História Criminal Dance • jdb - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Josephine Skriver, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Josephine Skriver, Justin Bieber
Tags 2016, Ação, Criminal Dance, Josephine Skriver, Justin Bieber, Olivia Lerman, Romance, Shotadaollg, Wattpad (_forbieber)
Exibições 3
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - 1 • Killer



 Hoje estava nublado e frio, algo bem diferente que eu estava acostumada. Esperava o táxi na recepção quentinha e silenciosa, a não ser pelo rádio do porteiro que anunciava o horário naquele momento.

O carro amarelo e com uma plaquinha em cima para em frente ao prédio e vejo que é o que eu chamei. Saio correndo e entro no carro dando o endereço da faculdade, estava atrasada e não queria me atrasar mais. Pego meu celular no bolso e começo a fuçar a vida dos outros e claro a de Amber, ela posta foto todo dia enquanto eu posto uma em cada mês e olhe lá.

Um som de tosse falsa me faz levantar a cabeça e observar que já estávamos na faculdade, dou um sorriso e pago o motorista que nem me olhar direito olhava. Não que eu quisesse que ele me olhasse com outros olhos, mas ele devia ser mais gentil. Bato a porta e recebo um olhar furioso que é respondido com um sorriso irônico e logo as costas. Caminho pra dentro do prédio e o corredor estava lotado de alunos com livros e mais livros.

Ali dentro estava quente e com isso já fui tirando minha touca e casaco. Não demora muito e sou abordada por Thomas e seus amigos nojentos, ele me olhava mordendo o lábio de baixo pra cima parando o olhar nos meus seios.

— Você por favor pode sair da minha frente? — pergunto e os babacas riem ao invés de sair da minha frente.

— Que tanta raiva logo de manhã Skriver.— sua mão toca meu ombro e o aperta — Que tal relaxar um pouco dando uns saltos com seu maio pra gente ver?

- Porque você não vai tomar no cu? - tiro sua mão do meu ombro e ouço algumas pessoas rirem de Thomas enquanto ele me olhava com ódio nos olhos.

- Você ainda vai implorar pra fazer um boquete em mim.

- Boquete? No seu palito que você insiste chamar de pênis? Me poupe, se poupe e nos poupe Thomas - passo por ele batendo em seu ombro e caminho pro banheiro pra trocar de roupa.

Fazia dois anos que estava na Atlanta University e nesses dois anos Thomas sempre tentou me levar pra sua cama, algo que ele nunca teve sucesso.

Jogo minha bolsa na bancada e começo a tirar minha roupa ficando só de calcinha, não gostava de usar sutiã quando ia fazer ginástica, meu maio tinha um protetor o que deixa eu ficar sem sutiã em perceberem.

Pego o maio preto e coloco primeiro minhas pernas e logo o subo passando meus braços pela manga longa, ajeito meus seios e arrumo o maio na parte de baixo. Amarro meu cabelo em um rabo de cavalo alto e pego meu batom vermelho o passando por meus lábios dando um sorriso quando acabo.

Pego a calça de moletom também preta e visto guardando o resto das roupas na bolsa. Quando saio do banheiro o corredor já estava vazio o que me fez agradecer mentalmente. Caminho em direção ao ginásio sussurrando alguma letra de alguma música que não me lembro o nome quando uma porta abre do nada me fazendo bater em cheio nela. E com isso meu corpo foi ao chão.

- Meu deus! Me desculpe, eu não vi você! - uma voz não muito grossa soou pelos meus ouvidos, me fazendo arrepiar. Não tinha visto seu rosto ainda mas tinha visto seus braços musculosos e cheios de tatuagens.

- Não foi nada, eu que não devia... - as palavras somem assim que vejo seu rosto, aqueles olhos e aquela boca era dele.

- Você quer que eu te leve pra enfermaria? - perguntava mas eu não conseguia responder estava nervosa, com medo. Pego a bolsa no chão e levo ao meu ombro arrumando.

- Não precisa... Eu - Não sei como falar que precisava ir, que estava tudo bem. Quando eu tento falar novamente sou interrompida por uma voz masculina o chamando.

- Justin, precisamos sair daqui. Agora! - o olhar do meu " assassino " vai pra trás de mim como se estivesse repreendendo e logo volta a me olhar preocupado e com o sorriso fraco no rosto.

- Me desculpe mesmo eu não posso te ajudar pois preciso ir - diz com o olhar no cara desconhecido atrás de mim. Ele se despede com um beijo na bochecha e um aperto no ombro.

Solto a respiração assim que vejo que estou sozinha, minhas mãos tremem, suam e estão brancas, não duvido que meus rosto esteja do mesmo jeito. Pego minha garrafa e bebo uma boa quantidade de água voltando a fechar guardando de volta.

Respiro fundo e volto a fazer meu caminho, só que agora no meio do corredor. Empurro as duas portas e encaro o ginásio com seus aparelhos e garotas pulando pra tudo quanto é lado. Dou um sorriso assim que avisto Amber no meio do ginásio.

Ela corre em minha direção assim que sua feição fica como de preocupada. Seu perfume forte e doce me da agonia, assim que o aspiro. Dou um sorriso fraco assim que ela segura minhas mãos.

- Meu Deus Liv, suas mãos estão geladas! - diz alto e quase estérica - Vem vamos sentar aqui - diz e me puxa pela cintura me levando pro banco.

- Não foi nada Amber, não precisa se preocupar - sua risada irônica invade meus tímpanos fazendo eu revirar os olhos.

- Não revire esses belos olhos! Oque aconteceu? Você está pálida! - questiona passando a mão por meu rosto.

- Eu só vi o meu assassino.

- Assassino?! Como assim sua louca? - pergunta me olhando com medo - Ele ia te matar aqui? Meu Deus Olivia precisamos avisar aos seguranças!

Amber se levanta e puxa minha mão pra ir junto mas eu a puxo de volta pro banco, repreendendo com o olhar.

- Ele não queria me matar!

- Então porque o chamou de seu assassino?

- É porque ele... - passo a mão pelo rosto suspirando, preciso falar pra ela de algum jeito - Ele me matou em meu sonho.

Sua gargalhada é alta e chama a atenção de várias garotas no ginásio e com isso até algumas riem por ser contagiante.

- Deixa de paranóia Liv, vem vamos nos aquecer - me puxa pela mão.

[...]

Tivemos todas as aulas normais, Amber foi embora antes já que teve poucas aulas e seu fiquem em mais duas. Quando ia sair fui chamanda pelo diretor em sua sala, estranhei mas eu fui assim mesmo.

Paro em frente a diretoria e bato na porta três vezes e escuto um entre, abro a porta e vejo ele em sua cadeira, gordo e todo jogado nela.

—Precisamos conversar Senhorita Skriver.

Sua voz grossa e forte faz meu corpo da leves tremedeiras, me sento na cadeira a sua frente e ele começa a falar. 


Notas Finais


Espero que gostem meus amores 💕


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