História Criminal - Capítulo 54


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Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Harvey Dent (Duas-Caras), Jason Todd, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Coringa, Drama, Mad Love, Romance
Exibições 124
Palavras 2.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Penúltimo capítulo da fic pessoal!
Espero que gostem, eu escrevi com todo amor 💞💞💞💞
Boa leitura!

Capítulo 54 - Me dê sua ultraviolência


Fanfic / Fanfiction Criminal - Capítulo 54 - Me dê sua ultraviolência


-Você me achou...- Coringa larga seu corpo sobre a cadeira.- O que vai fazer?- Então ele estava vivo? Vivo e ali na minha frente? Meu coração palpitava de felicidade e angustia, eu não sabia se corria pra abraçá-lo, essa incerteza que ele sempre plantava na minha cabeça me deixava tão confusa.

-Eu...- Olho de volta para o quarto e depois pra ele tentando arrumar uma desculpa.- Você me trouxe pra cá?

- Não foi isso o que eu perguntei.-Ele levanta andando ao redor da mesa e parando a frente da mesma se encostando nela, de braços cruzados, um sorriso cínico brincava em seus lábios, eu não ia cair nessa. Arrumo minha postura ficando ereta, eu não ia me rebaixar pra ele.

-Mas foi o que eu perguntei!- Aponto pra mim enquanto falo.- Por quê me trouxe pra cá?- Pergunto novamente determinada.

-Eu fiz o que você queria.- Ele desencosta da mesa e começa a dar pequenos passos em minha direção, não precisou de muito para que ele já estivesse na minha frente, dou um para trás apenas por segurança.

-Você acha que eu queria te ver?- Forço uma risada nasalada.- Eu torci tantas vezes pra que você estivesse morto.- Olho em seus olhos pela primeira vez, ele estava tão perto de mim agora que eu podia sentir sua respiração batendo no meu rosto, ele cheirava a whisky e perfume amadeirado, fecho os olhos instintivamente.- Mas ao mesmo tempo eu queria que você estivesse vivo...- Abro os olhos para olhar na sua imensidão azul de insanidade.- só pra poder te matar.- Então ele riu, riu na minha cara, esnobando do que eu falava, fazendo pouco, duvidando das minhas atitudes. Observo seu coldre axilar, em um vacilo seu puxo seu revolver roxo e dourado, me afastando o suficiente para que meu braço ficasse esticado com a arma apontada a sua cabeça. Agora ele fica sério erguendo as mãos em rendição.

-Não me machuca...- Ele faz uma expressão forçadamente triste.- Eu vou ser seu amigo.- Olho os detalhes da arma.- Você me mataria depois tudo que eu te fiz?

-Você acabou comigo...- Digo sentindo os olhos arderem.- Você me deixou confusa desde o ínicio. Você veio com sua historia sobre infância difícil querendo me manipular, depois agia daquele jeito comigo, tão rude... grosso. – Ele fica calado me ouvindo falar.- Eu fui a psicólogos, eu cheguei a achar que estava louca. Eu pensava em você todos os dias, querendo te odiar por tudo que me fez mas eu não conseguia.- Fungo, acho que eu já estava vermelha como um pimentão de tanto chorar, minha mão tremia enquanto segurava o revolver. Respiro fundo e volto a falar.- Eu deixei meu emprego dos sonhos por que tinha medo, eu deixei meu namorado, quem mais me ajudou durante esse tempo pra ir atrás de você...- Sorrio entre lágrimas.- Eu acho que te amo, mas isso não faz bem pra mim. Eu quero parar de me sentir confusa, eu quero que as vozes na minha cabeça parem, eu quero ser como sempre fui... A solução pra isso é te matar?

-Você quer me matar?- Ele pergunta abrindo um sorriso, com todos aqueles dentes capados em prata.- Atira...- Aperto um pouco meu dedo no gatilho tentando ter coragem para fazer aquilo, eu podia acabar com tudo ali e agora, toda essa agonia que eu senti esse ano inteiro.- Atira, atira, atira.- Ele repete.- Atira!- Respiro fundo abaixando a arma derrotada, ele abre um sorriso de imediato, fecho os olhos ficando de cabeça baixa. Sinto suas mãos grandes e ásperas tocando meu rosto de leve, então sua boca encosta na minha levemente fazendo uma corrente elétrica passar por mim, fazendo eu me sentir viva. Jogo a arma em um sofá de lado e passo meus braços por seu pescoço a fim de aprofundar o beijo, mas ele segura seus pulsos se afastando de mim.- Você é tão fraca amor.- Abro os olhos ao ouvi-lo me chamar de amor. Coringa solta meus pulsos, quase imploro por um mínimo toque seu. Ele me olha de cima a baixo e começa a me rodear andando lentamente.- Você matou um guarda, um segurança, uma enfermeira velha, deixou uma médica com bastante dor de cabeça, roubou as roupas dela, depois agrediu um pobre coitado.- Coringa para atrás de mim enquanto fala, suas mãos vão até meus cabelos os pondo de lado, deixando minha nuca exposta.- Eu acho que você é louca.- Seu timbre rouco caçoando de mim volta a tona, seus dentes raspam a pele sensível do meu pescoço me fazendo ficar arrepiada.- Por que é tão difícil me matar?

-Eu não...- Antes que eu pudesse concluir a frase ele me interrompe.

-No fundo você sabe que eu te ajudei. Eu quis te livrar de tudo, da falsa felicidade, eu vi potencial em você Harley.- Ele segura meus ombros me virando para que eu ficasse de frente pra ele, suas mãos continuavam em meus ombros.- Você é insana!- Ele fala em tom animado.

- Você me machucou...- Digo baixo, ele estava certo em certos pontos, mas eu estava magoada.

-Eu só fiz bem a você...- Seu olhar parecia tão sincero, no fundo de sua Iris tinha algum brilho, ele era magnífico.- Eu te fiz mais forte! Eu te fiz a minha semelhança, meu monstrinho...- Sua palma toca minha bochecha e eu me derreto em seu carinho.- Linda, linda, linda,linda.- Fico ruborizada quando o ouço me elogiar.- Você é tão fodida quanto eu. Você está pronta pra ser minha? Hm?- Eu o olhava admirada, me sentia como se tivesse ganhado na loteria. Ele me queria, ele me queria só pra ele, ele me queria só pra ele. E eu queria isso? É claro que eu queria, eu estaria ao seu lado pra tudo, poder sentir seu toque todos os dias seria como sentir o paraíso. Poder ouvir sua voz para sempre era como ouvir deus falando ao meu ouvido. Não sei quando tempo fiquei como boba olhando pra ele, o senhor C. era um sonho, ele era perfeito, ele me queria e eu queria ele, o que há de errado nisso? O que há de errado se entregar ao amor?

-Eu estou!- Digo firme.- Claro que estou!- Abro um sorriso bobo. Coringa me puxa pela nuca para um beijo, não era leve, calmo, era violento, de um jeito estranho eu adorava sua violência, que ele me desse, que ele me desse tudo, despejasse tudo em mim, eu amava sua ultraviolencia, queria sentir isso forte, eu o queria como nunca quis algo antes, eu precisava dele. Meus braços passam pelo seu pescoço arranhando sua nuca enquanto ele puxava meu cabelo mantendo o ritmo do beijo rápido, assim como ele queria. Nossas línguas travando uma batalha árdua. Seu gosto de Whisky me embriagava, seu cheiro me deixava louca. Coringa passa suas mãos por trás da minha coxa me levantando, enrosco minha perna em seus quadris gemendo ao sentir sua masculinidade rígida por baixo da calça social. Quando menos percebi já estava sendo prensada na parede, seu quadril se movia sobre minha intimidade enquanto ainda nos beijávamos fervorosamente. Suas mãos vão até minha blusa pra abrir o primeiro botão, ele não consegue logo ficando irritado, Coringa parte o beijo puxando minha blusa com força fazendo os botões voarem e vários caírem pelo chão do escritório, ele volta a me beijar, tiro seu coldre o jogando de lado, ele abre sua camisa social branca a jogando de lado. Eu pude observar seus ombros largos, e tatuados, passo as unhas por ali o arranhando, ele anda até perto de sua mesa me colocando no chão pra abrir minha calça, tiro minhas botas as pressas e logo depois minha calça já as acompanhava no chão. Coringa me vira de costas pra ele, suas mãos puxam meus cabelos com força me fazendo gemer de dor e encostar minha cabeça em seu ombro. Ele chupava e mordia meu pescoço, enquanto sua mão livre ia até meus seios por cima do sutiã o apertando.

-Gostosa...- Ele me empurra até a mesa, quase caio por cima dela mas me apoio com os braços. Sua palma vai com força na direção da minha bunda, mordouu o lábio gemendo nasalmente. Coringa empurra minhas costas contra a mesa, fazendo eu empinar minha bunda em sua direção, eu observava seus movimentos de rabo de olho, o vejo se ajoelhando atrás de mim, mordendo a carne do meu traseiro e dando chupões no local, enquanto distribuía tapas aqui e ali. Esse homem era um deus, ele sequer tocou minha intimidade e já me fazia ansiar por ele. Quando menos espero minha calcinha já estava aos pedaços, ele havia espedaçado o tecido de algodão em pedaços. Seu dedo rodea minha intimidade encharcada, me fazendo gemer alto, dois dedos seu me invadem fazendo movimentos rápidos. Aquilo estava ótimo, eu mal acreditava que ele estava se empenhando tanto só pra mim, me sinto a mulher mais sortuda do mundo. Seu dedo sai da minha intimidade e é levado até meus lábios, chupo seus dedos sentindo meu gosto e olhando em seus olhos. Ele me vira pra si me pondo em seus braços, o beijo com vontade, provando cada milímetro de sua boca.

Meu corpo é posto em uma superfície macia, que logo noto ser a cama, ele me vira fazendo com que eu fique com a bunda pra cima, meu rosto sobre o travesseiro. Ele joga o resto de suas roupas de lado e monta em mim, como se montasse em um garanhão, com força e vontade ele me domava ali, seu membro entra forte, duro, me deixando cada vez mais excitada se isso era possível, ele dava mordidas no meu pescoço e chupões enquanto continuava seu movimento frenético. Eu gemia e rugia como uma leoa no cio, ele era tão bom no que fazia. Coringa sai de dentro de mim, distribuindo mais um tapa na minha bunda antes de me virar de frente, ele levanta uma de minhas pernas a pondo sobre seu ombro.

-Sorte sua que eu sou flexível pudinzinho.- dou uma risada safada. Minha intimidade estava aberta e convidativa pra ele, ele deita seu corpo sobre o meu fazendo com que meu joelho encostasse no meu peito, ele entra em mim novamente com ainda mais força que antes.

-Se não fosse eu faria você ser.- Seus movimentos continuavam mais fortes e brutos, era capaz de ouvir a cama afastando centímetros do chão a cada movida de quadril dele. Seu rosto de prazer era uma visão maravilhosa, as vezes ele fechava os olhos fortes e abria os lábios vermelhos, franzindo o cenho e murmurando frases desconexas. Coringa abre os olhos olhando pra mim, seu olhar parecia pegar fogo em mim, sua mão vai até meu pescoço o apertando levemente, ele apertava um pouco e depois soltava, assim controlando quando devia ou não respirar, estranhamente eu tinha adorado.

...

NARRAÇÃO EM TERCEIRA PESSOA

Os gemidos, gritos e sôfregos. A garota com uma vida pela frente deixando tudo de lado, por aquele momento, por um momento com ele, por ele. Ele valia a pena pra ela, deixar tudo se possível, mudar sua vida ou seu nome, sua aparência, ela não se importava contanto que estivesse ao lado dele.

O gozo veio forte de Harleen, ela sentia como se fosse a primeira vez, nunca se sentiu tão viva como os poucos minutos que estava a seu lado. Logo depois veio a vez dele, espalhando seu liquido quente pela intimidade dela e se deitando derrotado de lado. Harleen mechia com ele de uma forma confusa, estranha, ele a queria, a queria pra ele, como nunca quis antes outro objeto, mas temia, temia que ela não fosse boa o suficiente, as outras tentativas falhas, todas as outras Arlequinas, que ou desistiram e tiveram que ser mortas, ou morreram antes de sua transformação. Por algum motivo ele não queria perder sua nova Harley, ela parecia única, tão devota a ele, ela faria tudo que ele mandasse sem pestanejar, sua submissão era o que ele procurava.

De um jeito ou de outro eles sentiam completos. Ela viu a beleza na escuridão dele, ele viu a escuridão na beleza dela.


Notas Finais


Comentem pessoal! Digam o que acharam.
A opinião de vocês vale muito.


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