História Criminal — Imagine Min Yoongi - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Imagine, Jimin, Min Yoongi, Suga, Você
Visualizações 1.765
Palavras 1.292
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi amores. <3

Estou muito feliz pelos comentários terem aumentado bastante, o dobro. >_<

Obrigada por tudo e tenham uma boa leitura! <3

Capítulo 24 - Fuga


Fanfic / Fanfiction Criminal — Imagine Min Yoongi - Capítulo 24 - Fuga

Minha gravidez deixava-me a cada dia mais feliz, mesmo estando triste por um lado. Eu havia engordado quatro quilos, minha barriga estava bem redondinha e preferi não saber o sexo do meu bebê. Acabei fazendo amizade com a vizinha da frente, seu nome é Eloah, e a mesma também está grávida.


Não tem um dia que não sinto a falta de Min Yoongi. Principalmente quando à noite chega. Principalmente quando estou sozinha e deitada. Às vezes, escuto a sua voz, e sinto um breve arrepio ao lembrar daquele cheiro forte e embriagante. Suga querendo ou não, é o meu amor.


Ainda visito o seu perfil do Instagram e percebi que o meu menino ainda continua postando fotos minhas. Mas, faz uma semana que o mesmo não atualiza o seu feed. Entrei no perfil do Tae e ele posta várias fotos engraçadas. A verdade é que, sinto falta de todos eles.


Eunbi também posta fotos, e a sua última foto postada é uma que tiramos em sua casa. Eu estava deitada em seu colo, lembro-me bem. Era uma noite de sábado, em que aproveitávamos para assistir TVD. Sinto muita, muita falta dela e não sei por quanto tempo vou aguentar ficar longe de todos eles.


— Você pretende voltar a trabalhar depois que o seu filho nascer? — Eloah perguntou, enquanto comprava alguns remédios. Estávamos na farmácia.


— Pretendo, mas só quando ele ou ela estiver com um ano. — Sorri. — Eu gostaria muito de acompanhar o crescimento do meu bebê. — Acariciei a minha barriga.


— Posso te falar uma coisa, S/A? — Assenti. — Você não acha que está na hora de falar com o seu ex namorado?


"Nós nunca fomos namorados", pensei.


— Não, Eloah. Quero criar o meu bebê sozinha. — Falei enquanto atravessávamos a rua.


— Não é certo você privá-lo do crescimento do filho de vocês. — Ela suspirou. — E eu sei que você ainda é apaixonada por ele.


— E vou continuar sendo... — Sussurrei.


— Ele têm o direito de saber, amiga.


— Eu sei, Eloah. Mas não podemos ficar juntos. — Senti meus olhos arderem.


Nunca contei a ela a verdadeira história. Ocultei a parte em que eu procurei Min Yoongi durante muito tempo, e que, ele é líder de uma gangue que é conhecida como a pior de toda a Coréia.


— Se não quiser me contar, eu vou entender... — Apertou os botões do elevador. — Mas você não pode fazer isso com ele, S/A.


Assenti e permaneci em silêncio até chegar em nosso andar. Nos despedimos brevemente e eu abri a porta do apartamento, adentrei a sala e girei a chave. Fui até a cozinha e deixei os remédios sobre o balcão de mármore e voltei para a sala. Peguei o meu Notebook e liguei o mesmo, meu coração quase saiu pela boca quando visualizei a primeira notícia.


"Finalmente preso, Min Yoongi, mais conhecido como líder da Gangtan (uma gangue da Coréia), confessa todos os seus crimes e diz que obrigou o restante de seus amigos a fazer o trabalho sujo".


— Yoonie, o que você fez? — Sussurrei aos prantos.


O Yoonie havia confessado, e com isso sua pena diminuiria para trinta e quatro anos. Passei a mão sobre a minha barriga, enquanto as lágrimas pingavam no teclado. Ele havia falado uma vez que me protegeria de tudo, e o meu menino fez o mesmo com os seus amigos.


   Levou tudo nas costas, sozinho.


— Por que você fez isso, seu idiota? — Cliquei na notícia.


"O Policial Lucas Carvalho diz que o rapaz entregou-se e alegou que a Delegada S/S tinha envolvimento com o detido, mas Yoongi disse que a brasileira nunca suspeitou de nada".


— Foi o Lucas? — Funguei.


"S/S, pediu transferência para o Brasil e algumas pessoas disseram que a Delegada estava abalada no aeroporto, e que chorava sem parar enquanto olhava para a tela de seu celular".


— Droga! — Fechei os olhos por um momento.


"Eunbi, melhor amiga de S/N, disse que a Delegada foi embora e que fazem cinco meses que elas não se comunicam".


— Que saudade de vocês... — Sussurrei.


"O nome dos outros seis membros da gangue ainda não foram revelados. Eunbi, está afastada da Delegacia até segunda ordem. O Policial Lucas disse que os amigos de Yoongi estavam na casa do momento e que ficaram assustados quando o loiro saiu algemado da mansão".


— Ah, Yoonie...


Estou vivo, estou vivo

Eu vivo quando estamos juntos

Estou vivo, estou vivo

Eu vivo quando estamos juntos

Estou vivo, estou vivo

Eu vivo quando estamos juntos


E ao som de Alive que tocava em uma loja do outro lado da rua, percebi que Min Yoongi é mais do que o meu amor, e que necessito e sempre necessitei do pálido para sobreviver. Fechei o Notebook rapidamente e em passos largos cheguei até o meu quarto. Peguei o meu passaporte e a minha bolsa que estava sobre a escrivaninha.


Tranquei o meu apartamento e toquei a campainha da casa da Eloah, alguns minutos depois, a loira apareceu.


— Você está pálida amiga, aconteceu alguma coisa? — Questionou.


— E-Eu estou indo atrás dele, Eloah. — Enxuguei o meu rosto. — Preciso que você faça um favor para mim.


— Todos que você quiser, S/A.


— Não diga a ninguém que estou indo para a Coréia, certo? — A mais alta assentiu. — Se qualquer pessoa vir aqui, diga que não estou me sentindo bem, ok?


— Pode deixar, Doutora. — Sorriu. — Boa sorte!


Nos abraçamos rapidamente por causa da minha barriga.


— Obrigada por tudo, nos vemos em breve.


Peguei o primeiro táxi e fui em direção ao aeroporto.




Assim que o avião pousou, coloquei o meu capuz, para não ser reconhecida. Eu iria até a casa da Eunbi, mas seria muito arriscado alguém me reconhecer, já que morávamos no mesmo condomínio. Então, pedi ao taxista que dirigisse para a mansão dos meninos.


E para a minha sorte, não tinha nenhum policial em volta da casa. Ou nas proximidades, porque verifiquei antes. Entreguei o dinheiro ao Senhor e toquei a campainha da casa. Batia os pés aflitos no chão.


Você é o único que eu não vou deixar ir

Parece tão errado, mas está tão certo

Minha cabeça está fora da janela esta noite

Eu não quero ir para casa

Vamos para algum lugar que não estivemos antes

Podemos chegar alto na praia

Ou voe para Londres ou Tóquio

Eu vivo quando estamos juntos

Estou vivo, estou vivo

Eu vivo quando estamos juntos

Estou vivo, estou vivo


— S/N?! — Jungkook arregalou os olhos assim que tirei o meu capuz.


— Oi, Kook. — Sorri fraco.


— Entre. — O moreno abriu espaço para que eu passasse, ainda boquiaberto.


Hoseok e Jimin estavam intactos. Ambos olhavam para a minha barriga.


— Você viu as notícias? — Namjoon indagou tristemente.


— Vi. — Suspirei e encarei os meus pés.


— O Hyung fez de tudo para nos proteger. — Tae pronunciou, puxou-me pela mão para que eu sentasse.


— Você viajou sozinha? — Jin perguntou curioso.


— Sim... — Passei a mão sobre a minha barriga.


— Nós te procuramos feito loucos, Doutora. — Hobi riu fraco, acariciando a minha mão.


— Me desculpem por isso. — Encarei o chão envergonhada. — Nós não podemos ficar juntos.


— Como não? — Jeon franziu o cenho. — Aigo, vocês dois foram feitos um para o outro.


— Ele mentiu! — Alterei-me.


— Não, ele não mentiu, Doutora. —Taehyung pronunciou sério. — Ele lhe contou. Ele matou aquele diretor imundo por você. Ele queria te proteger...


— Eu sei, Tae. — Encostei minha cabeça em seu ombro. — Não tenho mais raiva do Yoonie... Só estou triste por ele.


— Nós também estamos. — Jimin murmurou.


— É menino ou menina? — Hosoek perguntou alegremente, desfazendo o clima tenso.


— Ainda não sei... — Sorri.


— O Suga sempre tratou-me como um filho e tenho certeza de que ele será um ótimo pai, S/N. — Kook disse baixinho.


É por isso que iremos tirá-lo de lá. — Falei convicta. — Não podemos deixar o Yoonie lá naquele lugar.


Notas Finais


Será que vai dar certo? ^^

Até o próximo. <3


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