História CRAZY MINDS - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Possessão!!!


Fanfic / Fanfiction CRAZY MINDS - Capítulo 10 - Possessão!!!

Eu abri meus olhos e não pude ver nada, tudo estava embaçado. Lentamente minha visão foi voltando ao normal. Eu estava em uma sala muito iluminada, preso em uma cadeira de ferro, minhas mãos e pés estavam amarrados, minha cabeça imóvel por um cinto de couro.

Simon estava suspenso, de cabeça para baixo sobre uma piscina com gelo, ele ainda estava desacordado, quando dois enfermeiros e um homem com um terno preto entraram na sala, eu não podia falar por estar amordaçado.

H. De terno- Meu nome é Dr. Silas. (Disse ele com uma voz sarcástica).

Dr- você sabe porque o senhor está aqui Sr.German? (Sobrenome de José)

Eu olhava para aquele homem, com meus olhos arregalados, eu suava sem parar, eu só conseguia pensar no Simon, a culpa de estarmos ali era toda minha.

Ele tirou a amordaça dá minha boca, e eu finalmente pude falar.

José- Quem é você? (Disse com voz trêmula)

Dr- Eu sou o dono desse lugar!!!

José- O que você vai fazer com a gente?

Dr- vocês invadiram uma área proibida desse lugar Sr. German, agora vão ter que arcar com as consequências. Vocês viram algo que deverá ser apagado de suas mentes.

Ele colocou a amordaça novamente na minha boca, e me deu um tapa muito forte no rosto, olhou para os enfermeiros e disse.

Dr- Apague a memória.

Logo Simon acordou e começou a se debater, como um peixe quando é fisgado. Um dos enfermeiros injetou algo em minha veia do pescoço enquanto o outro afogava o Simon naquela piscina de gelo. Os músculos do meu corpo começaram a se contorcer, aquilo me causava uma dor insuportável, eu não podia gritar e nem me mover. Quando Simon estava quase desacordado o enfermeiro tirou ele dá corda e o amarrou em uma cadeira, que começou a lhe dar várias descargas elétricas.

Eu só conseguia pensar, que aquilo era tudo culpa minha, Simon não havia feito nada para estar sofrendo daquele jeito, a dor em meu corpo era insuportável. Quando finalmente apaguei.

Acordei em um quarto muito sujo, eu estava deitado em um colchão muito fino, aquilo fedia muito, havia somente uma fresta por onde passava a luz, eu já conseguia me mexer. Eu acho que eu apaguei por alguns dias. Eu estava sem noção de tempo, não sabia se era noite ou dia; de repente alguém passou por baixo dá porta um pedaço de espelho. Acho que a pessoa que me deu aquilo queria que eu cometesse suicídio.

Peguei o pedaço de espelho e olhei meu reflexo, eu estava com a cabeça raspada, ao redor dos meus olhos estavam escuros, meu rosto estava magro, nem mesmo eu estava me reconhecendo. Senti uma forte pontada na barriga e meu estômago roncou, eu estáva faminto. Por um momento pensei em comer alguns ratos que me faziam companhia ali. Com o pouco de fôlego que me restava comecei a “gritar”

José- Tem alguém aí? (Disse com voz rouca). Eu tenho fome, por favor, preciso comer.

Logo em seguida alguém abriu uma janelinha que tinha na porta e me deu aquela meleca branca que comíamos no café da manhã, almoço e jantar.

Eu fui pra cima daquele prato de meleca como um porco vai para a lavagem, mas naquele momento, aquela meleca era como um prato suculento de macarronada; foi o melhor prato de meleca que eu já tinha comido. Após comer, senti um aperto no coração, onde Simon estava? Será que ele estava sofrendo como eu ?...

Me sentei naquele colchão fino e fedorento e comecei a chorar pensando no que Simon poderia estar passando; comecei a pensar comigo mesmo. Porque eu estava chorando por ele e não por alguém dá minha família?, Eu conheci ele apenas a alguns dias atrás, como posso sentir algo tão forte.

Não sei dizer se eu chorei a noite ou o dia todo, eu não tinha ideia de tempo, só sei que chorei muito. Me deitei e comecei a pensar nos braços de Simon me envolvendo para dormir, aquele corpo gelado de defunto encostando no meu, e novamente me debulhei em lágrimas.

O tempo passava e passava, eu andava de um lado para o outro e nada acontecia, as vozes não falavam mais comigo, eu não tinha mais sonhos quando dormia. Eu até senti falta do espírito dá menina que me assombrava, a solidão e o silêncio daquele lugar me fizeram enfim, enlouquecer.

Por horas e horas eu gritava, chamava pela minha mãe, gritava pelo Simon; Até que resolvi de vez por um fim no meu sofrimento.

Peguei aquele pedaço de espelho e quando fui em direção ao pescoço eu ouvi alguém do outro lado dá porta.

Alguém- Você vai mesmo fazer isso?

Eu corri em direção a porta, aproximei meu ouvido e disse.

José- Quem está aí?... Por favor me responda.

Era uma voz feminina.

Alguém- E incrível ver que você ainda sabe falar.

José- Como é seu nome? Você está aí a quanto tempo?

Alguém- Me chamo Phoebe.

José- Você está aí a quanto tempo Phoebe?

Phoebe- Estou aqui a mais tempo do que você imagina. Eu vi quando te trouxeram pra cá, você estava desmaiado e mole feito uma fruta podre; até que foi engraçado,... Eu sabia que você não ia ficar em silêncio por muito tempo.

José- Você está aí a todo esse tempo, porque não falou comigo antes?

Phoebe- eu estava esperando o momento certo pra falar com você.

José- Você é um espírito Phoebe?

Phoebe- não sou não, por incrível que pareça ainda estou vivíssima.

José- como você conseguiu me ver chegando?

Phoebe, me explicou, que de algum modo, ela conseguia projetar sua alma para fora do seu corpo e além disso possuir outros. Também me disse que ela estava encarnada em um rato quando eu cheguei, por isso ela conseguia me ver. Havia pessoas ali em baixo, com alguns dons Mais que especiais, phoebe era uma dessas pessoas. 

Depois de horas conversando com ela, me veio a ideia.

José- Phoebe, eu posso te pedir uma coisa?

Phoebe- quer que eu vá ver se seu amigo está bem?

José- como sabe que eu ia pedir isso?

Phoebe- Por que você não parava de chamar por ele. Como ele é?

José- Ele e branco, tem cabelos lisos e escuros...

    Phoebe possui o corpo de uma pequena mosca e foi a procura de Simon.



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