História Criminal Side - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bownie, Bts, Criminal Side, Jhope, Jihope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Rap Monster, Suga, Taegi, Taeguk, Taekook, Vhope, Vkook
Exibições 56
Palavras 1.658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus (minhas) queridos (as) leitores (as), como tem passado?
Bem vindos a mais um capítulo desse crime!
Primeiramente, peço desculpas pela demora da atualização da Fanfic. Pesquisei muito sobre investigação de casos e assisti a muitas séries para tornar tudo o mais realista para vocês, e acredito que agora, possa desenvolver melhor o enredo.
E vocês sabem como funciona o final de ano não é? Provas atrás de provas, e tive que fazer muitos trabalhos e passar muitas horas estudando para conseguir umas boas notas e não ter que me estressar depois. Isso foi o que mais tomou meu tempo, e não quis escrever antes para dar o melhor possível para todos vocês que estão acompanhando <3
Eu tenho que agradecer, viu? Gente 38 favoritos, pode não parecer muito mas para mim é sim. 38 pessoas acompanhando uma história feita por mim me enche de orgulho, mesmo que cheguem aqui através de divulgação, indicação ou por si só! Obrigada, vocês são maravilhosos!
Pode ser que nesse capítulo, vocês tenham ainda mais perguntas, mas calma, todas elas serão respondidas logo logo.
Assim como a do Jeongguk, vocês vão conhecer um pouco mais da história de outro personagem principal da história, e espero que gostem assim como eu!
Com o Ultimate não se brinca né? ^^
Mais uma vez, qualquer erro, opinião, crítica e sugestão serão mais que bem vindas nos comentários. Vocês que manjam do gênero criminal mais que eu que entrei nesse mundo agora, tem toda liberdade de dizer se tem alguma coisa estranha na exposição do caso, está bem?
Sem mais delongas, nos vemos nas notas finais.
Boa leitura!!!

Capítulo 2 - Criminal Evidence


Fanfic / Fanfiction Criminal Side - Capítulo 2 - Criminal Evidence

Criminal Evidence                           

07h37min a.m. – Seul, Arredores de Gangnam

Kim Taehyung sentiu o celular vibrar em seu bolso novamente.

Com os olhos ainda vidrados na estrada, alcançou o aparelho e desbloqueou a tela, se arrependendo imediatamente pela forte luminosidade que atingiu seu rosto. Com um pouco de esforço, abriu a mensagem que havia chegado de Namjoon.

“Você sabe onde fica o lugar.”, diziam as letras na tela, mostrando que seu colega talvez não estivesse tão agitado quanto parecia estar na última ligação, há meia hora.

Taehyung não o tirava a razão. Nenhuma pessoa em sã consciência se encontraria relativamente bem ao encontrar um corpo na beira da estrada.

Homicídio era a única palavra que rondava os pensamentos do homem ao dirigir no mais desconfortável silêncio e abandono. A estrada para a saída de Gangnam estava fechada temporariamente para que os policiais e a perícia pudessem vasculhar melhor o perímetro sem preocupações. Era difícil acreditar que aquelas ruas eram tão movimentadas quanto se diziam ser.

Taehyung definitivamente não queria ir para onde ia. Eram longas horas até o local do ocorrido, e a profissão de investigador policial, aos poucos, começava a cansá-lo. Seu último caso, mais conhecido como o pior de sua carreira, manteu Taehyung reconsiderando se não deveria abandonar aquela vida e deixar a adrenalina para os que se dedicariam mais em seu cargo.

Conhecido, requisitado, querido. Eram o que fontes e tabloides diziam sobre si na internet e nos jornais. Houve uma época sim em que Taehyung se esforçava para pegar os piores casos e resolvê-los da melhor maneira para poder aparecer cada vez mais.

Anos de uma carreira repetitiva e que, em sua opinião, estava em declínio. A mesma mídia que construiu sua imagem teve o poder de desfazê-la com pouco.

Apesar de novo, com seus vinte e cinco anos, Taehyung gostaria de deixar as coisas que o cercavam de lado, sair de seu apartamento apenas no momento em que bem entendesse e passar o resto de seus dias bebendo até ficar inconsciente.

Alguns meses foram suficientes para torná-lo dependente do álcool. Vinha tendo muitas crises, e a única coisa que gerava efeito sobre si eram as bebidas. Após ter dado início à ida e vinda de bares, já havia acordado muitas vezes na rua ou na casa de alguém que, na maioria das vezes, não conhecia. Tal coisa causava a Taehyung arrependimento de jeito ocasional.

Presumindo o que o aguardava ao alcançar seu destino, Taehyung viu se aproximando de vários carros de polícia a poucos metros de si. As luzes das sirenes, vermelhas e azuis, eram quase apagadas pelo forte sol que insistia em se mostrar presente mesmo no inverno.

Estacionou um pouco afastado de todos os outros, para evitar problemas na hora de sair. Assim que desligou o automóvel, saiu e bateu a porta com força. Seus sapatos sociais esmagaram cristais de gelo no asfalto e os óculos de grau redondos, que antes disfarçavam enormes olheiras roxas, foram retirados e suspensos na pesada veste que trajava.

Não demorou muito para Taehyung chegar às faixas amarelas que cercavam uma determinada área. Suas pernas longas o levaram ligeiro até lá, e seu corpo esbelto passou descomplicado por baixo das tiras de plásticos delimitantes.

Os instintos de Taehyung diziam que alguma coisa encontrava-se pior do que a maioria das vezes em que foi chamado. Muitos indivíduos da lei juntos nunca havia sido um bom sinal, e não começaria muito menos a ser agora.

Taehyung procurou uma cabeça loira em meio a tantas morenas. Mais afastado de todos, estava Namjoon e Seokjin, devidamente uniformizados como oficiais, conversando em tom sério com outro policial. O olhar de Namjoon não incidia nenhuma emoção e Seokjin parecia mais distante do que naturalmente.

— Taehyung? — uma voz grossa proferiu atrás de si ao mesmo tempo em que uma pesada mão fora depositada em seu ombro.

Taehyung virou-se para trás, e dentre os fios castanho-claros que despenhavam sobre sua visão, observou uma figura mais baixa e com o mesmo terno de sempre – mas dessa vez, sobreposto por um sobretudo.

Chefe da Unidade Forense, Yeong Kyung Hee.

— Não achei que você fosse mesmo vir, quando pedi ao Namjoon, estava completamente sem esperanças. — o superior continuou, aliviado.

— Nem eu mesmo achei que fosse vir. — Taehyung respondeu com um sorriso fraco.

— Estou muito feliz por te ter em campo novamente, agente Kim. — o mais baixo desferiu dois leves tapas no antebraço do moreno.

Ouvir a palavra “agente” o deixou desconcertado. Havia um longo período que o mesmo se recusava a comparecer a qualquer cena de crime, neste quesito ele tinha de concordar com o homem, mas depois de tanto, voltar a escutar tal título o trouxe uma sensação de frio na barriga. Passou a realizar interrogatórios, organizar e relatar circunstâncias suspeitas para qualquer um de seus parceiros e achar pessoas que estariam dispostas a ir em seu lugar às investigações.

Qualquer episódio de assassinato o levaria de volta ao ocorrido no porto de Incheon.

— Por que insistiu em me trazer aqui? — Taehyung questionou desconfiado.

O semblante de Kyung Hee se alterou forma notória.

— O que temos hoje deixou até o mais forte dos investigadores chocado. — o chefe da unidade forense elucidou. — Por mais acostumados que estivermos sempre vai ser um choque de realidade ver como o humano é frágil.

— Qual é o ponto? — Taehyung replicou impaciente.

— Preciso de você na minha equipe. — declarou. — Meus homens são bons, mas não tenho certeza de que investigariam tão fundo quanto eu gostaria.

— Você sabe que-

— Desde que você se mudou para Gangnam eu nunca tive a oportunidade de ver seu potencial. Faz quase um ano desde aquilo aconteceu, e entendo que deve ter passado por muita coisa nesse meio tempo, mas já não está na hora de parar de deixar o passado tomar conta do seu futuro? — Kyung Hee expos após interromper bruscamente Taehyung.

Um minuto de silêncio.

— Não, você não entende. — redarguiu. — Ninguém entende. Eu me transferi para cá tentando esquecer tudo, mas qualquer coisa sempre me leva de volta até lá. Não tome as dores dos outros para você, Kyung Hee.

— Você está confundindo as coisas.

— Estou?

O homem a sua frente pareceu contornar a situação se afastando e pensando em um bom argumento para convencer o investigador. Taehyung conhecia bem Kyung Hee, e sabia que o mesmo faria de tudo para convencê-lo a ajudar sua equipe.

— Quando esse seu temperamento difícil vai acabar?

— Não vai, e nem tente me convencer do contrário. — Taehyung disse por fim.

— Do contrário? Você nem ao menos deu uma olhada no corpo. — o mais baixo gargalhou.

— Isso não vai alterar em nada. — reiterou o investigador.

— Eu tenho certeza que você vai se interessar pelo caso, se eu não soubesse que iria, nem teria o chamado aqui.

Taehyung desviou seu olhar.

— Uma chance é tudo que lhe peço. — Kyung Hee teimou.

Um suspiro longo fora a resposta do investigador. Taehyung assentiu em silêncio, dando a oportunidade de ser levado até onde a unidade forense listava as pistas. Vários indivíduos fotografavam a cena e procurava por algum resquício de DNA que pudesse ajudar em uma futura solução do que estava por vir.

Os passos pesados e arrastados de Taehyung na neve expressavam seu total desinteresse. Não negava que sua curiosidade – a mesma que o levara ali e que havia se elevado depois das mensagens de Namjoon, que imploravam por sua presença – o corroía a cada passo que se aproximava, mas de maneira alguma, o que veria o deixaria feliz.

— O corpo foi encontrado as cinco e quarenta e três da manhã por um casal jovem que deixava a cidade. — o chefe da unidade forense informou. — Segundo a legista que examinou o cadáver, a hora estimada da morte foi às uma e meia da madrugada.

O homem afastou alguns policiais a sua frente para dar uma melhor visão a Taehyung.

— O nome do garoto é Park Jihyun. — Kyung Hee pronunciou o nome de forma desolada. — Um estudante, dezessete anos.

Taehyung não se privou em fechar os punhos ao ver a situação: Um garoto deitado de lado em meio aos flocos frios ao seu redor. Seus cabelos pretos e embebidos pela umidade ao seu redor caiam-lhe a face, afastando a atenção dos orbes sem vida. A pele branca já se encontrava arroxeada.

Cortes superficiais e outros mais fundos se alastravam por todo o físico do sucumbido. Nem todos os dedos estavam mais em suas mãos, e em uma de suas pernas, a carne parecia ter sido arrancada a força por dentes. A camisa do uniforme escolar denegria em tonalidade sanguinolenta.

O investigador se abaixou para ficar a altura do garoto, ainda mantendo distância.

Não demorou muito para notar que as mordidas se propagavam da mesma forma por seu rosto, onde o lábio inferior da vítima havia sido arrancado de maneira impiedosa, e por seu dorso, causando a Taehyung a suspeita de que talvez lhe faltasse alguns órgãos, mas que não poderiam ser confirmadas até passar pelo processo legístico.

Taehyung se levantou e ajeitou suas roupas.

— Está óbvio que esse garoto sofreu um ato de canibalismo. — Taehyung contestou. — Olhando mais de perto também existem cortes profundos demais para ser acidental, o que indica que ele, além disso, foi apunhalado diversas vezes. Nós só vamos saber a causa da morte depois que o corpo for passar pelas mãos de um legista.

— Você acabou de dizer “nós”? — Kyung Hee franziu a testa. — Eu pensei qu-

— Não estou me contradizendo, se é o que você está pensando. — Taehyung bateu as palmas das mãos e as esfregou na tentativa de se aquecer. — Eu não suporto ver esse tipo de coisa e não fazer nada, você sabe disso e usou a seu favor para me convencer. Estou dentro, mas ainda sim não quero me envolver. Posso ajudar fazendo interrogatórios e analisando evidências que vão ajudar a chegar a um culpado.

— Quer dizer que não vai ir até os suspeitos?

— Não, Kyung Hee. — Taehyung soltou uma risada anasalada. — Os suspeitos quem virão até mim.


Notas Finais


E chegamos ao final de mais um capítulo!
Gostaram? Não gostaram? Deixem aqui embaixo para mim, os comentários de vocês sempre ajudam muito!
Nos veremos em breve!


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