História Crepúsculo - Norminah - Capítulo 20


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Categorias Fifth Harmony, Zendaya
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Norminah, Trolly, Zendaya G!p
Exibições 139
Palavras 891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quem é vivo sempre aparece né? É assim essa frase né? Ausbaisbaia

Tô att aqui, pq tô tombada com o cap de "Friends" - Norminah. Recomendo pra vocês lerem.

Deixa eu explicar um pouco desse cap para vocês. Eu já postei um capítulo bônus antes e alguns ficaram sem entender. Eu posto isso para vocês verem com será o futuro delas, me entendem? Esse capítulo de hoje é só uma noção de como vai ser a relação entre a Dinah é a Zendaya, o ciúme excessivo e tals. Se não entenderem enquanto estiverem lendo, façam perguntas que responderei todas.
Sem mais delongas,

BOA LEITURA CAKES

Capítulo 20 - Capítulo Bônus


O vento estremeceu a tenda de novo, e eu estremeci junto com ela.

 

 

A temperatura estava caindo. Eu podia sentir isso através do saco, através da minha jaqueta. Eu estava completamente vestida, as minhas botas de caminhada ainda estavam no lugar. Isso não fez nenhuma diferença. Como é que podia estar tão frio? Como é que podia continuar esfriando. Ele tinha que estabilizar alguma hora, não tinha?

 

—Q-q-q-q-q-que h-h-h-h-horas são?— Eu forcei as palavras a sair pelos meus dentes se batendo.

 

— Duas — Dinah respondeu.

 

Dinah estava sentada tão longe de mim quanto era possível em um espaço apertado, com medo até de respirar em cima de mim quando eu já estava com tanto frio. Estava escuro demais pra que eu visse seu rosto, mas a voz dela estava selvagem de preocupação, indecisão e frustração.

 

— Talvez... —

 

— Não, eu tô b-b-b-b-b-bem, m-m-m-mesmo. Eu não q-q-q-quero i-i-ir lá fora.

 

Ela já tinha tentado me convencer a fazer uma corrida uma dúzia de vezes, mas eu estava morta de medo de deixar o meu abrigo. Se estava tão frio aqui, protegido do vendo rasante, eu podia imaginar o quão ruim seria se estivéssemos correndo por ele.

 

E isso ia estragar todos os esforços dessa tarde. Será que nós teríamos tempo de recomeçar tudo depois que a tempestade tivesse acabado? E se ela não acabasse?

 

Não fazia sentido me mexer agora. Eu podia ficar tremendo por uma noite.

 

Eu estava preocupada que o rastro que eu tinha deixado pudesse ter se perdido, mas ela me prometeu que isso ainda seria suficiente pra os monstros que estavam pra chegar.

 

— O que eu posso fazer? — Ela quase implorou.

 

Eu só balancei a minha cabeça.

 

Lá fora na neve, Zendaya choramingou infeliz.

 

— S-s-s-sai d-d-d-daqui — Eu ordenei de novo.

 

— Ela só está preocupada com você — Dinah traduziu. — Ela está bem. O corpo dela é equipado pra lidar com isso.

 

— E-e-e-e-e-e... — Eu queria dizer que ela devia ir embora mesmo assim, mas eu não consegui fazer isso passar pelos meus dentes. Eu quase arranquei a minha língua fora.

 

Pelo menos, Zendaya parecia estar bem equipado para a neve, melhor até do que os outros do bando com o seu pelo ruivo mais grosso, mais longo, desarrumado. Eu me perguntei o porque disso.

 

Zendaya choramingou, um rugido alto, um incômodo de reclamação.

 

— O que você quer que eu faça? — Dinah rosnou, ansiosa demais pra continuar se incomodando em ser educada.

 

— Carregá-la em meio a isso? Eu não estou vendo você se fazer útil. Porque você não vai pescar um aquecedor ou alguma coisa assim?

 

— Eu tô b-b-b-b-b-bem — Eu protestei. Julgando pelo gemido de Dinah e pelo rosnado murmurado do lado de fora da tenda, eu não tinha convencido ninguém. O vento balançou a tenda com força, e eu estremeci em harmonia com ela.

 

Um rugido repentino soou pelo ronco do vento, e eu cobri os meus ouvidos com o barulho. Dinah fez uma careta.

 

— Isso não era muito necessário — Ela murmuro. — E essa é a pior ideia que eu já ouvi — ela chamou mais alto.

 

— É melhor do que alguma coisa que você tenha sugerido — Zendaya respondeu, a voz humana dela me assustando. — Vá pescar um aquecedor — Ele murmurou.— Eu não sou um São Bernardo.

 

Eu ouvi o som do zíper da porta tenda sendo puxado rapidamente pra baixo.

 

Zendaya escorregou pelo menor espaço que conseguiu, enquanto o vento ártico fluía ao redor dele, alguns flocos de neve caindo no chão à porta da tenda. Eu tremi tanto que era como uma convulsão.

 

—Eu não gosto disso — Dinah assobiou enquanto Zendaya fechava o zíper da porta da tenda. —Simplesmente dê o casaco a ela e se mande garota.

 

Os meus olhos só estavam ajustados o suficiente pra ver as formas - Zendaya estava carregando o casaco de pele que esteve pendurado em uma árvore próxima a tenda.

 

Eu tentei perguntar sobre o que eles estavam falando, mas tudo o que saiu da minha boca foi, —O-o-o-o-o-o-o—, enquanto os tremores me faziam balançar incontrolavelmente.

 

— A pele é para amanhã, ela está com frio demais pra aquecê-la sozinha. A pele está congelada — ela a largou na porta.

 

— Você disse que precisava de uma aquecedor, e aqui estou eu — Zendaya abriu os braços tanto quanto a tenda permitiu. Como sempre, quando ela havia estado correndo por aí como lobo, ela só estava carregando o que era essencial - um par de calças de moletom, sem camisa, sem sapatos.

 

— Z-z-z-Zendaya, você vai c-c-c-congel-l-l-lar — Eu tentei reclamar.

 

— Eu não — Ela disse alegremente. — Eu estou com uns sólidos cinquenta e dois graus esses dias. Eu vou começar a te fazer suar rapidinho.

 

Dinah rosnou, mas Zendaya nem sequer olhou pra ela. Ao invés disso, ela começou a rastejar pra o meu lado e a abrir o zíper do saco de dormir.

 

A mão de Dinah estava dura no braço dela de repente, restringindo, branca como neve na pele escura. A mandíbula de Zendaya se contraiu, as narinas dela inflando, o corpo dela se afastando do toque frio. Os músculos dos longos braços dela se flexionaram automaticamente.

 

— Mantenha a sua mão longe de mim — Ela rosnou por entre os dentes.

 

— Mantenha as suas mãos longe dela — Dinah respondeu com um tom vazio.

 

—N-n-n-não b-b-b-briguem—, eu implorei. Outro tremor me balançou. Eu pensei que os meus dentes fossem se partir, de tão forte que eles estavam se batendo.


Notas Finais


Até domingo ou sábado, não sei. COMENTEM CAKES, BEIJOS


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