História Criminal Boy - Capítulo 1


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Categorias EXO, Lee Taemin
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lee Taemin
Tags Baekhyun, Exo, Kai, Kaisso, Kpop, Kyungsoo
Visualizações 49
Palavras 1.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Mistério, Policial, Suspense, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Crimina Boy; ONE


Fanfic / Fanfiction Criminal Boy - Capítulo 1 - Crimina Boy; ONE

You call me monster - EXO 
 

Hoje em um bairro popular uma família foi vítima de um assassinato, os indícios de quem cometeu o crime é Do Kyungsoo, o filho mais velho, que fugiu duas horas depois que a polícia foi acionada ao local do crime, a polícia do Seul está em estado de alerta atras de Kyungsoo,  fechando os aeroportos e rodovias. Kyungsoo tem 17 anos e frequenta o colégio Kaist e está sendo acusado de parricidio* - O repórter anunciava para os espectadores

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- Vocês trouxeram os pincéis para a aula de arte ? - Byun Baekhyun disse enquanto mexia na sua bolsa escolar

- Aí que droga!! Baekhyun me desculpe, eu havia me esquecido totalmente cara - Jongin disse e se sentiu culpado quando o amigo lhe mandou um olhar desapontado

- O diretor esta aqui! - Chanyeol disse franzindo a testa e fazendo os garotos olharem na direçao onde ele apontava - mas porque ?

- LIGUE A TV ! - o diretor gritou na entrada do refeitório, e os alunos se calaram quando a grande TV, localizado em cima da porta de entrada do refeitório, foi ligada mostrando o noticiário da manhã

- Do Kyungsoo está sendo procurado pela cidade inteira, aos cidadãos que o virem ou o encontrarem pedimos que ligue imediatamente para a polícia, isso é uma ordem ! - o prefeito de Seul anunciava - Ele será julgado pelo tribunal assim que o encontrarmos e terá que depor .

O refeitório se encheu de barulho de conversas, enquanto os alunos se perguntavam o porque daquela comoção toda.

- Atenção - o diretor gritou - a família de Do Kyungsoo foi assassinada, e segundo os policiais, o principal suspeito é o nosso aluno Do Kyungsoo,  por isso eu peço, se por acaso vocês o virem, não hesitem em ligar para a delegacia. Peço em apelo, Kyungsoo pode ser nosso amigo, mas em primeiro lugar ele é um criminoso. - o diretor disse de forma séria, deixando vários alunos apavorados e saindo do refeitório com dois policiais o acompanhando.

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Kyungsoo caminhava rapidamente olhando por cima dos ombros em intervalos, certificando que ninguém o seguia. A sua foto havia se espalhado rapidamente, de uma forma que se ele fosse descuidado poderia ser descoberto por qualquer pessoa que olhasse bem para o seu rosto. 
Então cada vez que alguém passava ao seu lado ou olhava para ele, o garoto abaixava a cabeça.

Estava cansado de tanto correr, então resouveu sentar num banco de uma praça que havia perto dali, mas quando olhou para o lado e viu uma família sentada no gramado desfrutando de um piquenique, Kyungsoo sentiu as lágrimas virem ao se lembrar que aquele era o passatempo que a sua família mais gostava. Sentiu as lembranças amargas daquela manhã voltarem com toda a força, quando encontrou sua família morta na sala de estar.

Tudo tinha acontecido rapidamente, ele estava em seu quarto quando sentiu um baque na sala e levantou-se inquieto e foi em direção ao barulho, lembra se de um líquido vermelho, escorrendo pelo corredor e formando pequenas poças vermelhas. Quando chegou na sala viu a coisa mais aterrorizante que já havia visto em toda a sua vida.

Seus pais colocados lado a lado, sentados no sofá sem a roupa de cima e com perfurações na barriga e alguns furos em seus rostos, com os olhos abertos em um pavor mudo, e quando Collin olhou para o lado viu Leeso, sua irmã mais nova, com marcas vermelhas ao redor do pescoço como se tivesse sido estrangulada, e as suas pernas com cortes e perfurações.

Kyungsoo sentiu a bile subir,sem o raciocínio, sentiu as lágrimas caírem e começou a gritar com pavor.

Sentiu-se fraco e nauseado quando foi em direção a estante para pegar o telefone quando parou abruptamente quando viu uma faca jogada na entrada da cozinha, toda ensanguentada. 
Pegou o aparelho telefônico e ligou para a polícia, tremendo enquanto segurava o aparelho, e sentindo as lágrimas descendo pelo seu rosto

- Alô - uma voz feminina soou ao telefone

- Aqui é Do Kyungsoo, moro no distrito Insadong, acabo de encontrar meus pais mortos e minha irmã também, acho que foi à facadas ... - Kyungsoo começou a soluçar violentosamente, chorando.

- Calma por favor, tenha calma, pode me passar o seu endereço ? - a moça perguntou exaltada - uma viatura irá rapidamente para aí .... Garoto ??? Está me ouvindo ????  Garoto ????? 
Kyungsoo ???? Onde você mora ??

Mas ele já havia desligado...
Logo após ter desligado, ele pegou sua mochila e saiu correndo, descendo pela escada de incêndio do prédio, saindo sem rumo pela grande cidade.

Depois de ver o prefeito se pronunciando sobre o crime numa TV de uma loja, Kyungsoo entrou em estado de alerta. Tinha que encontrar algum lugar para passar a noite, e depois ele se preocuparia com o problema que ele havia se enroscado.

Levantou se do banco e começou a caminhar novamente.

Estava atravessando a rua quando avistou uma viatura da polícia estacionada na calçada, observando cada pedestre. 
Kyungsoo manteve - se calmo quando passou em frente ao carro, controlando a respiração e o caminhar.

- Garoto! - o policial no volante gritou fazendo os pedestres olharem alarmado para a viatura, menos Kyungsoo.

O menino congelou e parou na calçada, preste a tirar sua touca e enfrentar a dura realidade de que provavelmente iria passar anos na prisão, olhou para trás mas o policial não estava falando com ele, ao invés disso, falava com o menino caminhava ao lado ele, que por incrível que pareça, tinha as mesmas características física que ele.

- Seus documentos por favor garoto - os policiais disseram ao saltar do carro e vir em direção ao menino.

Kyungsoo suspirou aliviado e continuou a caminhar como se nada tivesse acontecido, sentindo se, pela primeira vez aquele dia, feliz por estar salvo.

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- Jongin eu estou falando com você - Baekhyun disse chamando a atenção do amigo para si.

- Hmm ... Que ? - Jongin disse totalmente aérea ao redor de si

- Você está quieto desde o pronunciamento do Jeong - disse Chanyeol e Baekhyun concordou com a cabeça, exigindo uma explicação do amigo.

- É porque... sei lá, Kyungsoo parecia tão inofensivo fazendo palavras cruzadas na hora do intervalo. Não me parece que ele talvez seja um serial killer que matou a própria família. - Jongin disse pensativo enquanto os amigos o olhavam de forma estranha

- normal alguém anti social, todas as manhãs e tem sempre uma expressão fechada todo santo dia, que praticamente sabe de cor todos os crimes de seriall killer existentes no nosso país,  claro ! Todo mundo faz isso, é completamente normal- Baekhyun disse sádico e sarcástico

- Jongin será que você não pode parar de pensar no melhor lado das pessoas ? Ele faz totalmente o perfil de serial killer - Chanyeol disse - aliás, estou me sentindo como naqueles filmes americanos maneiros.

- Mas qualquer pessoa pode ser um serial killer - Jongin argumentou, ignorando Chanyeol

- Me diz um nome de um serial killer que não se encaixa no perfil de uma pessoa como Kyungsoo ? - Baekhyun disse, desafiando o amigo

- Mas ... - Jongin começou a falar mas logo parou, vendo que era inútil colocar alguma coisa dentro da cabeça dos amigos, pois quando eles achavam uma coisa, era aquilo e nada mais.

- Viu ! - Baekhyun e Chanyeol disseram juntos, fazendo um toque com as mãos - Você vai a algum lugar está noite Jongin ? - Chanyeol disse dando o assunto por encerrado

- Vou trabalhar hoje, no restaurante- Jongin disse sorrindo e se esquecendo de Kyungsoo por algum tempo quando o professor de inglês entrou na sala, dando início a uma aula.

- Odeio Inglês, sinceramente - Baekhyun revirou os olhos e fez uma careta para o professor, enquanto ele passava a tarefa no quadro negro

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- Até mais caras, porque hoje eu vou matar a aula de educação física  - Jongin gritou enquanto seguia para a saída do colégio

- Aish, ele se aproveita dos privilégios de ser um emancipado pela lei - Baekhyn disse enquanto Jongin tirava seu carro do pátio e ia em direção à saída.

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Desde que havia perdido seus pais, Jongin nunca havia  se sentindo bem, sempre sozinho, mesmo estando na companhia de alguém, mas quando chegava a hora de ir para o clube de leitura, pelo menos o vazio ficava menor. Lá ele sentia se um pouco em casa, se lembrava da sua mãe e sua biblioteca gigante, seu pai no escritório- provavelmente rascunhando ideias para o próximo livro- e lá no clube de leitura, com pessoas parecidas com o seus pais ele se sentia contente.

Então toda a sexta feira ele matava a aula de educação física e ia para uma sessão no clube de leitura, tornando isso uma rotina. 
Seu professor estava ciente e embora relutante, aceitava isso.

Mas quando chegou na sala de leitura, encontrou uma faixa negra pendurada no quando com a palavra LUTO escrita em branco, e ao lado um bilhete improvisado do presidente do clube onde dizia que estaria suspenso por algumas semanas.

Jongin sentou se em uma das cadeiras, tirou o livro da bolsa e começou a ler, até chegar a hora de ir embora.

Era dez horas da noite quando Jongin chegou no prédio aonde morava, estacionou o porshe e entrou no saguão do prédio.

- Tem um rapaz esperando o senhor lá em cima, ele disse que é  seu amigo - o porteiro falou com uma voz - Aqui está a gravação - ele disse virando o monitor em sua direção

Um garoto de mochila e casaco azul apareceu na tela, em frente à sua porta, sentado no chão. 
Jongin entrou em pânico, ao reconhecer a mochila e o casaco com os dizeres LANTW em preto, pois ele sabia a quem pertencia.

- Não pode ser ... não pode ser - ele murmurou e o porteiro a olhou curioso

- Se quiser eu posso chamar a polícia senhor Jongin, se ele for problema - o porteiro sugeriu

- Não... não precisa, obrigado - Jongin disse alarmado e apavorado- ele é o meu amigo, não é problema .

O porteiro concordou e entregou a chave para o garoto,  que saiu correndo em direção ao elevador.

Não podia ser, porque ele estava parado em frente à sua porta?, Jongin se perguntou, preocupado e confuso.

O elevador parou no andar  e tirou Jongin do transe, ele saiu com medo, indo em direção à última porta do corredor.

O garoto a esperava sentado ao lado da porta, com a cabeça pendida para o lado quando sentiu uma mão na sua cabeça tirando o do sono, ele olhou para cima e encarou os olhos castanhos do qual ele era apaixonado.

- O que faz aqui ? - Jongin perguntou para a pessoa que mais odiava no mundo.


Notas Finais


parricidio; crime de assassinato contra os proprios familiares


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