História Criminal Empire - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 51
Palavras 3.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se preparem, o negócio aqui é só tiro!
KISSES KISSES. BOO BOO❤

Capítulo 13 - Jace Bieber


Fanfic / Fanfiction Criminal Empire - Capítulo 13 - Jace Bieber

Como é ser pai?

Essa era a pergunta que se me fizessem à 5 anos atrás, eu não saberia responder. Mas agora, agora eu saberia sim dizer com todas as palavras como é ser um.

Sim, eu sou pai.

Jace era o meu maior tesouro, ele era tudo pra mim. O moleque era o que eu mais amava na minha vida. Mesmo vindo de uma maneira completamente inesperada.

Jace apareceu na minha vida como se fosse num daqueles filmes de crianças da Disney.

Eu lembro daquele dia todos os dias. É impossível não lembrar do dia que minha vida mudou completamente.

Flashback On.

A neve ameaçava cair, o tempo frio em Toronto era de fazer qualquer um preferir uma lareira quente à qualquer outra coisa. Meus pais, meus irmãos e eu estávamos na sala, meus amigos, é claro, também se faziam presentes, todos reunidos para comemorar o aniversário de Caitlin.

Eu conversava animadamente com Chris sobre uma carga que meu pai tinha deixado em minhas mãos para que eu as transportasse até Cuba, quando do nada a campainha tocou, chamando a atenção de todos.

— Atenda Justin. — Pediu minha mãe, mas porra! Por que eu? — Vamos, atenda. Você está mais próximo. — Bufei mais por mim me levantei indo até a porta do apartamento dos Beadles. Abri a mesma não encontrando ninguém.

— Tem alguém aí? — Aquilo estava estranho. Peguei minha arma no cós da minha calça e destravei a mesma, olhei para os cantos do corredor e quando pensei em dar mais um passo, esbarrei numa cesta. Olhei confuso para a cesta e rapidamente guardei a arma de volta assim que percebi o que tinha na cesta. Era um bebê?! Meu caralho! Era mesmo um bebê. — De quem é você? Deve estar morrendo de frio. — Olhei para o bebê na minha frente e rapidamente peguei a cesta do chão o levando para dentro do apartamento, estava muito frio para um bebê que aparentava ter menos de um mês. Assim que fechei a porta e fui até a sala vários olhares se viraram até mim.

— Justin querido, o que é isso? — Perguntou minha mãe apontando para a cesta.

— É um bebê. — Respondi colocando a cesta em cima da mesa de centro de Cait, e assim que olhei para os rostos ao meu redor notei o espanto na cara de todos.

— Bebê? Bebê de quem? — Perguntou meu pai. — Justin, que brincadeira é essa?

— Eu não sei pai, eu só o encontrei na porta. — Dei de ombros e comecei a reparar no bebê a minha frente. Ele era loiro, olhos castanhos claros, boca rosada em formato de coração, nariz levemente empinadinho, ele era muito parecido comigo. O peguei no colo, e, assim que fiz, percebi que tinha uma carta entre os tecidos de sua manta verde água. — Pegue ele Jazzy, deixa eu ver essa carta. — Minha Irmã assentiu e pegou o bebê dos meus braços.

Peguei a carta e abri a mesma, lendo o conteúdo presente na mesma.

Caro, Justin.

Com certeza você não lembra de mim, e talvez nunca irá. Até porque não irei falar quem eu sou, mas posso dizer uma coisa: México, festa universitária.

Você deve estar se perguntando o que isso tem haver com o bebê. Bom, ele é a consequência que o México nos trouxe.

Infelizmente, eu sei quem você é, sei o que você faz. E pode crer, seu eu pudesse, meu filho jamais te conheceria. Mas eu estou doente, provavelmente irei morrer daqui à três semanas. Não tenho família, o que só me resta você.

Cuide do meu bebê, do nosso bebê. Por favor, não o maltrate, ele é tão puro e inocente, por favor.

O nome dele é Jace.

De alguém que ama muito esse bebê.

Flashback Off.

É claro que eu não acreditei no começo. Meu pai então... Fizemos mais de 10 exames de DNA com o moleque. Alguns desses exames fizemos no Japão, Inglaterra e até mesmo na Suíça para ter certeza de que ninguém tivesse a possibilidade de estar falsificando os resultados. Todos deram positivos.

No começo eu fiquei apavorado. Eu só tinha 18 anos, não sabia nem cuidar de mim. Quem dirá de uma criança. Mas graças a Jazmyn e minha mãe, eu consegui cuidar do Jace.

Sobre a mãe do Jace, nunca achamos vestigios dela. As câmeras do prédio dos Beadles na época não estavam ligadas, os seguranças não viram nada suspeito, ou seja, tudo foi muito bem arquitetado. Procuramos por cada canto atrás dela, mas não achamos nada. Então, damos ela como morta.

É claro que depois de Jace, nunca mais em todos esses anos eu transei com qualquer uma. Sim, eu não fodo a primeira que eu vejo pela frente, muito pelo contrário, eu escolho a dedo. Tive que mudar meus conceitos por causa do meu filho, aliás isso foi bom em certos pontos, sabe?

Por causa da porra dos acontecimentos com os Millener, meu medo de descobrirem sobre meu filho aumentou ainda mais. Me obrigando a me distanciar de Jace.

Não, ninguém além da minha família sabe sobre Jace. Ele vivia sempre na fazenda -que minha mãe mora atualmente- com meus avós. Hoje em dia ele mora com Jazzy e Jaxon na Inglaterra.

Eu tenho que viver longe do meu filho, longe da coisa que eu mais amo e protego no mundo. Por isso eu odeio tanto os Millener quanto qualquer outro Bieber já odiou.

É torturante você não poder ver seu filho porque tem que manter ele o mais longe possível para que nenhum filho da puta Millener tente algo contra ele.

Estava no escritório vendo as tabelas de venda de Cocaina no Canadá quando um dos meus celulares, que era daqueles inrastreáveis, apitou sobre a mesa. Era Jace.

Papai? — Meu coração encheu de alegria quando ouvi a voz do meu filho.

— Oi garotão. — Respondi com um sorriso bobo nos lábios. Jace sempre tirou o melhor de mim.

Papai! — Ele gritou assim que reconheceu minha voz. — O senhor nem vai acreditar, caiu meu dentinho da frente e a fada do dente me deu dinheiro.

— Que bom, e como você está? — Esses eram um dos momentos que os Millener me privaram de ter com meu filho. Era pra eu ter colado dinheiro debaixo do travesseiro do meu filho, e não minha irmã ou irmão.

Bem, papai. — Ele disse risonho. — Sinto sua falta.

— Eu também sinto sua falta, cara. — E como eu sinto falta do meu filho.

Papai, o tio Jaxon comprou um monte de doce pra gente comer hoje acredita?

— Sabe que...

Eu sei, não posso comer muito doce. — As vezes Jace era muito atrevido pra um menino de quatro anos. — Prometo que não vou exagerar, papai.

— Ok, mas...

Ah, eu e o tio Jaxon fizemos uma brincadeira com a tia Jazzy, colocamos tinta no shampoo dela, a cabelo da titia ficou rosinha. — Ele gargalhou.

— Não acredito que fez isso! — Exclamei enquanto imaginava a cara de Jazzy.

Ela ficou furiosa! Tivemos que correr pela casa pra ela não nos pegar, eu até cai de bunda no chão. — Disse ainda risonho.

— Mas você está bem? — Foi inevitável não sentir meu extinto de pai super protetor apitar na mesma hora.

Estou sim, papai. Foi até engraçado. — Rimos juntos. Meu filho era duro na queda. — O senhor tem que vir me ver, papai. O mais rápido possível, promete?

— Tudo bem, eu prometo que vou te ver o mais rápido possível.

Jura de dedinho?

— De dedinho. — Sorri, mesmo que ele não possa ver.

Tenho que delisgar agora, tenho aula de artes marciais daqui a pouco. Eu te amo, papai.

— Eu também te amo.

Fala pro tio Ryan que eu consigo atirar nos alvos sem errar agora. — Fiz um "uhum" em resposta. Jace era tão parecido comigo, sem tirar nem por, ele adorava dizer pro tio o quanto ele era bom em certas coisas, muito parecido comigo.

— Mande beijos pros seus tios. Tchau filho, se cuide.

Ok, tchau papai. — E então a chamada foi finalizada.

Jace me ligava duas ou três vezes na semana, e vezes Jazzy ou Jaxon me ligavam pra contar alguma travessura do moleque. E sempre que o garoto me ligava era como se meu coração virasse uma escola de samba, as vezes nos dias de estresse somente com Jace eu falava sem gritar.

Batidas na porta me fizeram acordar dos meus pensamentos.

— Entre. — Disse um pouco alto para a pessoa entrar.

— Com licença, Justin. Mas a Mircele mandou perguntar o que você quer pra almoçar.  — Lya falou com um sorriso envergonhado.

— Peça para que ela prepare um assado de panela com vinho, ela sabe do que se trata.

— Ok, com licença. — Acenei e Lya saiu da porta, a fechando em seguida. Voltei minha atenção às tabelas.

O tráfico de Cocaina tinha aumentado na região sul, o que é bastante satisfatório pois no sul ainda temos alguns problemas com tiras, mas nada que um bom dinheiro na conta deles não resolva. No Canadá por ser pouco povoado, o mundo acha que aqui as drogas não rendem, muito pelo contrário, no mercado de tráfico o Canadá atualmente é um dos maiores países que mais vende drogas no mundo. Assim como os Estados Unidos, o Canadá tem suas vantagens, temos acordos com a polícia e o governo, o que nos permite mais acesso de transporte de cargas, tanto na exportação quanto na importação.

O telefone na minha mesa toca novamente, mas não era meu filho.

— Se não é o colombiano mais filho da puta que eu conheço. — Disse assim que atendi o telefonema.

Também é bom falar com você loirinha. — Brincou.

— Me diga, o que deseja Malone? — Perguntei ao colombiano do outro lado da linha. Malone era um traficante de armas, o cara é um ótimo vendedor e claro, suas armas eram de muita qualidade.

Preciso dos serviços do seu melhor assassino de aluguel.

— Hum... Qual seria o serviço, e quantos?

Serviço 31. O pagamento seria em torno de trinta milhões, serve? — O serviço 31 era o que apelidamos as perseguições seguidas de tortura, troca de informações e logo em seguida a morte da vítima.

— Trinta e cinco.

Tudo bem, trinta e cinco.

— Conversarei com Chaz. Pra quando?

Daqui a quatro semanas em Bamako, Mali.

— Mali? — Interessante, Mali não tinha tanto índice de drogas, mas era um ótimo local pra quem quer se esconder. — O cara foi esperto.

Ela. — Me corrigiu. — É uma vadia alemã.

— Malone, Malone. Mulher? Você está ficando fraco cara. — Brinquei, Malone bufou em resposta, sorri.

Não começa, Bieber. Te mando as informações por e-mail.

— Certo.

Até mais, putinha loira.

— Até, colombiano de merda. — Desliguei a chamada. Mandei uma mensagem para Chaz, precisava avisá-lo.

Escritório, agora.

Trinta segundos depois ele me respondeu.

Cuzão do Chaz: Tô chegando, Bieber.

Sorri ao ver o nome do Chaz, não queira saber o porquê daquele nome.

Cinco minutos depois, Chaz adentra o escritório.

— Senta. — Disse sério e Chaz obedeceu, se sentando numa cadeira de frente pra minha mesa. — Bom, vou ser direto. Malone, o colombiano que fornece armas, precisa dos seus serviços. Trinta e cinco milhões.

Chaz me olhava atento, e quando falei o valor seus olhos brilharam.

— Conta mais, Justin. — Disse com um ar bastante interessado.

— O serviço é em Mali, serviço 31. A "vítima" é uma puta alemã. — Olhei os dados da mulher no meu Notebook e prossegui. — Alexia Zimbabwean: 24 anos, ex-prostituta, vendida como prostituta particular à Malone Stevas. O prazo de quatro semanas para o inicio se deve ao fato de Malone querer que a puta pense que esta à salvo para depois a fazer pagar. — Revirei os olhos ao ler aquilo, Malone podia matar ela agora, mas prefere fazer um showzinho de merda com a puta e o amante dela. — Serviço 31, e matar o suposto amante, sem rastros.

— Eu aceito. — Acenti. — Pra quando?

— Daqui a quatro semanas. Já sabe que 20% é meu.

— Certo. Peça metade do dinheiro agora e a outra depois que eu fizer outro serviço.

— Ok, pode ir. — Fizemos um toque e Chaz se retirou. Mandei os termos para Malone que concordou.

É, mais uns milhões pra mim.

...

Depois de resolver uns assuntos com o pessoal de Kingston, finalmente poderia ir comer em paz. Antes, resolvi agendar uma viajem à Diego Garcia, iria ver meu filho. Marquei apara daqui a três semanas, iria apenas eu e Ryan, deixando Chris, Nolan, Caitlin e Chaz tomando conta daqui. Iria passar apenas uma semana, voltando a tempo de Chaz ir para Mali com Caitlin. Sim, ele iria levar a namorada. Nem a pau eu irei aturar a Caitlin, Chaz que fique com a dor de cabeça.

Saio do escritório já indo para sala de jantar, no caso almoço, encontrando todos sentados, apenas esperando-me para as empregadas começarem a servir. Me sentei e logo o almoço começou a ser servido.

— Bom, você irá quando mesmo Lya? — Ryan começou a conversa e a loira sorriu.

— Depois de amanhã, tenho uma festa em família que eu não posso perder.

— Hum, e você mora aonde? — Dessa vez foi Nolan que perguntou.

— Em Nova Iorque, mas a festa é em Indianapolis. — A loira informou enquanto degustava a deliciosa carne de Mircele. — Isso aqui é muito gostoso. Mircele que me dê essa receita.

— Você cozinha? — Perguntei me intrometendo na conversa.

— Se cozinhar pra você é quase destruir uma cozinha só pra fazer um sanduíche, então sim, ela cozinha. — Disse Caitlin, doce com um limão.

— Hahaha, engraçadinha. — Lya deu uma risada sarcástica. — Eu cozinho sim, e muito bem. A Caitlin que só sabe fazer doce.

— Claro querida, aprendí a cozinhar o que realmente importa. — Cait deu de ombros.

— Besteira não é importante. — Rebateu Lya.

— Pra mim é.

— Bom, aí já é com você. — Lya deu de ombros como se não se importasse. — Continuando, eu cozinho sim. Aprendi com meus irmãos, Matt e Nick.

— Além de gostosos eles ainda cozinham? — Chaz deu uma bufada enorme.

— Huhum. — Chaz pigarreou. — Como é Caitlin? — Vai começar.

— Você ouviu, eles são mesmo gostosos. — Ela revirou os olhos e Chaz estava ficando mais vermelho que um tomate.  — Só não mais que você, bebê. — Caitlin deu um beijo na bochecha de Chaz, tentando amenizar as coisas.

— Vocês dois ainda vão casar. — Lya sorriu enquanto bebia seu suco de morango.

...

A minha tarde se resumiu em ficar trancado no escritório em uma reunião, exaustiva pra caralho, com os fornecedores de Munique da Alemanha. Os caras além de serem chatos, ficaram insistindo em um acordo que pra mim seria impossível aceitar. Mas nem a pau eu peço trégua com os malditos espanhóis de merda pra que a porra dos alemães possam comercializar armas de fogo lá, eles que se virem.

— Não é como se eu fosse burro pra fazer isso. — Disse perdendo a paciência, Chris só pode tá brincando comigo.

— Qual é, Justin, é só um roubo de drogas. Manda o Nolan comandar aquilo e pronto. — Chris bufou enquanto ficava rodando na cadeira de frente a minha mesa.

— Mas esse simples roubo é de mercadoria do Steffan. Não é tão simples assim. — Massageei meus olhos com meus dedos afim de amenizar meu estresse.

— Não é como se o Nolan fosse ruim ao ponto de estragar as coisas.

— Quer saber. — Respirei fundo. — Manda o Nolan pra essa droga de missão, pronto.  — Christian sorriu satisfeito. — Agora vaza, preciso extravasar.

— Falou, dude. — Ele se retirou me deixando finalmente sozinho.

Odiava ter que deixar as coisas sobre Steffan assim. Não que eu não confie no Nolan, mas era questão de princípios. Eu só não Mato Steffan de uma vez por causa da maldita trégua com o pai dele, Thony Ridge, um negociante de tráfico de órgãos da África. O acordo consiste em ele comprar meus produtos para revendê-los à outros compradores e em troca, eu não mato nenhum dos Ridge e eles podem "andar" livremente sobre meus territórios. Nem preciso dizer que já me arrependi disso não é?

Acendo meu cigarro e logo dou uma tragada, sentindo meu corpo relaxar na poltrona. Aquilo era bom, muito bom.

Três batidas levemente dadas na porta me fizeram despertar.

— Entre. — Falei um pouco alto para que a pessoa do outro lado ouça e depois a porta fora aberta pela loira de olhos azuis que tanto me deixava louco na cama.

— Eu queria falar com você, esta muito ocupado? — Ela estava... Timida?

— Não, pode falar. — Fiz um sinal para que ela se sentasse na cadeira a minha frente, e assim ela o fez. Lya cruzou as pernas, ficando numa posição confortável à ela, mas nem um pouco pra mim.

— Eu queria te pedir uma coisa.

— Sou todo ouvidos.

— Será que você poderia deixar que Chris fosse comigo para Indianapolis? É que como eu disse, é uma festa em família sabe? Nossos parentes sentem falta dele, e da Caitlin é claro. — Eu quase não prestava atenção nas suas palavras, pois seus peitos eram mais convidativos no momento.

— Mas, por que só o Beadles? E a Caitlin?

— Ela não quer ir, segunda a mesma ela tem um probleminha de desentendimento com a minha tia Norman de Charlotte e a sua família.  — Ela deu de ombros como quem não se importante, mas eu sabia que aquilo não era real.

— É essa sua tia que está organizando tudo?

— Sim, é ela sim.

— Por mim tudo bem, com tanto que o Beadles volte num prazo máximo de duas semanas, ele tem trabalho trabalhe não posso ficar na mão por tanto tempo entende?

— Claro, sem problema nenhum. Obrigada Justin! — O sorriso que Lya dera era de contagiar qualquer um.

Ela se levantou e começou a caminhar lentamente até a porta, a trancando logo em seguida. Franzi o cenho. O que ela iria fazer?

— Preciso de agradecer sabe? E não quero que ninguém nos atrapalhe, baby. — Aqueles lábios sexys sorriram de uma maneira nada decente enquanto a loira caminhava até mim, se sentando no meu colo e apoiando suas mãos no meu peito, e então sua voz doce ecoou nos meus ouvidos, me levando a uma loucura sem limites. — Me faça sua, Drew. Me coma todinha de novo. Me faça querer gritar seu nome.


Notas Finais


TCHARAM! SIM, O JUSTIN É PAI😍
EU AMEI ESCREVER UM POUCO DO JACE, VOCÊ VAI AMAR ELE AO DECORRER DA FIC ❤
Enfim, espero que tenhas gostado, dias de Domingo tem mais.
Desculpa não ter postado no domingo passado, mas era época de votação aqui no meu estado e tals, e minha família resolveu passar o dia longe da cidade, num balneário aqui da cidade e quando cheguei em casa praticamente desmaiei na cama kkk SORRY MAIS UMA VEZ
Sobre Lustin, como acha que eles irão descobrir sobre o que eles realmente são? 🌚 não tá tão longe, vão por mim. E garanto uma coisa: VAI SER PESADO


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