História Criminal Blood - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Lauren Jauregui
Tags Criminal, Drama, Família, Justin Bieber, Máfia, Poder, Revelaçoes, Senhor Bieber, Violencia
Visualizações 742
Palavras 3.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem meus amores, boa leitura <3

Capítulo 3 - I Will knock You Up.


"Eu continuo tentando encontrar uma razão. Por que fazer o que eu faço?. A liberdade não vai chegar tão cedo. Não importa quão longe eu chego. — Akon (Locked Up)."

Megan's Point Of View.

7 de fevereiro de 2017.

11:44 p.m.

Toronto, Ontário - Canadá.

— Que merda! — Gemo em frustração quando a mulher puxa a cera pela última vez, me dando vontade de a socar até não parar mais. — Já acabou? — Pergunto de uma maneira bem ignorante, mas ela simplesmente me ignora e se vira, indo sair desse quarto sem me falar absolutamente nada. — Você, volta aqui! — Enrolo a toalha na minha volta e levanto da cama, mas ela apenas nega, como se o melhor fosse eu ficar parada onde estou, sem falar nada a mais.

— Ela está pronta ou não? — Ouço uma voz masculina, o que me faz virar e encarar mais um dos brutamontes presente nesse enorme palácio. Sim, isso não é nem a merda de uma mansão, mas sim um palácio enorme, com um jardim imenso na parte de trás. Pelo menos essa foi a parte que eu cheguei a ver. Digamos que quando você é simplesmente obrigada a vir para cá e engravidar de um cara, a decoração do local não é o que mais chama a sua atenção.

— Estou bem depilada e pronta. — Ironizo, vendo que ele nem me olha direito, apenas aponta para um roupão, o mesmo que pelo visto eu deveria por.

Após por o roupão preto de veludo, caminho com ele pelos corredores dessa enorme residência, não fazendo a mínima ideia de onde estou ou para onde estou indo, apenas o seguindo com passos firmes, notando uma quantidade absurda de funcionários aqui, principalmente mais homens de ternos nos corredores, parados e parecendo preparados para qualquer coisa que possa acontecer.

Eu tenho dezenove anos, dezenove malditos anos. Ninguém deveria ser mãe a essa idade, pelo menos se a pessoa não quiser, mas... Se bem que eles não querem nem que eu faça parte da vida do bebê, serei apenas o utensílio que eles vão utilizar. Eu não vou ser mãe, não vou criar a criança ou ajudar a ensinar valores, vou simplesmente lhes fornecer o que eles querem, pelo menos foi isso que eu entendi.

— O senhor Bieber está chegando, sente da terceira poltrona da esquerda para a direita. — E ele então abre a porta, me mostrando a enorme mesa presente nesse cômodo, parecendo aquelas salas enormes de filmes, onde executivos ricos tem suas reuniões maravilhosas e discutem sobre como devem ou não gastar milhões.

— Claro. — Passo por ele e sento onde ele falou, percebendo que haviam mais três homens na sala, e sim, todos vestindo o mesmo terno preto, afinal, todos os homens aqui dentro usam isso.

Observo cada canto da sala, vendo o quão sofisticado e elegante o ambiente é, realmente algo muito chique. A mesa dá para no mínimo dos mínimos 35 pessoas, sendo de mármore puro. As poltronas todas são de couro preto, me fazendo inalar o cheiro do mesmo e sorrir, pois adoro mesmo o cheiro de couro.

Ergo o olhar e não posso deixar de olhar os detalhes no lustre, desde os meros diamantes, até as diversas lâmpadas presentes no mesmo, deixando toda essa sala bem iluminada, mas com a janela que vai do teto ao chão, garanto que durante o dia, eles não precisam nem do lustre para iluminar o local. 

— Eu sei o que eu falei, Justin. — É inevitável não reconhecer essa voz, então me preparo mentalmente, sabendo que o Jeremy é um maldito monstro, então talvez o filho dele pode não ser assim tão terrível, ele pode ser um pouco mais sensível e menos ignorante.

Melhoro a postura, pois em seguida o Jeremy entra na sala, juntamente com um homem ao seu lado. 

— Espero que tenha se alimentado bem, sua noite será longa. — Ele fala isso de forma arrogante, me olhando de cima a baixo e em seguida para o homem que chegou com ele. — Falei que a carne de hoje era boa. — E então ele bate no seu ombro, se aproximando da mesa enorme e sentando na ponta dela, sendo acompanhado pelo homem.

Eu o olho com muita cautela, vendo que ele usa uma camisa preta com a manga até os seus cotovelos, deixando suas diversas tatuagens à mostra. Não presto muita atenção na sua calça ou calçados, pois sinceramente, seu rosto é o que mais chama a minha atenção. Ele não possui traços consideráveis grossos, pois seus lábios, nariz e olhos fazem uma combinação perfeita, mas sua sobrancelha se sobrepõem, pois tem um tom escuro em comparação ao loiro queimado de seus cabelos, os mesmos que não são muito compridos.

O Jeremy ergue a mão e dois homens se aproximam, trazendo consigo dois envelopes lacrados e os largando na minha frente, se afastando em seguida e voltando aos seus postos originais.

— Sabe ler? — E eu juro que a pergunta do seu filho seria considerada como irônica, isso se ele não tivesse a feito da forma mais fria e séria que eu jamais havia visto, me fazendo o encarar com uma expressão dura.

— Você acha que eu sou quem? — Ele acha que eu sou o que? Uma dessas mulheres que nunca tiverem educação e não sabem nem sequer escrever o próprio nome?

— A mulher que eu vou engravidar, simples. — Ele apoia as costas na cadeira e eu juro que quero muito o responder, mas ele ergue três dedos, o que parece significar algo, pois dois homens saem as pressas dessa sala, não me dando nem tempo de raciocinar o que aquilo pode ou não significar.

— Por que eu? — Questiono cruzando os braços e não posso evitar notar o seu olhar sobre o meu quase descoberto seio, então me sento melhor, arrumando a minha postura e tentando me tapar o máximo possível, pois o desconforto se faz presente.

— Fazem meses que eu estou procurando candidatas à barrigas de aluguel, mas digamos que somente o dinheiro não segura todas. — O Jeremy fala e então eu estranho, pois o que ele fala é novidade.

— Vou ser paga para isso? — É o mínimo que eles podem fazer. 

— Mais do que isso, mas temos a ameaça do seu pai, o que temos certeza que vai te segurar conosco. Muitas vezes essas mulheres de aluguel que temos simplesmente querem os filhos ou mais dinheiro, tentando nos denunciar antes mesmo de ter o bebê. — E pela maneira que ele fala, parece até mesmo que eles já tentaram isso diversas vezes antes. — Não tendo conta de que na realidade, a própria polícia é escrava de nossas ordens. — E novamente sua arrogância se faz presente. 

— Então eu sou a escolha perfeita por conta do meu pai? Porque com isso sabem que eu vou seguir tudo o que mandam? — E ele concorda, fazendo eu notar um sorriso nascendo no rosto do outro Bieber, o que é estranho.

— Exato. Agora vamos repassar os pontos mais importantes do contrato antes de você assinar, pois está tarde e eu tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar em Toronto cuidando de vocês. — Ele é mais do que estúpido, mas apenas concordo, passando os olhos pela primeira folha do grande contrato que está na minha frente.

— Você é virgem? — É a primeira pergunta que o homem faz, se não me engano é o "Justin". Nome de viado para alguém tão fodão assim.

— Não. — Mexo nos meus cabelos e ele segue me encarando. — O que é?

— Se eu ver uma gota de sangue no lençol da cama, espero que saiba que vai limpar com a língua. — Ele fala e eu queria responder que ele é mais do que acostumado a ver sangue, afinal, até mesmo eu sou, pois curso enfermagem. O que me faz lembrar... Meu Deus.

— Eu posso sair daqui, certo? Durante os nove meses? — E com isso os dois negam, me fazendo arregalar os olhos. — Mas eu curso faculdade. Tenho meus amigos, minha vida e...

— Depois de hoje, você não existe mais. Podem pensar que você viajou ou seja o que for, mas nós vamos tratar da sua faculdade, a mesma que você não cursa mais. — E é nesse momento que eu nego. — Você poderá ser vista em alguns eventos sociais que a nossa família dá, mas fora disso, ninguém vai mais ouvir falar de você, pelo menos não as pessoas que costumavam de conhecer.

— No que isso vai afetar a vida de vocês? Por que eu simplesmente não...

— Vai ficar grávida por meses e depois aparecer sem bebê, comparecendo todas as aulas e não tendo uma única foto do filho. Pessoas não são burras, então não se faça de idiota, está apenas ocupando mais do nosso tempo. — O Justin fala, me fazendo suspirar.

— Eu quero que tranquem a minha faculdade, mas... — Eu não conseguia nem sequer falar. Eles não tem ideia das dificuldades que eu passei para conseguir entrar naquela faculdade, dos trabalhos que eu tive que ter e das diversas vezes que não dormi pois virei a noite como garçonete na lancheria perto da minha casa. — Agora em questão financeira, quanto eu vou receber? — Ergo a sobrancelha e percebo que ambos viram a página, então faço o mesmo. — Só 70 mil dólares? — Posso estar exagerando, mas qual é, vou dar ao cara um filho que vai nascer e ser um monstro igual a ambos. Vai ser uma ameaça ao mundo, ele deveria mesmo valer mais do que 70 mil dólares.

— Por mês. — O Jeremy fala, então não preciso nem dizer que com muita força fecho a boca, pois a surpresa no meu olhar é evidente.

— Certo, está bem. — Cruzo as pernas e ia seguir lendo, mas percebo que eles não tem tempo, pois pulam diversas páginas de uma só vez, como se o que falasse nelas não fosse de suma importância.

— Você a partir de amanhã, começa a seguir uma dieta rígida. Só pode comer o que lhe é dado aqui, nada de fora. Também terá um personal trainer que fará com você exercícios físicos diariamente, pois já foi comprovado que influencia na formação do feto. — E com isso eu nego. Dependendo do exercício eu nem me importo, mas dieta rígida?

— Eu sou viciada em pizza, então exijo que no mínimo...

— E eu exijo que você fique calada. Sem pizzas ou seja o que for, o que nós dermos, você come, não é impossível. Sem bebidas ou droga que seja, é uma dieta que até o presidente conseguiria seguir. — Ele fala bem bruto, então calo a boca e apenas concordo, não querendo mais ouvir nada deles, pois até agora já percebi que eles ditam as regras e eu estou aqui para as seguir.

— Você só pode sair da residência com permissão e acompanhada. Cada passo que der, você terá que informar o meu filho. — Ele fala e concordo, me assustando quando a porta é aberta de forma bruta, então me viro e estranho, vendo dois meninos exatamente iguais. Gêmeos.

Então era isso que os três dedos significavam? É assim que ele chama as crianças? Eu acho que são crianças, pois embora sejam altos e tenham expressões bem sérias no rosto, não possuem barba ou marcas de expressão que marcam suas faces.

Os observo e percebo que ambos são loiros e tem os olhos verdes, provavelmente pegaram da mãe, pois o pai tem olhos em um tom de mel.

— Eu chamei eles agora porque você vai cruzar com eles amanhã e não quero que fique enchendo ninguém dessa casa com perguntas, pois ninguém tem permissão de falar com você. — O Justin fala, levantando e fazendo os gêmeos virem até ele, parando de forma firme na sua frente e me encarando. — Esses dois são os meus filhos, Dylan e Zac. — Eu sorrio para as crianças, os mesmos devem ter em torno de 12 anos, mas eles apenas me olham de cima a baixo e permanecem sérios. — Sua função nessa casa, além de carregar o bebê, vai ser os acompanhar em algumas atividades da rotina deles. Sem contar que o que eles falam, é lei. — E não contenho a risada.

— Isso quer dizer que eu vou receber ordens de duas crianças? — E os dois parecem ofendidos, porque erguem o olhar e encaram o pai, como se ele já soubesse o que ambos estão querendo dizer.

— Não, vocês não podem bater nela. — Ele apenas responde isso, fazendo eu me assustar. — E nem matar. — Ele nem sequer mantém contato visual com os dois, apenas fala com o olhar fixo em mim.

— Tire eles daqui. — O Jeremy fala irritado, então os dois apenas saem daqui e eu continuo assustada. Eles são duas malditas crianças e já pensam em sair por ai matando os outros? — Precisamos debater também sobre o sexo do bebê. — E é isso que eu não entendo.

— Como assim? — Ele acha que eu posso brincar de Deus e escolher o que vai sair de mim.

— Se for uma menina, você será obrigada a abortar. 

— Como é? — Eu juro que me levanto por impulso, mas quando percebo o olhar de ambos, apenas me sento e sigo os encarando. — Eu não vou abortar por ser uma menina, é um absurdo!

— Mulheres não seguem para o tráfico, e é por isso que o Justin está tendo filhos. São apenas números, então sem mulheres nessa hierarquia. — Ele impõe e eu sigo negando.

— Eu fico com o bebê se for uma menina. Simplesmente saio da vida de vocês e a crio. — E agora quem nega são eles.

— Bebês não oficiais são descartados. — Eu juro que não posso acreditar ao ouvir isso. — Não queremos ninguém aparecendo depois de uns anos com um teste de DNA, tendo direito ao império que nos levou anos para erguer. 

— Vocês sabem o quão doentio é isso? — Eu chego a cruzar os braços desesperada, mas nem isso preocupa eles.

— Outro ponto... Após o nascimento, você não pode conviver com o bebê. Provavelmente mandaremos você para outro país, e não, você não pode escolher qual. — E eu sinceramente começo a pensar em recusar essa merda toda e ir embora, mas... Pai, em que merda foi que o senhor se meteu?

— Mais alguma coisa? — Falo sem nem conseguir os encarar, deixando a ironia falar mais alto.

— O restante das regras você vai descobrir com o passar dos dias. Acho que tocamos nos pontos principais.— O Jeremy fala e eu concordo, começando a pensar no que aconteceria caso eu não engravidasse, mas o medo disso é tão grande, que eu decido ficar calada.

— Posso assinar? — E eles concordam, observando com cautela enquanto eu assinava nos cinco lugares marcados.

— Sugiro que antes de dormir você leia tudo o que o contrato fala. — Eu nem sequer concordo, apenas permaneço séria. — Bem, meu trabalho aqui está feito. Espero que na minha próxima vinda ao país, você já esteja com essa maldita barriga grande. Também espero que saiba o que vai acontecer com você caso algo ocorra ao bebê por ações suas. — Ele então se levanta e encara o filho, não falando uma única palavra para o mesmo ou sequer se despedindo, só saindo e tendo três homens o seguindo.

É isso? É assim que ele se despede do seu tão sagrado filho?

— Anda logo, eu estou podre e tenho que gozar no mínimo três vezes para ter certeza. — Ele se levanta e é então que a ficha cai sobre mim, vendo o contrato ser retirado da mesa por seus funcionários, os mesmos que quando ficam perto dele, não mantém nem sequer contato visual, apenas baixam a cabeça e realizam o que devem.

— Justin, eu realmente...

— Como é? — Ele então me olha no fundo dos olhos, fazendo eu perceber a ironia, mas também a mesma é tapada por conta da sua expressão séria no rosto. Eu estou detestando isso, não conseguir saber o que ele está sentindo ou achando, pois ele permanece serio todo o tempo, não é como o maldito Jeremy que pelo menos quando está com raiva, qualquer um percebe. — Você só pode me chamar de senhor Bieber. — Esse cara só pode estar brincando com a minha cara. Ele quer que eu gema o que? "Isso senhor Bieber, enfie o senhor pênis mais para dentro..."? Puta merda. Eu juro que não vou gemer porcaria nenhuma para ele, dando o mínimo prazer possível para ele.

— Claro, senhor Bieber. — Ironizo e ele me ignora, saindo da sala e começando a seguir em direção ao vasto corredor, passando por inúmeras salas fechadas.

Eu caminho por mais de cinco minutos sem fazer a mínima ideia de onde eu estou, mas começando a perceber cada vez mais coisas enquanto observo com calma os detalhes internos do local.

Ele tem duas crianças em casa, como pode não ter nada infantil aqui? Como pode os dois meninos serem assim tão frios? Eles sequer sabem o que é ter uma infância?

— Quantos anos os meninos tem? — Eu pergunto ao deixar a minha curiosidade falar mais alto, mas ele apenas me ignora e então para de frente para uma porta enorme. Será esse o seu quarto?

— Não toque em nada, só deite e abra as pernas, eu faço o resto. — Ele diz isso ao entrar e percebo que não é o quarto dele não, é apenas um cômodo com uma cama King Size, sem mais nem um único utensílio no mesmo.

Ele não está nem sequer duro! Como ele espera gozar sem... Quer saber, isso não é mesmo problema meu.

Ele fecha a porta e suspiro pesadamente, vendo que ele começa a desabotoar a camisa e me encara sem expressão facial.

— Tira o roupão. — Ele ordena, então eu respiro fundo e faço isso, tirando de forma lenta, mas em questão de um segundo, já estou completamente nua a sua frente. 

Ele tira a calça juntamente com a cueca e também fica nu, se irritando com a minha lerdeza, então ele me segura pelo braço e me arrasta até a cama, praticamente me jogando na mesma.

— O contrato não inclui me bater. — Eu ironizo, vendo que ele realmente aprece cansado, como se tivesse tido um dos dias mais longos.

— Eu faço o que quiser com você. — Sinto sua mão na minha cintura, deixando essa situação mais estranha ainda do que antes. É a primeira vez que vou dormir com um cara assim sem nem ter trocado umas 100 palavras diretamente com ele.

Eu fico parada e isso o irrita, porque ele segura a minha mão gelada e a leva até o seu membro, parecendo querer que eu faça algo nem que seja.

— Eu preciso que você pelo menos tente me excitar, vai fazer tudo isso ser mais rápido e menos torturante. — E por impulso minha mão meio que se fecha, apertando o seu membro com mais força.

Começo os movimentos de vai e vem e ele não solta um único gemido, não encosta os lábios nos meus ou sequer tenta algo, mas consigo perceber que ele está enrijecendo.

Eu recuo mais para trás e bato com a cabeça na parede, mas nem isso o faz achar graça da situação, tudo para ele realmente é em questão do trabalho. Questão do contrato que assinamos, o mesmo que provavelmente vai ser a droga da minha ruína.

— Abre as pernas. — Ele fala se aproximando de mim e não faz nem questão de olhar nos meus olhos, simplesmente se coloca dentro de mim, em silêncio.

O único som no quarto é o de suas bolas embatendo contra mim. Eu fico parada como uma morta-viva, não fazendo questão de o tocar, e com ele é o mesmo, pois ele não toca na minha bunda, não segura meu seio, não me morde ou sequer beija, simplesmente coloca o seu pênis para dentro e fora de mim, isso repetidas e repetidas vezes.

Esse é o momento mais constrangedor de toda a minha vida, porque é como se o meu corpo estivesse programado para sentir prazer e quisesse aproveitar o que está acontecendo, mas minha mente simplesmente bloqueia qualquer possibilidade que seja.

— Só mais um pouco. — Ele fala com a voz firme, não dando um único sinal de fraqueza que seja. E nesse momento eu aperto com força o lençol, sentindo ele gozar dentro de mim, bem no fundo mesmo.

Ele permanece nessa posição por mais cinco segundo, logo saindo de mim e o mesmo nem sequer deita, ele apenas levanta e caminha até a sua calça, procurando pela cartela de cigarros.

Me levanto para ir em direção ao banheiro, mas sua voz me impede.

— Onde pensa que vai?

— Me limpar? — Questiono e ele nega, apontando para a cama.

— Deita. Ainda tenho que fazer isso mais algumas vezes, não quero ter que me torturar outra noite com você aqui. — E é nesse momento que eu não consigo acreditar.

— Acha que eu estou gostando de ficar aqui? Sinceramente?

— Pelo menos está sendo paga, não tem do que reclamar. — E então ele acende o cigarro, dando a primeira tragada. Qual é o problema desse homem? Sinceramente?

— Eu vou ser o seu depósito, apenas isso, certo? — Questiono e ele concorda, me encarando de forma fixa.

— É como se você fosse uma maquina de refrigerante. Se eu quero que a bebia saia, preciso por a moeda. — E ele fala tão sério, que eu perco que ele realmente acredita que esse seja o único propósito em ter uma relação sexual com alguém.

Então essa de agora em diante é a minha realidade, ter que servir de máquina para os outros.

— E se eu não engravidar? — Eu questiono e ele nega.

— O gozo é bom, não tem com o que se preocupar. — Ele ironiza, mas não, meu medo em relação à isso é realmente grande.

— Eu estou falando sério. E se eu tiver algum problema e não puder engravidar? — Questiono e ele dá de ombros, como se não fosse problema dele.

— Ai seu pai morre e você provavelmente será descartada, porque nem a porra da sua única função aqui conseguiu cumprir. — Ele fala e joga o cigarro no chão, apontando para a cama. — Anda. — E agora me deito sozinha, rezando por tudo que é mais sagrado que esse gozo realmente seja bom e eu engravide, porque caso contrário, tudo isso não terá valido de nada.

Continua...

 


Notas Finais


Meu pai do céu, eu falei que ele é frio demais, acho que nesse hot já deu para sentir isso, se é que pode ser chamado de hot né kkkk
O Bieber é assim gente, ele não finge ser, ele foi criado e programado para agir assim, por isso que muitas das atitudes dele ou sua forma de ver a vida vão ser estranhar para nós.
Eu acho que com esse contrato conseguimos entender como as coisas vão ser para ela, e prometo que logo logo teremos mais dos gêmeos <3
Espero que tenham gostado!

All the love. H


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