História Cretino Irresistível - Capítulo 24


Escrita por: ~

Exibições 339
Palavras 1.429
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura! 📚📖

Capítulo 24 - Chr 24.



 
.2011.

          Pont Of View Justin Bieber's

*Assim que ela entrou no banheiro, minha família inteira -e Matthew- se voltou contra mim.*

          - Justin. -Meu pai disse secamente. -Já conversamos sobre isso. 

    Peguei meu drink e levei até a boca. 

        - Não sei do está falando. 

         - Justin- acrescentou minha mãe. -Eu acho que você deveria ir se desculpar. 

         - Pelo quê? -Perguntei, colocando o drinque na mesa com força demais. 

          - Justin! -Jeremy disse com firmeza, deixando claro que aquilo era uma ordem.

    Joguei o guardanapo na mesa e me levantei. Andei com passos duros pela casa, procurando pelos banheiros, até finalmente chegar ao terceiro andar, onde a porta do banheiro estava fechada. 
   De pé do lado de fora, com minha mãe pousada na maçaneta, comecei um debate em minha mente. 
Se entrasse lá, o que aconteceria? Havia apenas uma coisa na qual eu estava interessado, e com certeza não era pedir desculpas. Pensei em bater na porta, mas tinha certeza que ela não iria me convidar para entrar. Nada. Finalmente, virei a maçaneta, e me surpreendi por não estar trancada. 
  Ela estava sentada enfrente a mesinha, que ficava uma pequena janela que dava vista ao jardim lá embaixo. 

         - Veio para continuar sendo idiota? -Ela perguntou, então tirou a tampa de um batom e o aplicou nos lábios.

          - Eles me enviaram para ver como estão seus tão delicados sentimentos. -Estiquei o braço para trás e tranquei a porta. 

Ela riu e olhou em meus olhos pelo espelho. Ela parecia completamente calma, mas eu podia enxergar o subir e descer de seu peito. Na verdade estava tão nervosa quanto eu.

            - Posso garantir que estou muito bem. -Colocou a tampa de volta no batom e o guardou na bolsa. Então levantou e começou andar até a porta. -Estou acostumada com você agindo como um idiota. Mas Matthew parece um cara legal, e é bonito. É melhor eu descer. 

Coloquei a mão na porta e me inclinei ficando próximo de seu rosto. 

          - Eu acho que não. -Meus lábios rasparam levemente em sua orelha, e ela estremeceu com o contato. -Veja bem, ele quer uma coisa que é minha, e ele não pode ter isso. 

Ela me encarou. 

        - Por acaso estamos no século dezenove? Me deixe passar. Eu não sou sua.

        - Você pode até pensar assim. -Sussurrei, com meus lábios pairando sobre a base de seu pescoço. -Mas seu corpo. -Disse passando minhas mãos debaixo de sua saia e pressionando contra a renda molhada entre suas pernas. -Pense de outro jeito. 

     Seus olhos se fecharam e ela soltou um gemido quando meus dedos se moveram em lentos círculos sobre seu clitóris.

        - Vá se foder, Justin. 

        - É só pedir. -Disse em seu pescoço. 

Ela soltou uma risada trêmula, e eu a empurrei contra a parede do banheiro. Agarrando suas duas mãos, eu as levantei sobre sua cabeça, segurando-as firmemente e me inclinando para beija-la.
 Senti sua resistência e balancei a cabeça,  apertando ainda mais. 

        - Vamos, é só pedir. -Eu repeti, pressionando meu pau duro em sua barriga. 

        - Oh, Justin.. -ela disse quando baixou a cabeça para o lado, permitindo acesso a seu pescoço. -Não podemos fazer isso aqui. 

Corri meus lábios por seu peito e ombros. Segurando seus dois pulsos com uma mão, levantei meu outro braço e lentamente puxei um dos laços com a mão, levantei meu outro braço e lentamente puxei um dos laços que prendiam a parte de cima do meu vestido, beijando a pele exposta. Passando para o outro lado, repeti a ação e fui recompensado quando o tecido caiu, revelando um sutiã de renda branca sem alça. Passei a boca até seus seios enquanto minha mão livre abria o fecho do sutiã. Desta vez eu não deixaria de ter uma seios nus. O sutiã abriu fácil e o tecido caiu. Quando tomei um mamilo rosa com a boca, ela gemeu e seus joelhos dobraram levemente. 

        - Shh... -sussurrei contra sua pele. 

Eu a levantei e ela pessou às pernas ao redor da minha cintura, juntando mais nossos corpos. Libertei suas mãos e ela agarrou meus cabelos. 
Ela pareceu ler minha mente quando seus dedos se moveram freneticamente e começaram arrancar minha camisa, tirando por cima da minha cabeça. 
O som de risadas subiu até o banheiro através da janela e pude sentir sua tensão. Um longo momento passou antes que seus olhos se encontraasem com os meus. Ela claramente estava tentando articular alguma coisa para dizer. 

        - Nós não deveríamos estar fazendo isso. -Ela disse balançando a cabeça. -Matthew está me esperando. -Ela tentou afastar, mas eu a mantive presa.

        - Você realmente quer ele? -Perguntei sentindo uma onda de possessividade fervendo dentro de mim. 

Eu a coloquei no chão e a puxei para a mesinha, parando quando fiquei exatamente atrás dela. De onde estávamos, tínhamos uma visão perfeita do jardim lá embaixo. 

        - Você consegue ver ele? -Perguntei, com minhas mãos deslizando em seus seios. -Olha para ele. -desci as mãos até sua barriga, passando pela saia até chegar as coxas. -Ele consegue fazer você se sentir assim? -Meus dedos flutuaram acima das coxas e por baixo da calcinha. Um suspiro grave escapou da minha boca quando senti aquele calor e enfiei o dedo lá dentro . -Ele consegue te deixar molhada assim? 

Ela gemeu e pressionou os quadris de volta em meu corpo. 

        - Não...

        - Diga o que você quer. -Sussurrei.

        - Eu..eu não sei.

        - Olha para ele. Você sabe o que quer.

        - Quero sentir você dentro de mim. -Ela não precisava pedir duas vezes. Eu rapidamente abri e abaixei minhas calças, raspando meu corpo em sua bunda antes de subir sua saia e agarrar sua calcinha. -Rasgue. -Sussurrou.

Puxei fortemente e a fina calcinha se rasgou facilmente. Joguei a peça no chão, passando as mãos em sua pele nua e deslizando meus dedos desde seus braços até as mãos, que agarrei e pressionei contra a mesa. Nós dois gememos quando me alinhei e enterrei fundo. Curvando me, beijei seu ombro e soltei outro" shhh" em suas costas. 
Mais risadas vieram lá de fora. Matthew estava lá embaixo. Matthew, que era um cara legal, mas que queria tirá-lá de mim. A imagem era suficiente para me fazer estocar com mais intensidade. 
Os frascos de perfume em cima da mesa estavam tremendo e derramando com a força de nossos movimentos, mas eu não conseguia me importar. 

Eu sabia que estava me perdendo. As paredes que eu erguia para me proteger estavam desabando ao meu redor, mas eu não me importava. Eu precisava que ela lembrasse de mim quando fosse dormir. 
Minha mão livre subiu até seu seio, tomando o por inteiro. 
A sensação estava ficando insustentável e eu sabia que estava quase lá. Estava mais do que desesperado. Eu desejava como se fosse uma droga, e a sensação consumia todos os meus pensamentos. 
Ela soltou um grito abafado, possivelmente o som do meu nome, quando seu corpo ficou tenso e me envolveu com mais força. 
    Depois que seus olhos se fecharam e os lábios relaxaram num suspiro de satisfação, comecei a tomar aquilo que precisava: mais rápido agora, observando pelo espelho a maneira como os seios dela balançavam. O clímax começou a rasgar meu corpo. Minhas últimas estocadas foram profundas e forte, eu me derramarei dentro dela. 
Abri os olhos e deitei minha teste em seu ombro. As vozes lá embaixo, que não suspeitavam de nada, continuavam chegando até nós. 
Lentamente ela começou a se afastar, e eu não gostei da separação. Observei enquanto ela ajeitava a saia, recuperava o sutiã e tentava amarrar os laços do vestido. Quando me abaixei para subir as calças, peguei sua calcinha rasgada e guardei no bolso. Ela ainda estava tendo dificuldade com o vestido, então me aproximei, afastei sua mão e amarrei os laços sem que nossos olhos se encontrassem.
   De repente o banheiro se tornou muito pequeno, e olhamos um para o outro num silêncio constrangedor. Estiquei a maçaneta querendo dizer alguma coisa, qualquer coisa, para consertar a situação. Como eu poderia pedir para que ela transasse comigo, apenas comigo, e esperar que nada mais mudasse? Até eu sabia que pedir isso era um provável convite para ela chutar minhas bolas. Mas as palavras para aquilo que senti quando eu a vi com Matthew não estavam se cristalizando com a velocidade necessária. Havia um branco em minha mente. Frustrado, abri a porta. E nós paramos imediatamente.
     Ali, de pé no corredor, nos encarando com os braços cruzados e uma acusadora sobrancelha erguida, estava Stephanie Adams Bieber. 


Continua...
 



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