História Criminosos também amam - Capítulo 16


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Categorias Emeraude Toubia, Fifth Harmony, Justin Bieber, One Direction, Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Emeraude Toubia, Harry Styles, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Camren, Drama, Jelena, Máfia, Zayn Malik
Exibições 132
Palavras 2.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi goxxxxxxxxtosasssosaaaas, tudo bom?
Desculpe a demora para atualizar. Ei tenho uma pequena novidade para vocês, então se vocês quiserem saber, vão até as notas finais e eu contarei lá 😉

Capítulo 16 - Desmemoriada


Fanfic / Fanfiction Criminosos também amam - Capítulo 16 - Desmemoriada

Povs Zayn 

Não, não, não! Aquilo não era real, não podia estar acontecendo. 

Charlotte sem memória? 

Não, isso era apenas um pesadelo, que logo logo eu iria acordar.

Comecei a distribuir beliscões pelos meus braços para ver se eu realmente não estava dormindo.

-Sr Malik oque está fazendo, pare já, isso pode assustar a paciente. - Encarei Charlie, que tinha uma feição de curiosidade e medo ao mesmo tempo.

Me aproximei de sua cama, fazendo ela querer se afastar, porém ela não conseguia pelo fato de estar com a perna quebrada, e com certeza com dores pelo corpo.

-Charlotte me diz que você lembra de mim, sou eu minha florzinha o Zayn. -Eu disse com a voz totalmente embargada por conta do choro, tentei acariciar seus cabelos mais ela desviou do meu toque.

-M-me desculpe, mais eu não me lembro. -Seus olhos castanhos estavam ganhando um tom mais escuros e aos poucos avermelhados pelo fato de que ela também estava começando a chorar. 

Isso não podia acontecer, minha garota havia esquecido de mim, de quem eu era. 

O pior de tudo, foi que Camila e os meninos tentaram me avisar, mais eu não os ouvi, eu apenas queria ver ela. 

-Como não se lembra Charlotte? Eu sou seu namorado. Nós conhecemos...-Parei para pensar aonde eu diria que havia conhecido ela, eu não podia dizer que o pai dela a havia me dado.- Nos conhecemos em uma festa, tente se lembrar querida, por favor. 

Levei uma de minhas mãos até as suas, que estavam geladas e trêmulas. Ela estava pálida, com olheiras profundas, seus cabelos estavam um pouco embaraço e elétrico, porém para mim ela continuava linda.

-Eu não consigo, me desculpe. -Rapidamente soltou suas mãos das minhas.

Não, não, não e não! 

Ela não estava nem tentando, ela tinha que se lembrar, ela tinha.

-VOCÊ NÃO ESTÁ TENTANDO CHARLOTTE, VOCÊ NÃO PODE SIMPLESMENTE SE ESQUECER DE MIM, OU DOS SEUS AMIGOS. VOCÊ NÃO PODE, OUVIU BEM? NÃO PODE! -Gritei praticamente em seu rosto, vendo as lágrimas dela começarem a escorrer sem parar. 

Uma onda de arrependimento percorreu meu corpo, eu sabia que ela não se lembrava, porém não seria gritando que a memória dela voltaria.

-Sr Malik, o senhor não pode gritar com ela, não faça isso nunca mais. - O médico me encarou com raiva. -Charlotte querida se acalme, por favor. 

-Tira ele daqui, agora! -Seu corpo estava tremendo de uma forma totalmente brusca. 

-Meu amor me desculpa, eu não queria gritar com você. -Novamente me aproximei de sua cama.

-VAI EMBORA, EU NÃO QUERO VER VOCÊ NUNCA MAIS, OUVIU? NUNCA MAIS! 

Ela começou a se debater com violência na cama, tentando arrancar aqueles enormes fios transparentes de seu corpo. 

-ENFERMEIRAS, ENFERMEIRAS. -O médico correu até a porta gritando, logo umas moças entraram correndo, e me empurrando para fora daquele quarto. -Segurem ela forte, eu vou dar um sedativo. 

-NÃO, ME LARGUEM, ME LARGUEM!. -Charlotte acabou arranhando com certa força o braço de uma enfermeira, fazendo com que gotas de sangue sujasse o lençol de sua cama. 

-Como força Maria, segure ela. -O doutor, levou a seringa com um líquido transparente até um de seus braços que a enfermeira segurava.

-Não, parem. Eu odeio injeções. Parem por favor. Me soltem. Socorro. 

Charlotte não parava de se debater um minuto se quer, e isso estava acabando comigo. 

Só de pensar que eu havia colocado ela naquele hospital, que eu estava fazendo minha florzinha passar por tudo isso. 

Eu queria me matar!

-Querida, não vai doer eu prometo, fique calma. -Tentei me aproximar porém foi uma péssima idéia, aquilo apenas deixou ela mais estérica.

-Sr Malik, eu pedi para que você saísse, sua presença está deixando ela nervosa. Saía agora! -Ele voltou a encarar Charlotte e dessa vez voltou a aproximar a seringa de seu braço. -Vamos, Charlotte isso não vai doer, será rapidinho. Apenas uma picadinha, seja uma boa menina por favor. 

-Não, SOCORRO. 

-VAMOS LÁ CHARLOTTE, JÁ CHEGA. SE COMPORTE, NÃO VAI DOER NADA! 

-Parem, ela não gosta de injeções. -Tentei tirar a seringa da mão do médico, só que antes que eu fizesse isso, dois seguranças altos entraram e me arrastaram para fora daquela sala.

Vi que o médico injetou o líquido nela, e aos poucos os seus gritos foram ficando baixos, até não poderem ser ouvidos mais.

Os seguranças me soltaram com violência, me jogando em uma das cadeiras daquele hospital, encarei o corredor e todos que estavam ali, me olhavam com medo/curiosidade. 

Afundei meu rosto em minhas mãos, chorando tudo que eu tinha para chorar.

Senti mãos acariciarem, minhas costas. Eu sabia que era Camila, conhecia seu toque.

-Fique Calma Zayn, Ela vai sair dessa. 

-Mila, isso tudo é minha culpa, eu me odeio, porque eu fui aceitar aquela porra de corrida? Estávamos tão bem. 

-Oh, Zayn não fique assim. Todos nós vamos ajudar você, ela vai voltar a ser mesma, logo logo. - A voz de Lauren invadiu meus ouvidos, me passando de certa forma um pouco de tranquilidade. 

-Eu espero ter ela de volta o mais rápido possível. -Deixei minhas lágrimas escorrer molhando todo o meu rosto. 

-E ela voltará...Estamos com você querido. -Senti todos que estavam ali, me abraçar.

Naquele momento eu pude perceber, que os verdadeiros amigos permanecem com você nas horas boas...E nas ruins.

[...]

Povs Charlotte

Abri meus olhos lentamente sentindo os mesmos arderem, pois as cortinas daquele lugar estavam entre abertas. Espera, aonde eu estava? 

Encarei o lugar ao meu redor, e pelo que eu via, era um quarto de hospital certo? Certo!

Mais oque eu estava fazendo ali? Deitada em uma cama? E com a perna enfaixada, e meu corpo cheio de arranhões?

Tentei me lembrar como eu havia ido parar ali, porém a tentativa foi falha, eu não me lembrava de nada.

Era como se alguém tivesse apagado minha memória com uma borracha, ou tivesse passado umas mil vezes branquinho. Só para que eu não pudesse ver.

Meus pensamentos foram interrompidos por um senhor que entrou na sala, chamando toda minha atenção. O rapaz á minha frente tinha cabelos grisalhos e usava um óculos. Em seu corpo havia um enorme jaleco branco, combinando com suas calças e sapatos. Já em suas mãos, havia uma prancheta marrom, com algumas folhas presas nela. 

-Oh, pelo que vejo a senhorita acordou. -Sorriu docemente para mim, me fazendo ficar um pouco sem graça. 

Eu não disse nada, apenas assenti.

-Deve estar morrendo de fome não é mesmo? -Novamente assenti calada, ele sorriu dessa vez sem mostrar seus dentes brancos e perfeitamente alinhados. -Não precisa ficar com vergonha de mim, Charlotte. 

Então esse era meu nome, Charlotte. Que nome bonito, pelo menos meus pais escolheram um ótimo nome. Espera...Eu tinha pais? Aonde eles estavam? Como será que eles se chamavam? Ou como será que eles eram? 

Eram tantas perguntas e o engraçado era que nenhuma obtia respostas. 

-Seu café da manhã já está chegando. -Ele encarou a moça sorrindo que trazia uma enorme bandeja cheia de comida saudáveis. -Entre Camila, só tenha paciência...

A morena assentiu meio entristecida, pelo que eu via, ela não era enfermeira. Pois não usava roupas brancas, ou estava com aqueles chapéis engraçado que ficava no topo da cabeça com os cabelos peso em um coque. 

Pelo contrário, ela usava um short jeans, uma regata branca e jaqueta de couro preta. Seus cabelos estavam soltos e os mesmos batiam em sua cintura, fazendo leves cachos nas pontas. 

-Bom dia Charlie. -Sorriu docemente me entregando a bandeja. 

Quem era ela? E porque estava me chamando de Charlie? Pelo que eu me lembre meu nome era Charlotte.

Ao notar minha cara de confusa/amedrontada ela levou sua mão direita até sua testa dando um leve tapinha.

-Ai como eu sou esquecida Jesus. -Deu uma pequena risada após seu ato. -Eu esqueci que você não se lembra de mim. 

Me encarou sorridente, aquele moça de certa forma havia me passado tranquilidade, eu mal conhecia ela e já sabia que ela era super legal.

Desviei minha atenção para a bandeja, vendo vários tipos de comida espalhada por ela. Suco de laranja, uma pequena xícara de café ao lado. Um sanduíche de peito de peru, e uma maçã, tinha também alguns guardanapos.

-Tudo bem, vamos lá...-Sentou na ponta da cama em que eu estava. -Olá, eu me chamo Karla Camila Cabello, e você? 

-P-pelo que eu me lembre, é Charlotte. -Falei pela primeira vez desde que tinha acordado. 

-Muito bem Charlotte, olhe só, você acabou de conversar comigo. Isso já é um bom começo. -Sorriu abertamente. -Me diga querida, está com fome? 

Balancei a cabeça em forma de negação, porém minha barriga me contrariou, roncando de fome. 

Ouvi Karla soltando uma risadinha baixa, me fazendo corar.

-Charlie, não precisa se envergonhar. Pode comer. -Ela rapidamente pegou seu celular e começou a digitar algo, talvez enviando uma mensagem para alguém.

Aproveitei a distração dela, e comecei a devorar o sanduíche que tinha na bandeja. Em questão de minutos eu havia comido todo o sanduíche e tomado todo o suco que estava em cima da bandeja.

-Então você não vai com...-Ela deixou a frase no ar, assim que viu que eu já havia comido. -Uau. 

Ela gargalhou alto. 

-Desculpe, eu estava com fome. 

-Oh, não se preocupe. Só uma pergunta, você vai beber esse café? -Neguei entregando a xícara para a mesma que aceitou de primeira. -Obrigada. -Sorriu alegremente. -Então Charlie, como se sente?

-Eu estou bem. -Tentei sorrir.

-Fico feliz, senti saudades de casa? -A encarei confusa. -Oh, desculpe.

-Esquece, espera aí, eu tenho uma casa? -Ela assentiu. -Eu moro com quem? 

-Comigo, nossos amigos, eo Zayn. -Meu pequeno sorriso se desfez.

Calma aí, esse nome não me era estranho, eu só não conseguia lembrar como era seu rosto. 

-Za-zayn? -Minha voz saiu trêmula.

-Se lembra dele? -Karla Perguntou surpresa, e eu rapidamente neguei. -Não se lembra de nada? 

-Não, não espera. Eu acho que me lembro apenas de uma coisa. -Karla me olhou atenta. 

-Diga então. 

-Eu não me lembro muito bem, mais acho que esse rapaz veio aqui ontem.

-Então você se lembra. -Ela se levantou sorrindo e pulando. - Ah Charlie  você se lembra, que bom amiga. -Ela veio ao meu encontro me abraçando apertado. -Desse jeito logo logo você volta para casa. 

Sorri, eu fiquei feliz ao saber que eu tinha uma casa, e que a Karla morava comigo. Algo me dizia que ela era confiável, e que com ela eu não precisava ter medo de nada.

-Eu posso saber quem é o dono da casa? -Perguntei me interessando pelo assunto. 

Antes que Karla pudesse responder um rapaz entrou no quarto me causando um arrepio por todo o corpo. 

-Oh Zayn, já chegou. -Karla correu em sua direção e deu um abraço no rapaz, que rapidamente retribuiu. -Charlie, esse é o...

-Você? -Perguntei surpresa. Imagens da noite anterior se passaram em minha mente. Ele gritando, eu me debatendo, enfermeiras entrando no quarto e me segurando a força, uma seringa enorme com líquido transparente, meus gritos eram altos demais.

-Charlotte querida, respondendo sua pergunta. Ele é o dono da casa, Zayn...Zayn Malik. -Sorriu inocente. 

-NÃO, EU NÃO VOU PARA AQUELE LUGAR, EU DISSE QUE NUNCA MAIS QUERIA VER VOCÊ! -Comecei a me debater em cima daquela cama, fazendo minha perna enfaixada doer, porém não liguei.

-Charlotte pare com isso, você vai se machucar. -Ele se aproximou de mim, mas eu impedi seu ato, e o empurrei. 

Era ele, o rapaz da noite anterior. Que havia gritado comigo, e que havia feito aquelas enfermeiras me segurarem a força.

-NÃO ME TOQUE, EU ODEIO VOCÊ! OUVIU BEM? O.D.E.I.O. -Dei-lhe um tapa em seu rosto com toda minha força, desejando que aquele homem sumisse da minha frente o mais rápido possível.

Karla saiu correndo e gritando pelas enfermeiras, não demorou muito para que o médico que havia me atendido hoje mais cedo entrasse com duas moças, que eu julguei ser as enfermeiras.

-Segurem ela, com força. -E lá estava eu, passando mais uma vez por aquele pesadelo.

Eles me seguraram com força, enfiando em meu braço uma enorme agulha, fazendo com que aquele líquido entrasse em meu corpo, me causando certa dor.

Senti meu corpo ficar fraco, e minha visão ficar embaçada. Meus olhos se fecharam lentamente me fazendo ver as últimas imagens de Karla e Zayn, sendo arrastados para longe de mim, para fora daquela sala.











Notas Finais


Uhuul atualizei haha, meus anjinhos me desculpem pela demora. É que eu comecei a fazer uma nova Fanfic e ela estava ocupando todo o meu tempo.
Essa era a novidade gente, eu comecei a fazer uma Fanfic do Justin e ela também é com a Emeraude.
Se vocês ficarem interessados, leiam 💙 ela se chama ( O marido da minha irmã) lá eu explico tudo da fanfic. Eu espero que vocês gostem.😂😍💙
E sobre a Fic aqui, eita lelê coitada da nossa Charlie, ela está tendo surtos quando vê o Zayn, mais cá entre nós, quem não teria se o visse? 😂😂😂😂
Vejo vocês na próxima, prometo não demorar para atualizar, beijão.


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