História Criminal Blood - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Lauren Jauregui
Tags Bieber, Criminal, Drama, Jauregui, Lauren, Máfia, Revelaçoes, Sedução, Tragedia, Violencia
Visualizações 1.308
Palavras 4.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Para varias cá estou eu na madrugada! Mas se não postasse agora seria só daqui à dois dias, então espero que gostem muito porque eu amo esse capítulo, isso embora foque bem mais na máfia <3
Boa leitura!

Capítulo 14 - Daddys Way.


“Tudo que faço é ganhar ganhar não importa o que. Tenho dinheiro em mente nunca pode tirá-lo e cada vez que eu passo em frente na construção mãos todos sobem. E eles ficam lá, e eles dizem sim, e eles ficam lá até para baixo, para cima para baixo. Porque tudo que eu faço é ganhar . — DJ Khaled (All I Do Is Win).”

 

 

Megan’s Point Of View

3 de abril de 2017.

2:43 a.m.

Toronto, Ontário - Canadá.

 

— Isso é ridículo! Ta um frio da porra aqui, anda. — Ele fala quase me puxando pelo braço para me tirar do carro, mas eu nego de novo e não me movo, mostrando que meu cansaço é superior em relação à suas ameaças.

— Eu estou exausta, não consigo caminhar direito.

— Ninguém mandou querer sair do hospital sem pelo menos passar uma noite. — Ele fala e eu nego, mostrando que não moveria um único músculo sequer. — Eu não vou te carregar até o quarto.

— E eu falei que quero suas mãos nesse meu corpo? Longe de mim, demônio. Mande um dos seguranças me levar. — E falo isso da maneira mais arrogante que consigo, vendo que ele se irrita.

— Puta gosta de mão de cara alheio no corpo né. — Ele se estressa e ia mesmo me carregar, mas eu já ergo as mãos e nego na hora.

— Não te dei intimidade para me tocar.

— Meu pau na tua buceta já não foi intimidade demais? — Ele ironiza e aperta o meu braço, me pegando no colo nem estilo noiva, mas sim como saco de batata, sem delicadeza nenhuma enquanto me aperta com força de maneira proposital.

— Seu imbecil. — Bateria nele, mas sinceramente nem força para isso eu tenho nesse momento.

Ele entra em casa e eu fecho os olhos, não demorando muito para sentir que ele estava subindo as escadas agora comigo em seus braços.

— Você sabe que não precisa pegar na minha bunda.

— Se eu estou fazendo esse sacrifício pelo meu filho, que eu pelo menos tenha algum proveito. — Ele ferve e chuta a porta do meu quarto, com o intuito de abrir a mesma.

— Você não ouse me… — E no que eu abro os olhos, sinto meu corpo ser jogado com tudo na cama, realmente machucando minhas costas de uma maneira grossa e sem necessidade. — Filho da puta.

— Eu mesmo. — Ele fala frio, me lançando um breve olhar antes de se virar e sair, deixando a porta mais do que aberta para me incomodar. 

Eu simplesmente detesto quando saem do quarto e não fazem nem questão de fechar a maldita porta do mesmo, porra.

Eu me sento melhor e respiro fundo, ainda me sentindo um pouco tonta, mas bem melhor do que antes. 

Puxo a coberta da cama para cima e me tapo, não fazendo nem questão de por um pijama ou fechar a porta, apenas fecho os olhos e apago por completo enquanto continuo com uma dor imensa de cabeça.

Acordo no dia seguinte com a claridade na minha cara e na hora estranho, pois não havia deixado as cortinas abertas.

— Que porra? — Me ergo e tapo os olhos, mas percebo que o Arizona é quem está de pé no meu quarto, esperando por mim. — Não que você seja a pior coisa para eu ver nessa casa, mas porquê diabos você…

— Ordens do patrão. Ele disse que não era para você ficar dormindo depois das 9 horas.

— Posso saber o porquê disso? — Já chego a bufar irritada.

— Pois ele precisou levantar às 8 horas e fazer uma viagem de emergência com os gêmeos, então não queria ninguém dormindo. Sem contar que ele me passou as responsabilidades em relação à você, para mim. Então espero que sabia que terá que cumprir cada ordem de cabo à rabo.

— Claro, como quiser. — Falo ao levantar, indo até o banheiro sem nem fazer grande caso de manter ou não uma conversa agradável com ele.

— A propósito, ele mandou te entregar isso. — Ele estende um cartão de crédito, fazendo eu ficar simplesmente chocada com o poder que a mim foi dado.

— Ele me deu? Assim? Sem limites?

— Não, ele disse que esse é o seu pagamento por ser uma prostituta, barra, barriga de aluguel. — E agora sim a minha vontade é de dar na cara dele.

— Perdão?

— Palavras dele, madame. — E ele permanece sério, então aponto para a cama, indicando que ele poderia largar em cima. Logo volto para o banheiro e percebo que ele sai do quarto, fechando a porta atrás de si.

Escovo os dentes e lavo o rosto, voltando para o quarto e colocando um abrigo porque hoje é segunda, ou seja, dia de aeróbico no centro de treinamento. Sortuda eu, não?

Aproveito estar com um tempo de sobra antes de ter que descer e comer o café da manhã, então abro o computador e novamente vou para a aba anônima, tendo certeza de que se o Bieber quiser, até na anônima descobre o que eu estou fazendo, mas enfim, melhor prevenir do que remediar. Certo?

— Transtorno de personalidade. — E sim, esse é o tópico que eu quero dar uma lida hoje, pois eu percebi que tem momentos que a sua frieza e grossura estão em níveis bem altos, mas ele consegue disfarçar tudo em questão de segundos, deixando mais do que bem cobertos seus sentimentos. No entanto… — Bem…

Mordo o lábio e sorrio, pegando o cartão e fazendo algo que eu queria fazer a muito tempo, que é comprar tudo o que eu tenho direito de maquiagem da loja da Kylie Jenner online. Não vamos enganar ninguém, eu era uma pobre infeliz antes de ter ele como o carma da minha vida, então que eu faça proveito e compre online, já que no shopping já abusei.

Eu vou passando pelo site e ponho absolutamente tudo no carrinho, tendo mais do que certeza que custaria uma fortuna, mas afinal, eu estou com bastante dinheiro. 

Eu aproveito também e entro no site da minha faculdade, pois mostram as cadeiras dos semestres adiantes e embora eu tenha trancado, posso gastar o tempo aqui adiantando o estudo e lendo, então vou até a lista dos materiais e anoto os livros, os encomendando também em uma livraria online, vendo que chegariam aproximadamente no mesmo dia que as maquiagens, o que é ótimo para mim.

Percebo o horário e pego meu celular, fechando a porta do quarto e desço apressada, conseguindo sentir o cheiro das panquecas integrais daqui.

— Porra. — Eu faço uma careta ao ver que nem mel na mesa tinha para eu por nelas, só uma geleia de morando natural, sem açúcar obviamente. — Eu lembro do senhor Bieber ter dito algo sobre…

— Não sermos subornados ou amedrontados por você. — A Simone fala mais tranquila, me fazendo rir. — Sinto muito querida, eu sei que é péssimo, mas esses caras vivem para isso, então coma. Uma dica de quem trabalha aqui à mais de 30 anos, se eles mandarem fazer algo, apenas obedeça. Pois a outra opção é bem mais dolorosa e conturbada. — Eu concordo, começando a cortar as panquecas e não tirando a careta do rosto. Bem, pensando pelo lado positivo… O suco natural é realmente bom.

 

Justin Bieber’s Point Of View.

3 de abril de 2017

1:22 p.m.

Los Angeles, California - Estados Unidos da América.

 

— Sim pai, eles sabem melhor do que você o que tem que fazer. — Eu falo para o meu pai, vendo que ele me olha com um ar desafiador, como se eu não fosse capaz de treinar os gêmeos para uma missão desse porte.

Eu me viro e encaro os dois, os mesmos que estão com expressões frias e sérias no rosto, sabendo mais do que bem como agir perto do seu querido avô.

— Vocês sabem o que acontecia com o pai de vocês quando ele não fazia algo como eu gostava? Ou se ele tinha treinamentos e retrocedia de um treino para o outro? — Ele ironiza e os dois negam. — Olhem as costas dele, garanto que as marcas de queimadura até hoje não saíram, nem com as melhores cirurgias plásticas que ele fez ao longo dos anos. Então se ele não está sendo capaz de assustar vocês para serem homens de verdade, que fique claro, vocês ficarão com os braços iguais ao dele, cobertos de tatuagens, mas não só pelo significado, e sim também para esconder cicatrizes bem maiores. — Ele deixa mais do que avisado, mas isso não assusta nem um pouco os meninos, pois eles já receberam porrada o suficiente de mim no passado e até hoje apanham se me irritam, então digamos que eles estão acostumados com um elevado nível de dor.

— Zac, fale o que viemos fazer em Los Angeles.

— Viemos monitorar de perto a produção de drogas da máfia. Temos nessa semana uma das maiores quantidades já exigidas, ou seja, maior cuidado. Não que os nossos funcionários vão roubar de nós, eles não são burros, mas por que a maior parte dessa droga exigida em demanda é para os playboys que estão organizando o evento em parceria com a universidade para uma ONG para animais. — Ele fala e eu concordo.

— Dylan.

— Por isso que vamos nos dividir. Essa vai ser a primeira vez que eu e o Zac vamos diretamente a um dos campos de produção para ver se a extração das drogas estão sendo feita da forma correta, pois a gente só comercializa coisa pura. Também vamos passar duas horas no escritório com alguns funcionários, vendo de perto como essa função da estatística funciona, pois quando a demanda é grande o valor em si aumenta, então o certo é fazer pesquisas e ver de que forma vai acontecer. — E eu concordo, encarando meu pai.

— Algo à mais?

— Hoje de noite vai ter uma corrida que eu estou organizando, nós os quatro vamos após as drogas. Eu quero o gêmeo bom correndo. — Ele fala na cara dos dois, me fazendo rir.

— Sinto informar, mas não tem porra de gêmeo bom ou gêmeo ruim, o que existem são acidentes. Eu posso por qualquer um dos dois pra correr que ele ganha, é mais do que óbvio. — Eu digo e ele concorda.

— Então Zac, hoje você vai correr. O prêmio além de uma Lamborghini, vai ser mais de 700 mil. Topa? — Ele pergunta e o Zac concorda na hora, não tendo receio nenhum.

— Contra quem? — Eu pergunto e ele ri.

— Contra o melhor, obviamente. — Ele aponta para si mesmo, me deixando mais sério.

— Você joga sujo, eles ainda estão no caminho.

— Bem, isso não é problema meu. Mas não se preocupe, eu não vou querer perder um herdeiro da máfia, então se eu for bater não vai ser nem para matar e muito menos para o por em uma sala de operação de novo, apenas um leve castigo… Por perder. Afinal, você os conhece mais do que bem. — Ele fala e eu concordo, vendo que ele finalmente sai da minha frente e eu encaro os dois.

— Sabe que vai apanhar se perder. — Ele concorda, olhando para o Dylan.

— Eu posso ir no seu lugar, ele não vai saber a diferença. — E com isso eu nego.

— O Zac está pronto, só tem que se concentrar. Mas esse não é o nosso foco agora, nesse momento eu vou levar vocês para o primeiro sítio de produção. É quase do mesmo tamanho que o de Toronto, mas como aqui o clima é mais favorável, a quantidade é maior. — Começo a caminhar e ambos me seguem, prestando muita atenção.

Saímos da fazenda do meu pai e subimos em um conversível com um dos seus seguranças dirigindo, então fico atrás com eles, explicando passo a passo de como aqui eles também são os chefes e mandam na porra toda, que eu vou ficar quieto, mas quero que o mesmo respeito e medo que as pessoas tenham por mim, que eles tenham por duas crianças de 12 anos.

Eu posso não me preocupar com os sentimentos dos dois, mas definitivamente em preocupo com a sua grandeza. Quando eu tinha a idade deles, a gente não cagava tanto dinheiro e de forma alguma éramos os maiores absolutos, sem nenhum perigo a vista, já que nos dias de hoje a nossa menor preocupação são concorrentes disputando territórios. Sem contar que meu pai sempre foi uma pessoa mais esquentada, ele disse que me ensinou a controlar minhas emoções porque é uma qualidade que ele queria ter, mas sabe que jamais vai conseguir, pois é mais estourado que gay no discurso do Trump.

Então não, ter ele como pai não foi tortura, porque eu sou forte por isso, mas é claro que durante o processo a gente adquire uma raiva que dificilmente vai simplesmente desaparecer, bem longe disso. Eu sinto mais ódio por ele do que respeito, mas quando mais novo, o medo era o qua mais prevalecia, pois não tinha condições de uma luta mano a mano com ele. Ele só começou a me respeitar e tratar como homem de verdade quando ele estava me humilhando na frente das putas de uma das boates e eu dei uma surra enorme nele, fazendo ele levar cinco pontos na área da bochecha, tendo a marca até hoje. E para completar, comi 5 naquela noite, foi algo mais do que memorável.

— Chegamos, senhor Bieber. — E sim, meu pai é Jeremy Bieber, mas eu sempre exigi que ninguém jamais se dirigisse à mim pelo primeiro nome, pois é como eu me lembro da minha mãe, então as lembranças de forma alguma são positivas. Ainda mais quando a imagem do meu pai a matando é mais do que fresca na minha mente, jamais indo embora.

Desço do carro e percebo que o Bennet está aqui fora me esperando.

Esse homem sempre foi o braço direito do meu pai, ele literalmente me viu nascer e até hoje, nunca me olhou torno. Digamos que desde criança todos saibam quem eu sou e o poder que tenho.

— Bieber.

— Bennet. Está tudo pronto?

— Sim senhor. Dylan, Zac. — Ele fala mais simpático, mas os meninos apenas o encaram de cima a baixo.

— Anda logo com essa porra, queremos voltar para casa ainda hoje. Então não precisa fazer com que percamos tempo com essa falsa simpatia e preocupação.

— O caminho. — O Dylan completa, então ele concorda e baixa a cabeça, começando a passar conosco por dentro do prédio no sítio, fazendo eu ficar analisando tudo já que a limpeza está boa, mas a organização está meio presunçosa.

Os nossos traficantes daqui não são somente vagabundos que querem e precisam de dinheiro, mas temos pessoas formadas em diversas áreas químicas e físicas, pois são processos que exigem mais. As pessoas mais “simples” nós colocamos para vendar nas periferias, com o intuito de atrair os de baixa renda e comprarem e se endividarem, é uma coisa que leva para outra.

— Eu quero ver onde fica a sala com os documentos dos funcionários aqui. — O Zac fala e o Bennet concorda, nos levando pelos corredores enormes e brancos, até uma sala que é mais do que conhecida por mim.

— O que precisam daqui?

— Queremos saber quem foram os últimos a entrar, quanto estão recebendo e quanto estão trazendo de renda. Já conversamos diversas vezes à respeito do funcionário receber á mais caso o número de vendas esteja alto. — O Dylan fala e o Bennet engole um seco, porque ele é um braço direito para o meu pai, então não se envolve diretamente na venda, mas sim na supervisão.

— Aqui estão os arquivos. — Ele mostra as pastas e os meninos concordam, erguendo as pastas e dando uma breve olhada sobre as mesas.

— Eu quero ver a extração da coca.

— E eu as folhas da maconha, quero ver se quando as colhem fazem do jeito certo. — Os dois falam um de cada vez, atrapalhando o outro.

— Bennet, leva o Zac para a área da maconha, eu vou com o Dylan no laboratório de cima para ver a extração da coca. — Falo e ele concorda, fazendo a merda que eu mandei.

Eu sei que é estranho termos que vir para Los Angeles, fazer isso nas terras do meu pai e não nas minhas, em Toronto. Mas sei que no fundo, ele gosta disso, para manter um olho sobre nós e ver como os meninos estão indo, ainda mais depois da confusão que eu tive com ele durante a sua última visita, então… Cá estamos.

— As folhas da coca são extraídas e recolhidas, sendo colocadas todas em um saco antes de serem trazidas para cá.

— A gente faz isso no meio do mato, não é? 

— Sim, por conta da polícia. Mas a polícia está do nosso lado e nos dá cobertura, então é só por via das dúvidas, mas não temos com o que nos preocupar. — Ele concorda, entrando comigo no laboratório e não falando com nenhuma das pessoas que lá trabalha, eu mesmo explicaria para ele como isso funciona.

— E então? 

— Sobre as folhas são jogadas então generosas porções de cimento. Isso mesmo, cimento para construção. Nós pegamos então um galão com uma mistura de soda cáustica, amônia e gasolina, que é colocado em um regador para molhar as folhas de coca trituradas.

— Cimento de construção? — Ele questiona chocado, me fazendo concordar.

— Para ajudar a misturar, temos máquinas que fazem pressão sobre, o que geralmente deve ser feito ao ar livre.

— Mas aqui dentro temos todos os equipamentos como simulador de temperatura em si.

— Exato, então a questão do ar livre ou não, de fato não é a nossa preocupação. Então com essa pressão que as máquinas exercem, aproveitam para adicionar uma boa dose de cal, aquele pó branco que se mistura com água para pintar paredes por um preço barato para caralho. 

— Depois continuam “pisoteando” a mistura?

— Isso, e aproveitam para regar novamente com bastante gasolina. Em seguida, misturando tudo ainda com as máquinas, regam também com uma solução de ácido sulfúrico. A maneira verdadeira, sempre foi feita no meio da floresta e com pessoas pisando em cima da mistura, pois é a maneira manual. 

— Mas como a gente caga dinheiro, não precisa disso. — E eu concordo.

— Após, toda aquela lama formada é colocada em um tonel, onde recebe mais alguns litros de gasolina pura e gasolina reutilizada.

— Deixam então a mistura descansar. — Ele presume. Porra, não me vangloriando, mas eu não era inteligente como ele nessa idade e não, ele não é melhor do que o Zac, mas não se pode negar que ele é mais inteligente e pega as coisas mais rápido. Aliás, mais rápido do que qualquer um.

— Voltando aos trabalhos, mais uma dose de ácido sulfúrico é colocada em um tonel, onde a pasta é derramada, atravessando um pedaço de pano sujo para filtrar as “impurezas”. 

— São quantos processos de filtragem sucessivos?

— Três. Depois de tantas filtragens, é adicionado mais amônia, provocando uma reação química com o líquido extraído de toda aquela mistura. Filtram então mais uma vez em um pano sujo, e pronto: pasta base de cocaína. — Falo apontando para o enorme laboratório, onde ele de perto consegue ver o passo a passo. 

Eu sei que muitas vezes pode parecer muito para um garoto de 12 anos aprender, mas eles tem aulas semanas sobre isso. Sobre substancias químicas, reações, ou sejam… Sabem mais do que muito estudante até de faculdade.

— São necessários depois outros processos químicos com acetona e outras substâncias para formar o famoso e disputado pó branco. É uma das nossas drogas mais bem vendida, mas como o preço da heroína ta alto para caralho, a gente ta bem.

— E como fica a venda do LSD?

— Ta em terceiro, atrás da coca. — Falo olhando em volta, pensando se havia esquecido um mínimo detalhe que fosse. — Quando chega na cidade ou ponto de venda, o pó é misturado com vidro moído, fermento em pó, lidocaína, procaína, benzocaína, pó de giz, pó de mármore, dentre outros produtos curiosos, para só então ser colocado à venda. — E ele concorda ainda chocado, parecendo maravilhado com tudo isso.

Daqui à uns anos para frente, com toda a certeza imagino ele em laboratórios, querendo participar diretamente da extração e tudo.

— O processo é sempre o mesmo? — E com isso eu nego, principalmente devido ao que é ou não usado.

— O processo de fabricação do entorpecente tem variações. Existe o fabrico da pasta de coca utilizando-se outros componentes, como o querosene.

— Isso me faz pensar… Os milhões de viciados que se espalham pelas favelas e condomínios de luxo por todo o mundo ficam doidões por causa da coca mesmo, ou por causa de tanto produto químico? — Isso sim é um questionamento muito bom, até demais.

— No final, é tudo droga. No qual já falei mil vezes, você e seu irmão vão experimentar todas, para ver o efeito, mas até com a bebida tem que ter cuidado. Tudo o que é bom vem com o preço, seja ele mental ou físico, e no caso de drogas e bebidas, o nosso corpo é quem paga o preço mais algo. — E ele concorda, ainda maravilhado com absolutamente tudo.

 

Algumas horas mais tarde…

 

— Com mais força, porra. — Eu seguro o cabelo da vadia, a mesma que está de joelhos na minha frente, praticamente no meio de um beco escuro e sem saída.

— Como quiser, Bieber. — Ela fala erguendo o olhar e me encarando, me fazendo segurar o riso ainda mais com essa sua tentativa patética de ser sensual.

Eu sou seletivo para porra com a buceta que eu como ou não. Quando mais novo já comi de tudo o que é tipo, então sei exatamente do que eu gosto. Sem contar que DST é uma das últimas coisas que eu preciso na minha vida, então, é sempre bom ter noção de qual é a puta que pertence a buceta premiada, a mesma que vai ter a sorte de me sentir.

— Cansei dessa merda. — Eu puxo ela para cima e nos viro, prensando o corpo dela na parede quando a levanto e ergo a sua blusa, passando os dentes de forma mais do que violenta pelos malditos bicos dos seus seios.

— Isso, aí… — Ela geme perto do meu ouvido e vai distribuindo diversos beijos molhados pela região, mas basta o joelho dela ficar batendo contra o meu pau, que isso já me deixa mais do que duro. Essa situação toda me deixa duro, sexo em lugares públicos me deixa extremamente excitado. Definitivamente um dos melhores fetiches que eu poderia ou não ter.

— Molhada pra caralho. — Solto, segurando o queixo dela e mordendo o mesmo, logo adentrando a sua boca com a minha língua e brigando pelo espaço.

Seguro ela contra a parede com a força do  meu corpo, pois baixo a calça apenas de forma o suficiente para conseguir tirar meu pênis da cueca, colocando a camisinha no mesmo e tocando então na calcinha dela, puxando ela para o lado e a penetrando sem o mínimo aviso que fosse, apenas enfiando de uma vez só, não me preocupando nem um pouco se doeu, se foi rápido demais ou nada prazeiroso, o que importa aqui sou eu.

— Pai, a corrida… — O Dylan fala e eu viro, vendo até que com uma cerveja na mão o filho da puta ta.

— Eu já vou gozar, me dá um minuto. — Eu falo e ele fica encarando a cena, de eu movimentando o meu quadril para frente e para trás, me enfiando cada vez mais e mais nela, sentindo o meu pau latejando demais.

— Mais fundo, eu…

— Cala a boca. — Encosto a cabeça no ombro dela e chego ao meu máximo, gozando tudo na frente da camisinha, me virando e percebendo só então que o Dylan ainda estava aqui.

Eu recuo e tiro a camisinha, a jogando no chão e mantendo ainda o meu olhar sobre ele.

— Quer experimentar? — Aponto para ela, mas vejo que ele nega e eu sigo o encarando de maneira séria, subindo a calça e respirando fundo, vendo o seu estado e o suor que cai escorre pela sua pele.

— Quando eu vou te ver de novo? — Ela fala fazendo um biquinho, me fazendo negar e por a mão com força na bunda dela, apertando o lugar. Elas sempre querem e pedem por mais.

— Amber, foi bom, mas…

— É Ashley. — Ela fala feito uma retardada.

— Tanto faz. Enfim, tchau. — Eu tiro as mãos dela e pego a carteira, pegando duas notas de 100 e jogando em cima da camisinha, tudo bem que o serviço não foi bem feito e ela não é prostituta, pois ao contrário do que a Megan acha, não preciso pagar buceta para se abrir para mim, mas né, a gente é bom e generoso então gosta de dar esmola. Pelo menos a minha alma bondosa é assim.

— Porra pai. — O Dylan fala ainda olhando a mulher atrás de nós.

— Relaxa, um dia ainda vai ser… Caralho. — Eu então paro, pois chego na rua principal e os dois carros já estão correndo, pois vejo o Zac passar a mais de 150 km/h na minha frente, onde todos aplaudem feito loucos.

Puxo o Dylan pelo braço e aperto o passo, é claro que assim que a maioria nos vê eles abrem o maldito caminho para que passemos, então não demora muito e estamos perto da linha de chegada, que no caso, é a mesma de partida.

— Acha que ele ganha?

— Óbvio que não, só não quero ele passando vergonha. — Eu mordo o lábio e me ergo, sinalizando para que ninguém ficasse à mais de cinco passos de mim e do Dylan.

— E se der algum problema com o rim dele e…

— Se der alguma merda a gente vai ter que escutar a Megan reclamando até o final da gravidez, e não, eu não tenho paciência para isso. — E eu vejo ambos os carros, sabendo exatamente o que o meu pai faria na última curva, me fazendo fechar os punhos.

Ele desacelera e deixa o Zac passar, só então de última hora batendo na parte traseira do seu carro, deixando todos nós vermos de camarote o carro do Zac girar diversas vezes antes de bater de frente com um dos bares montados aqui, literalmente atropelando no mínimo umas 8 pessoas, mas bem, isso não é problema nosso.

— Caralho. — O Dylan fala ao ver o meu pai cruzando a linha e desacelerando, descendo do carro de forma mais do que vibrante e já sendo cercado por mulher até sem sutiã.

— Sabe o que vai acontecer agora? — Eu pergunto caminhando até o carro do Zac, vendo que ele está bem e consegue sair sozinho, passando até mesmo por cima de alguns corpos no chão e vindo até nós.

— Pai… — Ele fala tenso, então me viro e percebo que o olhar do meu pai está sobre nós, esse mesmo olhar que eu conheço perfeitamente bem.

— Vai doer para caralho. Ele vai pegar um ferro em especial e te marcar nas costas, é assim que ele fazia comigo. Vai doer e você vai aguentar porque perdeu. — Justifico e vejo que ele nega desesperado.

— Mas ele…

— Quem ganhou? — Falo bruto e vejo o quão arrepiado ele está. Eu também tava assim na primeira vez que isso aconteceu, mas a cada erro é uma marca, então aprendi que para não sofrer, é apenas se tornar o melhor, não deixando absolutamente ninguém passar por cima de você.

— Eu não quero. — Ele fala engolindo um seco, mas eu apenas baixo o olhar e o encaro.

— Não importa o que vai acontecer, você vai levar o castigo e aceitar como a porra de um homem, mas o mais importante… Independente do que der, você não vai nem ousar…

— Chorar. Homens não choram. — Ele ergue o peito e encara o meu pai, fazendo eu me ver por alguns instantes nele, mas nesse sentido eu era mais forte do que os dois juntos, então bem… Suas próximas horas serão meio complicadas.

Continua....


Notas Finais


Gente só queria compartilhar que é meu aniversário e to bem animada! HAHAHAHAHA hoje no caso dia 20 de junho. E embora o viver seja meu o presente é de vocês com o capítulo kkk
Espero que tenham gostado, eu gosto bastante desse porque ele meio que trata da relação do Jeremy com a família e a gente vê a maneira como funciona mesmo só entre eles.
Eu amo muito os gêmeos e fiquei louca de pena do Zac, sem condições cara!
JÁ SOMOS MAIS DE 860 FAV EM 14 CAPPPPPPP SOCORRO! Só avisando que se tivermos mais 34 fav nos próximos dias antes de eu postar o próximo pode ser duplo, e já aviso que O PRÓXIMO PROMETE DEMAIS! VEREMOS UM LADO DO BIEBER QUE NUNCA VIMOS ATÉ AGORA, ENTÃO AGUARDEM!
Bem, acho que é isso! Espero que tenham gostado e agradeço eternamente por nunca pararem de comentar e favoritar, sempre me motivando! Não poderia pedir por leitores mais sensacionais que vocês. Então amo muito <3

All the love. H


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