduzir quem me seguia, acabei bufando e parado de repente, notei que quando fiz isso  os passos que estavam atrás de mim pararam também:

-Até quando vai me seguir?- falo sério sem olhar para trás.- Hein Lucy?

-Como sabe que era eu?

-Só podia ser você.- falo bufando.- Vai ficar mesmo me seguindo como stalker? 

-Gomena Natsu...- ela disse sem graça e ao mesmo tempo baixo.- Eu só...- ela deixa a frase morrer

              Me virei para trás com as mãos no bolso e a olhei firme sem nenhuma emoção, se fui frio? Pode ser, se isso incomoda vocês leitores e querem me ver menos frio me queimem vivo então que talvez resolva! Enfim, ela olhava para baixo um pouco corada, me parecia que o efeito da chuva nela foi feio mesmo,  por um momento me senti mal, mas foi só um momento mesmo, ela parecia bem cansada e com uma cara de doente, bufei sem ligar para aquilo:

-Por que me seguia?- perguntei sem enrolar.- Você disse que ia ficar lá.

-Eu sei.- ela disse sem me olhar.- Mas quando vi você indo eu não...Eu não...

-Você não?

-Eu não quis ficar lá sozinha, odeio ficar sozinha.- ela disse levantando a cabeça e  me olhando nos olhos.-   Então decidi te seguir.

-Olha, eu sei que o Jellal pediu para mim cuidar de você e tals, mas não quero ser babá de adolescente okey?-   falo direto a olhando.- Lucy, eu tenho um monte de coisa para resolver em casa, e aparentemente a chuva melhorou um pouco...Então acho que você pode ir para  sua casa sozinha.

-Mas eu...- e antes dela dizer algo a mesma espirra.- Eu estou mal.

-Eu não me importo.- falo bufando, a vi ficar triste com o que disse, então tento arrumar o que eu disse.- Olha gomena, não é que eu não me importe mas eu realmente não estou com tempo para te levar para sua casa.

-Hai, eu entendo.- ela disse baixo.

-Okey, então vou embora.- disse ameaçando me virar.

-Anno..- escuto ela falar e me viro para ela outra vez, ela  me olhava de cabeça  levantada e sorrindo fraco, qual o problema dela? Isso eu nunca vou entender! Parece a alerquina, doida e masoquista, eu acabei de ser grosso com ela, era para ela ter saído de lá triste.- Mas eu queria te pedir uma coisa antes.

-Fala então caramba.- digo suspirando bravo e encerrando meus pensamentos..

-Posso te acompanhar até  sua casa?

-Que? QUE?!- falo arregalando os olhos e quase berrando, por essa eu não esperava.- V-você quer...

-Quero ir com você.- ela disse sorrindo docemente para mim.- Onegai Natsu!

-Mas...- ela me corta.

-ONEGAI!- ela implora com os olhos brilhando.

                    Não sabia bem o que dizer para ela, caramba eu cabei te tentar mandar ela embora dizendo que não tinha tempo para levar  ela para casa e agora essa loira vem com essa história de me acompanhar até em casa, arrrrr que dia confuso!  Bem, eu tenho duas opções aqui, uma eu saio correndo e me escondo mas provavelmente Erza ira me matar e jogar o corpo no rio, Gray também me mataria já que ele parece ter gostado muita da loira, a segunda e deixar ela ir comigo e ignorar ela pelo caminho, essa foi a  melhor saída que eu encontrei para agora, então bufei de raiva e pensei um pouco no que iria fazer. Acabei respirando fundo e assentindo com a cabeça sabendo o que ia fazer:

-Está bem.- falo a olhando e vendo a mesma sorrir largamente.- Você pode me acompanhar, mas depois disso vai para sua casa!

-Pode deixar capitão!- ela disse colocando a mão na cabeça como se fosse um sinal de entendido, outra coisa de criança que ela faz hoje.

-Tá pode parar com isso.- falo com uma gota na cabeça.- Está ridículo.

-Okey.- ela disse rindo sem graça e abaixando a mão.

- Vamos logo então.

-Hai!- ela disse animada.

                          Depois disso me virei e comecei a andar calmamente pelas ruas com Lucy ao meu lado sorrindo animada e pulando de vez enquanto parecendo alegre, qual o motivo daquilo? Não sei, eu já não sei mais de nada! Durante o caminho não falamos nada um com o outro como eu tinha planejado mentalmente, ficamos numa boa curtindo o silêncio enquanto víamos o sol se pondo mostrando o fim de tarde, era até que bonito.  Olhei de leve para Lucy e vi a mesma sentindo o vento passar pelo rosto dela, não entendi como ela conseguia aproveitar cada pedacinho da vida, ela realmente era uma garota curiosa e estranha.

          CHEGANDO NA FRENTE DA MINHA CASA

-Chegamos.- falo parando na frente da  porta da minha casa praticamente uma mansão.

-Wowwwww que casa grande!!!- ela disse abrindo a boca em um perfeito O enquanto olhava a casa de cima abaixo, sempre acontecia isso comigo, trazer pessoas para cá e ver elas agirem assim, eu odeio essas coisas, odeio meu pai ser rico.- Você deve brincar muito com esse espaço todo, pode fazer vários pega pega aqui.

-Não faço isso.- falo com uma gota na cabeça.

-Então deve brincar com os amigos muito aqui!

-Eu não brinco!- falo irritado fazendo ela me olhar.

-O que faz então em uma casa grande?

- Eu só...- baixei de leve o olhar, aquilo eu não saberia responder.

-Só?- ela fala curiosa me olhando concetrada.

-Esquece.- digo bufando e a olhando outra vez.- Já veio comigo como disse, pode ir embora agora.

-Tá.- ela disse dando de ombro e virando começando a andar, foi fácil demais o que me fez ter uma pontada de culpa por dentro, então por impulso falei algo.

-Espera.- digo e  então ela para na hora virando a cabeça de leve para mim.- Sabe ir sozinha daqui para sua casa? Digo, você talvez não saiba onde está, então...

-Não se preocupa Natsu.- ela disse docemente.- Eu moro mais para baixo dessa rua.- ela disse apontando para o fim da rua onde ficava as casas mais simples do quarteirão.

-Ahhh entendo.- falo olhando para onde ela apontava e em seguida para ela.- Bom se é assim, até mais.- falo virando para entrar em casa.

-Até amanhã Natsu!- ela disse animada.

                     Não me dei ao trabalho de virar ou dizer qualquer coisa, queria me livrar logo dela, apenas abrir a porta de casa e entrei fechando a mesma em seguida com rapidez, olhei para todos os cantos da sala de estar e vi que ela estava normal como sempre estava:

-Tadaima (cheguei).- falo caminhando pela enorme sala de casa.

                   De repente escuto alguém correr pela casa, em seguida aparece  a menininha mais linda da minha vida :

-NII-CHAN!-grita a figura pequena de grandes cabelos azuis correndo até mim toda animada como sempre.

-Wendy!- falo sorrindo  agachando e abraçando a mesma assim que ela chegou perto de  mim.

-Por que demorou tanto Nii-chan?- ela pergunta ainda abraçada em mim.- Estava preocupada!

-Gomena Wendy.- falo me afastando um pouco dela e  olhando para a mesma com um sorriso calmo.- Aconteceu uns imprevistos e acabei me atrasando.

-Foi com o Gray-chan?

-Não, com outras pessoas, espero que não fique brava por isso.- falo meio sem graça, não gostava de deixar minha irmã mal.

-Ah tudo bem.- ela fala dando um lindo sorriso.- Não tem problema.

- Que bom, arigatou Wendy.- falo feliz por ela entender.- Por entender.

-De nada Nii-chan.

                    Eu podia ser um escroto com o mundo e com as pessoas ao meu redor, mas com minha irmão eu era tipo fofis 24h por dia, sei lá, acho  que é por que  eu cuidava mais dela do que meu pai, ela era a única pessoa que me animava em um dia como o de hoje, confuso e cheio de desagrados, tipo uma loira cair em você e virar sua vida escolar de cabeça para baixo em um dia, UM DIA:

-Natsu?- escuto a voz do meu pai irritada entrando na sala.- Por que chegou tarde menino?

- Um problema, só isso.- falo seco  me levantando enquanto Wendy segurava minha mão e ficava do meu lado.

-Devia ter ligado.- ele disse cruzando os braços, ahhhhh ai vem o sermão!- Sabe o quanto fiquei preocupado?

-Decidiu ser pai agora? Hein velho?- agora só chamava ele assim, depois daquele dia não o chamo mais de pai.

-Natsu! Pare com isso! Sabe que me importo com vocês mais do que qualquer coisa!- ele disse bravo.

-Não sei não.- falo rangendo os dentes, odiava quando ele tentava me dar bronca quando não tinha esse direito.- O senhor só se preocupa com o trabalho,  nem liga mais para mim  ou para Wendy.

-Natsu não vamos voltar com isso, sabe que não é verdade...- ele disse suspirando cansado, parecia não querer discutir.- Eu estou mesmo  preocupado, entenda.

-Hai hai, entendi.- falo querendo acabar com aquela conversa logo.- Estou em casa não estou? Estou bem não estou? Não precisa se preocupar.

-Nii-chan.- disse Wendy apertando minha mão me fazendo olha-la.- Seja mais educado com o papai! Ele estava mesmo preocupado, tentou te ligar várias vezes

-Eu não ligo.- digo dando de ombros.

-Nii-chan!- ela diz como se tenta-se dar bronca em mim

-Deixa Wendy.- disse meu pai chamando minha atenção e a de Wendy para ele.- Tudo bem, eu entendo como se sente filho...- eu o corto.

-Não, você não entende.- falo firme.- Mas quer saber? Dane-se!  Não preciso que me entenda, ou tente ser legal comigo!

-Filho eu...- o corto de novo.

-Olha, eu estou cansado e quero ajudar logo  a Wendy no trabalho que ela me pediu ontem para dar um help, então vou subir.- falo me virando de costas com Wendy ao meu lado.

-Natsu...- ela apenas disse meu nome.

-Vamos Wendy.- falo indo em direção as escadas e subindo a mesma com Wendy me olhando preocupada, ela sabia do meu comportamento com o nosso pai e isso a chateava como já disse várias vezes, mas o que eu podia fazer? Eu sou assim!

Autora On

​             Igneel olhava para as escadas que seu filho tinha subido com o coração apertado e os olhos marejados demais, se culpava pelo jeito que Natsu agia com ele e com todos a sua volta, ele tentou de tudo por seu filho, tentou ser o melhor pai que podia, queria apenas  o melhor para seu pequeno, mas parecia que tudo que fazia só afastava Natsu dele cada vez mais:

-O que eu faço Natsu?- disse Igneel olhando para baixo desolado.- O que eu faço para tê-lo como  meu filho outra vez?- então uma lágrima solitária desse pelo rosto  do rosado mais velho.

         O que faria Natsu mudar de atitude? O que faria  Natsu voltar a ser como era antes com seu pai? Igneel já não sabia mais o que fazer...

       CASA DE LUCY

                 Lucy já tinha chegado em sua casa como sempre fazia a um tempo,  ela não fez de importante como arrumar a casa ou cozinhar, nada  demais mesmo, ela apenas foi direto ao seu quarto especial onde se trancou como sempre fazia, ela pegou um de seus milhares de cadernos de desenho que estava na estante se sentou no chão e começou a fazer mais um de seus desenhos misteriosos de sempre, ela amava desenhar, a libertava da realidade que ela vivia, a deixava calma e completamente feliz. Em sua volta havia vários desenhos  espelhados pelo chão coloridos e uns ainda sem pintar, havia raros que ela não terminou, ao seu lado direito havia um diário no qual ela sempre escrevia seus pensamentos e sentimentos,  guardava  nele as fotos mais importantes de sua vida, na maioria era ela com suas amigas, eram raras as que tinha com sua família, em seu colo havia o caderno de mais cedo, ela completava o desenho que estava fazendo quando fez dupla com Natsu naquele mesmo dia, precisava terminar sua obra de arte logo.

              Natsu, o garoto mais  complicado que já conheceu na sua vida, mas o garoto mais fantástico que ela já viu também, ela estava feliz de tê-lo conhecido de certa forma, mesmo ele sendo daquele jeito  grosso, ignorante foda-se para a vida, ela sentia que precisava estar ao seu lado e  ajuda-lo em tudo, ela queria concertar ele como um brinquedo quebrado. Lucy tinha essa mania de querer ajudar os outros, concertar eles algo que nela mesma se quebrou a muito tempo. Aquele rosado precisava dela e ela sentia,  sentia em seu coração,  com certeza esta certa sobre seu pensamento.

             Aquele dia foi incrível para ela, conheceu pessoas novas e viu que pela primeira vez podia se encaixar em algum lugar, sentia que tudo podia estar certo.

            Ela olhou para seu diário e viu uma foto antiga que ela guardava com tanto carinho, ela sorriu para a foto e pegou a mesma na mão  encarando aquele retrato com os olhos marejados e um leve sorriso no rosto, era foto dela e de uma pessoa que ela queria mais que tudo encontrar outra vez, uma pessoa que fez parte de sua vida e a ajudou em muitas coisas, não sabia por que do nada pegou foto, só sentiu que depois daquele dia bom que teve, ela precisa ter  foto com ela outra vez par combinar com a sensação:

-Onde você está?- ela disse para si mesma abraçando a foto com carinho.

           Lucy tinha um longo caminho para percorrer e ver que sua vida iria mudar...

             CASA DE ERZA

             Erza estava em sua sala de música particular olhando para o piano em sua frente pensando no que tocaria para aquele dia  que viveu, conheceu pessoas interessantes que a deixaram feliz se sentindo no se devido lugar, conheceu também  um azulado que a tirava completamente do sério, ela queria tocar algo para libertar sua alma e seus sentimentos, então ela se sentou na cadeira afrente do piano e passou os dedos pelas teclas do mesmo. Olhou para  cadeira do seu lado onde tinha deixado o casaco de Jellal pendurado e o encarou por um tempo, havia esquecido de entregar para ele,  mas também ela havia corrido dele, sério ela correu dele no meio do caminho. Ela se sentiu acoada com a presença de Jellal, então  assim que viu sua casa correu a maratona até ela sem olhar para trás, sim ela fugiu dele sem saber o que a deixou daquela forma afinal ele não fez nada demais, o incrível foi que ele não a seguiu ou bateu em sua casa depois que fugiu, ele apenas tinha ido embora.

          Ela começou então a tocar uma música que tinha feito a um tempo atrás no piano, ela sentia que combinava com o momento que estava vivendo. ( Autora : Coloquem a música agora para tocar, está nas notas), ela ouvia a música saindo e acabou se  sentindo a paz interior a completar, sorria conforme escutava as notas saírem do piano, começou a ver as imagens  na sua cabeça do dia que  ela viveu, das pessoas boas que conheceu, e uma em especial se destacava entre elas, essa pessoa  que se destacava era Jellal, não sabia por que pensava nele, ela o odiava! Porém, se sentia confusa, por que ele se preocupou com ela? Por que não foi cobrar seu casaco com ela? Por que não demostrava que a odiava também? Eram tantos por que, então ela apenas deixou a música ocupar sua mente como deveria...Precisava da música, era a única que a salvava da realidade.

           DIA SEGUINTE

Natsu On

​             Eu estava indo para a escola que nem um zumbi, acho que o pessoal de The Walkig Dead me deixou fugir por engano por meu deus, tá difícil ficar em pé hoje! Estava bocejando muito quase parando para dormir com o mendigo que via na praça,  assim que cheguei na escola andei quase caído pelos corredores da escola, tropecei várias vezes, então para completar minha falta de sorte com o sono um ser humano do capeta resolve pular nas minhas costas e me abraçar, essa pessoa está pedindo para morrer:

-Ohayo Natsu!- ah não! Era a Lucy, droga ela não vai mesmo largar do meu pé esse ano.

-O que você quer?- falo irritado sem olhar para ela, bocejei logo em seguida.- Veio me incomodar logo de manhã?

-Não, só  vim te dar um oi mesmo.- ela disse rindo de mim.- Oi.

-Oi.- falo bufando e revirando os olhos.- Estou com sono, não vê?

-Sim eu vi.

-E  por que veio me incomodar então?- digo bem irritado

-Sei lá, deu vontade.- ela disse saindo de cima de mim e andando do meu lado animada, já estou me acostumando com isso.

-Não veio com suas amigas?- pergunto de bobeira coçando os olhos para tentar espantar o sono.

-Não.- ela nega com a cabeça.-  Elas disseram que tinham que arrumar um monte de coisa antes e vir para cá, provavelmente vão se atrasar pelo que conheço elas.

-Você podia se  atrasar também.- falo grosso, sim vou ser assim por um tempo, afinal ela interrompeu meu estado morto vivo.- Ia ser bom, meu dia ia ser feliz.

-Ahhh Natsu não fala assim.- ela disse fazendo bico.- Eu sei que você me ama.- ela brincando e sorrindo.

-Ha ha, isso nunca vai acontecer.- falo rindo dela como se aquilo fosse piada, ela tinha pirado mais ainda, a maconha está fazendo os efeitos nela.- Loirinha, isso é uma coisa impossível, não se ache tanto okey?

-Está bem, só não venha depois até mim falando que eu estava certa viu?- ela disse doce e sorrindo.- Pois normalmente eu estou certa, acredite.

-Pode apostar que dessa vez não está.- falo sério olhando ela fixamente.- Isso eu asseguro.

-Sabe Natsu?  O futuro é um mistério Natsu.- ela disse me olhando calma.- Fica a dica!

 

                   


Notas Finais


Link da música do piano.

https://www.youtube.com/watch?v=HmXAckZsXeM

PS: Gruvia próximo capitulo e depois disso vai se passar um tempo que eles conheceram, ou seja, eles vão estar mais amigos...


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