História Cretina Irresistível - Camren (Lauren G!P) - Capítulo 77


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camreng!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Laureng!p
Visualizações 564
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 77 - Lauren: 1; Camila: 0


O Hotel Del Coronado foi construído em 1888 nas areias finas das praias de Coronado Island. Com seus incríveis telhados vermelhos e construções branquíssimas, visitar o local era como ser jogado no meio de um cartão-postal da era vitoriana. Camila e eu já havíamos ficado aqui alguns meses antes, enquanto procurávamos por possíveis locais para o casamento. Apenas uma olhada para o oceano da nossa janela foi suficiente para nos convencer: era aqui que queríamos nos casar.

Na viagem de volta ao hotel após o jantar, meus nervos continuavam à flor da pele, mas por uma razão inteiramente diferente. Camila era esperta – mais esperta do que eu, na verdade – e ela me observou durante toda a noite e me estudou cuidadosamente. Agora, ao nos aproximarmos do hotel, ela podia estar sentada em silêncio ao meu lado, mas de jeito nenhum estava apenas admirando a paisagem. Se eu a conhecia tão bem quanto pensava, ela estava silenciosamente planejando como me pegar.

E era por isso que eu tinha meu próprio plano.

Viramos a última curva e chegamos ao hotel. Os prédios estavam iluminados por todos os ângulos e se destacavam contra o céu negro da noite. Apalpei o pequeno frasco em meu bolso e olhei para o relógio, pensando que era a coisa mais esperta ou a coisa mais estúpida que já tinha feito. Descobriríamos em breve.

Estacionei, peguei minha garrafa de água e praticamente pulei do carro, desesperada por ar fresco, livre do perfume da Camila, e por um momento para esclarecer meus pensamentos.

Tomei um gole gigante de água pensando no Plano. Eu tinha provavelmente dez minutos antes de chegar ao quarto. Respirando fundo, entreguei as chaves para o manobrista e contornei o carro, sorrindo para Camila quando apanhei sua mão.

O murmúrio de vozes e uma gentil música nos receberam quando entramos no saguão e seguimos para o elevador. Não pude deixar de pensar sobre a última vez em que Camila e eu estivemos ali juntas: quando eu a comi naquele colchão gigante até ela gritar meu nome, e depois a chupei na varanda, e os únicos sons que disfarçavam seus gemidos eram o barulho das ondas e o farfalhar das palmeiras.

Eu a segui para dentro do elevador, meus olhos atraídos por sua bunda fantástica. Ela sabia disso, pois balançava decididamente seus quadris. Senti o início de uma ereção e percebi que se meu plano desmoronasse, eu estaria fodida. Literalmente.

Concentre-se, Laur, disse a mim mesma, apertando o botão do nosso andar. Não poderia ser tão difícil: eu deveria ficar distante, manter os olhos acima da linha dos ombros dela o tempo inteiro, e pelo amor de Deus, não discutir sobre nada.

– Tudo certo por aí, Jauregui? – minha adversária disse, recostando-se na parede. Ela cruzou os braços e os seios ficaram ainda mais juntos. Perigo, perigo. Eu rapidamente desviei os olhos.

– Claro – eu conseguiria. Eu sou um gênio.

– Você parece muito orgulhosa por alguma coisa. Despediu alguém hoje? Chutou algum cachorrinho?

Ah, eu sei o que você está tentando fazer, Srta. Cabello. Mantive meus olhos fixados nas portas espelhadas e respondi:

– Estou apenas pensando no cartão que a Sofia fez para nós. Ela deve ter usado aquele conjunto de arte que compramos para ela no aniversário de quatro anos. Mas acabei de perceber que a caligrafia dela parece muito com a sua.

Um sorrisinho apareceu em sua boca e ela assentiu, olhando para o número dos andares que se sucediam.

Quase como se um peso tivesse sido colocado em meus ombros, uma sonolência começou a tomar conta do meu corpo; meus braços pareciam atingidos por uma pesada onda de fatiga. Sorri ainda mais.

O elevador parou em nosso andar e deixei Camila sair primeiro. Ela esperou enquanto eu abria a porta do quarto e depois foi direto para o banheiro.

– O que você está fazendo? – perguntei. Mas o que eu estava esperando? Que ela pulasse em cima de mim e me forçasse a transar com ela? E por que isso parecia tão atraente?

– Apenas me arrumando para dormir – ela disse sobre o ombro, e então fechou a porta do banheiro. Fiquei parada por um momento antes de abrir a varanda e sentir o primeiro bocejo chegando.

O jantar foi melhor do que o esperado. Bom, mais ou menos. Bull fez um brinde de quinze minutos de enrolação sobre minha família, contando várias histórias sobre algumas interações questionáveis que ele tinha tido com uma das minhas namoradas do colégio antes de falar um tempão sobre o quanto a Camila era linda. Minha mãe tinha enviado mais sete mensagens, que eu ainda não tinha lido. Judith e Mary acabaram sentando no colo do Will, e Chris circulou pelo salão depois da sobremesa, fazendo um monte de apostas secretas com os convidados.

Mas a polícia não precisou ser chamada e não houve nenhuma emergência, então a primeira noite foi um sucesso, considerando esse grupo de pessoas malucas. Pelo menos o caos tirou da minha mente Camila, os sapatos que ela só tinha usado antes durante o sexo e seu vestido que parecia mostrar tudo, mas que na verdade não mostrava nada – o que era infinitamente mais sexy.

Nunca imaginei que eu tentaria evitar sexo na semana do nosso casamento. Mas tive muito tempo para pensar enquanto dobrava aqueles milhões de programas, e decidi que pela primeira vez em nossa relação eu queria desfrutar dela: sua risada, suas palavras e a mera presença de sua companhia. Eu queria poder olhar para ela sem pensar na próxima vez em que ficaria nua para mim.

Na hora pareceu uma boa ideia, e eu estaria mentindo se dissesse que isso também não tinha um pouco a intenção de irritá-la, pois eu sabia que regular sexo teria esse efeito…

Olhei para a porta do banheiro. Onde diabos ela estava? Enquanto minhas pálpebras ficavam cada vez mais pesadas e Camila não aparecia, eu não sabia se teria forças para lutar contra ela se ela quisesse sexo.

Sentei no sofá da sala de estar, apanhei uma revista e senti o cansaço aumentar a cada minuto. Olhei quando ouvi a porta do banheiro se abrindo e quase caí no chão. Camila estava encostada na parede, com os cabelos soltos sobre os ombros e descendo pelas costas. Seus lábios estavam brilhantes e rosados, e eu podia imaginar aquela boca manchando meus seios e descendo até meu pau.

Ela estava vestindo de longe a lingerie mais sexy e complicada que eu já tinha visto. As taças pretas do sutiã mal cobriam os seios; o resto consistia de uma série de fitas de cetim cruzando estrategicamente seu torso e entre suas pernas. Precisei de duas tentativas para conseguir falar alguma coisa.

– Tinha alguém com você lá dentro? – eu disse, arrastando as palavras.

Suas sobrancelhas se juntaram e ela sacudiu a cabeça.

– Como assim?

– Porque… não entendo como você conseguiu vestir isso sozinha – minha voz estava grave e rouca. – Inferno, nem sei como eu faria para tirar tudo isso – ergui minhas mãos e as senti pesadas e dormentes. Eu não conseguiria nem rasgar um papel naquele momento.

– Isso soa como um desafio – ela disse com um sorriso. Meus olhos passaram por cada centímetro de seu corpo e eu não conseguia parar de olhar. Ela era incrivelmente linda. Suas pernas eram longas, e os pés ainda traziam os mesmos sapatos azuis que ela tinha usado no jantar.

Camila deu um passo em minha direção, depois outro.

– Lembra da última que vez em que estivemos aqui? – ela perguntou.

– Estou tentando não lembrar.

Ela pressionou a mão em meu peito e facilmente me empurrou no sofá antes de montar em meu colo.

– Você me comeu no chão… – ela aproximou o rosto e beijou meu queixo. – E na varanda… – Camila beijou meu pescoço. – E na cama, e no chão, e na cama e no chão de novo.

– E não se esqueça da poltrona no canto – eu murmurei, ofegando quando ela arranhou minha barriga e agarrou minha camisa.

– E se eu disser que quero recriar um pouco daquela noite? – ela sussurrou em meu ouvido. – E se eu pedir para você me amarrar com isto aqui? E me dar uns tapas. E me comer na…

Eu bocejei. Muito.

Ela afastou o rosto de repente e olhou para mim, percebendo meu estado letárgico e que meus olhos mal conseguiam ficar abertos.

– O que você fez? – ela perguntou, desconfiada.

Dei um sorriso estúpido e sonolento.

– Tomei uma espécie de medida de segurança – disse, arrastando as palavras. – A propósito, você está linda e eu realmente gostei dessa… dessa coisa que você está vestindo e gostaria de pedir que você a vestisse novamente para mim… algum outro dia.

– O que você fez, Jauregui? – ela repetiu, mais alto, depois se levantou e colocou as mãos na cintura enquanto me olhava feio.

– Apenas tomei um remedinho para dormir – eu disse, bocejando e tirando o pequeno frasco do meu bolso para mostrar a ela.

Eu tinha uma prescrição para esse remédio para viagens internacionais, mas nunca tinha usado. Na verdade, fiquei impressionada com a rapidez do efeito, e um pouco incomodada por ele não ter controlado meu estado de excitação. Principalmente porque Camila parecia que estava prestes a me castrar.

– Sua filha da mãe! – ela gritou, empurrando meu peito. Mas foi um movimento contraproducente, pois eu apenas caí para trás, mergulhando de cabeça nas almofadas. Ela começou a gritar sobre… alguma coisa, mas eu já não conseguia entender direito. Pensei que um dia ela entenderia que eu estava fazendo isso por ela.

A última coisa que vi antes de fechar os olhos foi ela correndo para fora da sala, gritando algo sobre se vingar.

Finalmente, Lauren: 1, Camila: 0.

 



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