História Criminals - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 17
Palavras 924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hello! Meu nome é Julia e essa é minha primeira fanfic. Então, queridinhos do meu coração, se algo estiver confuso, ou qualquer coisa do tipo, relaxem, as coisas vão se ajeitar com o tempo.
Bom... Eu tenho alguns avisos para fazer antes de começar:
• Sem plágio. Por favor. Plagiar a história dos coleguinhas é feio. Zeus tá de olho em vocês.
• Não sei quando vou atualizar a fic. Não pretendo seguir um cronograma, porque, mesmo que eu quisesse, não conseguiria. Sou muito desorganizada, sorry. Mas quando vocês menos esperarem, eu vou postar um capítulo novo, prometo.
• Qualquer dúvida, é só perguntar. Vou fazer o possível para esclarecer suas dúvidas.
Acho que é isso... Esse capítulo ficou curtinho porque é só uma introdução, certo? Os outros vão ser maiores, eu acho.
Boa leitura! 😃

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Criminals - Capítulo 1 - Prologue

​Katherine

 

    - Acorda vadia! - Uma voz no além disse e eu senti o impacto de uma mão contra o meu rosto - Acorda! - Outro tapa. Que ótima maneira de dizer bom dia... Ou seria boa noite?


    Abri meus olhos lentamente, com a cabeça latejando de dor, e comecei a analisar o lugar em que me encontrava. Um galpão. E uma vadia arrogante em minha frente.


    - O que você quer comigo Daphne? Achei que nunca mais ia te ver na minha vida...


    - Também senti saudades de você Kath... - Disse com um sorrisinho debochado - Mas não foi pra matar as saudades que eu te chamei. Tenho uma proposta pra te fazer.


    - Me chamou? - Exclamei indignada - Daphne, eu to' amarrada em uma cadeira e acabei de levar dois tapas na cara, tem certeza que eu fui chamada aqui? Porque eu não me lembro de ter recebido nenhum convite!


    - Okay irritadinha! Eu te "sequestrei" - Revirei os olhos - Porque eu tenho uma proposta pra te fazer.


    - Que proposta?


    - A Organização tem uns planos pra você.


    - Que tipo de planos? - Perguntei um pouco mais interessada no assunto.


    - Estamos montando uma equipe com os alguns "criminosos" que serão enviados em uma missão, e aí eu pensei: Por que não chamar uma das maiores ladras da América pra nos ajudar?


    - E o que eu ganho com isso? Com quem que eu vou trabalhar? Pra que vocês precisam de mim? E o mais importante, que tipo de missão requere a participação de bandidos?


    - Uma pergunta de cada vez! Eu não consigo responder tudo ao mesmo tempo! - Revirei os olhos novamente - Nós precisamos capturar um cara "barra pesada", e achamos que nossa equipe não vai dar conta, então pensamos em chamar vocês que pensam igual a um cara assim. Simples. E bom, se você aceitar, deixa de ser procurada  pela justiça, ganha uma boa quantia de dinheiro e pode viver o resto dos seus dias sem preocupações.


    - Com quem que eu vou trabalhar? - Perguntei novamente.


    - É confidencial. Só posso te dizer se você aceitar trabalhar conosco.


    - Eu só aceito a proposta se você me desamarrar. E também tem que cumprir algumas das minhas exigências. - Se eu vou arriscar minha vida em uma missão, eu preciso pelo menos ter a garantia de que meu funeral seja digno, não é mesmo? - Se você não fizer o que eu pedir, eu não aceito.


    - Certo. Você aceita então? - Veio em minha direção, começando a desatar os nós da corda - Porque eu preciso da sua resposta o mais rápido possível.


    - Aceito, Daph. Relaxa. Onde que os outros estão?


    - Na base. Só falta você, e então podemos colocar o plano em pratica. - Disse largando a corda no chão e indo em direção a saída - To' te esperando no carro, não demore.


    - Daphne! - Chamei antes que ela saísse e me abandonasse ali - Como você me achou?


    - Você tava' em uma boate. - Deu de ombros - Muito bêbada, e me chamou de mãe. - Riu cínica - Mas relaxa, ninguém vai ficar sabendo disso. - Piscou um dos olhos e saiu.


    Porra.


    Eu estava bêbada. Isso explica a dor de cabeça. Qualquer dia eu ia acabar sendo sequestrada por alguém pior do que a Daphne, e o efeito da bebida me deixaria lenta demais para me defender.


    Saí de meus devaneios e fui em direção à saída. Acelerei os passos para chegar logo no carro, pois se eu bem conheço Daphne, ela me largaria no meio do nada e eu teria que seguir os rastros de pneu para chegar na base. Quando entrei, me deparei com Daph e outros três agentes analisando uma pasta. Estreitei os olhos e consegui enxergar seu conteúdo. Era a minha ficha criminal.


    - Por que a minha ficha tá' com você? - Disse arrancando a pasta de sua mão e recebendo um olhar incrédulo em troca - Deus, eu to' horrível nessa foto... Não tinha outra não?


    - Ela é sempre intrometida assim? - Um dos agentes perguntou a Daphne, recebendo um olhar entediado meu.


    - Ela é assim mesmo, sempre se metendo onde não é chamada. É melhor vocês se acostumarem.


    - Você ainda não me respondeu Daph. Por que minha ficha tá' com você? Você me conhece, todos me conhecem, não sei pra que investigar minha vida toda de novo. - Dei de ombros - Eu não fiz nada de ruim nas últimas duas horas...


    - Faz parte do procedimento, meu bem. Agora fica quietinha, senão eu vou ter que te amarrar de novo. - Disse, logo voltando sua atenção para a pasta.


    - Me obrigue a ficar calada, fofa. Se você tentar qualquer coisa contra mim, eu abandono a missão antes mesmo dela começar.


    - Tarde demais. Você aceitou, entrou no carro e já está fora cidade. Não tem como fugir. - Me lançou um olhar debochado e riu - Apaguem ela.


    Antes que eu pudesse perceber, enfiaram uma agulha no meu braço com uma espécie de droga e logo eu estava mais mole do que gelatina. Até tentei me levantar, ou abrir a porta do carro, mas levei uma pancada na cabeça e caí sentada novamente. O resto da viagem foi um borrão, e a única coisa que me lembro de ter acontecido foi quando senti que estava sendo carregada e depois jogada em um sofá. Apaguei novamente e só acordei no dia seguinte.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...