História Creatures - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A história começa agora.

Capítulo 2 - I. O Início


''A chuva caia como canivete sobre meu rosto.

Pessoas vestidas de preto passavam rapidamente pelas ruas.

Esse foi o resultado do maior ataque que as Criaturas fizeram nós últimos 200 anos.

Uma guerra que levou a vida de milhares de pessoas.''

(Três anos atrás)

O dia estava bonito: céu azul com poucas nuvens e uma brisa maravilhosa de verão. Metropolis mais uma vez estava deslumbrante.  Estava saindo da academia quando ouço alguém me chamar.

-Rose!

Reconheci a voz sendo do meu amigo Dree. Seus cabelos negros balançavam a leve brisa e seus olhos dourados estavam mais reluzentes que o normal. Nos conhecemos na quarta série, quando tivemos que montar uma maquete do Castelo. Desde então nós tornamos amigos inseparáveis.

-Ah Dree! O que foi? Esqueceu o estojo de novo? Ou dessa vez foi a mochila? - Perguntei, brincando com ele.

-Não tem graça!! Só porque eu esqueci meu estojo umas sete vez não há motivos para fazer piada de mim! - Disse fazendo biquinho de cara fechada. Que fofo.

-Tá,  então o que foi?

-B-Bem...é que...

-que...?

-Vocêquersaircomigomaistarde?!- ele perguntou em uma velocidade que eu achei que fosse impossível para um ser humano. Sinistro.

Levei um tempo para decifrar o que ele estava dizendo.

-Hum ok. As 18hr ?

-As 18hr.

Chegando em casa, avisei para minha mãe que iria sair mais tarde. Ela estava sentada em sua poltrona na sala bordando alguns tecidos, ela tinha a aparência calma e serena, não era de se irritar fácil. Meu pai não estava mais com a gente.

Meu pai trabalhava com administrador de uma fábrica de carros no Destritos da Favelas. Há cinco anos atrás, uma epidemia se desencadeou por lá, tiveram que isolar a área junto com aqueles que estavam infectados, que logo após poucos dias acabaram morrendo, um deles foi o meu pai.

Subi as escadas pulando um degrau a cada passo, entrei na segunda porta do corredor no qual haviam 3. Abri o armário visualizando a bagunça que lá se encontrava. E mentalmente vendo cada peça, e fazendo combinações de roupa que estava embolada uma com as outras para caber dentro armário. Peguei uma calça jeans escura e uma blusa de alças , eu levaria uma jaqueta caso resolvesse esfriar . Meu celular vibrou no bolso de trás indicando uma nova mensagem.  Era de Dree e dizia '' Vou te esperar na entrada do parque ''  sorri lendo a mesma . Peguei minha toalha de banho com desenhos de flores, fui ao banheiro e tomei um banho um pouco demorado pois lavei o cabelo .

Desci as escadas avisando a minha mãe que estava saindo e me dirigi a estação de trem à caminho do parque.

O parque ficava proximo ao Centro da Metropolis. Chegando lá olhei ao redor procurando um rosto tão bem conhecido por mim . O avistei parado perto das grades, que cercava toda a extensão do parque; com uma calça jeans de  tonalidade escura como a minha e uma blusa de manga longa meio fina branca, com um tênis preto que parecia fazer parte da calça.

Me aproximei sorrindo e acenando, um segundo depois ele já caminhava na minha direção com as mãos no bolso da calça, e com um sorriso discreto no rosto.

- Oi , vamos ? - ele disse inclinando a cabeça em direção a cabine onde se comprava os ingressos do parque.

Após comprar os ingresso fomos em alguns brinquedos, queria deixa, por último, a roda gigante.

Avistei uma barraquinha de tiro ao alvo. Corri até ela, o puxando pelo braço.

- Você vai acabar arrancando meu braço. - disse Dree brincando.

Na barraca, Dree me ajudou a segurar a arma.

- Você deve segurar a arma mais alto, na altura do maxilar.

- Como você sabe? Tem experiência com armas?

- Bem... eu fiz umas aulinhas. Nada de mais.- Ele disse embaraçado.

- Humm.- dei um tiro fora, no proximo acertei em cheio.

- Eehhhh! Acertei! - bulei de felicidade em cima de Dree, que logo ficou vermelho.

- Parabéns mocinha. Aqui está seu prêmio. - disse o dono da barraca me entregando um urso de pelúcia de tamanho médio.

- P-Parabéns, que tal irmos na roda gigante agora?- Perguntou Dree paracendo um tomate agora.

- Sim, claro!

Seguimos até o proximo brinquedo.

Eu adoro a roda gigante porque quando se está no topo dela é possível não só ver a Metropolis, mas também a Elite e o Castelo com seu brilho encantador e Magico.

- É lindo. - disse Dree, admirando a paisagem.

- sim...

- Como você. - Disse ele virando para mim com um ohar carinhoso e com um brilho nos olhos, o fitei corada.

- Dree o q-qu....- vui interrompida por um estrondo vindo do parque, como se uma bomba tivesse acabado de explodir.




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