História Creeping in Your Heart - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Halloween, Terror
Exibições 410
Palavras 6.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite pessoal!
Não consegui postar a fic antes, porque essas duas últimas semanas foram bem complicadas para mim.
Espero que gostem do lemon e do final desta pequena fic que escrevi no calor do momento hbdshfdsdhfd

Tenham uma boa leitura xD

Capítulo 2 - A Presa Perfeita


Fanfic / Fanfiction Creeping in Your Heart - Capítulo 2 - A Presa Perfeita

Tum tum... Tum tum... Tum tum...

As batidas constantes do coração de Chanyeol ressoavam altas pelos ouvidos de Baekhyun, fazendo com que cada passo que o moreno dava em direção à entrada de sua casa fosse doloroso e sufocante.

O imortal conseguia ouvir perfeitamente o barulhinho gostoso que o sangue do ruivo fazia ao percorrer a circulação sanguínea do mesmo e aquele cheiro doce abria o seu apetite e o deixava sensível; louco para rasgar a garganta alheia e se embebedar naquele prazer que começava a consumi-lo.

“Você está bem quieto”, Chanyeol comentou, caminhando ao lado do menor.

“Eu sou alguém de poucas palavras”, Baekhyun respondeu; um imenso alívio inundando o seu ser assim que a pequena chave em suas mãos fez um click sonoro na imensa porta preta que dava para o saguão daquela casa, a mais próxima que havia adquirido do bairro onde ficava o clube em que outrora estavam.

Agora tudo seria as mil maravilhas!

Ele abriria aquela porta, pediria para Chanyeol entrar e na primeira distração alheia, ele enfiaria suas garras na lateral do pescoço do mesmo, de maneira que fizesse o sangue espesso fluir, mas sem matar o mais novo de cara.

E então ele sugaria aquele líquido adocicado bem vagarosamente; saciando-se em ver o pânico e a dor nos olhos castanhos e brilhantes de Chanyeol.

Com a força vital que ele sentia emanar do maior, provavelmente o ruivo duraria por mais ou menos uma hora; tempo suficiente para ele subjugá-lo e torturá-lo fisica- e mentalmente. E quando o brilho desaparecesse dos olhos de Chanyeol, Baekhyun rasgaria o seu peito e comeria o seu coração com ardor sem igual.

Nada poderia dar errado! Seu plano era perfeito!

“Pode entrar”, disse, contendo o riso ensandecido que queria escapar de seu âmago. “Sinta-se como se essa casa fosse - Uhhggnn!”

Impedido de concluir suas palavras, Baekhyun arregalou os olhos assim que seu corpo foi prensado fortemente contra a porta e sua boca atacada fervorosamente pelos lábios de Chanyeol.

Ele sentia o piercing da língua alheia pressionando-se contra a sua própria língua... Sentia os dentes do ruivo roçando sem cuidado sobre a carne sensível dos seus lábios, como se quisessem arrancar um pedaço dele.

As mãos fortes e firmes de Chanyeol apalparam sem pudor algum as suas nádegas, aproximando suas regiões íntimas; friccionando-as de tal maneira que Baekhyun revirou os olhos em deleite.

Era a primeira vez em muitos anos que o moreno sentia não só as suas veias pegando fogo, mas sim todo o seu corpo e principalmente suas áreas erógenas.

O demônio sensual que era subjugado pela fera sedenta por sofrimento e dor parecia querer dar as caras frente àquele beijo tão depravado. Aquele demônio queria abusar e se aproveitar do prazer que Chanyeol poderia oferecer antes de deixar o monstro agir e acabar com a festa.

Com um gemido incontido, Baekhyun voltou a abrir os olhos; o gosto de seu próprio sangue deslizando pela ponta de sua língua e manchando o lábio superior da boca alheia.

“Hnng”, Chanyeol gemeu, passando a língua pelos lábios; seu coração se acelerando e sua pele se arrepiando com o sabor incrivelmente delicioso e diferente do sangue do menor.

Não era a primeira vez que ele se empolgava em um beijo e mordia a boca de alguém até arrancar sangue; mas era a primeira vez que ele notava o qual sensacional era o gosto do líquido vermelho. A ideia de provar mais um pouco daquilo passou rapidamente pelos seus pensamentos, assustando-o, mas ao mesmo tempo impelindo-o a querer mais.

“Você...”, Baekhyun sussurrou; vendo o brilho peculiar de uma fera nos olhos alheios.

“Eu quis morder os seus lábios no instante em que os meus olhos se fixaram na sua boca. Quis saber qual era a sensação de ter a minha língua deslizando pelo seu piercing e os meus dentes puxando o seu lábio apetitoso”, Chanyeol confessou, soltando as nádegas do moreno; adentrando seus dedos pela blusa do mesmo e apertando com vontade a pele da cintura alheia.

“E eu sei que você quer a mesma coisa. Você quer me morder. Quer me causar dor e me levar à loucura. Os seus olhos dizem isso”, ele acrescentou, roçando de maneira provocante a sua boca à alheia; subindo com seus lábios até o lóbulo da orelha do menor, chupando o local de leve antes de sussurrar com uma voz grave: “Está esperando o que pra me devorar?”

Um grunhido alto irrompeu de Baekhyun e seus dedos se firmaram na nuca do mais novo, trazendo o rosto do mesmo pra perto do seu.

Logo a sua língua se chocou com a alheia e ele chupou com vontade o piercing do ruivo; seus caninos crescendo pouco a pouco.

Chanyeol sentiu as presas pontiagudas em sua língua e estava prestes a ver o quanto elas eram afiadas quando Baekhyun se afastou minimamente, apenas para mordiscar os seus lábios e sugá-los com desejo.

As mãos do menor puxaram com força os fios de seus cabelos para trás e não demorou para o ruivo gemer em êxtase ao ter o seu queixo mordido pelo outro.

“Hmmnggg”, Chanyeol gemeu, voltando a esfregar o seu baixo ventre ao alheio.

Mais um grunhido feroz pôde ser ouvido e os lábios de Baekhyun voltaram a se encontrar com seus semelhantes, dessa vez com mais urgência e fome.

Chanyeol aproveitou a empolgação alheia para enfiar novamente a sua língua dentro da boca do moreno, fazendo questão de deslizá-la pelos caninos do mesmo, cortando-a sem querer com o gesto.

Aos poucos o gosto de sangue se fez presente, enlouquecendo um já ensandecido Baekhyun.

O sangue de Chanyeol era muito mais delicioso e quente do que o imortal imaginava. Era adrenalina pura! Aquela ínfima quantidade que Baekhyun estava provando naquele beijo compartilhado já tinha sido o suficiente para encher de energia e vigor a maioria de suas células sanguíneas secas.

Querendo provar mais, o menor chupou com urgência a língua do ruivo; sangue e saliva se misturando e escorrendo pelos cantos da boca alheia.

Raspando os seus caninos pelo lábio inferior do maior, Baekhyun também sugou o sangue que escorreu dali; seu pomo de adão subindo e descendo com rapidez a cada gota absorvida.

Enquanto isso, a mente de Chanyeol estava completamente nublada pelo misto de prazer e dor que percorria o seu corpo. Ele sentia a sua língua sendo chupada como nunca tinha sido antes... Sentia os maus tratos sofridos pelos seus lábios e que causavam pequenos comichões no meio de suas pernas... Sentia os dedos do moreno passeando por seus cabelos e nuca, aproximando-o e afastando-o conforme a intensidade do beijo aumentava e diminuía.

Era difícil não revirar os olhos a cada sugada mais profunda ou a cada mordida mais forte. Até o gosto de seu próprio sangue parecia algo normal, apesar de nunca durar muito tempo em sua boca já que a língua atrevida do menor o lambia com afinco e devoção.

“E-ei c-calma”, Chanyeol pediu assim que o seu piercing quase foi arrancado de sua língua pelos dentes do outro.

Abrindo os olhos, ele os arregalou involuntariamente; um súbito medo se mesclando com a dor e o prazer que sentia.

“O-o que aconteceu com os seus olhos?”, perguntou afoito, encarando o moreno.

Os olhos alheios estavam completamente negros, sem distinção alguma entre pupila, íris e esclerótica. Sangue rubro manchava os lábios do menor, os quais estavam curvados em um sorriso psicótico, mas estranhamente feliz.

Levando a sua boca até os ouvidos do ruivo, Baekhyun sussurrou:

“Eu sou um monstro, se lembra? E essa noite eu te comerei inteirinho, Park Chanyeol.”

Antes que Chanyeol pudesse demonstrar sua surpresa, o mundo literalmente girou e escureceu e ele se deixou levar, apagando completamente nos braços alheios.

 

~~N~~

 

Gemidos.

Gemidos baixos e nada castos podiam ser ouvidos ecoando naquele quarto iluminado por dezenas de velas.

Chanyeol conseguia ouvir nitidamente os gemidos: roucos, manhosos, suplicantes por mais... Gemidos incoerentes, mas carregados de prazer.

Gemidos que pareciam sair...

“Uhnng...”

Seu coração deu um solavanco e ele tentou abrir os olhos; seus batimentos acelerando-se ainda mais ao se dar conta de que era ele quem gemia daquele jeito.

“A-ahhnn...”

Piscando inúmeras vezes, o ruivo não conseguia distinguir o que seus olhos viam; tão pesados estes estavam que não conseguiam se focar nas sombras a sua frente.

O que?’, pensou, sentindo-se cansado; exaurido.

Chanyeol não tinha noção de espaço e tempo. Sua mente parecia nublada, mas ele sabia que algo de anormal estava acontecendo.

Seus braços estavam doloridos e ele não conseguia mexê-los. Seu peito subia e descia tentando nivelar a sua respiração ofegante. Seus joelhos pareciam estar apoiados em algo macio que ele não conseguia reconhecer e seu baixo ventre contraia e descontraia com rapidez devido aos movimentos que ele sabia que seu quadril estava fazendo, mas sobre os quais ele não tinha o mínimo controle.

Era como se todo o seu sangue estivesse se concentrando na região inferior de seu corpo devido a algum estímulo exterior constante e preciso.

Chanyeol se sentia duro, como se tivesse acabado de acordar de um sonho erótico. Mas diferente das vezes em que ele acordava e corria para o banheiro para se aliviar; naquele momento era como se existisse alguma pressão externa ao redor de seu membro, a qual o aliviava ao mesmo tempo em que parecia levá-lo à loucura.

“M-mais”, ele se pegou gemendo e os movimentos de seu quadril dobraram em velocidade, assim como aquela pressão gostosa e molhada ao redor de sua ereção.

Com mais um grunhido de prazer, o maior recobrou o foco e o juízo; seus olhos se arregalando de imediato e sua língua deslizando inconscientemente pelos seus lábios ressecados assim que se deu conta do que realmente estava acontecendo.

O moreno dos piercings, o estranho e perfeito Monstro que o provocara e o enlouquecera, estava completamente nu lhe chupando com afinco, enquanto ele, também nu, arremetia o quadril na direção daquela boca tão gostosa, penetrando-a com rapidez e extrema vontade.

Chanyeol conseguia ver o seu pênis deslizando para dentro e para fora da boca alheia, assim como a língua afoita do moreno envolvendo toda sua extensão. Ele sentia o fundo da garganta do menor ao redor de sua glande, além do exótico piercing labial alheio raspando dolorosamente a cada movimento de vai e vem. E era aquilo, o maravilhoso misto de dor e prazer, que o fazia arfar e gemer pedindo por mais.

“E-eu... Hmmmm... E-estou quase...”

No mesmo instante, o moreno se afastou e sorriu; seu olhar se cruzando com o de Chanyeol, o qual engoliu em seco.

Os lábios do menor estavam tão vermelhos e molhados que Chanyeol os queria imediatamente de volta ao redor do seu pênis; chupando-o enlouquecidamente.

Como se lesse sua mente, o estranho voltou a abocanhar a sua ereção, mas dessa vez limitando-se a sugar apenas sua glande inchada e avermelhada, da qual um pré gozo ralo já escorria sem parar.

Chanyeol queria levar suas mãos até os cabelos do rapaz e entremear seus dedos naqueles fios negros e macios para descontar as sensações ímpares que sentia, mas parecia que suas mãos estavam presas a algum lugar; situação que só não o frustrou, porque ele sentiu a língua alheia pressionando-se fortemente na fenda de sua glande, deslizando de cima para baixo e de baixo para cima pelo local.

O ruivo poderia ter aguentado um pouco mais, entretanto os caninos alheios roçaram deliciosamente pela sua glande; movimento que o levou ao êxtase e o fez gemer de tesão e choramingar de dor. Seu sêmen jorrou para dentro da boca alheia, a qual permaneceu grudada ao seu falo sugando-o até a última gota.

Baekhyun havia se esquecido do quão era bom provocar tal prazer em alguém. O coração de sua presa batia acelerado e o cheiro do sangue do mesmo estava mais doce do que quando o imortal o havia encontrado no clube horas atrás.

A cara de satisfação e êxtase de Chanyeol somado ao seu cheiro e ao barulhinho gostoso de seu sangue fizera com que o moreno ficasse sexualmente excitado depois de anos de privação.

Desgrudando-se do falo do mais novo com um barulho molhado e alto, Baekhyun lambeu os lábios e se ajoelhou na cama.

Seu indicador traçou um caminho imaginário pelo corpo de Chanyeol, começando pelo abdômen alheio, passando pelo peitoral definido até alcançar o pescoço e o queixo do mesmo, o qual ele segurou fazendo com que o ruivo o encarasse.

“Quer mais?”, perguntou, deslizando sua língua pelos lábios entreabertos do maior. “Ou quer sentir algo ainda melhor?”, insinuou, mordendo devagarinho o lábio superior alheio.

Chanyeol gemeu; ainda sensível devido ao delicioso orgasmo que tivera. Tentando novamente movimentar os braços, ele sentiu uma dor pungente em seus pulsos.

“Bobinho”, Baekhyun riu; soltando o queixo alheio com força. “Você é tão ingênuo, Park Chanyeol”, cantarolou, ignorando o olhar surpreso do maior pra si.

Ficando em pé, ele cruzou os braços e apreciou a visão que tinha: o ruivo de joelhos sobre os lençóis de seda brancos de sua cama; seus braços afastados e amarrados pelos pulsos a uma barra horizontal de aço pendurada firmemente ao teto. Gotículas de suor escorriam pelos ombros do mais novo e os cabelos do mesmo estavam bagunçados lhe deixando com uma aparência selvagem e ainda mais sensual.

O imortal voltou a lamber os lábios ao imaginar quantas coisas deliciosas poderia fazer com aquele corpo, acorrentado ali ao seu bel prazer.

“Eu não... sou... ingênuo”, Chanyeol respondeu, erguendo seu rosto e encarando o menor. “Eu sabia... muito bem... o que... poderia me acontecer...se lhe seguisse...”, acrescentou. Sua respiração ainda estava ofegante e ele sentia arrepios percorrerem sua pele devido à maneira com a qual o moreno lhe comia com os olhos.

“Hmmm... Você é corajoso, não é mesmo? Achei que perguntaria como eu sei o seu nome ou por que está amarrado desse jeito em um lugar desconhecido”, Baekhyun sorriu; voltando a se ajoelhar na cama e a se aproximar do maior. “Ou melhor ainda: o que eu pretendo fazer com você agora que você está preso em meu domínio”, afirmou; levando seu indicador e dedo médio até a veia jugular no pescoço alheio, a qual o hipnotizava com sua pulsação acelerada.

Para espanto do imortal, Chanyeol riu.

“Para que perguntar algo... que você já me respondeu?”, o ruivo questionou; sustentando o olhar que o moreno lhe lançara. “Você é um monstro, certo? E disse... que irá me comer inteirinho essa noite... Eu só espero sentir a dor e o prazer que você me prometeu... Algo ainda melhor do que o maravilhoso oral que você acabou de me proporcionar”, sorriu.

Baekhyun pôs-se a rir; seus olhos ficando mais uma vez totalmente negros.

Chanyeol sabia que estava à mercê de alguém inumano; de um assassino frio e com sede de sangue. Ele sentia isso em seu âmago: o medo incoerente ao olhar para os olhos enegrecidos do estranho; o arrepio frio de um mau pressentimento; a incerteza de que sobreviveria àquela noite. Entretanto, ele estava disposto a ser a vítima perfeita se pudesse sentir mais uma vez o seu coração acelerado e uma imensa dose de adrenalina em suas veias... Se pudesse ter aqueles lábios, caninos e língua deslizando pelo seu corpo.

“Eu sei o que você está pensando, Park Chanyeol”, Baekhyun murmurou; encostando bem devagar sua boca na orelha alheia. “Não se arrependa de sua escolha quando estiver gritando e gemendo desesperado por misericórdia e piedade”, declarou.

“Se gemer por misericórdia for o suficiente pra te deixar ainda mais duro do que você está... Bem... Eu gemerei com todo o prazer”, Chanyeol comentou; virando seu rosto rapidamente e conseguindo um selinho daqueles lábios fartos antes do menor se afastar.

Baekhyun não podia negar que a cada minuto que passava, o seu falo ficava mais e mais rígido, querendo atenção.

“Gosto da sua atitude”, afirmou com um sorrisinho de canto. “Espero que a mantenha até o final”, confessou.

Logo seus lábios se colaram aos do ruivo e sua língua penetrou aquela boca convidativa e gostosa. Sua mão direita deslizou pela lateral do corpo alheio até o meio das pernas do mesmo; rodeando sem cautela alguma o pênis do mais novo; masturbando-o com rapidez.

“Hmmm q-que delícia”, Chanyeol gemeu contra a boca alheia; seu quadril voltando a se mexer por conta própria e num vai e vem gostoso contra os dedos do imortal.

“Você está louco pra me foder, não está?”, Baekhyun sussurrou; mordiscando com força o lábio inferior alheio; seus olhos negros brilhando devido às gotas de sangue que escorreram pelo queixo do ruivo.

“Está louco pra saber como é fazer sexo com um monstro”, insinuou; deslizando seu polegar pela glande alheia, sorrindo satisfeito pelo corpo de Chanyeol ser tão responsivo às suas provocações.

“Se você continuar me agradando desse jeito Park Chanyeol, poderá sentir o meu interior apertado e quente sufocando pra valer o seu pênis duro e grande”, afirmou; lambendo o sangue adocicado do maior; chupando o lábio do rapaz até o mesmo choramingar e revirar os olhos de dor.

Assim que as batidas do coração do ruivo ficaram deliciosamente descompassadas, Baekhyun deslizou sua boca até o pescoço alheio; seus caninos roçando pelo local sem se atrever a mordê-lo.

“Sua pele é tão cheirosa”, Baekhyun comentou; inspirando o aroma que se desprendia do corpo excitado do jovem. “Quente e macia”, acrescentou, lambendo todo o ombro esquerdo do rapaz ao mesmo tempo em que acelerou a masturbação que fazia nele.

Chanyeol gemeu e virou o rosto de lado, deixando ainda mais à mostra a lateral de seu pescoço ao menor, o qual riu baixinho.

“Calma, Park Chanyeol”, Baekhyun comentou, adorando tudo aquilo. “A hora de eu cravar os meus dentes em você não demorará, eu prometo... Mas primeiro...”, ele sorriu, tateando com sua mão livre por algo sobre os lençóis. “Quero brincar mais um pouquinho com a sua sanidade e com o seu corpo”, declarou.

Com um olhar sádico e psicótico, ele encarou o mais novo, fazendo questão de mostrar ao mesmo um pequeno objeto circular de silicone transparente.

“Espero boas reações de você com esse brinquedinho, meu jovem”, afirmou; olhando de Chanyeol para o anel peniano que mantinha sobre a palma de sua mão.

“Quero vê-lo duro e sem poder gozar enquanto eu me delicio com o resto do seu corpo. Há tortura melhor do que esta?”, perguntou retoricamente, seus olhos brilhando de empolgação.

Sem pestanejar, o imortal aproximou o anel da ponta do falo alheio; deslizando calmamente o objeto pela glande já inchada do ruivo.

Chanyeol gemeu alto com a sensação; um espasmo incontido fazendo o seu corpo todo tremer e o seu baixo ventre contrair.

“Está gostando desse aperto?”, Baekhyun quis saber, movimentando o anel para cima e para baixo pela extensão do pênis alheio.

“E-estou”, Chanyeol respondeu sem rodeios, observando o que o moreno estava fazendo consigo.

“Ótimo...”, o menor afirmou. “Espero ser mais apertado do que esse anel”, comentou, descendo de uma vez só o anel de silicone até a base da ereção alheia.

Chanyeol grunhiu com o aperto incômodo, mas delicioso ao redor de seu membro e com o comentário provocante do moreno.

“T-tenho certeza de que você será muito melhor do que esse brinquedinho”, declarou; louco para se tocar e sentir como seu pênis reagiria ao toque.

“Eu posso fazer isso”, o menor falou, chamando sua atenção ao aproximar seus lábios perigosamente do anel peniano.

Chanyeol gemeu despudoradamente antes mesmo de sentir a ponta da língua alheia deslizando pelo seu membro e os lábios alheios envolvendo sua glande, chupando-a de maneira alucinada.

“Hmmm”, Baekhyun murmurou; as reverberações de seus murmúrios fazendo o pênis do ruivo pulsar e endurecer um pouco mais.

Quando Chanyeol pensou em voltar a movimentar seu quadril na direção da boca do moreno, esta se desgrudou repentinamente de seu falo.

“Tive uma ideia maravilhosa”, o menor confessou, ajoelhando-se na cama.

Chanyeol aproveitou a oportunidade para apreciar o corpo alheio, tão alvo e impecável.

Os mamilos do moreno eram rosados e bem desenhados e pareciam estar durinhos naquele momento. Seu abdômen era lisinho e dotado de algumas pintinhas e os pelos que ligavam o umbigo do mesmo até sua área íntima pareciam um delicioso caminho a ser percorrido por uma língua.

As coxas do estranho eram grossas e fartas, feitas para serem apertadas e Chanyeol sabia que as nádegas do mesmo deveriam ser tão apertáveis quanto.

O pênis alheio não era grande como o seu, mas estava igualmente rígido e o ruivo teve a certeza de que chupá-lo seria algo delicioso.

Chanyeol adoraria ouvir os gemidos do moreno ecoando por aquele quarto.

“O que você está fazendo?”, perguntou de repente, saindo de suas divagações; notando que o menor prendia uma corrente de prata na mesma barra de aço na qual estavam presas as algemas de couro que rodeavam seus pulsos.

“Deixando-o mais ereto”, Baekhyun respondeu, levando a outra ponta da corrente até o anel peniano ao redor da base do falo alheio, conectando-a ao objeto. Não bastasse isso, o imortal envolveu a ereção de Chanyeol com a corrente, dando algumas voltas com o metal pelo órgão do rapaz.

Com um puxão, ele esticou a corrente com tudo, movimento que fez com que o pênis do ruivo fosse espremido, se erguesse e ficasse praticamente reto.

“Ahhhh!!”, Chanyeol gritou desesperado devido a imensa dor que atingiu o seu falo; dor que lhe causou tanto prazer que o fez ter um orgasmo seco já que o anel peniano o impedia de ejacular.

Baekhyun gemeu em deleite com o grito alheio; sua mão direita indo imediatamente até a sua ereção, masturbando-a.

Realmente ele se divertiria muito com o ruivo.

Querendo ouvir mais daqueles gritos e ansiando por saborear mais do sangue alheio, o menor parou de se tocar e se pós em pé, saindo da cama e andando na direção de seus ‘equipamentos de diversão’.

Chanyeol tentou recuperar o fôlego; a sensação daquele segundo orgasmo lhe deixando louco.

A corrente ao redor de seu membro lhe sufocava e ele se remexeu violentamente na tentativa de soltar os pulsos e usar as mãos para parar com aquele sufocamento; arrependendo-se logo em seguida quando o seu movimento brusco fez com que a pressão aumentasse e a corrente deslizasse pela sua glande extremamente sensível; fazendo com que ele choramingasse alto.

Tsc tsc tsc”, Baekhyun murmurou em tom de repreensão, subindo na cama e segurando o queixo alheio com força. “Tentando brincar sem mim?”, indagou, mordiscando o lábio inferior do mais novo; rindo ao sentir a língua alheia querendo adentrar em sua boca.

“Espertinho”, o imortal sorriu e sem delongas mordeu o queixo alheio, passando a distribuir mordidas leves e chupões pelo pescoço e pelos ombros do maior.

A vontade de rasgar aquela pele macia e cheirosa e banhar-se em sangue era imensa, mas Baekhyun tentava dominar o seu coração feroz na esperança de saciar o seu corpo que pedia por prazer.

Deslizando o polegar pela aréola direita do mais novo, ele roçou sua unha afiada pelo mamilo do jovem, fazendo um pequeno corte no bico durinho.

Uma gota rubra logo se formou no local.

Fazendo o possível para não encostar na corrente presa à área íntima do ruivo, Baekhyun aproximou com cuidado a sua boca do mamilo alheio, abocanhando-o e sugando-o, deleitando-se com o gosto doce de sangue.

Seu braço esquerdo rodeou a cintura de Chanyeol enquanto que seu polegar direito passou a deslizar para cima e para baixo pelo outro mamilo do maior.

Os gemidos baixos e graves do ruivo misturados aos seus choramingos eram como música para o menor.

“M-mais”, Chanyeol pediu, movimentando seu corpo na direção alheia, não se importando mais com o repuxar da corrente ao redor de seu pênis nem com o anel que o sufocava e o impedia de gozar. Ele queria os caninos do moreno mordiscando os seus mamilos; queria sentir aqueles beliscões doloridos e o sugar voraz. “M-me morda mais...”, voltou a pedir.

Acatando inconscientemente as súplicas alheias, Baekhyun mordeu com força a aréola esquerda de Chanyeol antes de pressionar sua língua no mamilo do rapaz.

“Hnngg... E-eu quero muito gozar”, Chanyeol grunhiu, debatendo-se conforme o moreno arranhava o seu outro mamilo, fazendo com que sangue escorresse do mesmo.

O imortal não deixava uma gotinha sequer do líquido vermelho ser perdida; sua língua e seus lábios indo de um mamilo ao outro; mordendo-os, lambendo-os, chupando-os como se sua vida dependesse daquilo.

Querendo mais, ele tateou a cama pelo canivete que pegara minutos antes, abrindo-o e logo fazendo um corte superficial do ombro até a clavícula do mais novo.

“Que cheiro bom”, urrou; levando os seus dedos até o sangue que escorria pela pele alheia; sujando-os com aquele néctar.

“Ahnnnngggg que delícia”, grunhiu; lambendo e chupando os seus próprios dedos; não se dando conta do quão provocativo era aquele gesto aos olhos de Chanyeol.

“Hmmmm”, o ruivo gemeu; sentindo mais uma vez o seu falo pulsar descontrolado. Como ele queria provar aqueles lábios sujos de sangue. “M-me corte pra valer, Monstro”, mandou, olhando sugestivamente para baixo. Ele não sabia se suportaria a dor, mas por um momento desejou ver o rosto alheio lambuzado com o seu sangue.

Captando os pensamentos do ruivo, Baekhyun deslizou o canivete superficialmente pelo abdômen do mesmo; uma quantidade razoável de sangue fluindo como uma fraca cascata.

Claro que Chanyeol gritou; a dor sendo pior do que ele esperava. Entretanto, assim que o moreno passou a lambê-lo, a dor se transformou num prazer indescritível.

“M-mais pra baixo”, ele pediu assim que os dentes alheios roçaram abaixo de seu umbigo.

Baekhyun ergueu o rosto para encarar o ruivo; seus lábios se curvando em um sorriso divertido ao ver o olhar desejoso de Chanyeol para si.

“Você quer ver os meus lábios ensanguentados ao redor do seu pênis duro, não quer Chanyeol?”, perguntou; soltando a corrente que prendia a ereção alheia; ganhando um suspiro manhoso em retribuição. “Quer ou não quer?”, repetiu; aproximando sua boca da glande sensível, assoprando na pontinha.

“Quero muito!”, Chanyeol exclamou; impulsionando seus joelhos e fazendo com que seu falo tocasse aqueles lindos lábios manchados de sangue.

“Atrevido”, Baekhyun rosnou; seu tesão pelo ruivo só aumentando.

“P-por favor, me chup-Ahh isso!”, Chanyeol exclamou, jogando sua cabeça momentaneamente para trás. A sensação da boca alheia novamente envolta de seu membro levava-o ao delírio.

Baekhyun aproveitou o momento de submissão do maior para torturar um pouco mais aquele corpo delicioso que o fazia salivar.

Enquanto usava a sua boca para chupar o falo alheio, ele apertava com força uma das coxas do mais novo ao mesmo tempo em que deslizava suas unhas afiadas por toda pele que conseguia alcançar.

Chanyeol gemia e choramingava sem parar. Ele se excitava a cada arranhada e aperto; a cada sugar...

Ele queria se soltar e tocar o moreno. Queria entremear seus dedos naqueles cabelos negros como veludo. Queria deslizar sua mão pelo corpo alheio até alcançar o pênis do menor, o qual ele masturbaria com afinco antes de chupar como se fosse um pirulito. Chanyeol queria apertar aquelas coxas fartas. Queria se esfregar naquelas nádegas que no momento se empinavam pedindo para serem mordidas. Mas mais do que isso: Chanyeol queria lambuzar o corpo do moreno com seu sangue e fazê-lo urrar de prazer... Queria ser a vítima mais inesquecível daquele monstro que havia rastejado com seu jeito sedutor e sexy para dentro de seu coração.

“P-PORRA!”, gritou, debatendo-se loucamente; seu sêmen saindo num jorro contínuo para dentro da boca alheia assim que o menor arrebentou o anel peniano com o canivete e cravou os dentes em sua glande.

Chanyeol sentiu o ar faltar em seus pulmões.

Ele deve ter arrancado um pedaço de mim’, pensou; seu corpo todo tremendo.

“Hmmm delicioso”, Baekhyun murmurou; seus lábios lambuzados de sêmen e sangue. “Você quase me fez gozar com o seu grito de agonia”, comentou; deslizando os dedos da mão esquerda, também sujos de sangue, pelo próprio peitoral e abdômen.

“Três vezes, Park Chanyeol”, acrescentou, ficando em pé sobre a cama. “Tem certeza de que conseguirá gozar dentro de mim depois de já ter tido três orgasmos? Acho que nem um monstro como eu teria tanta estamina”, desafiou.

“B-bem...”, Chanyeol começou, dando uma pausa. “Meu apetite sexual é imenso. Você só saberá do que eu sou capaz quando me soltar”, declarou.

“Hmm. E se você tentar fugir?”, Baekhyun perguntou; seus dedos roçando em uma das algemas de couro. “Se você fizer isso, eu terei que matá-lo rapidamente, antes da diversão terminar”, confessou.

“Eu não fugirei... Confie em mim”, Chanyeol respondeu; seu coração batendo com a ansiedade de finalmente ser solto.

“Eu? Confiar em um humano?”, Baekhyun brincou, soltando um dos pulsos alheios. “Você tem muita sorte de eu ser um demônio complacente que adora caçar vítimas fujonas e desobe- Hmmnggg”, um gemido manhoso e gutural escapou dos lábios do menor; sua boca sendo praticamente devorada pela de Chanyeol.

O ruivo se erguera no exato instante em que fora libertado e envolvera a cintura alheia com seus braços, puxando o corpo do moreno para junto do seu; roçando suas áreas íntimas e se deleitando em poder sentir a pele macia e extremamente quente do menor colada a sua.

Sua boca afoita se grudou a sua semelhante e ele mordeu o lábio inferior do outro; puxando o piercing alheio antes de soltá-lo e prontamente deslizar a sua língua de encontro a do moreno, o qual gemeu e fincou as unhas afiadas em sua nuca.

Em retribuição, Chanyeol desceu suas mãos até as nádegas do estranho, apertando-as com força, fazendo com que o falo alheio se esfregasse contra o seu.

Em êxtase, Baekhyun passeou com suas mãos pelas costas do mais novo, arrancando sangue do mesmo.

Chanyeol arfou pela dor, separando sua boca da alheia.

“Deixe-me retribuir o prazer indescritível que você me proporcionou até agora”, sussurrou contra a orelha alheia, deslizando sua língua pelo piercing prateado que atravessava o órgão de um lado a outro. “Deixe-me devorá-lo com minha paixão e entusiasmo assim como quero ser devorado pelo monstro que você é”, acrescentou; mordendo o lóbulo alheio até arrancar sangue.

Foi a vez de Baekhyun arfar; seu pênis pulsando de desejo.

“Me devore Park Chanyeol”, mandou; seu corpo se arrepiando devido aos chupões que o ruivo distribuía pela lateral de seu pescoço. “Devore o demônio Baekhyun antes que ele te devore.”

Chanyeol sorriu ao ter conhecimento do nome do moreno.

Lentamente, aproximou sua boca suja de sangue da alheia; gemendo arrastado quando em meio ao beijo, a sua língua foi cortada pelos dentes do demônio.

O sangue de ambos se misturou em suas bocas, fazendo-os gemer.

Aos poucos Baekhyun empurrou Chanyeol para trás, parando apenas quando o mesmo já estava perto o suficiente da cabeceira da cama.

“Sente-se”, mandou, sendo obedecido a contragosto pelo maior, o qual não queria soltá-lo.

Se Chanyeol soubesse o que o demônio estava planejando, com certeza teria se sentado com mais rapidez.

“Vamos ver se você consegue me retribuir”, Baekhyun sorriu, sentando-se no colo alheio; seus joelhos um de cada lado das pernas do maior. Não demorou muito para guiar o falo do mais novo até sua entrada e consumi-lo por completo.

Com o movimento, os dois acabaram gemendo juntos; o gemido de Chanyeol se prolongando pelo aperto gostoso e incrivelmente quente ao redor de seu pênis e pela mordida forte que recebera em seu ombro.

Em meio a sua respiração descompassada, o ruivo conseguia ouvir o barulhinho que Baekhyun fazia ao sugar o seu sangue.

“Ahhh B-Baekhyun... Você é muito mais apertado do que aquele anel... Hmmm... E extremamente quente... É como se você estivesse pegando fogo”, comentou; louco para se movimentar, mas esperando alguma reação alheia.

Com um gemido alto de deleite, Baekhyun parou de sugá-lo. Seus lábios escarlates refulgiam e seus olhos completamente negros brilhavam ao encará-lo.

“É porque o seu sangue é como fogo: ele queima todo o meu corpo e me dá vida”, Baekhyun respondeu, apoiando suas mãos na cabeceira da cama; começando a rebolar sobre a ereção de Chanyeol; gemidos baixos ecoando pelo quarto.

“Fora que isso aqui é muito gostoso”, acrescentou com um grunhido; acelerando os seus movimentos; subindo e descendo e adorando a sensação de ter aquele órgão rígido, pulsante e enorme em seu interior. “Além das minhas veias estarem em brasas, o meu interior não para de se contrair ao redor do seu pênis. É delicioso”, confessou, buscando por vontade própria os lábios alheios.

Chanyeol movimentou sua língua contra a de Baekhyun no mesmo ritmo em que o menor subia e descia sem parar sobre o seu membro.

“Ah... ah... ah... M-minha vez...”, murmurou depois de algum tempo.

Segurando o quadril do moreno, Chanyeol passou a penetrá-lo com mais força; seu baixo ventre se contraindo constantemente e seu falo pulsando a cada penetração mais profunda.

Já Baekhyun gemia contra o ouvido do ruivo; sua mão esquerda apertando fortemente a nuca alheia enquanto que a sua direita se movimentava para cima e para baixo pela sua ereção rígida.

“E-ei...”, Chanyeol ofegou assim que o menor parou com seus movimentos para voltar a rebolar gostosamente sobre si. “N-não me provoque”, pediu; seu abdômen se contraindo devido as mordidinhas que o demônio dava em seu pescoço.

“E-essa fala é minha”, Baekhyun respondeu, deslizando sua língua pelo pomo de adão do mais novo. “E-está sendo bem difícil me controlar com seu sangue fluindo tão rapidamente pelo seu corpo”, comentou, voltando a subir e descer pelo falo alheio.

“N-não se controle”, Chanyeol pediu e até mesmo para seu próprio espanto, ele segurou o rosto do moreno e disse: “M-me devore agora... E-eu posso gozar a qualquer momento, mas quero que isso aconteça assim que você se descontrolar”, confessou.

“Você realmente é único, Park Chanyeol”, Baekhyun sorriu, guiando a mão alheia até o seu membro. “Se você está pronto pra morrer, então me enlouqueça uma última vez”, declarou.

Querendo que o menor se descontrolasse de vez, Chanyeol mordiscou o seu queixo e o masturbou com rapidez, pressionando vez ou outra o seu polegar pela fenda da glande alheia. Rapidamente, ele inverteu suas posições, deitando Baekhyun na cama e o penetrando com toda a força que lhe restava.

“Agora sim... você verá o que é prazer de verdade”, sussurrou no ouvido do moreno; impulsionando o seu quadril com velocidade, atingindo a próstata do demônio ao mesmo tempo em que deu uma mordida ousada no ombro alheio.

Com tantas sensações o enlouquecendo, Baekhyun gozou com um grunhido ensurdecedor e se descontrolou, atacando Chanyeol. Seus caninos rasgaram o pescoço alheio; um jorro delicioso de sangue preenchendo a sua boca assim como o sêmen do ruivo preenchendo o seu interior.

Chanyeol atingiu o quarto orgasmo daquela madrugada, o melhor de todos em sua opinião. Ele não conseguia mais controlar o seu corpo, o qual continuava se movimentando e estocando o menor na busca de se saciar e evitar a dor.

Seu pescoço pegava fogo e ele sabia que gemia e chorava de dor, mas nem seus gemidos e choramingos ele conseguia controlar.

Ele ouvia as batidas de seu próprio coração. Ouvia o barulho que Baekhyun fazia ao engolir o seu sangue.

Pouco a pouco, a dor se converteu em puro prazer e ele segurou com força a nuca alheia, mantendo a boca de Baekhyun em contato com seu pescoço, apesar de saber que aquilo era desnecessário já que parecia que o demônio não o soltaria tão cedo e sim, drenaria sua energia e sua vida até o fim.

“O-obri...gado”, ele sussurrou; sua visão escurecendo e seus sentidos o deixando.

A última coisa que ouviu antes de apagar completamente foi a voz de Baekhyun sussurrando o seu nome:

Park Chanyeol...

 

~~N~~

 

“Hmmm”, Chanyeol se espreguiçou, piscando os olhos diversas vezes antes de focá-los no ventilador de teto cheio de adesivos de esportes radicais.

“Ahn?”, murmurou confuso, sentando-se e dando-se conta de que estava em seu quarto; nu sob os lençóis azuis de sua cama.

“C-como? Não era pra eu estar morto?”, se perguntou; levantando-se com tudo e correndo até o banheiro.

Parando na frente do espelho, ele tocou os locais de seu corpo onde deveriam ter mordidas e cortes, mas nada: nem uma cicatriz ou um roxo. Seu corpo estava perfeitamente normal.

Na verdade Chanyeol se sentia melhor do que nunca: com uma energia enorme e uma fome tremenda.

“Não”, ele sussurrou decepcionado, apoiando as mãos na pia e balançando a cabeça de um lado para o outro. “Não pode ter sido um sonho... Foi tudo tão real e gostoso... Eu... Impossível... Ele tem que ser real! Tem que ser!”, esbravejou; deslizando os dedos de seu pescoço até os seus lábios.

“Eu ainda sinto o gosto dele na minha língua... Sinto o cheiro apimentado que se desprendia daquela pele tão quente... Eu não posso ter imaginado tudo isso! Não posso!”

Arregalando os olhos, ele teve uma ideia.

“Já sei! Vou ligar para o Min e perguntar se ontem à noite eu sai da festa com um moreno cheio de piercings!”, exclamou, voltando para o quarto.

“Meu celular deve estar na jaqueta que eu usei ontem”, comentou, procurando a peça de roupa pelo quarto, localizando-a jogada em cima de uma de suas poltronas.

Ao tatear os bolsos da mesma, encontrou não só o celular, mas sim um pequeno pedaço de papel envelhecido e dobrado em duas partes.

“Ué... O que é-”

Um sorriso esperançoso curvou os seus lábios assim que começou a ler o conteúdo daquela mensagem.

Olá Park Chanyeol

Você deve estar se perguntando o por quê de ainda estar vivo, não é mesmo? Bem... Eu não poderia deixar que a presa perfeita e com o sangue mais delicioso que eu já provei morresse logo no primeiro encontro. Você me saciou de todas as formas possíveis e despertou em mim um desejo carnal que eu não sentia há centenas de anos. Como eu poderia acabar com a sua vida sabendo que posso provar do seu sangue incontáveis vezes? Não posso desperdiçar o líquido quente e doce que percorre as suas veias. Nem poderia dar fim a um corpo tão... Gostoso. Nos veremos novamente, Park Chanyeol. E eu espero que nosso próximo encontro seja tão esplêndido quanto o que tivemos ontem.

ps: da próxima vez, eu quero sentir o piercing da sua língua deslizando por todo o meu corpo coberto de sangue.

Cuide-se...

Do monstro perfeito

Byun Baekhyun

 

Fim.


Notas Finais


E é claro que nosso monstro Baekhyun não mataria uma presa tão perfeita como Chanyeol. Muitos encontros rolarão entre esses dois xDxD
Sadomasoquismo é algo forte e espero não tê-los assustado com esse lemon atípico.

E estou tentando terminar uma oneshot HUNHAN pra postar no dia 31 de outubro (máximo 02 de novembro), mas agora que voltei ao trabalho e estudos, meu tempo ficou curto. Entretanto, se eu não conseguir postar a fic na data que quero, de novembro ela não passa (vamos rezar).

Muito obrigada por terem lido esta 2shot.
Vejo vcs em breve e com HUNHAN <3


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