História Criminal Minds - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Drama, Drogas, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 47
Palavras 2.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


•Nenhum ato "relatado" nessa história é para influenciar.
• Postarei apenas dois capítulos essa semana.
•Boa Leitura.

Capítulo 4 - My hell


Fanfic / Fanfiction Criminal Minds - Capítulo 4 - My hell

P.O.V. Venus Miller 

  Meus olhos ardiam toda vez que as lágrimas teimavam em cair. Eu estava na beira do precipício, eu só queria chorar e chorar, só queria ter a minha vida de antes, amtes de tudo isso acontecer, antes desse acordo, antes da cadeia. Eu irei morar por 7 meses com um completo  estranho e ele terá que me proteger de todos que tentarem me matar para pegar meu dinheiro, na qual eu nem sabia da existência. 

 Tudo estava na mais perfeita desordem. 

    P.O.V. Justin Bieber 

     Eu encarava o jardim pela janela do escritório enquanto bebericava minha vodka direto da garrafa. Eu nunca fiquei responsável por ninguém antes, a viadiazinha seria a primeira e a última. Ela é difícil de se lidar, mas nada que seja impossível, ela é serena aos olhos de qualquer um, mas neles eu vi o perigo. 

  Meu celular vibra dentro do bolso da calça me tirando dos devaneios. 

 — Fala aí cabeção. — falo assim que atendo a ligação de Ryan. 

 — Cabeção é o que eu tenho entre as pernas.— ele revida. 

 — Usa ele em mim, gostoso.— falei imitando uma voz feminina e o garoto riu do outra lado. — Mas e aí,  qual o motivo dessa ilustre ligação ? — pergunto já impaciente. 

 — Quais os planos para hoje à noite Bieber ? — ele pergunta. 

 — O de sempre, vadias , bebidas e horas de sexo. Hoje depois das oito aqui em casa, avisa os meninos. — dou um sorriso já imaginando a minha noite. 

 — E a garota ?— ele insiste em continuar a ligação. 

 — O que tem ela ?— reviro os olhos. 

 — Ela não é de se jogar fora, bro.— já imagino o sorriso malicioso nos lábios de Butler. 

 — Nem pense em tocar nela. — falo em um tom divertido, mas no fundo estou falando sério. 

 — Já se apaixonou pela loira garotão ? — ele pergunta debochado. 

 — Vai se ferrar, eu só não quero meter a mina nisso. — falo. — Ela vale 1 bilhão de dólares, precisamos dela viva para pegar a grana, então tira ela da sua lista de comidas. — falo seco e desligo.

   Saio do escritório e vou até meu quarto descansar, eu não dormi essa noite, estava resolvendo as regras para a estadia da garota e as coisas para o próximo assalto.  

  P.O.V. Venus Miller 

   Sinto minhas pálpebras arderem por conta da luz solar que adentra o quarto. Me sento na cama sonolenta e solto um longo suspiro, olho para o pequeno relógio na cabeceira que marca 1:47 p.m, me levanto assustada e agradeço por finalmente após anos ter tido um bom sono, apesar da noite passada turbulenta.

 Vou até o banheiro e após me despir entro debaixo da água morna, ela percorre cada curva do meu corpo nu. Sinto um alívio enorme quando as gotícula de água limpa meu corpo, é como se eu estivesse pura agora, fazia tempo que eu não tomava banho de água, só de sol na cadeia. 

 Me visto com a mesma roupa pois não tenho outra. Penteio meu cabelo e deixo que ele seque naturalmente, sem secador. Calço meus chinelos e saio do quarto em seguida posteriormente desço as escadas e vou para a cozinha. 

 Minha barriga está roncando, não como nada há horas, e já me sinto fraca. A senhora de ontem abre um sorriso ao me ver e retribuo, deve ser a empregada, deduzo. 

 — Bom dia senhorita Venus.— ela fala e continua a fazer algo no fogão. 

 — Bom dia.— falo com um fiasco de voz. — Sem senhora, só Venus.— falo me sentando em uma das cadeiras. 

 Ela vem até mim trazendo um copo e um prato em mãos e os colocando na mesa, diante de mim.— Sou Elizabeth, mas pode me chamar de Beth, sou a empregada, como deve ter percebido. — ela fala simpática e eu agradeço pelo suco de manga e panquecas com doce de leite.

  Está um perfeito silêncio enquanto como, mas deixo minha curiosidade falar mais alto. 

 — Justin não tem namorada ? E sua mãe onde está ? — a mulher me olha de relance.  

 — Não, ele já teve uma, mas isso foi a muito tempo querida, ele odeia que toquem nesse assunto, ela o fez muito mal. — ela pausa mas logo continua. — E sua mãe vem o visitar daqui duas semanas. — encerra. 

 Fico pensativa a respeito da tal menina que decepcionou o maior traficante de Atlanta, será que ele se vingou dela ?

  Sou tirada do transi assim que escuto vozes vindo da sala, sinto calafrios assim que vejo quatro garotos adentrarem o lugar. Um loiro com o cabelo rasteiro e olhos azulados. O outro tem o cabelo castanho e várias pintinhas espalhadas pelo rosto e ele não me é estranho, suas covinhas realçam seu sorriso lançado na minha direção. Abaixo a cabeça e continuo a comer. 

 — Tem comida pra gente também Beth ? — o louro fala rindo e se senta, e logo em seguida os demais também sentam-se. 

  O moreno se senta ao meu lado e sinto seu olhar sobre mim o que faz minhas bochechas queimarem de vergonha. Me viro encarando ele também. 

 — O que foi ?— pergunto já me sentindo desconfortável. 

 — Você é linda sem aquelas roupas de presidiária. — merda. Eu sinto que estou vermelha como um tomate, não sei se foi um elogio mas me sinto super engonhada. — Sou Dylan .— ele estende a mão, mas quando estou prestes a estender a minha a presença de Justin nos assusta. 

 — Sem apresentações, ele já sabe quem você é.— ele fala sem o menor interesse. — Vaza dai, eu quero sentar. — ele aponta na minha direção. 

 — O que não falta são lugares vazios.— falo sem dar importância e termino de comer o último pedaço da sobremesa. 

 — Já mandei sair, ou esqueceu que quem dá as ordens aqui sou eu ?— ele fala seco e vem na minha direção, reviro os olhos e me levanto mas sinto meu braço ser puxado. 

 — Ele não está falando sério. — Dylan fala fuzilando Bieber. — Porra cara, deixa a mina aqui, você nunca se importou com lugar. — ele termina. 

 — Não precisa me defender, eu já vou, de repente o ar ficou tão poluído.— falo me soltando das mãos do moreno que me olha com pena. Apresso os passos para sair dali o mais rápido possível, Justin irá fazer da minha vida um inferno, babaca. 

 Assim que subo as escadas consigo escutar a voz rouca ecoar. 

 — Se quiser dá uma de defensor de vadia novamente eu acabo com a sua raça.

 

 •••

  Me encolho na cama e deixo que as lágrimas escapem, eu estou mais uma vez questionando o porque desse rumo que a minha vida está tomando. Eu nunca pedi uma vida assim, eu me culpo todo instante por ter obedecido meu pai naquele dia e ter matado um animal indefeso, eu me sinto um mostro por isso. Mas eu não tinha escolha, vivíamos mudando de cidade pois o tal trabalho do meu pai que ele não contava a ninguém, nos obrigava a nunca sermos fixo em um único lugar. Nossa casa sempre era invadida e tínhamos que fugir, toda vez que eu estava começando a me adaptar. Talvez seja por isso que nunca namorei, quanto a minha virgindade eu sempre quis guarda-la, eu quero me entregar por inteiro para alguém que eu ame. Eu considero minha virgindade a única coisa que sobrou de bom em mim, é sagrada. 

  Depois de tantos pensamentos e reflexão sinto meus olhos pesarem e deixo que o peso caia sobre eles, fazendo tudo apagar 


  Acordo com uma puta dor de cabeça devido aos barulhos que não se calam no andar de baixo. Parece que estão quebrando a casa, me levanto frustada e calça meus chinelos ainda com os olhos entreabertos. Desço as escadas batendo o pé e depositando nelas toda minha raiva por ter sido acordada. 

 Arregalo os olhos assim que me deparo com a sala totalmente um caos. Há copos jogados pelo chão e bebidas esparramadas. Mulheres literalmente nuas que me encaram com desgosto e deboche. Avisto Ryan bebendo em uma espécie de mini-bar e caminho até lá desviando das garotas e dos lixos e roupas íntimas no chão. 

 — A Bela adormecida resolveu dar as caras. — ele debocha assim que me vê.  

 — O que está acontecendo aqui ?— eu grito para que ela possa escutar em meio a alta música que toca.

 — Uma festa, não está vendo ?!— ele fala na mesma intensidade enquanto beberica o líquido amarelado em seu copo. 

 — idiota — sussurro e reviro os olhos. 

 Vou até ele e pego a bebida de sua mão goleando a mesma de uma só vez que desce rasgando goela abaixo. Tento conter minha careta enquanto o garoto me olha com um sorriso em seus lábios, parece estar surpreso e orgulhoso. Dou uma olhada geral por todo aquele furdunço e redireciono meu olhar assim que vejo o babaca do Bieber dançando com uma morena que tem seu corpo totalmente exposto, apenas tampando sua intimidade. Ele a olha com desejo enquanto são iluminados apenas pela luz colorida. Sou tirada do transi quando percebo a presença de mais garotos perto de mim.

 — E aí bro, quem é a mina ?— um deles pergunta a Ryan me olhando com luxuria e eu sinto nojo e repulsa. 

 — Mira em outra, ela não é pro seu bico.— ele responde sem me olhar. 

 Os meninos de hoje mais cedo também estão no bar e me olham como se eu fosse uma isca, apenas mantenho os olhos fixos em Ryan. Ele parece ser um cara tão legal para ser amigo e parceiro de crime do idiota do Justin, todos ali parecem ser melhores que Bieber. Dylan vem caminhando em minha direção com um sorriso nos lábios e pela primeira vez consigo fazer o mesmo sendo sincera. Ele envolve meu pescoço com um de seus braços. 

 — Curtindo a festa ?— o garoto fala próximo ao meu ouvido. Nego com a cabeça e cruzo os braços na altura do peito.

 — Justin é um idiota, tudo bem que eu posso ter ido presa por matar um idiota que tentou matar meu pai, mas eu tive mus motivos, agora ele..— falo revoltada.— Eu não entendo como ele pode fazer isso, não entendo como vocês são amigos dele.— só depois de falar que percebo a merda a que fiz, o meu sangue fervia quando eu lembrava que eu teria de morar com ele por 7 meses, já não bastava a prisão, meu pai queria me torturar mais. 

 — Ei ei, vai com calma aí Miller.— ele tira seu braço do meu pescoço. — Não é só ele que faz merdas, somos uma gangue, todos nós matamos e roubamos, se isso é demais pra você eu sinto muito, seu pai quem meteu você nisso, afinal ele te entregou para o maior traficante de Atlanta.— ele completa.

  Sinto as lágrimas prestes a cair mas sou forte o bastante para não deixar isso acontecer 

 — A vida fez ele parecer tão idiota, mas ele não é isso tudo que mostra ser. — ele tenta suavizar a frase anterior que havia falado. — Sei que deve estar com raiva por ele ter matado seu amigo na cadeia mas...— o interrompo.


 — O que disse ? Que amigo ?— eu pergunto franzindo o cenho. 

 — Merda, ele não te contou..— ele fala coçando a nuca.

 — Não, mas você sim. Anda Dylan, responde.— aumento meu tom para que ele posso escutar. Ele resmunga mas logo volta a falar.

 — Ele matou aquele seu amigo que te chamou quando estávamos te tirando da cadeia, tudo teria ido bem se você não desse uma de heroína e mudasse o caminho para salvá-lo.— só então me recordo do momento em que Tristan havia me chamado no dia da fuga. Sinto meu sangue subir à cabeça e uma fúria imensa pelo garoto dos olhos caramelos.

  Ele ainda dança com a garota perto do balcão de bebidas. Sinto meu braço ser puxado antes que tente ir até lá. Dylan me olha confuso com um olhar que pergunta " o que você vai fazer ? " 

 — Nem pense nisso.— ele fala já sabendo o que vou fazer. — Você não sabe do que ele é capaz.— fala com a voz já embargada. 

 — Eu não tenho medo dele.— me solto dele e vou andando tropeçando em alguns objetos até chegar no balcão. Os vidros de bebidas todos quase vazios e copos por toda bancada enquanto há meninas sentadas na mesma rebolando na cara dos homens que nem faço questão de ver os rostos.

 — Olha quem resolveu participar da festinha.— a voz rouca já não está como antes. Seus olhos estão vermelhos e no seu corpo há chupões avermelhados. Ele segura seu copo com uma bebida colorida e me encara com pena. 

 — Você é um babaca Justin Bieber.— eu grito posteriormente pegando o copo de sua mão e arremedando no chão com frustração, eu estou com ódio, Tristan não havia feito nada a ele. 

 — VOCÊ ENLOUQUECEU ?— ele falou tão alto que pude sentir o olhar de todos sobre nós. Meu coração bombardeava o sangue mais rápido e meu peito subia e descia aceleradamente. O garoto pegou em meu braço bruscamente e me arrastou por toda sala. 

 — Podem continuar com a festa galera.— ele anuncia assim que pisa no primeiro degrau ainda com suas mãos em mim. 

 Ele sobe até a metade da escada e sinto minha pele ser repuxada a medida que ele aperta mais o meu braço. Vejo o moreno vir atrás de nós mas paira assim que Justin o encara. O nariz dele abre e fecha enquanto me arrasta para dentro de um dos quartos. Meu corpo é largado em um canto qualquer e minha cabeça entra em atrito com o chão. 

 — Você agora é minha, tem o direito de me obedecer e nunca, jamais, levantar o tom de voz comigo, eu sou dono dessa porra, não queira ser superior, Venus,— ele pronuncia meu nome com um certo desgosto, enquanto eu solto alguns gemidos de dor.

 — Você deve se achar muito por ter tudo isso aqui.— consigo falar em meio aos soluços. — Mas impérios nunca são eternos.— falo com nojo, nojo de estar aqui, nojo dele. 

 — Somos um exército, nós vivemos para lutar e lutamos para viver, nós somos invencíveis, nunca cairemos.— ele fala se aproximando de mim e se agacha ficando na altura do meu rosto. 

 — Sua missão era me tirar de lá e não matar Tristan.— falo já com as lágrimas escorrendo sobre minha pele. Sua gargalhada é tão alta que me dá arrepios.

 — Exatamente, minha missão era te salvar, mas você é uma vadia e complicou tudo. Eu o mataria quantas vezes fosse preciso, afinal é isso que eu faço, mato a sangue frio. — ele fala me dando calafrios. 

  Quando penso que tudo tinha acabado sinto minha barriga doer e só então percebo que ele acabou de me dar um chute, me contorço no chão tentando amenizar a maldita dor. 

 — É bom você ter medo do perigo, porque você está lidando com ele. — ele fala antes de bater a porta e sair dali e mais uma vez eu estava destruída, dessa vez fisicamente e psicologicamente, mais uma vez eu estava aos prantos, ele faria da minha vida um inferno e eu não sei por quanto tempo terei forças para lutar .


Notas Finais


Não esqueçam de comentar para que eu continue, bjins.


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