História Criminal Love - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~CrowsUchiha

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hiruzen Sarutobi, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kisame Hoshigaki, Konan, Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikaku Nara, Yahiko, Zabuza Momochi
Tags Akatsuki, Amor, Drama, Ecchi, Hentai, Itachi Uchiha, Itakonan, Kisame Hoshigaki, Konan, Policial, Romance
Visualizações 92
Palavras 2.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Josei, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite queridos! Como estão? Espero que bem.
Aqui quem fala é a PipocaSinger, morta de saudade de vocês ^^

Primeiramente, gostaria de pedir desculpas pela demora em postar este capítulo, mas as palavras simplesmente não fluíam e eu não estava conseguindo escrever. Em segundo lugar, peço que me desculpem também caso o capítulo não agrade tanto quanto eu gostaria, mas realmente não sei o que vem acontecendo comigo, está cada dia mais difícil de escrever (talvez seja por causa do curto tempo que tenho para tal).

Apesar de tudo, este capítulo em especial me deu certo trabalho porque talvez tenha um peso um pouco maior que os anteriores, vocês descubrirão isso ao longo da leitura, espero mesmo que gostem.

Sem maiores enrolações, desejo a todos uma boa leitura!

Capítulo 22 - Enemies


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Capítulo 22 - Enemies

“Nem sempre há um mocinho e nem sempre haverá um vilão. A maioria das pessoas é os dois.”

-O Chamado do Monstro

 

Embora finalmente tenha concordado em se dedicar à melhora de sua saúde, Itachi não parecia disposto a parar de trabalhar, mesmo que isso significasse levar o trabalho para o hospital, afinal, ainda não havia recebido alta.

Assim que sentiu-se minimamente melhor, o Uchiha me pediu para que fosse até sua casa buscar algumas coisas que considerava importantes, entre elas, seu computador. Itachi estava determinado a fazer Pain pagar por cada tiro que havia disparado e, principalmente, por ter ameaçado seu irmão.

A motivação extra que ele agora tinha encurtava ainda mais meu tempo. Eu sentia como se estivesse presa em uma ampulheta e cada novo segundo cobre-me com mais um pouco da areia que em breve me sufocará. 

Minha vantagem, no momento, é que até agora Pain ainda acredita que Itachi não é mais uma ameaça, a milagrosa sobrevivência do Uchiha é um segredo que pretendo manter pelo maior tempo que conseguir.

Enquanto as investigações contra a Akasuki estiverem congeladas, Yahiko vai se sentir mais seguro e será mais fácil obter as informações que preciso. Pessoas confiantes tendem a falar mais do que as que estão desconfiadas.

Para isso, porém, terei que atrasar mais uma vez o trabalho de Itachi.

Assim que entrei no apartamento vi seu notebook em cima da mesa de centro.

-Perdoe-me por isso. –Murmurei ligando o computador e encaixando o pen drive que havia acabado de comprar no caminho até lá.

Fazer o backup dos arquivos não demorou muito tempo, então logo que terminei pulei para a próxima fase do meu plano.

O sol começava a se por quando cheguei no esconderijo da Akatsuki, falhei em encontrar Pain e, como segunda opção, fui atrás de Deidara, seu maior puxa-saco.

-Onde ele está? –Disse entrando no laboratório, certa de que o loiro entenderia de imediato de quem eu estava falando.

-Resolvendo alguns negócios com a Yakuza.

-Yakuza? Pensei que não nos meteríamos mais em seus problemas.

-Aparentemente Pain recebeu uma proposta tentadora.

-Que seja. –Dou de ombros. –Trouxe um presente, quero que o entregue.

Deidara finalmente me fitou com interesse.

-Um notebook? –Piscou confuso vendo-me tirar a peça da mochila. –Temos muitos desses por aqui, Anjo.

-Tenho certeza que nenhum deles pertencia a Uchiha Itachia. –Sorrio vitoriosa, vendo-o me fitar incrédulo.

-Como conseguiu?

-Ninguém falou nada desde o acontecido, acho que estão mantendo sua morte em segredo... Aproveitei para invadir o apartamento dele e roubar o computador. Itachi mantinha praticamente tudo aí, com certeza isso vai atrasar as investigações da polícia.

-Estou impressionado. Para ser sincero, estava começando a pensar que não estava se esforçando tanto... Parece que me enganei. –Disse tomando o computador. –Avisarei Pain que esteve por aqui.

-Obrigada. –Disse pronta para sair.

-Posso saber onde vai agora?

-Ver se consigo mais alguma coisa na delegacia. Ainda não recebi nenhum comunicado de demissão oficial... –Dou de ombros. –Até.

 

 

Don't be like a prey

(Be) Smooth like a like a snake ♫

 

Não seja como uma presa

Seja suave como uma, como uma serpente ♫

 

-Lie (Park Jimin)

 

 

A noite já havia caído quando finalmente decidi voltar para o hospital, eu tinha deixado minha moto no meu apartamento e caminhava tranquilamente pela rua, o peso do que eu ia fazer já estava sobre meus ombros, mas eu não tinha por onde escapar.

Mentiria mais uma vez.

Entrei em um beco escuro, poucas ruas antes do hospital, e me vi sozinha e perdida num silêncio devastador. Tirei da cintura a faca que carregava comigo e respirei fundo. É bom que isso valha a pena.

Baguncei meu cabelo, preparando-me pelo que viria em seguida.

Suprimi um grito de dor enquanto cravava a faca em um ponto não letal do meu tórax e sentia o líquido vermelho e espesso encharcar minha camiseta.

Me livrei da faca na lixeira ao meu lado e fiz pressão no corte, deixando que lágrimas de dor caíssem, eu precisava delas.

Fui o mais rápido que pude até o hospital, as ruas estavam praticamente vazias naquela noite, o que acabou me obrigando a ir sozinha até lá. Kisame estava na porta, descendo do carro quando cheguei e quando me viu correu em minha direção.

-Konan! –Senti-o me levantar como se não pesasse nada e a passos rápidos subir as escadas em direção as portas de vidro do hospital. –O que aconteceu?

Gemi de dor com o balanço de seus passos.

-Eu o perdi... O notebook de Itachi... –Mordi os lábios com a dor, não podia parecer acostumada com aquilo. –Um homem o levou.

-Um médico! –Gritou ao chegarmos no saguão. –Eu vou pegar o filho da puta que fez isso. –Me disse assim que me colocou em uma das macas. –Eu te prometo.

Tentei sorrir como se concordasse, mas no fundo implorava pelo perdão que eu precisava.

 

 

Hope you're wearing your best clothes

You can't bribe the door on your way to the sky

You look pretty good down here

But you ain't really good ♫

 

Espero que esteja usando suas melhores roupas

Não dá para subornar a porta que dá entrada para o céu

Você parece muito bem aqui em baixo

Mas você não está bem de verdade ♫

 

-Sing of the times (Harry Styles)

 

 

-Konan! –Os olhos de Itachi transbordavam preocupação quando entrei em seu quarto na cadeira de rodas empurrada por Kisame.

Não pude evitar não me sentir mal em fazê-lo se preocupar tanto quando, na verdade, tudo não passava de uma completa mentira.

-Oi querido. –Dirigi-lhe um sorriso doce. –Pode nos deixar a sós? –Olhei para Kisame que apenas assentiu em resposta, saindo logo em seguida.

Empurrei a cadeira até o lado da cama de Itachi e assim que me aproximei o suficiente o senti colocar a mão na minha nuca, puxando-me um pouco mais e beijando o topo de minha cabeça em seguida.

-Desculpe-me. –Ele pediu baixo. –A culpa é minha.

-Do que está falando? –O fitei. –Você não teve culpa de nada. Ninguém poderia prever que eu seria assaltada...

-Você pediu para eu deixar isso pra lá e eu fui teimoso, Konan. Se eu tivesse te ouvido você não teria ido até lá e não teria sido esfaqueada. Por Deus, você poderia ter morrido! Sabe o quão assustado eu fiquei?

-Não ouse se culpar por isso, está me ouvindo? –Disse séria tomando sua mão. –Não foi nada demais, os médicos estão exagerando com tudo isso. –Olho para cadeira de rodas. –Dizem que é para poupar esforço então não se iluda pensando que passei entre a vida e a morte... Foi só um corte.

-Ainda assim...

-Ainda assim nada. –O interrompo. –Se me pedir desculpas mais uma vez por uma coisa que você não tem culpa nenhuma a Akatsuki vai ser o menor dos seus problemas, Uchiha Itachi.

-God! You’re so beautiful when you angry. (Deus! Você é tão linda quando está com raiva) –Ele diz sorrindo e não evito um sorriso também.

-Não estou com raiva. –Digo. –Apenas não quero que se culpe por todos os problemas do universo. Você já está cheio de coisas para se preocupar, concentre-se nelas.

-Eu sei... –Murmurou. –Mas fico feliz que esteja bem.

-Parceiros até no hospital... –Brinco. –Podemos dar uma festa quando sairmos daqui.

-Sei um ótimo jeito de comemorar. –Ele sorri malicioso e sinto minhas bochechas darem uma leve corada.

-Comporte-se, Uchiha! O senhor está de repouso.

-Não por muito tempo. –Ele me rouba um beijo e acabo rindo quando nos separamos.

-Pelo visto vou ter que dar um jeito de me recuperar o mais rápido possível também.

 

 

I can't tell you what it really is

I can only tell you what it feels like

And right now it's a steel knife in my windpipe

I can't breathe but I still fight while I can fight

As long as the wrong feels right it's like I'm in flight

I offer love drunk from my hate

It's like I'm huffing paint and I love it the more I suffer ♫

 

Não posso te dizer o que realmente é

Eu só posso dizer qual é a sensação

E agora é uma faca de aço no meu tubo

Não posso respirar, mas lutarei enquanto puder lutar

Enquanto o errado parecer certo, é como se eu

estivesse em um voo

Eu ofereço um amor, bêbado de meu ódio

É como se eu estivesse fumando tinta e quanto mais eu

sofro, mais eu amo ♫

 

-Love The Way You Lie (Eminem feat. Rihanna)

 

 

“Eu sei que Itachi está vivo.

Tem uma hora para chegar até aqui e me dar uma explicação.

Nem um minuto a mais.”

 

A mensagem de Pain fora bem clara e nem preciso dizer que meu coração quase saiu para fora quando a li. Hoje Itachi volta para a delegacia e eu já devia ter ido para lá, mas ao invés disso me dirijo em direção ao esconderijo da Akatsuki.

As paredes se fecham ao meu redor e não tenho mais tempo. Ou consigo a confissão que preciso, ou morro tentando.

-Por que não me disse que ele sobreviveu? –A voz de Pain transbordava fúria.

-Porque eu só descobri ontem à noite.

-Então me diga por que eu não me lembro de nenhum aviso seu ontem à noite falando que o desgraçado do Itachi está vivo e bem!

Mantenho meu semblante inabalável e calmamente me sento diante dele.

-Sabe quando roubei o computador de Itachi? –O fito presunçosamente.

-Não mude de assunto.

-Não estou mudando.

-O que tem o computador dele? –Sua voz é impaciente.

-Não sou burra e é claro que conferi os arquivos antes de te entregar. Acontece que acabei percebendo uma série de coisas muito interessantes envolvendo você e Itachi.

-Que coisas?

-Descobri que vocês trabalharam juntos na Inglaterra, na ANBU. Coincidentemente foi no mesmo período em que tivemos que fugir as pressas da Europa.

-Não entendo onde quer chegar, Konan.

-Você está fugindo de Itachi há anos Pain, mesmo tendo tido tantas oportunidades de mata-lo, ao que aparenta. Mas você nunca mata, você nunca consegue. Por que? Você matou toda a família dele na esperança de que o fizesse desistir mas você apenas alimentou um monstro e agora está fugindo como um covarde! Desde que Itachi decidiu que dedicaria a vida a procurar por você as coisas nunca mais foram as mesmas, vivemos escondidos feito ratos!

“Você tem medo de Itachi e se recusa a admitir! Quando eu concordei em mata-lo eu pensei que estaria fazendo um favor à organização, mas descobri que você apenas queria seu próprio carrasco. Você tem medo de enfrenta-lo e por isso mandou que eu o fizesse.”

“Eu nunca matei um inocente a sangue frio antes, não vou fazer isso apenas porque você não tem coragem de resolver seus próprios problemas. Queria um corpo quando me mandou nessa missão? Ótimo, eu já lhe dei Zabuza de presente. Mas não vou resolver suas intrigas pessoais.”

-Está se recusando a matar Itachi? Está desobedecendo uma ordem minha? –Ele diz levantando-se da cadeira. –E ainda ousa me chamar de covarde?!

Me levanto também, sem desviar os olhos dos seus.

-Você não vai me assustar, se é isso que pretende.

-Não é como se fosse fácil, não é? Assustar uma vadiazinha assassina como você.

-Chame-me do que quiser, não é como se eu já não tivesse ouvido coisas piores.

-Ouviu porque mereceu. Você já matou mais do que a maioria aqui, Konan, então me explique porque Itachi é um alvo tão difícil!

-Porque ele não é culpado de nada! –Esbravejo. –Eu posso não ser uma santa, Pain, mas me recuso a deixar que me corrompa por completo! Eu não vou mata-lo apenas porque essa é a sua vontade! Todos nós precisamos de um limite, alguma coisa para manter a nossa sanidade. O meu limite está nas pessoas que mato, me recuso a ser caçadora de inocentes. Se quiser um traficante, cafetão, estuprador... Qualquer um desses morto, só preciso de um nome e algumas horas para terminar o serviço. Mas não vou matar um policial inocente!

“Até mesmo você tem os seus limites! Eu sei porque deixou Sasuke vivo na Inglaterra e não foi porque sabia que ele se viraria contra Itachi!”

-Você não sabe de nada! Aquele pirralho teve sorte, apenas isso. Eu deveria tê-lo matado assim como fiz com seus pais, só não tive tempo.

-Pare de mentir para si mesmo! Nós dois sabemos a verdade! Você não o matou porque também tem um limite, por que sabe que precisa de um divisor para separar crueldade de insanidade; você não o matou porque se auto proibiu de matar crianças! Você nunca faria isso, porque sabe que se fizesse se tornaria um monstro completo, e nem mesmo você quer perder toda a sua humanidade. 

-Você não sabe do que está falando, Konan.

-Eu sei exatamente do que estou falando, porque eu sei exatamente quem você é. Te entreguei tudo que Itachi tinha a respeito da Akatsuki, minha missão está concluída. Se você o quer morto, mate-o você mesmo, não vou mais fazer seu trabalho sujo.

“Essa foi a minha última missão aqui, estou farta de tudo isso. Você se considera um deus cujas vontades devem sempre vir em primeiro lugar, mas não passa de um covarde qualquer. A dívida que eu tinha com você já foi paga, já passou da hora de acabarmos com isso.”

-O que está dizendo? –Seus olhos se estreitaram, ameaçadoramente.

-Estou dizendo que estou fora. E para não me chamar de ingrata, vou te dar um último conselho: fuja. Itachi não vai desistir de você e quer saber de uma coisa? Você tem razão de teme-lo, pois se ele te encontrar ninguém vai ser capaz de tirar sua cabeça da frente da arma dele.

-Se você sair daqui será considerada inimiga. 

-Se você não fugir rápido, já se considere morto.

 

 

But the blood on my hands

Scares me to death

Maybe I'm waking up today

I'll be good, I'll be good

And I'll love the world, like I should ♫

 

Mas o sangue em minhas mãos

Me assusta até a morte

Talvez eu esteja acordando hoje

Eu serei bom, eu vou ser bom

E eu vou amar o mundo, como deveria ♫

 

-I’ll be good (James Young)

 

 

Quando voltei pro meu apartamento eu sabia que tinha uma bomba em mãos. A partir daquele momento eu era um alvo e não mais uma caçadora.

Meu celular tinha incontáveis mensagens de Itachi, querendo saber onde eu estava e porque não tinha ido trabalhar. Suspirei. Precisava resolver aquilo. Precisava lhe contar a verdade e essa seria, com certeza, a parte mais difícil de todas.

Após muito pensar decidi que lhe contaria tudo naquela noite. Deixei escondido no meu apartamento o pen drive com as informações que havia roubado e com mais algumas que acrescentei, afinal, quem poderia oferecer melhores informações que a ex-namorada do líder da Akatsuki? Junto estava também o gravador que usei durante minha conversa com Pain, agora Itachi teria uma verdadeira confissão provando sua inocência, e eu realmente espero que seja o suficiente.

Só fui para a delegacia depois do horário de almoço e assim que entrei encontrei Itachi sentado na minha mesa.

-Desculpe não ter vindo hoje de manhã, mas é que...

-Precisamos conversar. –Sua voz era séria quando ele me interrompeu e seus olhos não tinham mais o carinho que costumavam exibir para mim. –Me acompanhe. –Disse se levantando e indo em direção até sua sala.

 

 

For all of the light that I've shout out

For all of the innocent things that I've doubt

For all of the bruises that I've caused in the tears

For all of the things that I've done all these years

Yeah, for all the sparks that I've stomped out

For all of the perfect things that I've doubt

I'll be good, I'll be good

And I'll love the world, like I should

Yeah, I'll be good, I'll be good

For all of the times I never could ♫

 

Por toda a luz que eu gritei

Por todas as coisas inocentes das quais eu duvidei

Por todas as feridas que eu produzi nas lágrimas

Por todas as coisas que tenho feito todos esses anos

Sim, por todas as faíscas que eu chutei para longe

Por todas as coisas perfeitas das quais eu duvidei

Eu serei bom, eu vou ser bom

E eu vou amar o mundo, como deveria ter feito

Sim, eu vou ser bom, eu vou ser bom

Por todas as vezes que eu nunca pude ser ♫

 

-I’ll be good (James Young)

 

 


Notas Finais


Então é isso!
Capítulo ficou um pouco mais longo do que eu costumo escrever , mas foi necessário rs

Obrigada a todos que leram até aqui!

Bjos e até o próximo


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