História Criminal Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Armas, Auto-mutilação, Jungkook, Policial, Problemas Psicológicos
Exibições 42
Palavras 1.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!!!! Minha primeira história 💕 Espero muito que gostem ❤ Vamos para o capítulo!

Capítulo 1 - Profile


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Capítulo 1 - Profile

Mais um dia apreendendo materiais que algumas pessoas nunca gostariam de tocar; armas, drogas, objetos para perícia... Eu particularmente não me importo em conviver com esse tipo de coisa, fui treinado para isso.

     Vocês devem estar se perguntando quem sou eu exatamente, sou Jeon Jungkook, 19 anos, pré treinado para conviver com o ambiente de uma penitenciária. Desde que eu era apenas uma criança meu pai sempre me contava histórias de casos policiais e eu sempre fui fascinado pelo assunto. Ele infelizmente não pôde se tornar um por rejeição dos meus avós que sempre sonharam que ele fosse um advogado renomado. Por ter crescido uma família bem estruturada e estudado em uma das melhores escolas da Coréia do Sul, consegui encerrar meu ensino médio com 16 anos, podendo assim, me concentrar em minha carreira e exercer funções extras.

      Em toda a minha vida até agora, todos me ensinaram mais as obrigações do que as diversões me fazendo ser uma pessoa com semblante extremamente sério. Não culpo ninguém por isso até por que pelo ramo que  exerço, é muito bem visto. Meus treinadores já comentaram sobre isso e disseram que eu tenho um futuro brilhante como policial. Nos dias de hoje, eu trabalho em função das entrevistas. Tive que fazer um pequeno curso sobre psicologia e psiquiatria para poder lidar facilmente com os criminosos pois muito que pisam aqui, contêm problemas psicológicos.

       Os casos mais registrados são os de homicídio. Apesar da Coréia do Sul ser um país de primeiro mundo muitos crimes graves acontecem, mas pelo status, esses assuntos são ocultados pela imprensa mundial. Ninguém sabe ao certo como os casos passam despercebidos mas há boatos de que acontecem ofertas em dinheiro para os jornalistas. O mundo em que vivemos está acabado de qualquer jeito... Nem adianta fantasiar um lugar melhor para vivermos.

      Hoje, vou entrevistar um homem que pelo o que eu escuto sobre, está sendo procurado à um ano e meio. Recebi a ficha dele e me surpreendi. Mais de 130 mortes por vôo. Seu nome é Min Yoongi. Piloto de avião acusado de assalto à seus passageiros e assassinato. Continuo lendo e descubro que ele roubava os passageiros e saltava do avião em seguida, matando todos que estavam dentro. O encontramos nos arredores da França comprando armas de pequeno porte. Entro na sala de entrevistas e tenho a visão de um homem de costas com estrutura corporal pequena, cabelos platinados e uma camisa de força amarrada pelo tórax. Me sento na cadeira do outro lado da mesa ficando em frente à ele. Todos os dispositivos de segurança já estavam devidamente acionados. O encaro e espero alguma reação. Sua feição era séria e não esboçava qualquer sentimento.

       -Nome? -Pergunto-

       -Min Yoongi
  
       -Sabe o por que de estar aqui?

       -Vocês me encaram como louco.

       -E você acha que matar mais de 100 pessoas por dia é normal?

       -Só estava querendo dinheiro.

       -Existem maneiras menos perigosas de fazer isso. Já pensou em arrumar um emprego?

        -Não me dei bem no primeiro trabalho.

        -O que você fez?

        -Eu nada... As pessoas que não entendiam o meu modo de serviço.

        -Como assim?

        -Não te interessa.

        -Sim, me interessa. Se quiser sair desta sala.

        -Não vou falar.

        -Então vamos ficar aqui por um bom tempo...

        -Você não pode fazer isso.

        -Posso sim. Vamos lá, só me conte o que você fez e logo sairá daqui para ir a sua cela.

        -Eu matei meu chefe. -Ele confessou tentando não manter contato visual.

        -Por que? Com o que você trabalhava?

       -Eu transportava produtos ilegais para outros países.

         -Que tipo de produtos?

         -Armas.

        -De pequeno, médio ou grande porte?

        -Digamos que os norte-coreanos gostam bastante de armas grandes.

        -Se envolveu com a Coréia do Norte?

        -Qual o problema?

        -Ah, nada... Eles só produzem as piores bombas nucleares e armas com poder de destruição capazes de explodir qualquer coisa.
 
         -Exatamente. E você esqueceu do fato de pagarem muito bem quem leva o material para eles.

         -Então por que matou seu chefe?

         -Para ter a riqueza sozinho. Aquele homem carregava uma fortuna.

          -Quando você começou a pilotar aviões?

          -Há mais de três anos.

          -Como?

          -Um amigo me ensinou e eu consegui o diploma falso.

          -Por quantos países percorreu?

          -19.

         -Com a mesma identidade?

         -Claro que não idiota, arrumei identidades falsas e a cada país, mudava meu cabelo. Não sou burro...

         -Se você fosse inteligente não estaria aqui.

         -O que você quer dizer com isso? -Se exaltou-

         -Só quero deixar claro que não sou eu o idiota aqui. Está liberado para ficar com seus coleguinhas... Seja legal com eles.

         -Vá para o inferno...

     Saio da sala de entrevistas e caminho pelos corredores até a sala do meu chefe, Kim Namjoon. Ele é um dos melhores policiais que já pisara nessa penitenciária. Já tive a honra de treinar ao seu lado e posso garantir de que sua mira é extremamente precisa e sua concentração, inabalável. Ele foi o primeiro a me receber aqui. Não pense que eu sou antissocial, fiz amigos sim. Um dos primeiros a me receber foi Kim Taehyung da equipe de detetives. Logo depois, conheci Park Jimin, assistente pessoal do Namjoon que se formou em letras pelo o que ele me contou e Kim SeokJin, clínico geral. Todos eles são extremamente profissionais dentro do local de trabalho mas quando saímos juntos, geralmente para algum bar na cidade, pude perceber a personalidade de cada um. Como qualquer penitenciária de um país de alto nível, os presidiários são muito bem tratados. Recebem tratamento adequado e são alimentados perante a dieta. Às vezes eu penso que gostaria de trabalhar com mais "adrenalina", apenas fazer entrevistas se torna monótono depois de um tempo...

       Paro em frente a porta da sala e bato esperando uma resposta. Escuto um breve "entre" e abro. Namjoon estava sentado à sua mesa de trabalho como qualquer outro dia. O reverencio em sinal de respeito e me sento.

      -Chefe, eu gostaria de lhe fazer uma pergunta.

       -Prossiga.

       -Quando vou poder ir para as ruas?

       -Quando estiver pronto.

        -O que falta para estar devidamente preparado?

        -Jungkook, trabalhar nas ruas não é uma tarefa fácil. Precisamos ser cautelosos para não chamar atenção. Não podemos simplesmente sair atirando pela cidade. Seria mal visto. Você se encaixa muito bem no seu cargo.

         -Mas eu faço apenas entrevistas.

         -E dê-se por satisfeito. Não corre perigos aqui dentro. Ainda é muito novo.

         -Sempre com essa desculpa. Tenho certeza de que posso provar o contrário.

         -Não, não pode. Um dia eu deixo seu trabalho mais interessante. Paciência...

         -Okay chefe.

         -Aliás Jungkook, pode ir para casa. Seu turno acabou. Até amanhã!

         -Até!

        Saio de sua sala fechando a porta e caminho até o fundo da penitenciária para ir ao estacionamento. Me sinto frustrado por não poder seguir exatamente o que eu quero mas em partes ele está certo, aqui dentro não corro riscos. Pelo menos não tantos. Ando pelo chão de concreto do estacionamento e encontro meu carro. O destravo pela chave e entro. O caminho até meu apartamento é um pouco longe por questões de segurança. Meus pais o me deram de presente quando fiz 18 anos. Segundo eles, eu precisava da minha própria privacidade. Então, hoje vivo sozinho. Não me envolvo com mulheres por ser um pouco chato em relação à isso, o que resulta em um homem de 19 anos virgem. Não vou mentir, tenho vergonha de admitir isso mas minha dignidade fala mais alto, não quero perder com qualquer garota. Tenho meu tipo ideal. Minha mãe sempre me aconselhou perante a esse assunto.

         Paro de pensar sobre isso e presto atenção na estrada à minha frente. O céu já estava num tom de azul escuro por estar escurecendo. Acendo os faróis e sigo o caminho. Cerca de 15 minutos depois, paro em frente a porta do prédio em que eu moro e abro o portão automático. Acelero levemente e entro no estacionamento. Estaciono, tranco e saio do carro indo em direção ao elevador. Aperto o botão de número 8 e as portas se fecham. Sinto o elevador parar e vejo que cheguei no andar onde eu moro. Pego as chaves do apartamento no bolso da farda e abro as portas. Todos os dias me sinto aliviado por chegar em casa sem nenhum problema.

         Deixo as botas no chão e vou para o banheiro do meu quarto. Começo a tirar a farda para tomar banho e ligo o chuveiro. A água morna me ajuda a relaxar... Após alguns minutos apenas sentindo a água cair sob meus ombros, me desperto e começo realmente a tomar banho. Saio do banheiro apenas com a toalha amarrada em meu quadril e visto uma bermuda. Vou em direção a cozinha e arrumo qualquer coisa para comer. Volto para o banheiro, escovo os dentes e me deito. Mais um dia um tanto entediante da minha vida...


Notas Finais


E aí? O que acharam? Podem me dizer! Qualquer critica é bem vinda. Até a próxima ❤


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