História Crazy World of Choices - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jacob Sartorius, Magcon
Personagens Jacob Sartorius, Personagens Originais
Tags Adolescência, Colegial, Escolhas, Esporte, Mudança, Musica, Romance, Surpresas
Exibições 26
Palavras 1.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


IMPORTANTE!!!

Genteeee deixa eu me explicar (3 meses sem sinal de vida precisa de um porquê).
No início, eu não tinha tempo. Quando o tempo apareceu, a criatividade foi embora.
Agora pretendo voltar a escrever aos poucos. Me desculpem :(

Capítulo 16 - A Briga


Fanfic / Fanfiction Crazy World of Choices - Capítulo 16 - A Briga

                Ando pelos corredores muito movimentados tentando não perder Ocie e Kalynn de vista. Há líderes de torcida por todos os lados, assim como jogadores de esportes como baseball e futebol americano. Meu Deus, como eu amo os Estados Unidos! Pessoas vão e vem e esbarro em muitos deles. Vários adolescentes me entregaram panfletos de jogos, teatros, competições em geral.

— Que esportes que praticam aqui na escola? — Pergunto, direcionando a pergunta a Kalynn, que acho que entende melhor.

— Você curte esportes? — Ocie se intromete, ansiosa por uma resposta.

—Bom, eu costumava praticar no Brasil — Sinto um vazio quando digo “Brasil”.

— Tem baseball, futebol, futebol americano, rúgbi... Bom, esses dois últimos não têm times femininos.

— E por que alguma garota iria jogar isso? É um esporte suicida — Zomba Oceana, revirando os olhos.

— Continuando— Kalynn lança um olhar fuzilando Ocie— tem também lacrosse, handebol, basquete, vôlei de areia, vôlei de quadra... — Diz, olhando para cima e contando os esportes nos dedos.

— E natação! — Exclama Oceana.

— Pois é, Ocie é uma ótima nadadora. Sempre participando das competições, não? — Kalynn afirma, orgulhosa da amiga.

Sorrio, feliz por elas. Estamos andando pelo corredor do bloco dois. Esta aula foi cancelada para a escola inteira pois estariam anunciando o início dos jogos. Está um calor infernal, mas estou um pouco desconfortável com minha roupa: uma blusa branca e uma jardineira jeans. Meu all star está meio velho e, desde que estava no Brasil, estava querendo comprar um novo. Fico aliviada quando observo a roupa das duas: ambas usam shorts jeans, mas Oceana usa uma blusa azul que mostra um pouco da barriga e Kalynn usa uma regata com uma bermuda jeans.

— Você parece uma banca ambulante — Ri Oceana, olhando para minha mão carregada de bilhetes, panfletos e propagandas. — É isso mesmo que acontece quando você dá trela para esses líderes de time.

— Você pratica alguma coisa, Kalynn? — Indago, olhando um por um os panfletos que recebi.

—Lacrosse conta?

— Se eu ao menos soubesse que esporte é esse...

Ela me encara como se eu fosse de outro mundo. A culpa não é minha se eu não nasci aqui. Não conheço essas coisas nativas.

— É um taco com uma malha solta na ponta. Com isso, o time tem que pegar uma bolinha de borracha e atirar no gol.  Não é MUITO jogado nessa parte dos Estados Unidos, mas sempre há exceções né?

Eu infelizmente não prestei atenção em sua explicação. Um panfleto me prendeu. Achei uma oportunidade maravilhosa de mostrar que sou boa no que faço: jogar vôlei.

—Gi?

— Estão precisando de uma ponteira no time de vôlei feminino da escola. — Digo numa espécie de sussurro.

—O que? — As duas dizem num coro, se aproximando de mim para ouvir melhor. O barulho dos corredores é muito alto devido ao eco então creio que elas não tenham entendido uma palavra sequer.

— Estão precisando de uma ponteira no time de vôlei feminino da escola — Repito mais alto.

— Ahn... você joga? — Os olhos azuis de Oceana me encaram.

—JOGAVA. — Digo, ironicamente.

—Vá fazer um teste! Começam hoje se não me engano. Logo depois da aula— Afirma Kalynn, animada. — A gente fica te assistindo e te apoiando na arquibancada!

— Mas hoje não começavam as aulas extras? — Ocie me lembra e imediatamente tomo a decisão: farei o teste e faltarei ao primeiro “reforço”.

 

...

 

—Você está nervosa?

Eu sempre fui nervosa, ansiosa. Talvez esteja um pouco mais que o normal hoje pois irei mostrar meus talentos para pessoas que nunca vi na minha vida. E se zombarem de mim? Era normal a zoação quando erravam no Brasil. Afinal, cada um torce para um time e sempre irão vaiar. Mas aqui é totalmente diferente. Passarei vergonha.

—Um pouco. — Respondo Kalynn. Estou insegura com essa roupa. Um short tradicional de vôlei (que considero muito curto) e uma regada branca.

— Relaxa, a gente vai estar lá na arquibancada gritando seu nome! — Ocie abre um enorme sorriso e aponta em direção às grandes arquibancadas de concreto onde há muitas pessoas. Mas uma delas se destaca: Jacob. O pior (ou melhor, não sei ainda) é que ele está olhando para mim.

Pisco, mas ele continua ali. É real. Abre-se um enorme sorriso em seu rosto, o que o deixa ainda mais bonito. O mundo desaparece e só existe nós dois. Ele levanta as mãos e cruza os dedos, me desejando boa sorte. Eu apenas sorrio, mas sou tirada desse suspiro quando muitas meninas começam a esbarrar em mim. Viro-me para a direção delas e percebo que estão entrando na quadra. As sigo e tento não olhar para ele novamente, caso contrário eu me desconcentrarei e passarei vergonha. Se todas elas forem fazer o teste, minhas chances são mínimas. Elas são em aproximadamente 20.

 

 

 

— Você me surpreendeu. Mais alguma qualidade escondida? — Viro-me rapidamente para trás. Weston está me encarando com um lindo sorriso. Algumas meninas que treinaram comigo passam por mim e dão sorrisinhos de lado para Weston, o que me deixa furiosa. Mas por que estou assim? Ele não é propriedade privada.

— Weston? — Jacob parece não acreditar no que vê. Ele está atrás de Weston, que se vira imediatamente para vê-lo. Ambos se encaram, fuzilando-se. — Eu não acredito...

— Vai ficar bravo comigo por que encontrei a garota perfeita antes que você? — Weston o provoca, erguendo a sobrancelha num tom desafiador. —Que pena de você, mais uma vez eu cheguei antes. — Suas palavras esmagam Jacob.

— Não precisa ter dó de mim. A única pessoa que temos que ter dó aqui é da Gi, que em breve vai ser só mais uma na sua lista de garotas.

Jacob balança a cabeça negativamente. Intercala o olhar entre mim e Weston. Ele realmente acha que estamos juntos? Eu... não quero magoar nenhum dos dois! Queria tentar intervir, mas não consiguia dizer nada. Estava  inteiramente congelada e cada segundo parece 10 minutos. Eu me arrepiava só de pensa no que poderia acontecer entre os dois. Weston estava prestes a voar em Jacob quando Kalynn aparece.

— Weston!!! — A voz de Kalynn quebra o gelo do momento. Ela aparece atrás de mim, incrédula. Provavelmente, essa cena possa ser um pouco perturbadora para Kalynn e Ocie, já que elas não sabiam que eu conhecia os dois. Ambas estavam de queixo caído, incrédulas.

— Kalynn, agora não posso, tenho que resolver uns assuntos aqui. — Dizendo isso, vira-se para trás e dá um soco certeiro no rosto de Jacob.

O mesmo vai para trás por causa do impulso, levando as mãos ao nariz. Enquanto isso, uma roda se formou em volta dos dois. O pior foi que me deixaram lá no meio também. Incontáveis celulares filmavam o ocorrido. Jacob abaixa a cabeça e tira as mãos do nariz, olhando-as. Suas mãos, cobertas de sangue, o faz erguer a cabeça. Fuzilou Weston com o olhar e apenas gritou:

— BABACA!

No mesmo segundo, Jacob correu e chutou o peito de Weston, o que o fez soltar um grito espantoso. Weston voou ao chão, aos pés de inúmeras pessoas, que gritavam sem parar “ Briga! Briga! Briga! ”. Apesar de minha garganta doer de tanto gritar, minha voz era insignificante no meio de tantas outras que gritavam o oposto de mim. O loiro se apoiou no chão, levantou rapidamente e lançou um olhar infernal a Jacob que estava  a poucos metros a sua frente. Apenas ergueu a cabeça e correu na direção de Jacob outra vez. 


Notas Finais


COMENTEM PLS!
Fiz um capítulo maior e melhor hoje.
Espero que tenham gostado.
Comentem o que acharam, isso me incentiva muito <3


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