História Drowning From Inside - Capítulo 4


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Categorias Jeff The Killer, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Demonios, Harry, Historia Reescrita, Jeff The Killer, Personagens Originais, Proxys, Slender, Slenderman, Viniest, Zalgo
Visualizações 193
Palavras 1.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capitulo 4


Corri até uma das janelas, e comecei a enfiar e retirar a foice varias vezes contra as tabuas, repetidamente e colocando toda a força que eu tinha, fazendo vários buracos nas peças de madeira, porem, elas não pareciam que iam cortar a tempo de eu conseguir escapar. Soltei a foice e tentei empurra-las com as minhas próprias mãos, mas elas pareciam bem firmes firmes, por que nem mexeram.

Droga!

Um solavanco no meu estômago se formou quando eu ouvi um baque alto vindo da sala e alguns passos vindo da mesma.

— Haaarry — ele cantarolou animadamente, e pude ouvir um barulho baixo do machado sendo retirado do  seu coldre — Onde você se escondeeeeu? — perguntou, em seguida, começou a assobiar.

Sem sair do lugar, me virei para a porta trancada, e engoli em seco.

Acho que eu tenho um plano, mas não te ho certeza se pode dar certo. Me abaixei e peguei a pequena foice, mais uma vez apertando seu cabo com força. Andei na ponta dos pés até a quina do cômodo que ficava exatamente do lado da porta, e dei um leve chute no chão, o que causou um estalo audível.

Será que vai funcionar?

O assobio estava se aproximando, pelo visto, ele notou o barulho. Ousei a dar outro chute, até que o assobio parou, e seus passos haviam parado; ele estava parado de frente a porta.

Quase gritei de medo ao ver a maçaneta girando violentamente, mas ele ficou empurrando inutilmente a porta, uma, duas, três vezes...

Ouvi ele murmurar palavrão, seguido do som de alguns passos, e ele inspirou bem fundo. Tampei minha boca com a mão livre na mesma hora, pressionando com força os meus lábios, para não emitir nenhum som que fosse. Era possível saber o que ele ia fazer a seguir.

E então, como eu esperava, ouvi a maçaneta sendo golpeada varias vezes com seu machado, enquanto a respiração do dono do machado fica cada vez mais ansiosa e rápida, como se ele estivesse bastante eufórico.

Psicótico desgraçado.

A maçaneta do meu lado caiu no chão e rolou alguns centímetros, retirei lentamente a mão da minha boca, e levei a outra mão ao cabo da foice, levantei-a até a cima da cabeça, preparado para um possível ataque.

Lembre-se, Harry, não acerte a cabeça, só tente deixar ele incapacitado.

A porta estava se abrindo devagarinho, com um rangido prolongado. Puta que pariu.

Então, a silhueta dele apareceu atravessando a porta, pela pouca iluminação, percebi o machado em uma das mãos, porem, ele não estava em guarda, parecia até calmo, sem nenhum pingo de receio que eu pudesse te dar uma espécie de ataque surpresa.

Ele está zombando da minha habilidade de me defender?

. . . . .

E ISSO LÁ É HORA DE PENSAR NISSO?!

Ele estava olhando, menos na minha direção, procurando por minha pessoa atentamente. Essa cena é muito clichê, francamente. Mas bem, boa parte da vida é feita dele.

Abaixei a foice com a respiração baixa, esperando ele se afastar o suficiente da porta. Desisti de tentar acerta-lo, é mais fácil escapar.

Só mais alguns passos, só mais alguns...

Agora!

Dei um impulso com um dos pés e comecei a correr, dando uma curva contra a madeira da porta e atravessando o batente, dando mais uma curva, vendo a porta a poucos metros da minha frente.

Eu consegui!-

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, algo puxou as minhas pernas para o chão, seja o que for, tinha se envolvido firmemente entre as duas; acabei por tropeçar e cair no chão, não pude segurar um gemido de dor ao sentir um dos lados da minha cabeça se chocar contra a madeira.

Virei a cabeça e olhei para as minhas pernas, tentando move-las desesperadamente, sem nenhum efeito-

A janela no final do corredor estava escancarada, as tabuas jaziam no chão, dando um grande espaço para o luar adentra no corredor, me dando mais liberdade de enxergar as coisas.

Um tentáculo longo e negro estava apertando as minhas pernas, comece a seguir a linha de onde ele veio, e então, pude ver seu dono.

Slenderman, o rei dos jogos psicológicos, estava do lado de uma árvore, a poucos centímetros da cabana, mas a distância me dava uma visão perfeita dua sua altura e aspectos sobrenaturais; o tentáculo me segurando saia de suas costas, assim como vários outros, todos balançando como ondas.

É como se a minha voz tivesse sumido, eu não conseguia falar nada, nem produzir nem um ofego de surpresa com a visão a minha frente. O choque foi muito forte.

— Isso é um sonho, tem que ser... — murmurei para mim mesmo, debilmente.

De repente, senti uma sensação de sonolência... e ela é muito forte.

Pude ver o mascarado aparecendo no batente, com os braços cruzados, mesmo sem a visão da sua expressão facial, ele parecia aborrecido, mas observava a cena quieto e atento, como se esperasse alguma ordem da criatura esguia.

- Não tenha medo minha criança, pois em breve, você entenderá tudo.

Ele disse calmamente, usando a telepatia, uma das suas principais habilidades.

E então, tudo ficou preto.

=XxX=

— Hey... Harry? — ouvi uma voz familiar e feminina me chamar, ela parecia distante, mas ao mesmo tempo, parecia muito, muito próxima.

Espera.

Meus olhos estão fechados.

Abri os mesmos lentamente, esperando alguma luz forte que me cegasse ou algo assim, mas minha visão apenas estava embaçada; e a minha frente, havia um borrão cor de pele e um punhado de longos e cacheados cabelos loiros.

— Tamirez? — perguntei baixo, tentando focalizar a minha visão nela. Pisquei algumas vezes, e logo ela já estava melhorando.

— Que mais seria? — rebateu rindo — Ah irmãozinho... Sabe o susto que você nos deu?

Minha visão já tinha voltado ao normal; Os olhos azuis acidentados de Tamirez reluziam alivio como se eu estivesse olhando em um lago cristalino, suas feições suavizaram, pois antes pareciam estarem em uma cara tristonha, e um pequeno sorriso se abriu em seus lábios médios.

— Que... — respondo, forçando a mente para tentar lembrar sobre algo que tinha acontecido, mas acabei por sentir uma dor imensa do lado na cabeça, mordi o lábios para não deixar um gemido escapar.

 Só lembro de estar na escola e... tudo ficou branco a partir daí.

— Você não se lembra de nada? — ela perguntou, arqueando a sobrancelha, perplexa.

Neguei com a cabeça.

Agora que notei, minha cabeça estava deitada no colo dela, e eu estava deitado na minha cama, dentro do meu quarto. Como eu cheguei aqui?

— Você caiu da escada na escola, e encontramos você só no dia seguinte — ela afirmou, saindo da cama e pegando minha cabeça delicadamente, deitando-a no travesseiro — A pancada deve ter sido bem forte. Pediram para você ficar aqui no quarto, e você não vai pra escola hoje, então não saia daqui, ok? — pediu gentilmente.

Assenti.

Bem, se eu não lembro de nada, é melhor acreditar no que minha irmã me disse, é melhor que ficar fazendo teorias e pensar no impossível. E bem, é minha irmã, ela nunca mentiria pra mim. Fiquei encarando o teto de maneira pensativa, enquanto ouvia um estalo na porta e alguns passos; Tamirez havia saído do quarto.

Sozinho estou.

Me sentei na beira da cama, soltando um bocejo logo em seguida; nem fudendo que vou ficar deitado aqui, sem fazer nada.

Passei a mão pelos cabelos, os arrepiando e olhei para o relógio no criado mudo.

12h30.

Bem, se eu não vou pra escola...

Hora de falar com o povo fora da realidade. Traduzindo: via internet.

Me levantei, estralando os dedos e caminhei até a cômoda onde estava o conjunto de um computador, no caso, o meu. Me joguei na cadeira giratória, ficando de frente com a tela e começando a digitar o nome do site na barra de pesquisa com rapidez, afinal, já estava acostumado a usa-lo.

“Spirit Fanfics”

Sorri abertamente; Se não fosse esse site, eu não teria os amigos que tenho hoje, mesmo que eles estejam do outro lado do mundo.

Enter.

=XxX=

E já estávamos conversando por uma chamada pelo Skype, que rápido.

E com estamos, quero dizer eu, Hazel, Karina, Daniel, Pietro e Derek, meus amigos virtuais. A quanto tempo eu conhecia eles? Um dois anos; conheci o site por um vídeo, me cadastrei e fui conseguindo uns amigos... e aqui estamos.

— Millens, atrasado, como sempre — Karina comentou, tomando um gole de um suco o qual eu desconhecia.

Os outros reagiram como eu: Revirando os olhos.

— Só foram três minutos, Kari — Daniel ressaltou — O problema é você ser perfeccionista a ponto de não deixar as pessoas se atrasarem.

Ela fez uma expressão indignada para Daniel, o mesmo sorriu minimamente; esqueci de falar, todos estão usando a webcam.

— Se amem, por favor — Hazel riu — Vocês são muito fofos...

— Cale a boca, Heillos — os dois disseram em uníssono, irritados; Sempre torcíamos para eles ficarem juntos, apesar de que os dois sempre se odiaram, eles só estão se comportando por que os pais de ambos estão por perto, por que, se não... nem sei quantos palavrões e ofensas já teriam sido ditos a essa altura.

— O timing perfeito, até na forma de responder — comento, erguendo as sobrancelhas.

— Vamos nos concentrar no que o Derek estava dizendo antes de ser interrompido ou não? — Pietro perguntou impaciente, sem olhar para a tela — estava concentrando em um livro, mas ainda conseguia prestar atenção na conversa — e ajeitando os óculos de leitura.

— Vamos — Derek sorriu, animado.

Todos assentiram, menos eu.

— Sobre o que vocês conversavam mesmo? — pergunto, afinal, eu me atrasei alguns minutos pra conseguir entrar na chamada.

Todos olharam pra mim, atentamente; pareciam esperar alguma ração de surpresa minha.

Derek apoiou os cotovelos na própria mesa e cruzou as mãos em frente ao rosto, parecia estar falando de algo bem sério. Ele umedeceu os la´bios antes de responder:

— Uma creepypasta famosa, conhecida como Zalgo.



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