História Criminal - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
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Palavras 1.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo para vocês.
Com altas emoções.
(Gostei de como esse ficou também)


♥BOA LEITURA♥

Capítulo 11 - Day 10- I don't want to walk away from you


Fanfic / Fanfiction Criminal - Capítulo 11 - Day 10- I don't want to walk away from you

 

 

*10 de Junho de 2016*

Karol Sevilla’s Point Of View

-Vale: AI MEU DEUS. O OTP É REAL.

-Karol: Foi só um beijo Vale.

-Vale: Foram 3 em 8 dias.

-Karol: Ontem conta como 1.

-Vale: Mas foram dois.

-Karol: Dois. Um. Três. Não importa. Duvido acontecer de novo.

-Vale: E eu duvido que não vá. O que vai fazer hoje?

-Karol: Eu...aaa...eu

-Vale: VAI ENCONTRAR O RUGGERINHO. EU SABIA. O OTP É REAL.

-Karol: É vou.

-Vale: Arrasa viu. Não perde ele não.

-Karol: Eu nem tenho ele pra poder perder.

-Vale: Mas vai ter. Tenho que desligar, vou almoçar com o Mike. Beijos, você vai me contar tudo viu.

-Karol: Não vai ter o que contar, mas tudo bem. Beijos.

-Vale: Dá última vez que ouvi isso você me falou que ia jantar com ele e depois falou do beijo. – Disse por fim antes de desligar sem me dar oportunidade de resposta.

O tempo passou incrivelmente rápido, comecei a conversar com Vale um pouco depois de acordar e já ta na hora do almoço, que ta acontecendo?

Mas independentemente do tempo perdido, falar com Vale me faz incrivelmente bem, ela consegue melhorar meu dia 1000%, queria muito que ela estivesse nessa viagem comigo mas ela estava viajando com o Michael então não deu, mas ok, ela me da apoio via FaceTime.

Me arrumei e fiquei esperando o Rugge chegar.

Ruggero Pasquarelli’s Point Of View

O dia foi o mais parado possível, acordei e vim direto pro escritório, e desde então fiz quase nada, e com quase eu quero dizer que assisti série deitado no sofá que tem na minha sala. E quando finalmente deu meio dia peguei o carro e fui buscar a Karolzita para almoçarmos e passarmos a tarde juntos.

- Olá Karolzita.

- Olá Ruggerito – Sorri com o apelido enquanto ela entrava no carro.

- Onde vamos comer?

- Espere e verá.

Chegamos ao meu 2º restaurante preferido, é impressionante como o clima é bom quando estamos juntos, ele nunca pesa, é como se nos conhecêssemos a décadas, ela me passa confiança e isso me faz pensar se eu deveria esconder a máfia dela.

- Licença, um senhor pediu para lhe entregar. – Disse entregando um papel à Karol e saindo em seguida.

Ela abriu o papel e à medida que passava o olho pelo mesmo se encolhia na cadeira, assim que terminou o abaixou e me olhou nos olhos, via o medo refletido no verde deles.

- O que foi? O que ta escrito? – Ela só me entregou o papel, sem respostas.

Olá Morena!
Você não acha que ficar
grudada nele vai me afastar né?
Quando você menos esperar
eu volto e te pego.
Em todos os significados
da palavra.

-Loiro

- O que você acha? Eu não quero que ele volte, eu tenho medo Rugge.

- Ei, fica tranquila tá. Pode ter certeza que ficar grudada em mim vai afastar ele. Ele não vai mais mexer com você.

- E como você pode ter tanta certeza?

- Confia no pai. – Consegui enfim tirar uma risada daquela expressão preocupada. Como amo esse sorriso.

Depois do almoço resolvemos comprar um sorvete, era ali perto fomos a pé mesmo.

- Seu nariz, ta... meio sujo – Disse me olhando.

- SÉRIO? – Comecei a limpar loucamente e automaticamente ela riu. – Sem graça.

- Você é o Ruggero? – Disse uma senhora nos parando.

- Sim. Posso ajuda-la?

- VOCÊ. VOCÊ MATOU MEU FILHO.

- Oi?

- Afonso. Você o matou. – Tentava me lembrar de algum Afonso mas ninguém me vinha na cabeça. – MATOU.

- Senhora, me desculpa mas eu não conheço nenhum Afonso.

- Mãe. Para de incomodar o casal. Me desculpem, meu irmão morreu em um acidente de helicóptero e ela não superou ainda, tenta culpar quem pode de sua morte.

- Tudo bem, espero que fiquem bem.

- Aquela mulher só tava blefando né. – Karol me olhou um pouco brava.

- Sim, eu nem conheço Afonsos. – Disse sério mesmo vendo a imagem de Afonso Queiroz passar pela minha cabeça, o plano do helicóptero foi ótimo. – Se importa de passarmos no meu escritório, deixei meu celular lá.

- Sem problemas. Posso fazer uma pergunta? – Assenti com a cabeça – Essa sua correntinha, eu vi o pingente hoje, o que ele simboliza?

- Olha, nem eu sei. Mas é de família, meu vô deu uma dessa pro meu pai, meu pai para mim e eu darei pro meu filho. A Caro tem um pingente desse também mas em uma pulseira.

- Entendi, combina com você.

Dirigi para o escritório, chegamos sendo recepcionados pela Maria que ainda acha que somos um casal. Fui lavar minha mão e pegar o celular enquanto Karol via os meus livros, os quais amo e deixo poucas pessoas relarem. O que ela ta fazendo comigo?

- RUGGERO LIGA A TV. – Agustín gritou entrando na sala.

- Então, Robert Sevilla, quem é o poderoso Chefe da Máfia Italiana?

- Pai? – Sua voz saiu baixa, como se pensasse alto. PERA. Ele é o pai dela?

- Ruggero Pasquarelli – Meu nome foi dito com convicção pelo moreno e em seguida apareceu fotos minha na tv.

- ELE É SEU PAI?

- VOCÊ É O CHEFE DA MÁFIA? – Nos perguntamos juntos, meu mundo tava desabando.

- Karol me deixa explicar.

- NÃO. ENTÃO O TAL AFONSO. FOI VOCÊ. QUANTAS PESSOAS VOCÊ DEVE TER MATADO? VOCÊ COMANDA UMA MÁFIA. POR QUE VOCÊ ESCONDEU ISSO DE MIM?

- Karol, é uma coisa de família, criada pelo meu avô, eu não podia simplesmente negar. Eu ia te contar eu só tava esperando o momento certo, não posso virar pra você e falar “Eu comando uma máfia”.

- Eu queria tanto que meu pai estivesse errado. – Fez uma pausa. – Ruggero, quem garante que você não se aproximou de mim só pra chegar ao meu pai?

- QUE? EU NÃO SABIA QUEM ERA VOCÊ. VOCÊ É A FILHA DO AGENTE DO FBI, QUEM TINHA QUE SE APROXIMAR DE ALGUÉM ERA VOCÊ.

- Eu não faria isso. Nem pelo meu pai. Não com o Ruggero que conheci. Tchau, não sei o que ainda to fazendo aqui, e não me procura por favor.

- Não posso te prometer nada.

- Tente.

- Eu não quero me afastar de você. – Minha voz saiu como um sussurro, e assim que vi ela sair pela porta lágrimas incontroláveis saíram pelos meus olhos, eu nunca choro, bom, depois que ela chegou eu nem sei mais o que eu faço. Meu mundo desabou com aquele pequeno pedaço da entrevista.

Karol Sevilla’s Point Of View

Eu não sabia pra onde ir, o que fazer, com quem falar. Peguei um caminho que julguei ser o certo e o segui, com muita sorte cheguei ao meu apartamento. Joguei minhas chaves e meus sapatos em qualquer lugar e deitei no sofá, fui forte o caminho todo, mas não conseguia mais, deixei as lágrimas rolarem. A única coisa que eu consegui fazer foi ligar pra Vale.

-Karol: Vale, tenho notícias.

-Vale: Outro beijo Ruggarol? Criei um name shipper pra vocês, pera... você ta chorando?

-Karol: O Ruggero não é o mocinho. É o vilão.

-Vale: Que? Entendi nada.

-Karol: O Ruggero é o chefe da Máfia que meu pai investiga. ELE COMANDA UMA MÁFIA VALE.

 

 


Notas Finais


O que acham que acontece agora? Será que eles vão se reconciliar?

Sugestões? Criticas? Comenta aí que eu leio tudo♥

♥ESPERO QUE TENHAM GOSTADO♥


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