História Criança Perdida - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Age Gap, Hentai, Lolicon, Sexo
Exibições 130
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oie!
Capítulo 02 para vocês!
Espero que gostem, perdoem os eventuais erros e aproveitem a leitura!

Capítulo 2 - Capítulo II


Capítulo 02

 

EUA, Indiana, South Bend.

Abril de 1985.

John

 

Corri até Eleanor e a segurei em meus braços. Ela está muito mais magra. Seus cabelos castanhos e médios pareciam ter nós por toda a extensão e a boca tinha alguns pequenos cortes causados pelo frio. A chuva caía ainda mais forte e Eleanor segurou no meu braço antes de desmaiar. Abandonei-a por um momento na relva e fui até a caixa onde tinha deixado os lanches para ela e os guardei na mesma sacola. Voltei e com um pouco de dificuldade, segurei primeiro nas pernas nuas e depois nas costas e a carreguei para fora da floresta. Tentei andar rápido, mas a chuva formava poças em algumas partes e a lama fazia com que o chão ficasse cada vez mais escorregadio.

Finalmente vi a minha caminhonete parada na beira da estrada e subi o pequeno desnível entre a mata e o acostamento. Eleanor continuava desacordada. Abri a porta do carona, a coloquei no banco com cuidado e passei o cinto de segurança pelo seu corpo. Entrei no carro com pressa e girei a chave na ignição como se a minha vida dependesse disso. Tentei manter a calma depois de ver Eleanor se mexer um pouco no banco e dirigi mais devagar por causa da chuva e pela nossa segurança. Não demorei muito para avistar o desvio na estrada que levaria até o meu trailer na beira do lago. Os trovões ainda gritavam no céu e os relâmpagos caíam incessantemente. Fazia ainda mais frio na minha casa, mas tentei proteger Eleanor da chuva o máximo que pude.

Alguns minutos depois eu havia feito duas canecas de chá de hortelã para nós dois. Eleanor dorme tranquilamente, mas agora ela está coberta por uma manta de lã e veludo. Peguei a minha caneca em cima da mesma de madeira e sentei-me na frente da menina. Ela parecia tão frágil. Ainda era um mistério saber a verdadeira origem daquela menina, pois a história que todos conhecem é um tanto bizarra. Dois meninos de apenas 12 anos a encontraram perdida na floresta há alguns meses. Ela parecia estar fugindo de alguém. Quase não falava, mas sentia uma fome equivalente a três adolescentes em fase de crescimento. Descobrimos depois que ela tinha sido mantida em cativeiro desde o seu nascimento porque foi fruto de uma relação estranha e abusiva entre uma moça hippie e um empresário que só queria gerar um filho para ser o seu herdeiro. Quando a mãe da menina descobriu, ela trancou Eleanor em casa e matou o pai biológico dela. E só descobrimos tudo isso porque eu e mais um colega da delegacia reviramos a fundo os casos familiares da polícia de South Bend. A mãe de Eleanor é mentalmente desequilibrada pelo consumo excessivo de drogas e seu pai está morto. Quando a insanidade de sua mãe veio à público, ela fugiu da cidade, mas enviou-me um recado pedindo que a ajudasse a se alimentar. Sem nem mesmo questionar, decidi ajudá-la. Ela não tem absolutamente ninguém.

Lembro-me de ter conversado no juizado de menores de Indiana sobre a possibilidade de adotar Eleanor pouco antes de seu repentino desaparecimento e eles me garantiram que eu poderia conseguir a sua guarda caso comprovasse ter renda suficiente e uma boa moradia. Renda eu tenho, pois sou o delegado da cidade. Porém preciso de uma casa maior e melhor se quiser lutar por ela no tribunal. O outro problema é que Eleanor tem 13 anos e nunca frequentou a escola. Ela não sabe ler nem escrever. Sinto-me cuidando de alguém sem malícia e nenhum conhecimento sobre a vida. Preocupo-me com qualquer pessoa que possa se aproximar de Eleanor para tirar proveito de sua ingenuidade.

Ela é linda. Tem os cabelos castanhos e ondulados. Eles descem pelo seu rosto e tocam os ombros. Suas sobrancelhas são escuras e o rosto é cheio de pintinhas que decoram a sua face desde a testa até o pescoço. A pele é clara, mas está levemente queimada pelo sol. Não seria considerada uma deusa por esses garotos de 13 anos que adoram as coelhinhas da Playboy, mas foi feita para ser contemplada por um homem.

— Deus, o que estou dizendo?! – repreendo-me pelos meus pensamentos impróprios em voz alta e decido tomar um banho sem nem mesmo ter terminado de tomar o meu chá.

Levanto da poltrona da sala e pego a minha toalha na área de serviço antes de entrar no banheiro. Logo estou sentindo a água morna relaxar os meus ombros e agradeço mentalmente pelo início de noite totalmente inesperado. Sorrio ao me lembrar da menina que dorme no sofá da sala e termino o meu banho. Me seco um pouco dentro do banheiro, mas não tenho o costume de me vestir aqui. Enrolo a toalha na cintura e vou para o meu quarto, mas deparo-me com Eleanor no meio do caminho olhando para a minha casa como se sentisse medo.

— Eleanor? Você está bem?

— John. – ela responde e me recebe com um doce abraço. Não parece se importar de abraçar um homem praticamente nu.

— Oi, minha pequena. Já faz tempo não é mesmo? – pergunto enquanto sua cabeça está apoiada no meu peito e seus braços finos envolvem o meu tronco.

— Sim.

— Por onde você esteve? – pergunto me separando para olhar em seus olhos.

— Casa.

— Você não vai voltar. Está me entendendo? Não quero que você volte para aquele lugar terrível e isolado. Quero cuidar de você.

— Não quero mais voltar.

— Tudo bem. Você vai ficar comigo. – assegurei segurando nas suas mãos pequenas e sujas.

— Quero comer. – ela disse olhando para os lados como se procurasse por algo.

— Nós vamos comer. Só espere um pouco para que eu possa colocar uma roupa. – ela assentiu e voltou para a sala.

Entrei no meu quarto e vesti um trapo qualquer porque queria passar o maior tempo possível com Eleanor. Só a sua presença já me faz bem. Me sinto responsável por ela e desejo que tenha uma vida saudável e feliz.

 


Notas Finais


O que estão achando?
O que vocês pensam que vai acontecer?

Até!


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