História Criminal Lives - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Tags Camila Senna, Cara Delevingne, Flavia Pavanelli, Kylie Jenner, Nah Cardoso
Exibições 128
Palavras 3.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura 📖

Capítulo 10 - Guilherme


Fanfic / Fanfiction Criminal Lives - Capítulo 10 - Guilherme

- Você é virgem? É isso? - perguntou

- É - sussurrei e baixei outra vez meu olhar

 

P.O.V Justin

 Wow ela é virgem? Ela é virgem! VIRGEM!!! Porra por essa eu não esperava mesmo.

Bem que eu podia força-lá, não não podia acho que perde a piada principalmente se a garota é virgem. Prefiro esperar por um momento e um local mais calmo e apropriado, quando ela tiver mais vulnerável aí tenho a certeza que ela não vai me escapar e vai se entregar, sei que vai valer a pena porque a vadiazinha é gostosa mesmo, só de lhe tocar fico excitado. Caralho porque ela tinha que me dificultar a vida sendo virgem?

- Tá bom eu te compreendo - forcei um sorriso mas neste momento só queria socar alguém… deixar um cara excitado desse jeito e depois não concluir o serviço é foda.

- Obrigada - deu um sorriso tímido e ela tem um sorriso lindo… wow wow wow esperai estou respirando no sorriso de uma garota? É isso mesmo? To pirando mesmo.

- Vou lá pra baixo - completou ajeitando o vestido no corpo.

Passou por mim indo até a porta, a seguí com o olhar. De repente ela se virou e me tacou um beijo, não foi um beijo beijo foi só um selinho mas me surpreendeu com isso.

- Até já - piscou e saiu.

Essa menina é estranha. Juro que não a entendo, hora reclama, hora me beija, hora parece frágil e tímida, hora me provoca… não entendo mesmo, é impossível entender.

Passado algum tempo desci também, estavam todos na sala rindo e conversando, ela me olhou e na mesma hora desviou o olhar voltando a conversar com minha mãe.

Meu celular começou a tocar e me afastei para o atender, era o Alfredo.

Chamada on

- Fala ai - atendi

- Ai patrão não tenho boas notícias não.

- O que foi que aprontaram dessa vez? - perguntei impaciente

- Tentaram roubar o carregamento de hoje a tarde.

- O QUE MAIS SERÁ QUE VOCÊS NÃO PRESTAM PRA NADA? - gritei

- Patrão nós…

- Quem foi o otário que tentou me roubar? - o interrompi

- Foi um dos nossos, já o apanhamos e ele tá aqui no galpão, mas acredito que tem peixe maior detrás disto.

- Mas é claro que tem, já posso até imaginar quem seja. Ele tem família?

- Tem mãe, pai, mulher, filha e filho.

- Ótimo! Leve a filha dele para ir. E já vou pra ir comigo esse filho da puta vai abrir a boca. - desliguei

Chamada off

Voltei para a sala

- Vou ter que sair.

- Porque? O que ouve? - Jeremy perguntou

- Tentaram roubar o carregamento de hoje a tarde.

- Quem? - perguntou e olhei para Camila e Jack - pode falar eles agora fazem parte dos nossos negócios - adivinhou o que eu estava pensando

- Um dos nossos, um viado qualquer. Alfredo acha que tem gente por detrás disso, vou lá ver se consigo por o filho da puta pra falar. - respondi

- Tá, daqui a pouco já posso me aposentar. - Jeremy falou para Jack.

- Então somos dois. Acho que Camila até lidar melhor com isto do que eu - Jack gargalhou

- Sério? Camila trata desse tipo de problema? - minha mãe perguntou admirada

- Claro que sim. Ela dá de dez a zero em todos os meus capangas - sorriu orgulhoso

- Gostaria de ver isso - debochei. Qual é? Uma mulher é sempre uma mulher.

- Não seja por isso, me leve que eu te ensino como se faz - ela falou sorrindo me provocando. Todo mundo gargalhou por ela me provocar. Não é qualquer pessoa que se atreve a isso.

- Então vem, quero te ensinar a não se comparar a mim - sorri de lado

- Veremos quem não se compara a quem - comecei a andar - adorei o jantar com licença - me seguiu

Peguei a chave da minha Range Rover e entrei logo em seguida ela entrou também. Arranquei saindo daquela casa.

Essa menina é tolinha mesmo, ela pensa que pode se comparar a mim, coitada. Vou me divertir tanto vendo a cara dela quando perceber que aquilo que faz é uma brincadeira comprando aquilo que eu faço vai aprender a não se comparar a mim.

Ecoou um som estranho no carro, logo ela pegou o celular dentro da bolsa e atendeu.

- Alô - começou a falar - não - pausa - porque não - pausa - caralho depois eu te explico ok? - pausa, riu - sim tipo isso - pausa - deixa de ser mente pervertida - pausa longa - é eu também queria ir - suspirou - mas vão e se divirtam - pausa - tá tchau e beijo - desligou e voltou a suspirar colocando o celular de novo na bolsa.

- Algum problema? - perguntei colocando a mão na coxa dela.

- Não propriamente - disse tirando a minha mão da coxa dela

- Então? - insisti. Qual é sou curioso.

- As meninas vão sair hoje e eu queria ir também - falou fazendo um bico engraçado - mas não faz mal, eu vou outro dia - sorriu se conformando

- É acho que amanhã a noite o Maejor vai dar uma festa, acho que é num bar dele.

- Eu sei. Ele dar essa festa todas as quintas nesse bar, há festa todos os dias como é óbvio, mas as de quinta são sempre as melhores - falou toda empolgada

- Então já pode ir amanhã, mas se preferir te levo lá hoje e te deixo com suas amigas - ela gargalhou ironicamente

- Isso é o que você quer. Já disse que vou te ensina e não perco a sua cara quando descobrir isso por nada.

- Veremos - ri

(...)

Chegamos ao galpão e saímos do carro entrando no mesmo.

 

 

P.O.V Camila

Entramos no tal galpão e os caras lá me olharam estranho e ao mesmo tempo me secando completamente, parecia que iam me comer com os olhos.

- O patrão trouxe uma vadia nova para nós nos divertimos? - um cara falou animado, asqueroso quem ele pensa que é pra me chamar de vadia? Se eu não tivesse deixado minha arma em casa esse cara já estaria com um tiro no meio das pernas.

- Não seu otário - Justin respondeu rude - eu vou dizer isto só uma vez, ninguém toca nela, ninguém olha pra ela, ninguém pensa nela, ninguém sequer respira para cima dela se não morre entenderam? - falou ameaçadoramente, todos baixaram a cabeça e sorri para ele agradecendo. Ele agarrou minha mão.

- Onde está o viado? - perguntou

- Lá dentro patrão - respondeu um dos homens

- Eu - olhou pra mim - nós vamos lá tratar dele - completou

- A dona também vai?

- Vai - começou a me puxar

Entramos dentro de uma divisão que só tinha uma cadeira com um cara amarrado nela e uma mesa com algumas coisas em cima, o local era meio escuro mas dava para ver perfeitamente o cara porque tinha uma luz apontada diretamente para ele.

Justin chegou perto dele e lhe deu um murro, o homem que parecia está dormindo logo acordou e nos olhou assustado.

- Você escolher quer a maneira fácil ou difícil? - Bieber começou a falar com aquele ar de superior - a maneira difícil é bem mais interessante para mim mas acho que você prefere a maneira fácil - completou nem deixando tempo para ele responder - quem é o seu chefe? - o cara não respondeu - vou perguntar novamente: quem te mandou me roubar? - perguntou entre dentes

- Ninguém. Foi eu que planejei tudo - falou firme, Justin gargalhou e pegou um alicate que tinha em cima da mesa.

- Na boa cara você é muito burro e viado pra armar isso tudo sozinho - começou a balançar o alicate na mão - quem foi? - repetiu a pergunta e que ele estava se controlando para não acabar logo com o cara.

- Eu já disse.

- Você já ouviu alguém dizer que quem mente perde os dedinhos? - perguntou ironicamente - nesse caso são arrancados - agarrou o maxilar do sujeito fazendo com que ele abrisse a boca e logo arrancou dois dentes com o alicate, o cara soltou um grito agudo - cada vez que você mentir vai ser menos dois dentinhos, cansei da maneira fácil. Então vai me dizer quem te mandou aqui ou não?

- Eu não posso - baixou a cabeça - ele me mata. - sussurrou. Justin largou o alicate e sacou a arma

- Se não disser quem te mata sou eu - apontou a arma pra cabeça dele - e acredite que não é só a você que eu mato, mas também mato sua mãe, seu pai, sua mulher e seus filho irão lhe fazer companhia no inferno e sua filhinha daria um ótima vadia não? - perguntou sarcástico com um sorriso sério que até me meteu medo.

- Não po-sso - gaguejou - não faça nada com ela por favor - suplicou desesperado, vou ser sincera que eu fiquei com pena.

- Então diz

- NÃO POSSO - gritou desesperado

- ALFREDO! - Justin berrou e logo o cara que tinha falado com a gente antes de entrar na sala - traz a vadia da filha dele aqui - mandou. Logo o tal Alfredo saiu. Olhei de olhos arregalados para o Justin que sorriu convencido para mim. Ele ia… não ele não é assim tão cruel ou é?

Alfredo logo chegou arrastando uma menina que não parecia ter mais de 12 anos. Ela chorava e gritou desesperada quando viu o pai naquela cadeira, fiquei com pena da menina afinal ela não tinha nada a ver com aquilo.

- FILHA - berrou o cara - LARGA ELA AGORA - tentou se debater na cadeira mas a única coisa que ganhou foi um murro certeiro do Justin.

- Vou contar até três se você não disser quem foi eu atiro nela - apontou a arma para menina - um, dois - destravou a arma - tr…

- NÃO! - o interrompi baixando a arma dele quando percebi que ele ia mesmo atirar na menina. Porra o Bieber é pior do que eu pensava e esse cara é muito burro mesmo, prefere morrer e deixar a filha morrer do que entregar o outro - leva a menina pro canto - pedi a Alfredo que logo a levou para o canto mais escuro. Pensa Camila pensa, o cara não tem medo de morrer e nem que a filha morra, então tenho que arranjar outra maneira de o fazer falar, a maneira que qualquer homem cai - aprende - sussurrei no ouvido do Justin. Me debrucei sobre o babaca que estava preso na cadeira, lhe dando total acesso no campo de visão dos meus seios - vamos ser honestos, ganha muito mais se falar - tranquei o lábio de um jeito provocador - ele ali compensa quem faz o que ele quer - sorri sapeca apontando para o Justin - você não quer ser compensado? - ele sorriu maliciosamente percebendo o que queria dizer com compensação.

- Quero

- Ótimo! Então colabora e eu prometo que irei lhe recompensar de todas as maneiras possíveis - passei minha mão no abdômen dele

- Adoraria gata mas não, ele me mata - baixou a cabeça suspirando derrotado

- Justin babe - fiz minha maior e melhor voz de vadia - se ele falar você não mata a família dele e deixa ele ir sem nenhum arranhão, tirando os meus não é? - pisquei para o Bieber pra ele aceitar

- Se ele disser o que eu quero não terei que fazer nada com ele nem com a familiazinha dele - deu de ombros

- Pense bem, você prefere morrer agora junto com a sua filha linda ou deixa ela ir para junto da família ilesa e você ir embora comigo - sussurrei a última palavra perto do ouvido dele e o vi a arrepiar-se todinho - te prometo que irei fazer o trabalho direitinho - lhe dei um beijo no pescoço - não irá se arrepender - completei com uma mordida no local

- Tá bom - sussurrou derrotado - eu conto - sorri para o Bieber convencida - foi o Peter Brown - sai de perto dele e fui para o lado do Justin, fomos mais para o canto para ele não nos ouvir. Alfredo arrastou a menina para perto do pai novamente.

- Quem ensina quem afinal? - murmurei só para o Justin ouvir. Ele sorriu e parecia orgulhoso… é isso? Ele estava orgulhoso? Não deve ser coisa da minha cabeça.

- Agora só falta terminar o serviço - me estendeu a arma

- O que quer que eu faça? - perguntei rezando para não ser o que eu estou pensando

- Você sabe perfeitamente que não vou o deixar ir embora, nem ele e nem a vadia da filha dele, já que você começou termina o serviço - arregalei os olhos. Ah não! Eu posso ser fria e má as vezes mas matar sem motivo não. Eu nunca matei ninguém sem motivo forte ou porque me tirando mesmo do sério porque aí eu faço tudo sem pensar. Ameaço muitas vezes mas só mato mesmo se for nessas situações, se for mesmo preciso ou se estiver muito desenrolada e com raiva. Não vou o matar, não mesmo.

- Não pode me pedir isso - ele sorriu de lado

- Afinal você não é assim tão corajosa como diz ser.

- Isso não é questão de coragem simplesmente não mato sem motivo. Ele disse o que queria ouvir e a menina não tem culpa de nada não vejo necessidade alguma de os matar - relutei

- É mais ingênua e pura do que eu pensava - ele deu um sorriso… fofo? Estou dizendo que alguma coisa nele é fofa? Nossa - quando ele sair daqui vai direto correr pro Brown e avisar que eu já sei que ele quer armar uma pra mim e quanto a filha dele bom ela viu nossos rostos não posso deixá-la viva - deu de ombros - quando eu digo para não se comparar a mim acredite - pegou a arma e deu dois tiros certeiros no homem e na filha, nem os dando sequer tempo de reagir. Meteu a arma na cintura - vamos? - assenti ainda meio em choque, de fato ele é bem mais frio do que eu. Saímos daquela sala - depois limpe lá dentro - falou para um dos capangas e me puxou para fora.

- Você me leva pra casa ou me leva pra casa do Jeremy e eu pego meu carro? - perguntei assim que chegamos perto do carro dele

- Como quiser - pegou minha cintura juntando nossos corpos - hoje você merece decidir - sorriu e não sei porque eu sorri também.

- Porquê? Porque lhe ensinei como se arranca uma informação de alguém? - brinquei com ele que fez o mesmo dá uma gargalhada gostosa

- Mas você é marrentinha mesmo - falou sorrindo

- Vai começar as ofensas é? - me fiz de brava com ele

- Pronto parei - falou sério - por hoje - completou rindo, lhe dei um tapa no braço, me fazendo rir também. Parecíamos velhos amigos pela maneira que nós estamos a tratar e conversar.

- Parvo - falei rindo. Mas logo parei de rir. Ficamos a nos olhar nos olhos, ele tem um olhar encantador, um autêntico mar de mel. Para Camila para você não pode cair nos braços dele, não mesmo. - hum é melhor irmos embora não? - finalmente falei me deixando dominar pelo nervosismo e desconforto. Ele revirou os olhos bufando. Me largou e entrou no carro sem dizer nada. Fiz o mesmo.

Já estávamos a andar de carro a algum tempo sem trocar uma única palavra.

- Eu te deixo em casa e depois você manda alguém pegar seu carro, não me interessa passar na casa do meu pai agora - quebrou o silêncio mantendo a expressão séria

- Pensei que hoje era eu quem decidia - tentei brincar com ele para amenizar o ambiente, sem sucesso, ele me olhou pelo canto do olho e não me respondeu.

Bufei e liguei o rádio numa estação qualquer. Ela baixou o volume quase deixando inaudível, voltei a bufar e desliguei o rádio bruscamente me virando para a janela. Que garoto mais bipolar, as vezes é querido, fofo e simpático e de uma hora para outra vira esse cara insuportável com a cara amarra.

Passado algum tempo estávamos a entrar no portão da minha casa. Tinha uma carro diferente estacionado ali. Justin estacionou bruscamente. Saí do carro e ele também, vindo para o meu lado.

- Entregue - falou

- É obrigada - dei meio sorriso. De repente alguém tampou meus olhos.

- Quem é? - perguntou a pessoa que tampou meus olhos. Espera aí eu conheço essa voz e esse perfume.

- GUILHERME - gritei empolgada e me virei o abraçando. Ele me agarrou me girando no ar. Gui é o irmão mais velho da Nah, nós nos damos bem, muito bem desse pequenos, como se ele fosse meu irmão, quando éramos pequenos ele me defendia sempre, apesar de só ser 2 anos mais velho que eu ele sempre se armou em protetor, Nah até ficava com ciúmes de nós dois. Ele foi fazer uma viagem pela Europa, já não o via há 1 ano.

- Oh minha pequena - me colocou no chão - continua linda - agarrou minha mão me fazendo dar uma voltinha, ri com aquilo.

- Bobo. Você é que tá um gato hein? Um ano na Europa faz milagres - rimos juntos

- Estava com saudades sua pirralha - bagunçou meu cabelo

- Oh eu também - sorri - já estava pra ir lá te puxa pela orelha - me fiz de brava

- Foi difícil esse ano né? Você não vive sem mim que eu sei - sorriu convencido

- Só não te abaixo a bola porque estou muito contente por ter voltado - o abracei novamente

Assim que quebramos o abraço, olhei para o lado me lembrando que o Bieber estava lá, ele nos olhava com cara feia parecia que ia matar alguém, Gui me olhou como se me pedisse para explicar quem ele era.

- Er… hum… Gui este é o Justin um conhecido? - disse confusa - Justin este é o Guilherme meu amigo. - Gui estendeu a mão para o Bieber. Que fez o mesmo ignorar a mão dele continuando com a expressão séria e com as mãos nos bolsos.

- Deixa eu corrigir - Gui começou risonho ignorando a falta de educação do Justin, típico do Gui - eu não sou só amigo dela sou o melh…

- Não interessa - o interrompeu - já esta entregue. Até amanhã - dias com aquele mau humor e entrou no carro saindo disparado.

- Ele é sempre assim bem disposto? - ironizou

- Tem dias - dei de ombros - não liga não - dei meio sorriso

- Ele é o que seu afinal? - me puxou para nos sentamos num degrau da entrada.

Continua…

 


Notas Finais


X Avisos X

Guilherme Miller é Shawn Mendes - http://media.gettyimages.com/photos/singer-shawn-mendes-poses-for-a-portrait-at-the-2016-peoples-choice-picture-id504465722?s=594x594

Novo link pro grupo no wpp - https://goo.gl/forms/v67wCru8BwGuKIeu2

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Xoxo C.


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