História CRAZY MINDS - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - O plano


Fanfic / Fanfiction CRAZY MINDS - Capítulo 9 - O plano

No outro dia as 6:30 Da manhã.

Todos os dias no mesmo horário, aquele maldito guarda passava nos corredores assoprando aquela porcaria de apito. Já fazia 3 dias que eu estava ali naquele lugar sem nenhuma visita dá minha família.

Como nos outros dias, Levantamos, arrumamos a cama, fomos para a porta, a velha enrugada com cara de quem estava possuída entregou as toalhas, tomamos banho, fomos para o saguão e logo iniciamos o plano.

Simon foi ate a mesa onde os irmãos malucos estavam sentados. Não sei o que Simon fez, mas de repente um dos irmãos agarrou o pescoço do outro e logo as cadeiras começaram a voar, alguns internados começaram a gritar e os enfermeiros que guardavam a porta foram separar a briga.

Rapidamente, Simon e eu saímos de fininho do saguão, por sorte não havia mais ninguém naquele andar, não tinha nenhum guarda por ali.

Saímos correndo pelo corredor, para ir ao andar de baixo, tínhamos que passar pela frente dá recepção, para nossa sorte o recepcionista estava sentado na cadeira, dormindo e roncando feito um porco.

Nós abaixamos e fomos engatinhando até a outra porta, que nos levaria aos andares de baixo. No meio do caminho, fiquei olhando para a porta que levava para o lado de fora, eu podia sair correndo Dalí, era minha chance de fugir daquele lugar. Simon estava engatinhando na minha frente.

Simon- Ei, vamos logo (falou cochichando). O que você está olhando? Vamos...

O meu maior desejo naquele momento era sair daquele maldito lugar, mas olhei para os olhos do Simon e não tive coragem de abandonar ele ali, se fosse pra fugir eu iria leva-lo comigo.

Prosseguimos engatinhando, finalmente atravessamos a porta que nos levaria ao andar de baixo.

Havia uma escadaria, ao fim dela só podíamos ver uma luz amarela ,fraca e piscando sem parar. Descemos e ao fim tinha uma porta muito grossa com uma placa escrito “SOMENTE PESSOAS AUTORIZADAS”. Para o nosso azar estava trancada, eu não tinha pensado que seria meio óbvio ter uma porta ali e ela estar trancada.

Jose- Droga e agora o que vamos fazer? (Disse sussurrando)

Quando Simon de repente mexeu na fechadura e a quebrou, como se aquilo fosse algo normal.

Simon- Pronto, agora está está aberta.

José- C-como você conseguiu fazer isso? (Disse com olhar de espanto).

Simon- Eu não sei.

Entramos, eram vários corredores, alguns levavam pra outros corredores, mas outros apenas para lugar nenhum.

Andamos de um corredor para o outro. Realmente eu não sabia que aquele lugar poderia ser tão grande, quando senti algo tocar o meu ombro e sussurrar “ É POR AQUI “. Levei um susto e meu corpo se arrepiou e congelou naquele momento.

Simon- você ouviu esse sussurro? Eu não entendi o que ele disse.

José- Sim eu ouvi e agora estou arrepiado de medo. Ei Simon, eu posso segurar sua mão?

Simon- Porque?

José- você não sente medo? Você de repente escuta uma voz vindo do nada e não tem medo?!!!

Simon- Eu tenho um pouco sim, mas eu escuto essas vozes desde quando eu era apenas uma criança, então acho que já me acostumei. Pode segurar minha mão sim.

Segurei a mão do Simon, e segui para o lugar onde a voz disse que era pra ir. Novamente escutamos, “venham por aqui”, agora a voz já estava mais suave e fácil de se ouvir, mas continuava terrivelmente assustadora. Seguimos e chegamos a mais uma porta. Eu me aproximei e coloquei meu ouvido, do outro lado eu consegui ouvir alguns gritos baixos, achei estranho não ter nenhum enfermeiro ou segunças por perto.

Simon com a sua força, realmente bizarra e até assustadora, quebrou a porta e a abriu, o que vimos foi algo que eu não desejo nem ao meu pior inimigo, eu cai assustado para trás. Meu corpo se congelou e eu não conseguia falar. Já Simon agiu como se fosse normal ver aquilo.

Haviam vários corpos em decomposição, pendurados no teto e alguns esqueletos, os ratos comiam a carne podre daqueles corpos, tinha alguns em cima de umas mesas de mármore. Pelo estado daquelas pessoas, elas tinham sido assassinadas a poucos dias, mas o que mais me surpreendeu, foi algumas cabeças de crianças dentro de potes de vidros. O que era aquilo?, O que era aquele lugar?

Eu me levantei, olhei para o Simon e ele estava paralisado olhando para a porta pela qual havíamos entrado.

José- O que foi Simon?

Simon- *FUDEU CARA*

  Olhei para trás e tinha dois guardas e dois enfermeiros com seringas, com aquele líquido amarelo prontos para injetar em nossas veias, tentamos lutar contra eles, quando senti a agulha entrar no meu pescoço. Na mesma hora eu me lembro te ter caído de cabeça no chão e visto Simon agonizando por causa do “veneno” amarelo.



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