História Criminal - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Kumamonie

Postado
Categorias EXO
Personagens Kris Wu, Tao
Tags Criminal, Exo, Kristao, Menção À Britney Spears, Taoris
Visualizações 19
Palavras 1.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente, essa fanfiction vai render, prometo
Segundamente, boa leitura

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Criminal - Capítulo 1 - Prólogo


O baile começa, estão todos extremamente bem arrumados. Vestidos e ternos de gala, rostos cobertos por sorrisos e taças nas mãos. O salão era magnífico, todo trabalhado em tons de dourado e branco, um teto alto e uma cúpula bem no meio, enfeitada com uma pintura em azul, desenhos místicos sobre anjos e demônios. A pintura parecia contar uma história de anos. O salão, extenso, com iluminação tanto por lâmpadas quanto por alguns candelabros acessos pendurados nas paredes. Grandes cortinas azuis de ceda que iam do teto até o chão, se espalhando ali, tapando algumas das grandes janelas. Todos estavam elegantes, vestidos longos e chiques, ternos muito bem engomados. Todos estavam realmente muito bonitos.

Alguns bebem enquanto conversam com seus respectivos conhecidos, outros apenas bebem, como eu, no caso. Estou apenas bebendo e observando as pessoas em minha volta, imaginando se aqueles sorrisos são realmente verdadeiros. Bailes desse tipo são realmente muito entediantes, ainda mais quando seu acompanhante só te trouxe aqui para te levar para a cama depois.

Estou perto dele e esse estúpido esta conversando com seus amigos, como de costume. Ele só me trouxe aqui para impressionar os outros, me usando como troféu, com frases do tipo:

“Este é meu namorado”

“Vejam como é lindo”

“Ele tem um puta corpo, não é mesmo?”

Sim, esse é o desgraçado que eu chamo de namorado. E sim, eu quero terminar com ele à algum tempo. Ele me trata como um objeto, como um troféu que ele pode exibir para todos. E, caralho como eu odeio ele. Na verdade, nem sei como estou com ele até hoje.

Estava tudo muito calmo, ninguém havia me incomodado ou coisa do tipo. Nem mesmo trocaram palavras comigo e estava bom demais para ser verdade. Minha paz foi interrompida. Ele segura meu rosto, me fazendo olhar forçadamente em seus olhos. Sua expressão era totalmente fria e raivosa, aparentava de longe não se importar comigo ou com a dor que sentia quando apertava meu maxilar daquele jeito.

-Você quer ganhar dinheiro com esse seu rostinho bonito?- Falou o mais alto, com um tom brusco, enquanto apertava mais meu rosto, fazendo minha pele pálida ganhar um tom extremamente avermelhado.

Eu não consegui pronunciar nenhuma palavra sequer, apenas tentei empurrar o mesmo para que ele se afastasse de mim. Mas, foi um ato extremamente falho, eu sou fraco demais para empurrar alguém desse porte. Ele acaba por me pressionar na parede e tentar me beijar a força, sem receber nada em troca.

-Agora a princesinha não quer nem me beijar? – Fala naquele tom repugnante de sempre e eu reviro os olhos. Estava casado disso.

Ele finalmente sai e eu vou até o banheiro, secar as lagrimas que escorriam furiosamente pelo meu rosto, manchavam meu terno branco, o deixando em um tom mais acinzentado. Enquanto passava água em meu rosto, escutei um dos boxes do banheiro abrirem, porém ignoro e puxo do bolso um lenço de papel, secando a água do meu rosto e observando meus olhos inchados e vermelhos, juntamente a ponta do nariz que faziam um contraste com a pele pálida, deixando eminente o fato de eu ter chorado.

Um garoto de cabelo platinado e ligeiramente mais alto que eu se aproxima de mim, olhando meu rosto no espelho e dando um sorrisinho que me pareceu fofo, então retribui o mesmo, porém de maneira mais fraca e singela. Logo, o mesmo sai dali e eu jogo o lenço no lixo, demorando um pouco mais para sair, já que esperava inutilmente minha pele perder todo aquele vermelho gritante.

Saio do local e olho em volta, soltando um suspiro, pensando que o veria ali arrependido, mas eu sou otimista demais. Porque eu realmente achei que ele mudaria? Idiota!

Me deparo com o ser que diz ser meu namorado e diz ser homossexual também, agarrando uma mulher no canto próximo ao banheiro e minhas lagrimas voltam a escorrer. Tomei um pouco de coragem, coisa que eu já não fazia á algum tempo e fui até eles, tirei minha aliança e a joguei no chão, chamando a atenção do maior.

- Você é um tremendo de um babaca, um babaca solteiro! – Pronunciei com uma expressão de pura raiva, juntamente com as lágrimas e aquela vermelhidão de antes.

Me viro, saindo dali como se tivesse tirado um peso enorme das costas ou como se vencesse uma guerra de anos. Infelizmente, sinto meu braço ser puxado quando eu terminava de descer a escadaria da mansão onde acontecia a festa.

- Você tem noção do quão vergonhoso foi aquilo lá dentro? Você é estúpido, garoto! –Disse com aquele tom furioso, como uma criança mimada que acabou de perder seu brinquedo favorito.

-Me solte agora! Você não é mais nada meu. Resolva seus problemas com as putas que você fode todas as noites!- Disse bem alto, sendo audível para as pessoas que estavam no inicio da escadaria, que estavam ouvindo a briga e tentando entender o que estava acontecendo .

Depois da minha fala, só senti um soco fortíssimo atingir meu rosto, me derrubando no chão. Senti o mesmo me dar chutes no abdômen e gritar coisas como: “Seu viado de merda, não sabe ficar calado?”. Eu apenas escutava tudo aquilo, sentindo sangue sair das minhas narinas e boca. Por mais machucado que eu esteja, me sinto vitorioso por ter feito aquilo.

Porque nossa relação foi sempre assim. Ou oito ou oitenta. Nunca teve um treze ou um setenta, quem dirá um trinta. Ele sempre foi muito compulsivo, não parava quieto e estava sempre a procura do que fazer. Isso era bom no inicio mas agora, isso é só mais um desgaste para minha cabeça, porque sempre que estamos sozinhos você é um anjo e em publico sua máscara cai e você se transforma nesse monstro. Nós tínhamos tudo para dar certo e não foi por falta de esforço que terminamos desse jeito. Foi por falta de interesse, por você tratar tudo de um jeito monótono, por só se importar com você e com esse seu dinheiro que não serve de nada para mim.

Depois de muitos chutes e pontapés em várias partes do corpo, ouço o barulho de um carro chegando e parando próximo a onde eu estava, entrando no meu campo de visão. Desce dali um homem alto, cabelos platinados, um casaco de couro e calcas pretas rasgadas nos joelhos. O cara do banheiro. E ele sai batendo violentamente a porta do carro e partindo pra cima do cara que agora é meu ex. Lhe dá um chute no peito, fazendo até eu me sentir sem ar. Uma série de socos no rosto e um chute fortíssimo no quadril, que o fez cair ligeiramente para trás e ficar apoiado no chão.

O cara me ajuda a levantar e a andar até seu carro, me coloca cuidadosamente no banco de trás do mesmo e entra na porta do motorista, sentando-se calmamente e me olhando pelo retrovisor do carro, com uma expressão séria, sem se importar com o sangue manchando o banco de seu carro aparentemente caríssimo.

-Como você está se sentindo? – Pergunta carinhosamente o mesmo e dá a partida no carro, saindo rapidamente do local e deixando as pessoas de lá totalmente impressionadas com seu ato. Até eu estava impressionado, na verdade. Não o conhecia de qualquer forma.

-Está doendo, doendo muito- Choramingo inconscientemente, abraçado ao meu abdômen, o sentindo molhado pelo sangue. Aquela área doía muito, provavelmente havia quebrado uma costela ou algo do tipo.

-Vai ficar tudo bem, ZiTao. Eu vou cuidar de você e dos seus ferimentos. Por agora, apenas durma- Fala extremamente calmo e continua dirigindo, mudando o olhar, que até agora estava em mim, para a estrada.

Resolvi não questionar como sabia meu nome ou para onde estava me levando, apenas assenti e respirei fundo, tentando esquecer tudo que acabou de acontecer e dormir, para pelo menos acalmar a minha mente.



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