História Criminosos também amam - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emeraude Toubia, Fifth Harmony, Justin Bieber, One Direction, Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Emeraude Toubia, Harry Styles, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Camren, Drama, Jelena, Máfia, Zayn Malik
Exibições 540
Palavras 2.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá. Essa é minha primeira fanfic, então espero que gostem.

Capítulo 1 - Onde tudo começou.


Zayn havia se interessado pela oferta do rapaz, o moreno não pode conter seu enorme sorriso. Levou seu cigarro até seus lábios dando uma enorme tragada, e logo a soltando na cara de Tom que tossiu ao sentir aquele cheiro forte entretando em suas narinas.
-Que os jogos comessem.  -Zayn sorriu travesso.
O jogo estava cada vez mais difícil para Tom, ele tentava não demonstrar isso, mas o moreno sorria a cada jogada errada do rapaz. Aquilo estava sendo apenas uma brincadeirinha para Zayn, que ele logo trataria de acabar e ir buscar seu prêmio.
  [...]
Zayn sorriu ao ver que havia ganhado de Tom, o moreno se levantou de seu assento com um enorme sorriso estampado em seu rosto, já Tom parecia não acreditar no que havia acabado de acontecer. Ele estava branco como papel, suas mãos estavam trêmulas e sua respiração estava descompensada.
-Diga-me Tom, aonde meu prêmio mora?
-Busque-a amanhã Zayn, preciso explicar oque está acontecendo para ela.
Zayn pareceu pensar por um instante, seria um choque saber que seu próprio pai havia lhe leiloado, seria melhor que ele a pegasse amanhã, pois o moreno havia se lembrado que tinha marcado de transar a noite toda com sua "namorada"
-Tudo bem Tom, amanhã estarei em sua casa às 12:50. A propósito quantos anos aquela vadia tem?
-16.
-16, ótimo. Maravilhoso, amo foder com garotas novas. - Tom arregalou os olhos fazendo Zayn segurar o riso.
-Nem pense em tocar nela seu imundo, ela é apenas uma criança. -Tom cuspiu as palavras no rosto de Zayn.
-Ela não é uma criança, porque se fosse você não a venderia, certo seu velho idiota. Escute oque vou lhe dizer.
O moreno pegou o cigarro levando-o na boca e tragando novamente. Zayn soltou o resto de cigarro que restava em suas mãos e o colocou contra a mão de Tom que estava em cima da mesa de Poker. O rapaz soltou um grito de dor, mais aquilo era música para os ouvidos do moreno.
-Eu faço oque eu quiser e com quem eu quiser oque me der vontade entendeu? Seja a vadia da sua filha ou qualquer outra garota estúpida que entrar em meu caminho.
O moreno apertou mais ainda o cigarro contra a mão de Tom, retirou o pedaço de cigarro vendo a marca que havia deixado no rapaz. Não pode conter seu sorriso. Jogou o resto que havia sobrado no rosto de Tom, Zayn pegou sua jaqueta de couro preta e se virou para ir embora.
-Te vejo amanhã querido Tom.
[...]

Povs Charlotte

Mamãe e eu havíamos acabado de colocar a mesa do jantar, quando estávamos se preparando para começar a comer nossas refeições, papai entra em casa todo encharcado. O mundo parecia se acabar em água de tanto que chovia. Me levantei correndo para pegar uma toalha, fui até o mesmo o enrolando na toalha branca que estava em minhas mãos.
-Papai aonde estava? Está todo ensopado, o senhor pode pegar um resfriado sabia? -Perguntei tudo de uma vez, sem deixar ele responder uma de minhas perguntas. -O senhor demorou tanto que mamãe e eu decidimos jantar sem o senhor, algum problema?
-Não querida, Charlie eu preciso...-Ele parecia querer dizer alguma coisa mais não conseguia.
-Precisa...?
Ele pareceu travar uma enorme batalha contra seu cérebro, sua vontade era de falar tudo oque queria, mais seu cérebro parecia não o autorizar a falar nada.
-Eu preciso de um bom banho, é isso. -Soltou um suspiro, me fazendo sorrir.
-Claro papai, se quiser mamãe e eu te esperamos, aí jantamos todos juntos oque acha?
-Acho uma ótima idéia Charlie, eu não demoro querida. -Ele subiu as escadas correndo e logo sumiu de minha visão.
-Lottie? -Mamãe me chamou, apenas ela me chamava de Lottie, era um apelido que ela havia me dado desde quando eu era pequena. -Não acha que seu pai está estranho? Digo, ele vem chegando tarde todos os dias, e cada dia ele chega com um machucado em novo. -Ela me olhava preocupada.
-Claro que não dona Sandy, isso é coisa da sua cabeça. Ele está normal, e sobre os machucados você sabe que papai é muito desastrado. -Sorri tentando passar confiança a ela, que parecia não ter acreditado muito em minhas palavras. Não demorou muito para que papai descesse e se sentasse com nós.
-Aonde estava querido? -Mamãe Perguntou vendo papai ficar tenso.
-M-me pediram para ficar até tarde no trabalho de novo, você sabe querida estamos em reforma e meu chefe pede para eu ficar até todos os pedreiros irem embora.
-Ah sim. Mais que eu me lembre a construção havia acabo semana passada. -Ela olhou diretamente nos olhos castanhos de papai, fazendo ele abaixar sua cabeça e respirar fundo.
-Teve um problema com a encanação dos banheiros e alguns pedreiros precisaram voltar. Dessa vez mamãe deu de ombros, eu servi papai e não demoramos muito para começarmos a comer.
-Mamãe eu já disse que sua comida é a melhor?  -Sorri com a boca cheia de bolo de carne.
-Já Lottie, agora coma de boca fechada, e é muito feio falar de boca cheia. -Ela segurou o riso.
-Desculpe. - Sorri de canto, já papai parecia não ter gostado tanto da comida pois nem havia comida nada do que estava em seu prato.
-Amor a comida não está boa? -Mamãe Perguntou meio tristonha.
-Não é isso querida, deve estar ótima é só que eu estou sem fome. - Ele dizia meio cabisbaixo. Algo estava acontecendo pois bolo de carne era o prato preferido dele é ele não recusaria um prato com sua comida preferida.
-Sabe, eu fiz a sua sobremesa preferida.-Mamãe disse orgulhosa de sí mesma.
-Jura? -Ela assentiu sem parar. -Acho que vou deixar para amanhã, meu estômago não parece estar bem. -Mamãe e eu o encaramos incrédulas, como assim ele havia dispensado sua comida favorita e agora sua sobremesa favorita? Algo realmente estava acontecendo e eu iria descobrir.
-Papai, tem algo que você queira nos contar? -Ele me olhou por uns segundos parecendo travar uma enorme batalha com seu cérebro novamente. -Sabe que estamos aqui para oque você precisar. O senhor pode dizer tudo para mim e para mamãe. -Sorri pegando em sua mão que estava em cima da mesa.
-Não é nada.
-Papai, diga iremos te ajudar no que você precisar.
-EU JA TE FALEI QUE NÃO É NADA, AGORA PARE DE FICAR ENCHENDO MEU SACO. -Ele se levantou e subiu as escadas pisando firme. Aquilo havia quebrado meu coração, papai nunca havia gritado comigo daquele jeito.
-Lottie fique calma meu amor, eu vou descobrir oque está acontecendo com seu pai. -Ela me abraçou. -Fique calma querida.
-E-estou surpresa, papai nunca havia gritado comigo antes. -Senti meus olhos se lacrimejarem, mais não deixei que minhas lágrimas caíssem. -Acho que vou me deitar, estou cheia e amanhã eu tenho prova de matemática, é melhor eu ir dormir cedo. -Levantei do meu assento subindo direto para meu quarto. Oque será que está acontecendo com papai, ele nunca gritou comigo antes, ele não costumava a chegar tarde em casa. Ele está diferente de uns dias para cá. Decidi deixar isso de lado, eu já havia tomado meu banho então apenas coloquei minha camisola azul bebê. Deitei em minha cama me cobrindo em seguida, coloquei meu celular para despertar as 6:00. Apaguei meu abajur e não demorei muito a pegar no sono.
[...]
Abri meus olhos lentamente, ouvindo meu celular vibrar sem parar, desativei meu alarme e fui direto para o banheiro.  Me despi e entrei no box ligando o chuveiro que de primeiro caiu uma água gelada fazendo meu corpo estremecer e se arrepiar. Logo entrei toda debaixo do chuveiro lavando meus cabelos que batia em meu bumbum. Ensaboei meu corpo com meu sabonete que tinha cheiro de morango. Eu amava esse cheiro, ele simplesmente se encaixa em minha pele, e a fazia ficar perfumada por horas. Enxaguei meu corpo e meu cabelos, desliguei o registro e sai enrolada em uma toalha bege, e outra enrolada em meus cabelos. Fui direto para meu guarda roupa escolher oque usaria, optei por usar uma calça jeans, uma regata preta e uma jaqueta jeans também. Coloquei uma botinha baixa com franjinhas pretas, voltei para o banheiro penteando meus cabelos e os deixando secar naturalmente. Escovei meus dentes e passei um perfume que estava ali perto. Coloquei uma correntinha de coração que se abria, em um lado estava mamãe e no outro estava papai. Decidi não passar maquiagem nenhuma. Peguei minha mochila e desci para tomar café, mamãe já estava na cozinha.
-Bom dia mamãe. -Sorri lhe dando um beijo estalado na bochecha. Um cheiro maravilhoso de panquecas invadiu minhas narinas fazendo meu estômago roncar de fome. -Eba panquecas da Sandy. -Sorri, quando ela colocou as panquecas em meu prato. Sem pensar duas vezes derramei mel em cima delas, coloquei café em uma xícara pequena e começei a devorar meu café da manhã. -Mamãe já te disse que sua comida é a melhor de todas? -Ela sorriu.
-Lottie você diz isso todos os dias. -Ela senta ao meu lado, comendo um pedaço de bolo. Ouvi alguém buzinar sem parar, com certeza deveria ser a doida da Jenna, minha melhor amiga. Levantei pegando minha bolsa e dando um beijo em minha mãe.
-Chego um pouco mais tarde, a prova será difícil é com certeza irei demorar. Não me espere para almoçar. Beijos. -Sai correndo de casa e logo entrando no carro de Jenna.
-Achei que eu iria morar aqui. -ela zombou de mim, mostrei a língua e ela riu. As ruas estavam super tranqüilas, não tinha trânsito nenhum, e isso fez com que chegássemos até mais cedo.
[...]
Jenna parou a porta de minha casa e eu desci de seu carro.
-Tem certeza que não quer entrar?Perguntei pela milésima vez.
-Não eu tenho que ir, Downey está me esperando. -Ela sorriu ao falar o nome do namorado.
-As vezes eu até esqueço que você namora aquele traste. -Revirei os olhos. -Tudo bem então, vejo você amanhã. -Beijei sua bochecha. E entrei em casa, a mesma estava um silêncio enorme, oque me fez ficar intrigada. Pois essas horas mamãe estaria conversando com suas amigas e papai estaria assistindo um jogo de futebol qualquer na televisão.
-Mãe? Pai? Cheguei! -Joguei minha bolsa em cima do sofá e fui até a cozinha pegar um copo d'água.
-Mãe? -Parei ao ver um moreno que estava com uma arma apontada para a cabeça do meu pai. Meus olhos se arregalaram. -Quem é você? E porque está com isso em suas mãos? -O rapaz me olhou de cima a baixo mordendo os lábios.
-Olha só quem chegou. Escuta garota, seu papaizinho não te ensinou que é feio deixar as pessoas plantado? -Ele rodou sua arma em seus dedos e logo a guardou no bolso.
-Quem é você? E porque meus pais estão chorando? -Perguntei assim que vi minha mãe soluçar. -ESCUTA AQUI SEU GAROTO RIDÍCULO, EU JURO QUE SE VOCÊ ENCOSTOU UM DEDO NELES EU VOU...
-Vai oque? -Ele sacou a arma em minha testa e eu senti meu corpo se estremecer. -Anda diga? Vai me acontecer oque? Sua garota idiota, você não coloca medo nem uma criança.
-Mãe, pai quem é esse louco e porque ele está com uma arma? Porque estão chorando? -Perguntei nervosa.
-Onw querida, sério que você não entendeu ainda? -Ele deu passos largos em minha direção me fazendo dar pequenos passos para trás. -Vim te buscar, sabe eu estava pensando em te colocar na minha nova boate, isso seria ótimo. -Sorriu com oque disse, meu corpo estremecia só de ouvir a voz daquele rapaz. Mais oque ele estava fazendo ali? Oque ele estava dizendo?
-Pai oque ele quer dizer com  "vim te buscar" e "vou te colocar na minha nova boate"? Quem é ele? E do que esse louco está falando? -Senti lágrimas se formarem. -QUEM É ELE?  Deixei que elas caíssem,  minhas pernas fraquejaram.
-Seu pai não te falou de mim? -Neguei. -Querida sabe porque seu pai estava chegando tão tarde do trabalho? -Neguei novamente vendo Mamãe encarar papai com um olhar raivoso e ele abaixar a cabeça enquanto aquele rapaz explicava. -Ele não estava trabalhando coisa nenhuma, esse velho aí que você chama de pai, e você de marido.-Apontou para minha mãe. -Ele ia diretamente em meus casinos, ele jogava feito um louco e perdia feito uma criancinha. -O moreno apontou a arma para a cabeça de papai. -Esse filho da puta, chegou a me roubar vocês acreditam?
-Isso é verdade Tom? -A voz de mamãe saiu embargada.
-Não é só isso não senhora, ele também pegava várias dançarinas da minha boates. A senhora nunca viu as marcas de unhas nas costas dele? -Mamãe negou. -A senhora é uma velha burra, se fosse mais bonita, gostosa, jovem ele não a trairia.
-Não fale assim da minha mãe, seu idiota. -Empurrei seu peito que para ele não fez efeito nenhum. -Oque você quer? Dinheiro? Porque se for isso eu lhe dou e você some daqui e nunca mais volta! -Fui até minha bolsa e retirei minha carteira. -Quanto meu pai lhe deve? Diga, eu lhe pago. -O moreno sorriu travesso.
-Oque ele me deve não pode se comprar. -Meus olhos se arregalaram e meu coração disparou.
-Aé e oque ele lhe deu? -Senti seu olhar percorrer meu corpo novamente.
-Você.


Notas Finais


Desculpa estar muito grande, mais achei que assim ficaria melhor.
Espero que gostem, bjos.


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