História Criminal Love - Second Season - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Mistério, Romance, Sexo, Suspense
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Palavras 2.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Harem, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Cheguei cheguei
Demorei, mas para compensar vai aí uma long sex night de Rafaconda e Lola. Indico que leiam essa parte ao som de Wicked Games do The Weeknd ou com qualquer fuck song, ou apenas tente imaginar cada coisinha dessa coisa maravilhosa aí em baixo. XAMA O XAMUUU!
Vamos que vamos por que tem muita coisa pra rolar aí debaixo hahahaha
Boa leitura minhas deusas
amo vocês

Capítulo 5 - Sex Therapy


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Second Season - Capítulo 5 - Sex Therapy

Sex Therapy — Terapia Sexual

 

SEXTA-FEIRA, SÃO PAULO, BRASIL — 00H15

— O que foi? Parece que viu um fantasma — digo o olhando sorrindo de canto. 

— Você estava morta — ele diz confuso.

— Bom, continue pensando assim — pego a maçaneta do carro para abrir a porta.

Sinto sua mão puxar meu braço e me encostar com brutalidade na lata do carro. Olhamo-nos sem expressão alguma no rosto. Seus olhos azuis me hipnotizam. Tento calcular a quantos centímetros sua boca está longe da minha, mas é impossível me concentrar, ele está tão próximo a mim que posso até sentir seu perfume, sua respiração percorrer minha pele e ouriçar meus pelos. Meu corpo se arrepia por completo.

— Me solta — digo o olhando — Me solta, Rafael.

Ele olha minha boca, eu olho a dele se aproximando, minha respiração já começa a ficar descompassada, meu coração bate rápido. Tento o afastar de mim, empurrando seu peito, mas ele cola nossos lábios, eu continuo empurrando, ele me aperta os braços com força e raiva e bate minhas costas no carro enquanto a mão forte segura meus cabelos com força. Mordo seu lábio franzindo a testa ao sentir dor por conta de sua brutalidade e então nos olhamos nos olhos com os lábios grudados. Eu o quero, caramba, como eu o quero. Lhe beijo o olhando, e ele esbanja no olhar uma raiva, um ódio, mas um desejo e muita luxúria. Céus, como eu desejei isso, muito.

Começamos ali um beijo rápido, quente, as mãos dele me apertando, uma delas no meu rosto, trazendo o meu para mais próximo, as minhas em seu cabelo. Parece que vamos nos fundir, é arrebatador. Quando nossas línguas se tocaram foi como na primeira vez, foi uma sensação nova, e ali percebi que não tinha mais como voltar atrás, eu o desejo. Como eu quis mais um beijo desses.

[...]

Já estamos subindo as escadas de sua casa, ele me tem no colo e nos beijamos conforme subimos. Ele entra num quarto, fecha a porta, assim que se vira eu o beijo novamente. Ele me aperta tanto que acho que ficarei roxa amanhã. Um ajudou o outro a se despir rapidamente. Ele me prende na parede, de costas, então cola em mim. Suspiro fundo sentindo seu corpo quente no meu como da última vez. Ele me beija o pescoço, me alisa o corpo, aperta meus seios, então está dentro de mim de uma só vez. Dói, e eu gemo, prazer e dor misturado. Ele segura meu quadril, sai e entra novamente enquanto aperta meu seio com uma das mãos, a outra apoiada na parede. Eu gemo com a cabeça para o lado, ele me beija e então começa a me penetrar mais rápido, depois de pouco tempo já estamos num ritmo gostoso, profundo, o sinto me preencher gloriosamente bem de uma forma que nenhum outro homem conseguiu, me tocando em lugares que ninguém jamais explorou enquanto me puxa o cabelo, me beija e eu gemendo sem medo que alguém ouvir, é tão bom, tão grande, tão gostoso.

Não dizemos nada, apenas matamos a vontade e a saudade um do outro, e o que há para ser dito é dito com os olhares penetrantes de ambos.

Caímos na cama, ele desce beijando meu pescoço, chupa, morde meus seios, marca-me como um leão marca seu território, deixando marcas por todo meu busto e me penetra novamente. Ele também está marcado graças meus arranhões em suas costas. Nós vamos tão rápido que a cama balança muito, nossos suspiros misturados com gemidos, suas mãos me percorrendo e as minhas fazendo a mesma coisa nele, alisando, arranhando suas costas fortes. Não estou aguentando mais de tanto tesão, tanto prazer, solto um gemido da garganta, franzo a testa e jogo a cabeça para trás.

— Geme, Lola. Eu quero que goze para mim — ele fala pela primeira desde que nos reencontramos, diz com a voz rouca carregada de tesão e é a cereja do bolo.

Estou a ponto de explodir.

Ele continua metendo, me possuindo e então eu sinto as quatro estações crescendo dentro de mim numa explosão de sensações, emoções, uma montanha russa. Eu solto gemidos, cravo as unhas em suas costas, ele me aperta e geme baixo e abafado comigo. Minhas pernas tremem, meu corpo se arrepia, meu coração acelera mais que o normal, mais que o possível e minha respiração completamente descompassada. Por instantes eu perdi a noção. Nunca senti tudo isso. Solto um suspiro com a cabeça para trás, ele me penetra fundo e mais devagar enquanto beija meu queixo, eu gemo e amoleço debaixo dele. Que orgasmo maravilhoso. Ele apoiado nas duas mãos de cabeça baixa ainda sobre mim tenta regularizar a respiração assim como eu. Ele sai de cima de mim e cai ao meu lado. Não dissemos nada, já que tudo que havia de ser dito foi traduzido na linguagem mais deliciosa que existe, nesse sexo maravilhoso. Isso sim é sexo, puta que pariu!

Eu o olho, ele já dorme serenamente ao meu lado enquanto eu não preguei o olho. Ele é tão lindo, deveria ser crime ser tão perfeito assim. Dou um leve sorriso e me levanto calmamente sem querer acordá-lo. Visto minha roupa, pego minhas coisas e saio do quarto. Já são quatro e meia da manhã. Ouço algumas vozes vindas lá de baixo. Esse povo não dorme. Reviro os olhos e desço. Caminho direto e rápido para a porta.

— Lola? — uma voz quebra o silêncio e eu aperto os olhos antes de me virar e ver quem me chama. Viro o rosto coberto pelo capuz e é Fernanda.

Droga. Olho para eles, Vitor, Lucas, Aline, Gutierre e Fernanda, que me olham pasmos, parecem que viram um fantasma. Vejo também Aline se movimentar na cadeira do bar da sala, onde os meninos me olham com caras de espantados e sem entenderem. Coloco a mão atrás das costas prevendo o que Aline fará, e então sacamos as armas na mesma hora, e apontamos uma para a outra no mesmo instante. Eu sabia!

— Abaixa a arma! — digo a olhando entre os dentes com ela já na mira.

— Você sabe atirar, garota? — ela diz rindo debochando de mim — Eu vou te matar — ela diz e percebo sua voz embargada, quase querendo chorar.

— Aline, abaixa a arma — Vitor diz assustado.

Miro numa garrafa de uísque que está ao lado dela, longe dos garotos e atiro. Obrigada Tom. Não faz tanto barulho por causa do silenciador na ponta da arma. A garrafa se quebra em pedaços e todos se assustam.

— Ainda tem dúvidas? Acho bom você não se meter no meu caminho — sorrio de canto a olhando com a arma em punho ainda — Se quer me matar pode tentar, mas vamos ver quem morre primeiro — digo e dou de ombros me gabando, de um jeito bem filha da puta.

Ela respira fundo e bate a arma sobre o balcão de granito do bar. Olho para todos, para suas expressões de espantados e saio dali o mais rápido possível. Entro no carro e vou para casa de Jack correndo. Caramba, por que fiz aquilo? Ela poderia ter acertado um tiro bem na minha testa. Você é louca, Lola, penso enquanto reviro os olhos.

 

RAFAEL SALVIATTI POINT OF VIEW

— Bom dia — digo me espreguiçando com um sorriso no rosto e beijo Fernanda que prepara o café da manhã.

— Olha quem acordou de bom humor — ela ri — Até já sei por que — Nanda revira os olhos — Precisa trocar a acústica do seu quarto, colocar uma mais forte.

Claro que sabe, ela ouviu tudo. Não consegui esconder minha cara de assustado ao ver Lola, mas também de felicidade por saber que ela está viva. Despejei meu ódio dela, nela mesma. E então tudo que eu vinha tentando esquecer, o muro que recriei dentro de mim foi derrubado novamente quando nossos olhos se encontraram, e quando nossos lábios se tocaram foi surreal, foi como a primeira vez. Não tem mais volta, não tem como negar mais, conclui que eu a amo, que eu preciso dela, não existe nenhuma outra mulher que consiga substituí-la, não tem dinheiro do mundo que me deixe mais feliz que ver um sorriso dela. Puta que pariu, isso não deveria acontecer, mas não tem mais volta. Isso vai ser muito ruim para ela.

Não consegui conter a besta dentro de mim, minha vontade, a minha saudade e parti para cima dela ontem, nos rendemos à luxúria e foi a melhor coisa que fiz em quase três meses.

— O que aconteceu ali na sala? — pergunto um pouco irritado já que quebraram meu uísque preferido.

— Sua namoradinha e Lola.

Reviro os olhos. Namoradinha.

— Aline? O que elas fizeram? — a olho sem entender.

— Lola estava indo embora e Aline apontou a arma, o que ela não esperava era que Lola também fizesse isso, Aline duvidou e ela num tiro só de longe acertou a garrafa — ela diz simples.

— Lola atirando? — quase me engasgo com o café — E eu nem vi nada — dou risada — Não tinha dormido tão bem em quase três meses.

— A trarei mais vezes para cá — ela diz rindo.

— Não, não vai — digo sério.

— Vou chamá-la para minha festa — ela diz sorrindo segurando o pote de café.

— Não. Não vai — digo a olhando.

— E ah, encontrei alguém preso no nosso porão — ela diz prestando atenção na máquina de café.

— Preciso matá-lo, obrigado por me lembrar — digo levantando-me da cadeira e indo resolver algumas coisas.

 

LOLA THOMPSON POINT OF VIEW

UMA SEMANA DEPOIS

Depois daquela noite de sexo selvagem com Rafael não nego que sofri um pouco depois para sentar, o que foi um lembrete da melhor noite de sexo da minha vida toda. Eu não consegui parar de pensar nele um segundo sequer, mas não fui atrás e nem irei. A cara da Aline me olhando... Céus, não tem dinheiro no mundo que me deixe mais feliz do que aquela cara de ciúme após ouvir nossos gemidos do corpo em êxtase, se perdendo de tanto prazer. Assinei minha carta de óbito, mas quem se importa?

Jack é realmente um homem muito bonito. Alto, cabelo escuro grande, olhos castanhos, forte, barba e no auge dos seus 27 anos. Ele está fazendo musculação e eu fazendo algumas abdominais, percebi uma pochetezinha se formar, na verdade ela está aqui há um tempo e só cresce, não paro mais a boca, só como besteira, e já quero eliminá-la.

Rafael não me procurou durante a semana inteira, e acho que foi melhor assim. A todo instante me pego pensando nele, no nosso sexo, em tudo. Ele dormindo estava tão bonito que podia perdoá-lo por qualquer coisa naquele momento. Fui tão tola, tão fraca por ter me deixando levar pela sua sedução, pela vontade, saudade. Coração carente quando recebe um pouco de atenção e carinho é assim: Me chama de meu que eu sou seu.

— Vamos comigo num lugar? Preciso resolver uns negócios, queria companhia.

— Certo, vou sim.

 

RAFAEL SALVIATTI POINT OF VIEW

Marquei de me encontrar com o intermediário para pagar e pegar a segunda carga de armas que comprei do exterior. Já estou com Negão frente ao lugar marcado. Um homem armado aparece num portão grande e me chama. Nos revista, revista a bolsa de dinheiro então nos escolta até um homem sentado em um sofá.

Um galpão velho, mas limpo com uma pequena sala chique no meio, sofá, mesa de centro, e outra com computador, onde uma moça gostosa em pé, debruçada sobre o tampo de vidro apoiada em uma das mãos fala ao celular em inglês olhando a tela do computador.

— Sente-se, por favor — o homem aparece e faz sinal para o sofá, e assim faço. Negão ficou na porta de olho nos homens armados no mezanino.

A moça vira-se, e percebo ser Lola. Ela se assusta a me ver, mas desfaz a cara de desentendida, vem caminhando até nós, e seus saltos fazem barulho que ecoam no galpão. A primeira lembrança quando vi seu rosto foi daquela noite. Havia tempo que eu não fodia tão gostoso. Essa carinha de anjo dela não me engana.

— Ele está bravo, não sei mais o que falar pra tentar amenizar — ela diz baixinho próximo ao ouvido do homem, faço uma leitura labial.

— Só um instante — levanta o dedo enquanto levanta-se do sofá após pegar o celular da mão dela.

— Estou surpreso em te ver lidando com esse tipo de negócio — digo a olhando com os braços cruzado realmente muito impressionado.

— Muitas coisas aconteceram desde que fui embora — dá de ombros sem expressão alguma.

— É com ele que está transando? — pergunto com o cenho franzido.

Acho que pareci um pouco ciumento.

Ela solta uma gargalhada e molha os lábios cobertos por um batom vermelho que moldura seu sorriso branco e a deixa muito sexy.

— Se sim ou se não, isso não é da sua conta — diz me olhando.

— Nós precisamos conversar.

— Não temos nada para conversar. — diz arqueando com uma sobrancelha.

— Voltei. Onde estávamos?

[...]

Ele trouxe as caixas com as armas, e são lindas. Dois fuzis M16 e um rifle. Pego o rifle, o impondo e olho na mira, e é simplesmente perfeito. Precisamos testá-las antes. Ela olha tudo de braços cruzados. O homem pega um fuzil, carrega e entrega na mão de Lola.

— Quer testar, amor? — Ela abre um sorriso de canto um pouco desconfiada e pega a arma sentindo-se um pouco insegura — Se acertar o alvo já sabe o que ganha hoje — ele diz baixo, mas ainda pude ouvi-lo.

Reviro os olhos.

O homem aponta o alvo na outra parede, há mais ou menos uns dez metros de onde estamos. Lola o olha sorrindo maliciosamente e isso me corrói por dentro. Que vontade de socar a cara desse homem. Ela levanta a arma, ele encosta-se atrás dela, mexe em seu braço e a solta, ela engatilha certinho, com precisão sem nem precisar olhar, como se já soubesse mexer naquela arma, olha bem na mira e cara, ela fica tão linda desse jeito. Respira fundo então olha na mira e atira uma única vez. O chicoteio a faz dar um passo para trás, e isso de alguma forma me encantou.

Quem diria, Lola que conheci mal gostava de falar em crime, quando soube a verdade sobre nós, mal conseguia nos olhar com armas nas mãos. Ela mudou, e mudou muito, nem parece mais a mesma pessoa.

Um homem olha o alvo e levanta a mão.

— Yes! — o grito dela me tira de meus devaneios — Já sabe o te espera hoje — ela diz e bate no peito do homem sorrindo.

— Muito bom, Lollita — ele diz e passa a mão na bunda dela bem na minha frente.

Só eu a chamo de Lollita, e sei que ela gosta. Nossa, mas como estou ciumento! Respiro fundo me mantendo impassível me segurando enquanto fecho e aperto os dedos da mão. Isso me embrulha o estômago, minha vontade é de socar a cara dele até ele morrer.

— Aprendi com o melhor — ela diz o olhando, me lança um olhar de desdém e sai dali. 

— Acho que estou apaixonado — ele acompanha Lola com os olhos e olha descaradamente para a bunda dela.

Eu vou matá-lo.

 

LOLA THOMPSON POINT OF VIEW

— Olha o que eu ganhei — Jack aponta a pia cheia de louça.

— Não precisava ter pegado na minha bunda — jogo o pano de prato nele — Ele vai te matar.

— Precisava ver a cara dele quando disse que estava apaixonado por você — nós rimos.

Dou um gole em meu vinho e vou para a pia o ajudar.

— Você o ama? — Jack me questiona.

Fico um tempo em silencio ensaboando os copos. Nem eu mesma sei.

— Eu não sei. Tentei de todas as maneiras esquecê-lo, e aí ele aparece e... — dou de ombros — Fode com tudo de novo. Não sei mais o que fazer da minha vida. Abandonei a faculdade, estou envolvida com crime, minha família em pedaços, não sei mais onde vou parar — já tenho lágrimas nos olhos — Me tornei uma pessoa que nem me conheço mais, Jack — digo chorando — Não tenho mais nenhuma expectativa na vida, não acredito nem mesmo mais em mim.

Eu choro e ele me abraça forte.

— Calma, Lollita — ele alisa meu cabelo enquanto eu me debulho em lágrimas.

— E tudo isso é por causa dele, por culpa dele, mas eu não consigo sentir ódio, repulsa, eu só sinto... — eu o olho tentando achar palavras menos idiotas que a óbvia.

Amor — ele completa minha frase. 

Não posso estar amando Rafael, simplesmente não posso, mas quem quero enganar? Eu sou apaixonada por ele. 


Notas Finais


EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEITA QUE BABADEIRA! INVEJAS MIL DE LOLINHA, QUE NOITE GENTYYY, TO BOBA, KERO AGORAAAA! aaf que inveja da desgraça! DUSOIAUDIAUDOIAS
ME DIGAM O QUE ACHARAMMMMMMMMM!
1. noite babadeira de sexo selvagem e brutal
2. Cobra vulgo Aline sendo Aline --preparem os corações--
3. Rafaconda sendo bad boy que mata gente a sangue frio --AMO--
3.1 Rafaconda ciumento, adoro
4. JACCCCCCK TEM MEU CORAÇÃO ALWAYS AND FOREVER --varios babados--
5. Lola bad girrrrrl dar armas

ai gente, babadeira demais, calmem o coração hahahahaha
me desculpem pela demora, eu sei que demorei, mas compensei com esse caps ein hahah
me amemmm nos comentários hsauhsuahusa mentira, vão me matar nos próximos
amo todas vocês, obrigada pelos comentários e falem comigo viu minhas lindezas <333
SEGURA O FORNINHO E ATÉ O PRÓXIMO CAPITULO


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