História Criminal - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Criminal!au, Ficwriter!irontaeguk, Jeon!bottom, Jimin!tops, Lemon, Mention!vhope, Yaoi
Exibições 243
Palavras 3.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Criminal - Capítulo 8 - Capítulo 8

— Me responda, Jungkook. O que você está fazendo aqui? Quem era aquele e por que ele estava te batendo?

Não consegui controlar as minha perguntas. Jeongguk me olhava assustado e confuso, a testa franzida e a boca se abria várias vezes mas nada saía. E dentro de mim, havia uma mistura de curiosidade e raiva, raiva por alguém ter batido nele. Raiva por ele está todo machucado e o desgraçado ter fugido.

— Me solta, Jimin! — Disse ele, tentando se desvencilhar dos meus braços. Mas eu fui mais preciso.

— Porra, me responde!

Jeongguk pisou em meu pé com força, o que me fez soltá-lo e gemer de dor. O mais novo tentou fugir, saindo correndo. Fui até ele rapidamente, ignorando a dor do meu pé. Consegui alcançá-lo e segurei seu braço brutalmente, o virando de frente para mim, nossos corpos se chocaram e eu fitei os olhos grandes e intensos de Jeongguk. E então, por um momento, esqueci de tudo. Esqueci onde estávamos, esqueci a dor latejante em meu pé, esqueci que há alguns minutos, Jeongguk estava apanhando de um cara. Eu apenas fiquei olhando dentro dos seus olhos e ele pareceu fazer o mesmo. Ah...

Jeongguk prendeu a respiração certamente para que não batesse em meu rosto. Ri internamente disso. Então o nosso “momento” foi quebrado por um barulho. Jeongguk e eu olhamos para a direção em que vinha aquele som de metal batendo contra o chão. Meu coração deu um solavanco ao ver um grupo de homens, todos segurando correntes e pedaços de madeira. Reconheci um. O mesmo cara que havia batido no Jeongguk.

— Jeon...

— Shhh! — O mais novo falou baixo, olhando com os olhos arregalados para aqueles homens, como se já conhecesse todos eles.

Nós parecíamos aquelas pessoas lidando com animais, onde se fizermos algum movimento brusco, já era.

— Vamos correr. No três. — Murmurou. Engoli em seco. Os caras começaram a se aproximar aos poucos. — 1...2...3! Corre!

Então corremos na direção oposta. Corremos como loucos. Olhei brevemente para trás e vi aquele grupo assustador de homens correndo atrás de nós. Alguns gritavam o nome do Jeongguk, o que me deixou muito confuso mas não quis pensar naquilo.

Jeongguk, apesar de estar machucado, era quem mais corria. Havia várias latas de lixo e caixas de papelão empilhadas no caminho. Derrubamos tudo enquanto corríamos, para empatar o caminho deles. Jeon escalou um muro e subiu em um telhado. Fiz o mesmo, embora eu tivesse mais dificuldade de realizar aquilo.

— Rápido! Rápido! — Ele gritava. Aquela turma atrás de nós conseguiram passar e tentaram escalar o mesmo muro para nos alcançar, mas não tiveram sucesso.

Continuamos correndo, pulando em alguns telhados e tentando nos distanciar deles.

Meu coração estava batendo forte e eu estava quase morrendo. Morrendo de cansaço por correr tanto. Acabamos por entrar em um galpão, para nos esconder. Com certeza eles ainda estavam procurando por nós.

Jeongguk se jogou no chão, recostando-se na parede daquele lugar.

— Você pode me explicar que porra é essa? — Eu continuava de pé.

— Não me pergunte nada agora, droga!

Jeongguk me olhou de baixo e fez uma careta de dor. Fui até ele e me sentei a seu lado. Toquei no seu rosto e foi quando eu percebi que o seu ferimento no lábio estava um sangrando um pouco mais.

— O que dói em você?

— Meu corpo todo. — Respondeu. Jeongguk tombou a cabeça para trás e fechou os olhos. Abriu lentamente a boca e soltou um suspiro baixo.

Eu o olhava atentamente. Apesar de ele está machucado e eu cansado, não deixei de perceber o quão sexy ele ficava daquele jeito; olhos fechados, a pele do pescoço à mostra, a boca levemente aberta. Jeongguk era lindo. E eu um idiota por ter lhe dito aquelas coisas naquela manhã. Jeongguk percebeu que eu o olhava, afinal, abriu os olhos e abaixou a cabeça.

— Você não vai me falar mesmo, não é?

— Não preciso te dizer nada, Jimin. Não...não agora. Não me faça mais perguntas, por favor.

Assenti, mesmo que ele não estivesse me vendo.

— Acha que podemos ir agora? — Perguntei. Jeongguk levantou a cabeça para me olhar.

— Vamos esperar mais um pouco.

Consenti com a cabeça. Jeongguk mexeu nos seus cabelos, para tirá-los dos olhos e ficou calado.

Um bom tempo ficamos em silêncio. Apenas ouvindo a respiração um do outro. Ele parecia querer me dizer algo, mas não disse nada. E eu também queria dizer algo para ele, mas diferente do menor, eu não fiquei calado.

— Eu gostei, Jeongguk. — Soltei. Meu coração estava incrivelmente acelerado. O menor me olhou confuso, seus olhos vasculhavam cada a parte do meu rosto.

— Do que você está falando? — Sua voz saiu suave.

— Da nossa noite.

Os olhos do Jeongguk brilhavam como nunca vi antes. Ele me olhava tão intensamente que pela primeira vez em toda a minha vida, eu fiquei quente. Envergonhado. Eu riria disso se eu não estivesse tão nervoso. Quem diria, Park Jimin envergonhado. Francamente.

Jeongguk demorou um pouco para falar algo. Engoliu em seco e disse:

— Por que está falando sobre isso? Não era para ser esquecido? — Havia sarcasmo no seu tom de voz.

— Sim, era. Mas não parece justo pedir para esquecer, uma vez que eu mesmo não consegui fazer isso.

Então Jeongguk prendeu a respiração. Ele piscava freneticamente e tentava dizer algo. Ele parecia nervoso e surpreso. E eu estava igualmente à ele.

— Jimin...

— Desculpa. Eu fui um babaca. Eu...eu só fiquei confuso. Muito confuso. Eu só me relacionava com mulheres e... — Jeongguk abaixou a cabeça. — Olha para mim.

Jeongguk olhou. Segurei sua mão.

— E aquela noite...foi a melhor de todas que eu já tive.

A respiração de Jeongguk ficou descompassada. Eu, aos poucos, fui aproximando o rosto para perto do dele. E ele não recuou. Logo, estávamos tão próximos que nossas respirações se misturavam.

— Jimin... — Ele disse quase num sussurro. Seus olhos se fechavam brevemente. Ele parecia embriagado, grogue.

— Eu quero te beijar...eu posso beijar você? — Sussurrei. Meus olhos cravaram nos seus lábios tão róseos e convidativos. Molhei meus lábios com a língua e Jeongguk  acompanhou o movimento.

Rocei nossos narizes e fechei os olhos.

— Eu quero...eu quero. Por favor. Eu só vou te beijar se você também quiser.

Então me beija. Me beija, Jimin.

E não demorei nenhum um só segundo para selar nossos lábios. Jungkook gemeu baixinho. O beijo era superficial, nossos lábios apenas se tocavam calmamente e suavemente, sem língua, sem malícia, apenas sentindo os lábios que se moviam tão deliciosamente. Segurei sua nuca e o menor segurou a minha camisa. Eu nunca havia beijando alguém dessa forma antes. Sempre fui bruto, até beijando. Eu só pensava em prazer próprio. Mas com Jeongguk foi totalmente diferente. Eu queria sentir, apreciar, usufruir dos seus sabores. E foi exatamente o que eu fiz, o que nós fizemos.

O menor pediu passagem com a sua língua quente e macia, e sem hesitação, consenti. O beijo, antes calmo, agora era afoito, quente. Nossas línguas dançavam dentro de nossas bocas. Uma dança sincronizada. Fazia barulho de estalo devido à troca de saliva e aquilo só deixou tudo ainda mais excitante.

— Senta no meu colo... — Falei entre o beijo.

Jeongguk sentou no colo sem hesitação. Suas pernas ficaram em cada lado das minhas coxas. Segurei forte sua cintura ele segurou meu pescoço. Aquilo estava gostoso demais. Continuamos nos beijando e não ligamos para o local ou se alguém pudesse nos ver. Apenas ficamos ali, trocando carícias.

Foi quando Jeongguk rebolou tão obscenamente no meu colo que perdi totalmente a noção do mundo lá fora. Ele fez de propósito. Gemi.

— Ah... faz de novo, faz. — Pedi manhoso. Jeongguk sorriu sapeca e rebolou novamente. Revirei os olhos em prazer. Sorri de canto.

— Você vai me fazer perder o controle se continuar rebolando assim, garoto...

— E se eu quiser que você perca? — Sussurrou no meu ouvido, descendo beijos até o meu pescoço em seguida.

— Então rebola com vontade. — Minha voz saiu quase como um gemido.

Jeongguk rebolou novamente e dessa vez, friccionou com força nossos membros. Nós dois gememos juntos. O gemido do Jeongguk era a coisa mais enlouquecedora que eu já tinha ouvido. Era um gemido excitante, afinado. Era gostoso demais. Eu queria que ele gemesse mais, eu vou fazer ele gemer mais.

Mais tarde, ele já estava se esfregando no meu colo, ou melhor, esfregando nossos genitais cobertos. O local foi tomado por gemidos e suspiros.

— Tão gostoso, Jimin-ah...Ah.

Mordi o lábio com força. Apertei sua cintura e ajudei ele a se movimentar com mais força e mais rápido. Aquela preliminar me levava ao céu e ao inferno ao mesmo tempo.

E quando não conseguimos mais suportar todo aquele tesão, desabotoei a minha e a calça dele.

— Vamos acabar logo com isso...eu estou tão duro, Jeongguk...

O menor não demorou para tocar no meu pênis, por cima da cueca. Um gemido rouco escapou de meus lábios. E antes de adentrar sua mão em minha cueca, apertando tão deliciosamente o meu pênis.

— Ah! Caralho, Jeongguk..ah

Ele sorriu safado e começou a maldita masturbação. Não fiquei para trás, agarrei seu pênis e logo éramos os dois, masturbando um ao outro.

— Vamos acabar logo com isso...ahn — Ele revirou os olhos, mordendo os lábios.

— Tão gostoso...não para, porra...

O pênis do Jeonguk pulsava entre meus dedos. Estava úmido e quente. Gostoso. A felação era rápida e precisa, meu corpo dava leves espasmos e logo eu iria me desfazer.

Jeongguk sugou meu pescoço. Beijou, mordiscou e fez o que bem entendeu ali.

Mais tarde, nossos gemidos eram desesperados e altos.

— Porra! Eu quase gozando, não para, não para! — Eu dizia.

Á medida em que eu sentia o orgasmo próximo, mais rápido eu o masturbava.

Ele estava igualmente à mim. Implorando para gozar, implorando por orgasmo.

— Ah, Jimin! Ahn... Estou quase, quase!

Fechamos os olhos e logo, o orgasmo nos atingiu forte e um gemido consideravelmente alto saiu de nossos lábios. Nossos líquidos quentes se misturaram.

Jeongguk encostou sua testa em meu ombro. Meu peito, assim como o dele, subia e descia freneticamente. Como se o ar tivesse nos faltado naquele momento.

Quando nos acalmamos, Jeongguk me encarou.

— Não vai pedir para esquecer o que acabou de acontecer, vai?

Ri. Toquei seu rosto e selei brevemente nossos lábios.

— Não. Dessa vez não.

— Não está arrependido?

— Nenhum pouco. Eu faria tudo de novo, sem hesitação. Acredite.

Então ele sorriu. Sorriu tão lindamente e apaixonadamente que eu me derreti apenas com aquele sorriso. Sorri sem nem perceber. Abracei-o e beijei seu pescoço.

É tão engraçado. Quer dizer, olha só para mim. Eu jamais imaginei que eu poderia ter esse lado tão calmo e vulnerável à toque. É engraçado como eu nunca fui assim e comecei a ser por causa de Jeongguk, ou apenas ele conseguiu me fazer expor esse meu lado que eu ja tinha mas não conhecia. Ah, eu não sabia o que estava havendo, mas não iria impedir. Eu certamente gosto dele e ele também gosta de mim. Então, para que vou impedir?

— Vamos embora. Eu preciso ir. — Ele disse, tirando sua jaqueta preta de pano fino.

— Ok.

Jeongguk saiu do meu colo e limpou a sujeira que fizemos com a sua jaqueta.

— Era uma jaqueta tão bonita. — Comentei.

— Sério? Eu nem gostava dela.

Rimos.

Saímos daquele local de mãos dadas, olhando à todo momento para os lados. Jeongguk apertava forte a minha mão, como se não quisesse que eu fugisse, o que obviamente não aconteceria.

— Acho que não estamos mais em perigo. — Ele disse — Preciso ir agora.

— Você não quer ir para o meu quarto no hotel onde estou hospedado? É perigoso demais você andar sozinho por aí, a essa hora, sabendo que há um grupo de armários atrás de você.

— Não, eu realmente preciso ir. Não se preocupe comigo.

E ele sorriu tímido. Ah, ele era tão adorável. Como eu não percebi isso antes?

— O que vai acontecer conosco agora? — Perguntou ele. Eu sabia do que ele falava e por um momento fiquei pensando.

— Vamos apenas deixar que aconteça. Tudo bem?

— Tudo bem. Tenho que ir, tchau — Ele sorriu. Me abraçou em forma de despedida e virou-se se costas. Ri nasalado daquilo, da forma envergonhada dele se despedir de mim.

Segurei seu braço e em um movimento rápido, o beijei nos lábios, o pegando de surpresa.

— Tchau, Jeongguk.

Ele sorriu e se distanciou, saindo correndo. Depois de tudo aquilo, até esqueci o que eu realmente iria fazer na rua. Voltei sorrindo bobo para o meu quarto no hotel. Hoje eu realmente não conseguiria dormir.


 

[...]

 


No dia seguinte, saímos cedo do hotel para fazermos uma “visita”, segundo Jun. O plano da dupla (Hye e Jun) era ir até à mansão e executar o grande e poderoso Kyle. Eu já ouvi falar nesse Kyle. Ele era dos Estados Unidos mas comandava o tráfico em Hong Kong. Eu ri quando Jun disse que iria matá-lo, afinal, ele era um dos caras mais poderosos, obviamente deve ser cercado de seguranças e convenhamos, quem somos nós diante de todo aquele poder que ele possuía? Mas ainda sim, não disse nada.

Entramos todos no carro vermelho de Jun.

— Vocês ficaram no lado de fora. Nós dando cobertura. Ok? — Hye perguntou. Assentimos.

— Não se preocupem. Vocês ganharão uma ótima quantia se nos ajudarem — Falou Jun. Assentimos.

Passamos o restante do caminho ouvindo os planos de Jun e Hye. E admito que eles pensam mesmo em tudo, até nos mínimos detalhes.

 

 

 

 

 

— Kyle nos conhece! Deixe-nos entrar, sim? — Hye colocava em prática o seu jogo de sedução.

Os seguranças ficaram hesitantes, porém, não conseguiram resistir à beleza de Hye então liberaram a nossa entrada.

— Obrigada... — Ouvi o sussurro de Hye no ouvido de um dos seguranças. Entramos sorrindo.

— Você é um perigo, garota. — Jun deu um leve espalmada na bunda de Hye.

— Eu apenas faço o meu trabalho, amor.

Yoongi, Hoseok e eu ficamos do lado de fora, para antecipar fuga assim que o trabalho estiver feito.

— Kyle certamente deve estar no escritório se drogando. Seguinte, nós vamos entrar e assim que ele estiver morto, chamamos vocês para ajudar a levar a grana. Então, fiquem de olho e atentos. — Disse Jun, serio.

— Ok, vamos ficar aqui. — Respondeu Hoseok.

Hye e Jun bateram na porta e entraram assim que Kyle os recebeu. E o que aconteceu lá dentro, ficamos sem saber por um tempo. Não ouvi gritos, tiros ou sons de pancadas. Eu apenas ouvia a voz sedutora de Hye e a risada de Jun.

— O que deve estar havendo lá? — Hoseok sussurrou. Estávamos meio que escondidos.

— Realmente não sei. Mas vamos ficar atentos. — Yoongi respondeu.

E nesse exato momento, Jun fez um sinal para entrarmos no escritório. O fizemos. Kyle estava jogado no chão com a boca espumando, ele estava tremendo levemente e seus olhos reviravam.

— Peguem. Rápido! — Jun jogava quantidades de dinheiro para nós pegamos e colocarmos na mochila e assim fizemos.

Confesso que estava me agoniando ver Kyle daquele jeito. Me deu vontade de matá-lo de uma vez só. Mas ignorei e continuei com o meu trabalho.

— Foi ótimo te ver de novo, Kyle. — Hye se agachou e disse à Kyle que ainda estava tremendo e espumando pela boca. Ela deu um sorriso.

Saímos o mais rápido possível dali. Claro, não saímos pela porta da frente e sim pelos fundos. Jun e Hye conheciam bem aquela mansão.

 

— Ei, vocês aí! Parados! — Ouvimos uma voz. E então, um bando de seguranças estavam atrás de nós. O desespero tomou conta de mim.

Saímos correndo em direção ao carro. Atirava as vezes e conseguia acertar em uns seguranças. E eles também atiravam, um dos tiros pegou em Yoongi.

— Droga!

Yoongi gritou e entrou no carro. Os seguranças continuaram atirando. Sorte nossa que já estávamos no carro.

— Pisa fundo, caralho! Vai! Vai! — Eu dizia.

Jun pisou fundo, cantando pneu.

— Você está bem, Yoongi? — Hye perguntou. Yoongi fez careta.

— Estou. Foi de raspão.

— Ótimo. Faz um curativo que já está tudo certo. Tivemos sucesso, de qualquer forma. — Ela retrucou.

 

Chegamos no hotel como se nada tivesse acontecido. Yoongi já estava com curativos e recebemos a nossa grande quantia. Como o Kyle morreu? Hye e Jun não falaram. Mas o que importa é que ganhamos uma fortuna e logo voltaremos para a Coréia. Eu só estava preocupado com Jungkook. Não sei, mas sentia um mal pressentimento.

 

•Jeon Jeongguk•

 


 

— Então, Jeon. Está gostoso? — Seong me dizia, continuando com a sequência daquela tortura.

Seong me dava socos, perfurava minha pele com objetos afiados e me dava várias chicotadas nas minhas costas nuas. Aquilo era um inferno. Aquela era a segunda vez que ele fazia aquilo. Ele só torturava-nos quando realmente estava irritado.

Eu não devia ter saído, eu não devia ter caído na armadilha do Sehun. Eu devia ter pensado mais. Eu devia.

— Já chega...por favor. — Pedia baixo.

— Eu vou parar quando eu quiser. E você vai ficar quietinho ou vai sobrar para o seu amiguinho. É isso que você quer?

Meu corpo se arrepiou. Só de pensar em Seong machucando o Taehyung já me subia um misto de raiva e medo. Fiquei quieto.

— Isso é para você aprender!

 

Aguentei firme cada golpe, cada tortura. Eu não queria fazer nada. Eu deixei que a minha sede de vingança que comecei a alimentar por Seong desde que descobrir o que ele fazia com Taehyung, crescer. Aquilo era apenas mais um fator.

Um barulho de vibração ecoou naquele porão. Seong parou com as pancadas e foi verificar o que era aquilo. Logo percebi que era o meu celular.

Seong o pegou e olhou na tela. Meu sangue esfriou ao ver a sua expressão. Ele me olhou de forma sanguinária, eu podia ver o ódio através dos seus olhos.

 

— Posso saber por que Park Jimin está te ligando, Jeon Jeongguk?

 

Engoli em seco. Meus olhos se arregalaram e eu senti meu coração batendo cada vez mais acelerado.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro, postei na pressa e vou revisar mais tarde. E desculpem pela demora também haueha.
E VAMO COMEMORAR PORQUE NOSSOS MENINOS GANHARAM O PRÊMIO DE ARTISTA DO ANO! QUE ORGULHO!


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