História Cretino Irressitivel - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Visualizações 1
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Entre Armas e rosas


Fanfic / Fanfiction Cretino Irressitivel - Capítulo 2 - Entre Armas e rosas

Usei um tubo cheio de pasta de dente, para poder tira aquele gosto da boca e ainda acabei com um enxaguantes bocal junto. Mais nada deu jeito, o gosto do seu beijo ainda estava em minha boca.

Aquele beijo suado e com um leve gosto de hortelã, aquele abraço que enrosco em meu corpo como um verdadeiro abraço de uma cobra. Aquele corpo em volta do meu, aquele perfume... Pare Richard. Dei um tapa em meu rosto, para poder voltar ao normal. Não podia ser o que aconteceu naquela sala. Tentei lembra se estava dormindo e até me bilisquei.

Ele queria no mínimo me tira do sério ou tinha feito uma aposta com outra pessoa. Só pode ser.

Eu não gostava dele. E nem podia gosta. Meu foco era outro, termina minha faculdade e ainda por cima ajudar meu irmãozinho. Fiquei pensando naquilo e fui direto para o banheiro, tomar um banho frio.

Não consegui dormi naquela noite e acordei ainda por cima atrasado. Sai correndo do apartamento que aluguei, tentei pegar o primeiro ônibus que service.

- Você está atrasado, o que houve? - perguntou Firmino sentado tomando seu chá de boldo.

- Não dormi direito. Pensando no colégio do Víctor. - mentir para o Mino, tentando até me convence disso.

- Será? - perguntou ele, tomando mais um gole do seu chá.

Um frio na espinha subiu, gelei a olhar para ele. Mino sabe de algo, aquele Cretino fez um vídeo, espalhou para a empresa toda. Murilo era conhecido por pegar todas da empresa e colocadas como troféus, mulherengo e safado.

- Porque mentira para você?. - perguntei para ele, ver se jogando verde ele cairia.

- Você não sabe mentir. Deve não ter dormindo devido ao Murilo. E a propósito o que houve lá na sala dele, ontem? - perguntou Mino curioso.

Engoli em seco palavrões que poderia dizer naquele exato momento.

- Nada, ele apenas reclamou como sempre e só. Sabe que para aquele diabo...

Abrindo a porta meu coração quase para, estava o vice diretor Caleb. Ele é o Firmino eram os únicos que me chamavam pelo primeiro nome. Minhas pernas estavam se tremendo e eu tentado para las. Eu era afim dele, desde de que entrei na empresa. Ele era alto, forte, da barba e costeleta ruivas, os cabelos ruivos e aqueles belos olhos verdes, praticava futebol e ainda por cima era super elegante e formado em letras. Meu sonho de consumo, aquela voz melodiosa como um cantor.

- Está bem, Richard? - perguntou tentado chegar perto de mim.

- Tô. Eu... Eu... Apenas estou assim porque não tomei café. - respondi.

Sentei e ele veio tocar meu rosto, fiquei mais quente ainda.

- Vamos tomar café então? Aí já me explica porque chegou atrasa...

Quando ele ia terminar de me convidar, o cão aparece em pessoa.

- Senhor Drummond, minha sala. - disse Murilo sem olhar nos meus olhos.

- Murilo, deixa o menino tomar cafe, está vendo que ele está verde?

Murilo enfim me olhou, mais não disse uma palavra por alguns segundos.

- Reunião agora. - ordenou Murilo.

- Vamos tomar café. Não vou deixar um dos melhores funcionários assim. - rebateu Caleb. - Vamos e pronto.

Ele me pegou pelo braço e saiu me levando. Eu com meus 1,82 era um perfeito anão perto do senhor Caleb Carter, com seus perfeitos 1,97 bem distribuídos.

Ele me levou para uma padaria perto da empresa e sentamos, pedi um sanduíche e um café expresso, me deixando .ais aliviado depois de comer. Olhei para janela e o tempo lá fora estava escurecendo.

- Então, fiquei sabendo que foi chamado pelo Murilo ontem na sua sala. O que aconteceu? - perguntou ele com os olhos atentos a mim.

Gostava de velo andando pela empresa e não ligava se fosse ficar admirando o dia todo, estando aquela paixão platônica por ele. Comecei a contar tudo o que aconteceu, lógico que não disse que o senhor Sollath me beijou.

- Ele estava nervoso. Mais vou conversa com ele sobre seu atraso e não se preocupe que vamos dar um jeito em ajudar a pagar o colégio de seu irmão e também sobre sua faculdade. - disse ele saboreando aquele cappuccino.

Senti seu perfume e fiquei tenso, meu corpo estava começando a tremer novamente e meu coração disparou quando ele pegou minha mão.

- Estou aqui para ajudar você. - disse ele. - Um dos melhores funcionários da empresa, não pode receber menos do que uma ajuda.

- Obrigado. - foi tudo que consegui dizer.

- Vamos. Vou conversa com o Murilo é depois lhe chamo para a sala dele.

Ele pagou a conta e fomos para a empresa. Assim que chego, todos me olhavam, dos pés à cabeça, ninguém tinha sobrevivido até hoje à uma chamada a sala do senhor Sollath. Mais como dizem, tudo tem sua primeira vez.

Demorou mais do que pensado. Recebo um telefonema para a sala do chefe. Contei até cinco para abri aquela porta com a ideia fixa em sair daquele emprego antes que complica se para mim.

- O senhor queria falar comigo? - perguntei entre os dentre.

- Sente-se. Quero dizer fique em pé mesmo. Será rápido.

Ele nem ao menos olhou em meus olhos e isso já tinha me dado raiva.

- Essas são minhas anotações. Quero que prepare uns slides para uma apresentação para os diretos das empresas, sobre o investimento de todas as franquias. Hoje às duas horas. - disse ele simplesmente.

- Só? Nem um desculpa?

- Porque eu deveria lhe pedir desculpa, senhor Drummond? - perguntou Murilo tirando seus óculos.

- Pelo beijo, por ser um Cretino...

- Você está louco, nunca o beijei e não vai ser agora que vai acontecer isso. Dispensado senhor Drummond.

Sai batendo os pés tempestuoso daquela sala, com raiva daquilo, não podia denúncia lo porque ia ser a minha palavra contra a dele. Pensei no meu irmão e respiro fundo. Só mais quatro meses, disse para mim mesmo.

Duas horas e tudo estava pronto. Corri para colocar tudo em seu devido lugar e começar a apresentação. Murilo estava sentado logo em minha frente, junto com Caleb. Até mesmo o pai de Murilo estava na reunião o senhor Magno.

- Boa tarde. Bem, vou começar a falar da nossa empresa. Nosso capital está nos seus melhores tempos, devido aos cortes de gastos e a administração da empresa. De um ano para cá conseguimos arrecadar de lucro mais de 3 bilhões de dólares.

- E sim, o que ocorreu na empresa da Austrália? - perguntou Magno tomando um gole de água.

- Senhor, o gerente geral da nossa franquia da Austrália, era um camponês que cresceu em uma cultura totalmente diferente, sua família está passando por vários problemas o deixando com pouco desempenho. Por isso a queda nas vendas, mais eu conversando com ele conseguimos mudar isso. De três meses para cá, na mudança de cargo trazendo para mais perto da família, nossa franquia na Austrália aumento seu rendimento em até 70℅ e aonde colocamos o antigo gerente da Austrália, o senhor Lucas, de volta para Londres, seu progresso foi imediato, criando mais franquias no país britânico.

Assim que terminei fizeram uma festa devido as ações da empresa ser uma das melhores no mercado. O pai de Murilo era um simples lavrador que começou com nada, hoje sendo um dos melhores e maiores empresários do mundo.

- Quero fazer um brinde. - começou o senhor Magno. - Ao novo Secretário sênior da empresa. O senhor Richard Drummond.

Quase tive um desmaio. Eu fui promovido e ficaria ao lado do Caleb mais também do desprezível Murilo. Caleb me deu uma piscada de olho e levantou a taça em minha homenagem.

Saindo dali a chuva caia. Eu não tinha carro como a maioria dos outros e ainda bem que naquele dia não tinha aula. Assim que ia saindo, recebo um grande banho de lama e advinha de quem era? Sollath.

- Isso é para aprender a ter mais atenção, senhor secretário sênior. Vem eu te levo para casa. - disse ele dentro do carro.

- É o mínimo que pode fazer. - resmungo

O trajeto todo foi calado e eu pingando no carro dele, que a propósito era uma Ferrari preta. Quando sai do carro ele me pega e fala no meu ouvido.

- Parabéns garoto. Espero você amanhã você para ser meu novo Secretário, não esqueci daquele beijo que lhe roubei.

Não sei o que me deu, mais assim que ele terminou de falar, eu roubei um beijo dele.

- Agora estamos quites.

Sai do carro e fui direto para meu apartamento sem olhar para trás.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...