História CRAZY MINDS - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Enfim companhia!!!


Fanfic / Fanfiction CRAZY MINDS - Capítulo 4 - Enfim companhia!!!

O enfermeiro me pegou pelo pescoço, como se estivesse carregando um cachorro, o lugar onde estávamos era em meio a uma floresta. Jamais em meus 18 anos vividos eu tinha ouvido falar naquele lugar assombroso.

Era como se fosse uma enorme mansão, havia algumas pessoas no jardim, andando de um lado para o outro com os ombros caídos e olhando para o chão como se estivessem possuídas por entidades que não permitiam que entrasse nem sequer uma gota de felicidade nelas. Tudo era tão frio e sombrio naquele lugar.

Entrei por uma imensa porta de madeira, lá dentro tinha um enorme corredor, que levava até um recepcionista.

Recepcionista- Qual a doença do garoto?

Enfermeiro- Esquizofrenia... O garoto e pirado dá cabeça como o avô era. A mãe dele resolveu interna-lo antes que ele acabe matando a própria família.

Eu olhei assustado para o enfermeiro e comecei a dizer em voz alta.

José- *ISSO É MENTIRA, MINHA MÃE NUNCA FARIA ISSO COMIGO. ME DIGAM O QUE ESTA ACONTECENDO!!!

EU QUERO RESPOSTAS, EU NUNCA FIZ MAU A NINGUÉM.

Enfermeiro- se sua mãe nunca faria isso com você! Porque está aqui Agora amarrado em uma camisa de força garoto?!

...

Como pode minha mãe ter feito aquilo comigo? Só aconteceu uma vez e ela já me interna como se eu fosse algum tipo de louco...

Logo o enfermeiro me leva pelos corredores daquele lugar, até um quarto e remove aquela maldita camisa de força que estava me incomodando tanto. Havia um garoto aparentemente magro, com cabelos negros como as penas de um corvo em cima de uma cadeira olhando pela pequena janela quadrada para o lado de fora.

Enfermeiro- É aqui que você vai ficar.

José- Quem é esse garoto?

Enfermeiro- Ele será seu companheiro por um longo tempo, é melhor se acostumar. E também tomar cuidado, porque ele pode tentar te matar a qualquer momento... Hahaha

O garoto se vira e pula dá cadeira para o chão...

Garoto- Meu nome é Simon, e aquilo que ele falou não passa de uma mentira, mesmo se eu pudesse, eu nunca tentaria te matar.

José- porque está aqui nesse lugar.? Porque está falando comigo?

Simon- faz muito tempo que eu não vejo outra pessoa além dos enfermeiros que entram no meu quarto para me dar várias agulhadas. Estou aqui desde quando eu tinha 8 anos.

José- E quantos anos tem agora?

Simon- 17. Como é seu nome?

José- me chamo José.

Simon- Esse realmente é seu nome? ( Disse Simon ironicamente )

José- Tire sarro de mim mais uma vez, pra você ver o que vai acontecer com você!!!

Simon- Desculpe, enfim. Qual foi a doença que eles disseram que você tem?

José- isso realmente interessa pra você?

Simon- Claro que sim. Como é que eu vou viver com alguém que eu não sei o que se passa na cabeça ( sendo irônico novamente )

José- você é sempre assim? Chato!!!

Simon- eu vivo sozinho a anos nesse quarto, é bom ter alguém pra conversar...

José- Eu não vou ficar aqui por muito tempo, minha mãe vai vir me buscar.

Simon- Você realmente acredita nisso?. Agora me diz qual a doença que eles puseram em você?

José- Eles disseram que eu sou esquizofrênico.

Simon- então você realmente acredita que sua família vai sentir falta de você? Desculpe dizer mas eles te abandonaram para morrer aqui meu caro amigo José

Aquelas palavras que Simon acabara de me dizer, trouxeram um sentimento de fúria, e agarrei em seu pescoço o pressionando na parede e ficando cara a cara com ele.

José- você nunca mais diga isso! Eu vou sair desse lugar, querendo ou não minha família vai sentir falta de mim e alguém vai me tirar desse lugar.

 Simon só acenou com a cabeça me olhando com aqueles olhos azuis que já estavam se enchendo de lágrimas pela falta de ar, eu o soltei e ele caiu ajoelhado no chão. Ele se levantou com a cabeça baixa e foi pra uma cama do lado esquerdo do quarto e se deitou virado para a parede.



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