História Criminal Possession - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Drama, Estrupo, Romance, Tortura, Violencia
Exibições 85
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - He did this to me?


Flashback on [Elizabeth Barrett]

Escutei alguns passos vindo da porta, quando vi era Justin entrando batendo a porta com brutalidade de longe dava pra sentir o cheiro dele, ele havia fumado.

—Espero que esteja pronta pra mim, por que eu quero você gemer meu nome e eu vou fuder você e mostrar o quanto eu te desejo sua vadia.

As palavras dele me deu mais medo do que eu estava. Ele estava com um sorriso malicioso, me assustava. Eu estava com medo, muito medo. Ele se aproximava e eu me afastava. Eu era virgem sim. Apenas com 18 anos. Eu esperava perder minha virgindade depois do casamento. Senti uma das suas mãos pesadas em meu pescoço, me enforcando.

—Eu não mandei você se afastar de mim, vadia! — Ele me enforcava, eu sentia que não conseguia respirar, quando eu estava perto de desmaiar ele tirou sua mão pesada. Passei minha mão no meu pescoço que estava vermelho. Continuei calada. Como eu queria poder dar um tapa nele, sair dali correndo, mais... imagina do que ele pode ser capaz.

—Você é uma puta gostosa, que se faz de santa. — Aquelas palavras me fez ficar mais humilhada. Mais humilhada do que as pessoas falavam pra mim.

—Por que ainda não me matou? Eu prefiro morrer do que passar o resto da minha vida ao seu lado.

—Por que eu quero você viva. — Ele beijou meu pescoço. Fechei os olhos, tudo o que iria fazer comigo eu não queria ver.

Quando ele beijava meu colo, eu estava arrepiada. Meu corpo começou a ficar quente, ele estava começando a criar sensações. Com ele eu estava diferente. Eu estava começando a gostar... Dos seus beijos. Ouvi o telefone dele tocar, ele parou de beijar meu colo e vi que estava ligando pra ele. Era o pai, o pai dele.

—O que você quer? — Ele falou curto e grosso enquanto falava no celular. Depois de alguns minutos ele saiu deixando a porta aberta. Sorri era uma oportunidade de fugir.

Quando sai, eu estava perto da porta até que alguém me puxou. As mãos eram mais finas não eram de homem e sim de uma mulher.

—O que você tá fazendo? Você tá louca? — A Mulher me olhava de uma forma estranha.

—Não percebeu? Eu estava tentando sair desse inferno.

—Acontece Elizabeth que você não pode sair.

—Como sabe meu nome? — Fiquei confusa, olhei atrás dela e tremi de medo. Era Justin me olhando com um olhar sombrio.

—Não importa, eu me chamo Caitlin. — Justin pegou a Caitlin pelos braços e a empurrou para o outro lado fazendo ela bater as costas na porta.

—O que estava tentando fazer Caitlin? — Ele gritava percebi que estava com ódio.

—Pergunta pra Elizabeth! SE NÃO FOSSE EU ELA TERIA FUGIDO, PRECISA ME TRATAR ASSIM? — Caitlin passava as mãos do lado da outra costa. Eu me senti mais culpada ainda.

—VOCÊ AINDA NÃO ENTENDEU SUA VADIA? É PRA VOCÊ FICAR NO PORÃO E É SO PRA SAIR COM A MINHA PERMISSÃO! — Ele me pegou pelos braços com brutalidade e me levou para o porão. Quando chegamos lá, ele me jogou e eu cai no chão. Minha cabeça estava sangrando, não consegui me levantar. Ele ia se aproximando. Ele parecia que ia me matar.

—ISSO É PRA VOCÊ APRENDER, QUE QUEM MANDA AGORA EM VOCÊ SOU EU!

Meu coração estava acelerado, consegui me levantar e me sentei na cama com a mão na cabeça.

—Me de...desculpe... — Com dificuldade eu tentei falar. Ele me pegou pelo braço e passou a faca dele nele, ficou sangrando muito, minhas lágrimas desciam sobre minha face. Eu estava com medo, medo de morrer.

—Eu queria poder te matar, mais eu não posso. — Ele sussurrou enquanto passava a faca pela minha barriga.

—Por favor pare... — desmaiei, e por sorte cai na cama.

[...]

Acordei, olhei para o meu braço e por sorte não estava sangrando muito. Ardia, levantei e a Caitlin me olhando com um copo de água na mão.

—Tome. — Ela me deu um comprimido junto com o copo. — Alivia a dor.

Tomei tudo, olhei pra ela. Ela estava usando alguns curativos.

—Me desculpa, você tá toda machucada por minha culpa... Me desculpa mesmo. — Ela pegou o copo da minha mão.

—Já passei por coisa pior. Olha, o Justin anda muito agressivo por causa do estresse. E ele anda bebendo, por isso que ele te machucou.

—Não é por causa de bebida, eu vi que ele queria me matar de verdade. Ele é um assassino e assassino faz isso.

—Não me pergunte por que está aqui. Algumas perguntas eu não posso te responder. — Ela foi em direção a porta.

—Não vou perguntar. Prefiro perguntar a ele.

—Não tem medo? — Ela parou de andar.

—Ele não pode me matar. Medo eu tenho, mais sei que não pode me matar. — Fiquei com medo de falar aquilo. Mais era verdade.

Ela saiu dali e trancou a porta. Olhei para a cama e sentei de novo. Eu chorei baixo, se ele ouvisse o meu choro as coisas iriam piorar.

—Pare de chorar meu anjo, fico tão mal quando vejo uma bonequinha linda chorando. — Ouvi a voz rouca de Justin. Como ele estava ali? Não ouvi barulho na porta, ele saiu do escuro e foi até a mim. Pegou as minhas mãos, levantou meu queixo e limpou minhas lágrimas. — Para de chorar. — Ele ordenou e eu parei. Ele começou beijar meu pescoço me deixando arrepiada. —Preciso que faça algumas coisinhas pra mim. — Ele sussurrou com sua voz rouca e sexy. Ele me empurrou pra cima da cama e ficou em cima de mim. Puxou a blusa pra cima e eu me afastei.

—Não por favor, eu tenho medo... — Falei com algumas lágrimas descendo sobre minha face macia.

—Não vou te machucar Elizabeth, so faz o que eu mandar! Simples, assim eu não vou mais te machucar.

—Você só quer transar, sugiro que procure alguém mais experiente...

—CALA A BOCA VADIA, EU JÁ FALEI QUE QUEM MANDA EM VOCÊ SOU EU.

Deixei que ele fizesse tudo comigo. Ele tirou minha blusa me deixando só de sutiã e a calça que eu usava. Ele beijava meu pescoço e chupava ele com muita força, a dor era enorme. Eu gemi de dor. Quando ele parou eu suspirei, e a dor do chupão começou a aliviar. Ele me beijava de uma forma possessiva. Não correspondi. Justin havia tirado o meu sutiã, ele chupava o meu peito esquerdo. Mordi o lábio tentando sufocar o gemido.

—Não adianta vadia, eu sei que sente prazer comigo.


Notas Finais


Compartilhem com seus amigos! Eu sei que a capa tá horrível mais eu vou fazer uma nova hoje. Beijos até o próximo capítulo!


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