História Cretino irresistível - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles
Tags One Direction
Exibições 85
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem
XOXO

Capítulo 2 - Capitulo Dois


Fanfic / Fanfiction Cretino irresistível - Capítulo 2 - Capitulo Dois

Droga. Estou fodido.

Eu estava encarando o teto desde que acordara, meia hora antes. Cabeça: uma

bagunça. Pau: duro. Bom, duro de novo.

Fiz uma careta para o teto. Não importava quantas vezes eu batesse uma. Depois

que ela me deixara na noite anterior, parecia que a ereção nunca terminava. E,

embora eu não achasse que fosse possível, estava pior do que as centenas de

outras vezes que eu tinha acordado nesse estado. Pois desta vez eu sabia o que

estava perdendo. Eela nem tinha me deixado gozar.

Nove meses. Nove meses de ereção matinal, masturbação e infinitas fantasias

sobre uma pessoa que eu nem queria. Bom, isso não é completamente verdade.

Eu a queria. Eu a queria mais do que qualquer outra mulher. O

grande problema era que eu também a odiava.

E ela me odiava de volta. Quer dizer, ela realmente me odiava. Em todos os

meus 31 anos, nunca conhecera alguém que me irritasse tanto quanto a srta.

Mills.

Apenas seu nome já era suficiente para fazer meu pau acordar. Maldito traidor.

Olhei para baixo onde o lençol formava uma verdadeira barraca. Esse membro

estúpido era o culpado por me colocar naquela confusão. Esfreguei o rosto e

sentei.

Por que eu simplesmente não consigo manter minhas calças no lugar? Fizera isso

por quase um ano inteiro. Tudo estava funcionando. Mantive distância, dei ordens

a torto e a direito... inferno, até eu devo admitir que fui um cretino. Mas então,

simplesmente joguei tudo para o alto. Foi preciso apenas um instante, sentado

naquela sala quieta, com seu perfume me envolvendo, aquela maldita saia e seu

traseiro na minha cara. Eu enlouqueci. Antes eu tinha certeza que, se a possuísse

pelo menos uma vez, seria algo decepcionante e meu desejo acabaria.

Finalmente teria um pouco de paz. Mas aqui estava eu, na minha cama, duro,

como se meu último orgasmo tivesse sido há semanas. Olhei para o relógio: fora

há apenas quatro horas.

Tomei um banho rápido, esfregando com força como se pudesse remover

qualquer traço dela que permanecera em mim desde a noite anterior. Isso iria

parar, isso tinha de parar. Harry Styles não age como um adolescente excitado

qualquer, e certamente não brinca com trabalho. A última coisa que precisava

era de uma mulher carente para estragar tudo. Eu não podia permitir que a srta.

Mills tivesse esse tipo de controle sobre mim. Mas tudo estava tão melhor antes

de saber o que eu estava perdendo. Por mais desagradável que as coisas

estivessem, agora estavam milhões de vezes piores.

Eu estava caminhando para o meu escritório quando ela entrou. Por causa da

maneira como ela tinha ido embora na noite passada – praticamente correndo

para a porta –, eu imaginei que havia dois cenários possíveis à minha espera. Ou

ela ficaria jogando olhares para mim, pensando que a noite passada significava

alguma coisa, que nós juntos significávamos alguma coisa. Ou ela iria me foder

completamente. Se as pessoas soubessem o que nós tínhamos feito, eu não

apenas perderia meu emprego, mas perderia tudo o que conquistara. Mas, por

mais que a odiasse, eu não conseguia imaginar ela fazendo algo desse tipo. Se

tinha uma coisa que aprendera sobre ela, era que a srta. Mills era confiável e

leal. Ela podia ser uma megera odiosa, mas eu não achava que ela poderia me

jogar aos leões. Ela trabalhava para a Styles Media Group desde a faculdade e

havia motivos para a empresa valorizá-la. Agora, faltavam poucos meses para

ela tirar seu MBA, e depois poderia ter o emprego que quisesse. Ela não iria

arriscar tudo isso de jeito nenhum. Mas não é que ela me ignorou

completamente? Entrou vestindo um casaco que ia até os joelhos – a coisa cobria

tudo o que estava por baixo, mas fazia um ótimo trabalho mostrando aquelas

pernas incríveis. Ah, merda... se ela estava usando aqueles sapatos, então havia

uma boa chance de... Não, não aquele vestido.

Por favor, pelo amor de Deus, não aquele vestido. Eu sabia muito bem que não

teria força de vontade para resistir a isso naquele dia.

Olhei para seu rosto enquanto ela pendurava o casaco no armário e sentava em

sua mesa. Bom, agora fodeu de vez, aquela menina realmente sabia como

provocar.

Era o vestido branco. Com um decote que descia para acentuar a pele macia do

pescoço e um tecido delicado que envolvia perfeitamente aqueles seios

maravilhosos, o vestido era a perdição da minha existência, meu céu e inferno

embrulhados num pacote delicioso.

A barra ficava um pouco abaixo dos joelhos e isso era a coisa mais sexy que eu

já tinha visto. Não era provocante em si, mas havia algo sobre o corte e aquela

maldita brancura virginal que me deixava duro praticamente pelo dia inteiro. E

ela sempre deixava o cabelo solto quando o vestia. Uma das minhas fantasias

recorrentes era tirar todas aquelas presilhas que ela costumava usar, agarrar um

tufo do cabelo e depois fodê-la com vontade. Deus, ela me irritava.

Antes que ela me cumprimentasse, eu virei, entrei na minha sala e bati a porta.

Por que ela ainda me afetava desse jeito? Eu nunca tinha deixado que nada nem

ninguém me distraísse no trabalho, e eu a odiava por ser a primeira. Mas parte de

mim gostava da lembrança de sua expressão vitoriosa quando saiu e me deixou

sem voz, praticamente implorando para ela me chupar. A garota tinha uma

coragem de ferro. Sorri um pouco e então voltei a me concentrar em odiá-la.

Trabalho. Eu iria me focar apenas no trabalho e parar de pensar nela. Andei até

minha mesa e sentei, tentando direcionar minha atenção para qualquer coisa que

não a maravilha que fora sentir aqueles lábios fantásticos me envolvendo.

Isso não está ajudando, Harry.

Abri o laptop para checar minha agenda para o dia. Minha agenda... merda. A

maldita tinha a versão mais atualizada no computador dela. Eu esperava não

perder nenhuma reunião, pois não chamaria a Rainha do Gelo ali, a não ser que

fosse realmente indispensável.

Enquanto eu analisava uma planilha, alguém bateu à porta.

– Entre – eu disse. Um envelope branco foi jogado na minha mesa. Ergui os

olhos e vi a srta. Mills me encarando com uma sobrancelha erguida em desafio.

Sem explicação, ela se virou e saiu da minha sala. Olhei para o envelope e entrei

em pânico. Provavelmente era uma carta formal detalhando minha conduta e

indicando sua intenção de entrar com um processo por assédio no trabalho.

Esperei encontrar um papel timbrado e sua assinatura embaixo.

O que eu não esperava era o recibo de uma loja de roupas on-line... pago com a

cartão de crédito da empresa!

Levantei rapidamente da cadeira e corri atrás dela. A srta. Mills estava se

dirigindo para a escada. Bom. Estávamos no 18o andar e ninguém, além de nós

dois, usava a escada. Portanto, eu poderia gritar com ela o quanto quisesse e

ninguém atrapalharia.

A porta fechou com um som alto e os saltos dela ecoaram pelos degraus abaixo.

– Srta. Mills, aonde você acha que está indo?

Ela continuou andando, sem se virar ou olhar para mim.

– Estamos sem café – ela disse, secamente. – Então, como sua secretária, vou

descer até a cafeteria do 14o andar e trazer mais. Não podemos deixar o senhor

ficar sem sua preciosa cafeína. Como alguém tão gostosa podia ser tão metida?

Alcancei-a no pavimento entre os andares e agarrei seu braço, empurrando-a

contra a parede. Seus olhos se estreitaram de raiva e seus dentes se apertaram.

Agitei o recibo na frente de seu rosto, encarando-a de volta.

– O que é isto?

Ela balançou a cabeça.

– Olha, para um sabe-tudo egocêntrico, você às vezes realmente é um filho da

puta burro. O que isso parece? É um recibo.

– Disso eu sei – grunhi, enquanto amassava a coisa no punho fechado. Então

pressionei uma ponta do papel em sua pele delicada um pouco acima dos seios e

senti meu pau se contrair quando ela perdeu o fôlego e seus olhos dilataram. –

Por que você está comprando roupas com o cartão da empresa?

– Porque um cretino rasgou minha blusa – ela deu de ombros, inclinou o rosto

para mais perto e sussurrou: – E a minha calcinha.

Bom, que merda.

Inspirei fundo pelo nariz e joguei o papel no chão. Então me inclinei para frente e

pressionei meus lábios contra os dela, agarrando seus cabelos e apertando-a

contra a parede. Meu pau pulsou contra a barriga dela quando senti sua mão

agarrar meu cabelo também, puxando-o com força.

Subi o vestido dela pelas coxas e rosnei em sua boca quando meus dedos

encontraram mais uma vez o topo de sua meia. Ela fazia isso para me

atormentar, tinha de ser isso. Senti sua língua percorrer meus lábios enquanto a

ponta dos meus dedos massageava a parte molhada de sua calcinha. Agarrei o

tecido e puxei com força.

– Então anote na sua agenda para comprar outra – eu disse, depois pressionei

minha língua entre seus lábios e para dentro de sua boca.

Ela gemeu profundamente quando enfiei dois dedos e ela parecia ainda mais

molhada do que na noite passada, se é

que isso era possível. Estávamos criando uma situação realmente difícil. Ela se

livrou dos meus lábios enquanto eu a fodia com os dedos, meu polegar

esfregando seu clítoris vigorosamente.

– Tire o pau para fora – ela disse. – Preciso sentir você dentro de mim. Agora.

Apertei os olhos em sua direção, tentando esconder o efeito que as palavras dela

tiveram sobre mim.

– Diga por favor, srta. Mills.

– Agora – ela disse, com ainda mais urgência.

– Então você quer ser a mandona agora?

Ela me lançou um olhar que encolheria o pau de qualquer homem menos cheio

de si, e eu ri da situação. A srta. Mills realmente tinha muita coragem.

– Ainda bem que estou me sentindo generoso hoje.

Tirei rapidamente o cinto e abaixei a calça, então ergui seu corpo e enfiei com

força. Deus, ela era incrível. Melhor que qualquer coisa. Isso ajudava a explicar

por que eu não conseguia tirá-la da minha cabeça, e uma pequena voz disse que

eu provavelmente nunca me cansaria disso.

– Caralho – murmurei.

A srta. Mills perdeu o fôlego e senti seus músculos se apertarem enquanto me

envolviam. Ela mordeu o ombro do meu casaco e passou uma perna ao redor do

meu corpo quando comecei a estocar mais rápido e mais forte, apertando-a

contra a parede. Alguém poderia entrar na escada e me flagrar comendo ela,

mas eu não estava nem aí. Eu precisava tirá-la do meu sistema.

Ela levantou a cabeça do meu ombro e foi me mordendo pelo pescoço até

chegar ao meu lábio inferior.

– Quase – ela gemeu enquanto apertava a perna no meu quadril pedindo para

enfiar mais fundo. – Estou quase gozando.

Perfeito.

Enterrei meu rosto em seu pescoço e cabelos para abafar meu gemido quando

gozei forte e repentinamente dentro dela, apertando sua bunda com as mãos.

Antes que ela pudesse continuar se esfregando em mim, eu tirei e a coloquei de

pé em suas pernas bambas.

Ela me encarou com um olhar raivoso. A escadaria se encheu com um silêncio

pesado.

– Você está brincando? – ela disse, arfando alto. Sua cabeça pendeu para trás e

encostou na parede com um som abafado.

– Obrigado, isso foi fantástico – puxei minhas calças, que estavam abaixadas até

os joelhos.

– Você é um filho da puta.

– Você já disse isso antes – murmurei, olhando para baixo enquanto puxava o

zíper. Quando olhei de novo para cima, ela tinha ajeitado o vestido, mas ainda

parecia lindamente desarrumada, e parte de mim desejou esticar o braço para

acariciá-la até fazê-la gozar. Mas uma parte maior se satisfazia ainda mais com

a frustração raivosa em seu olhar.

– Faça para os outros aquilo que você quer que façam para você.

– Pena que você é uma transa tão ruim – ela respondeu calmamente. A srta.

Mills se virou para continuar descendo as escadas, mas parou abruptamente e

girou de volta. – E ainda bem que estou tomando pílula. Obrigada por perguntar,

filho da puta.

Assisti enquanto ela desaparecia escada abaixo, e então voltei para minha sala.

Joguei meu corpo na cadeira, passei as mãos no cabelo e tirei sua calcinha

rasgada do bolso do meu casaco. Por um momento encarei o tecido de seda

branco, segurando-o entre os dedos, então abri a gaveta e guardei a peça ao lado

da calcinha da noite passada.



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