História Crimson moon - Capítulo 15


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yuma Mukami
Tags Amor, Ayato Sakamaki, Diabolik Lovers, Drama
Exibições 29
Palavras 1.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


''My feelings kill me''~ Lii Yonaira.



~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~<3

boa leitura.

Capítulo 15 - Unforgettable days


Lii.:on

 

Escola?!

Dou um pulo da cadeira, chamando atenção deles.

- Escola? — digo. —  devo me arrumar! — ao dizer isso, tirei uma risada dos próprios.

- Você não vai a escola. — diz o moreno.

- mas...

- Os Sakamakis também vão, não podemos leva-lá. — diz o ruivo.

...

- Oe, Azusa-kun vai cuidar da M neko-chan, — diz o loiro dando um sorriso.

- Eu e a Eve, — diz o esverdeado dando um sorriso, — vamos nos diverti muito. — diz o próprio.

- Sayonara M neko-chan. — diz o loiro, se retirando da cozinha seguido pelo ruivo e o moreno.

Olhei para o esverdeado que mantem seu sorriso no rosto, desviei o olhar também saindo da cozinha e indo para o quarto, entro no cômodo me jogando na cama escondendo meu rosto no colchão que tinha uma coberta fina por cima, as lágrimas eram impossíveis de evitar, enquanto senti algumas escorrer pela lateral do meu rosto e pingar na cama.

- Nii... — solucei enquanto chorava. — Nii-chan... por que?....  — botei os meus dedos por dentro do meu cabelo e puxei deixando meu rosto contra o colchão.

'' Nós iremos nos ver de novo''.

Acho que não...

- Eve... — ouço uma voz  por trás de mim, me sento na cama ainda de costa para o tal, limpo as lágrimas com meu braço, dou um sorriso, olhando para os esverdeado.

Eve venha ao meu quarto. — diz o mesmo.

Dou uma olhada para trás antes de concorda, olho novamente para frente, o esverdeado tinha sumido.

Eta porra.

Saio de cima da cama, me dirigindo a porta, senti que eu poderia me ferra bonito se fosse, mas também ia me lascar se não fosse, juntei um pouco de coragem e saio do quarto passando pelo corredor, que estava escuro, passo indo para o quarto do esverdeado.

Abro a porta era um cômodo onde avia uma vidraça que mantem várias adagas.

Eve... — ouvi me chama.

- Hmm.. — olho para o próprio que vinha até mim segurando uma adaga.

- Você gosta de sentir ... dor? — indagou o mesmo.

- Oque?

- Você gosta de mim? — perguntou ele. — então me corte.

- H- hein? 

- Har, então você não gosta de mim. — diz o próprio.— aposto que seria lindo um corte, seu sangue fluir para fora.

Arregalei os olhos, não credito no que estou ouvindo.

- Onegai! não faça isso. — digo usando os braços como escudo contra meu rosto.

- Hum, — o mesmo estende a adaga para mim, — então me corte você. — diz o esverdeado.

- Eu não vou fazer isso. — digo.

- Har... — o próprio faz um corte em meu braço.

- Kyaaa! — senti uma ardência enquanto o líquido vermelho escoria.

- Seu sangue é igual o meu. — o mesmo se aproxima de meu pescoço, tento evitar, corro para longe, mas logo sou pega, o garoto me deixa contra a porta, e logo joga seu corpo por cima do meu, me deixando imprensada.

- Seu cheiro... é igual ao meu. — o garoto diz, antes que eu pode-se dizer alguma coisa, ele já tinha mordido, senti novamente meu sangue ser drenado, não importava o quanto eu me debatia, o quanto tentava sair daquela situação dolorosa, não importava nada, eu não consigo lutar contra eles.

Minha visão ficou cada vez mais embaçada, senti meu corpo fica cada vez mais pesado, me senti mais fraca.

- já chega. — uma voz atrás de nós faz com que o esverdeado me solte, deixando desabar não chão.

- Yuma, bem-vindo. — disse o esverdeado, até que perdi a consciência.

 

 

 

                                                     *                                                  ~                                                   *

 

 

 

 

Abri meus olhos, ainda estava no quarto do garoto esverdeado.

Me levantei saindo do quarto do próprio, vou dirigindo para o banheiro, abro a porta de vagar  vou para frente do espelho, vi dois buracos que já estavam ficando roxos, dei um suspiro.

Tirei minha roupa, amarei meu cabelo e entrei na banheira.

Passei a minha mão levemente sobre a marca roxeada, que me davam um leve desconforto.

Inesperadamente a porta é aberta , e o ruivo de rabo de cavalo entra no banheiro.

- Há você está ai, — diz o próprio se aproximando da banheira.

Arregalei os olhos e dei um grito, o mesmo tampou os ouvidos.

- Não grite, aqui tem um eco muito alto. — diz o mesmo com as mãos sobre seus ouvidos.

- M-mas... Por que entrou aqui?

- Ué, — o mesmo tira a mão de seus ouvidos. — para você me ajuda. — o próprio vem na minha direção, segura na minha mão, mas puxo de volta me segurando na bera da banheira.

- NÃO! — gritei.

- Hã? — ele ficou com uma interrogação na cara. — você disse ''Não''?

Quando eu termina, — digo sentindo minhas bochechas queimarem. — eu vou com você m-mas, agora não...

- Anda logo, — diz o mesmo. — ninguém quer sabe do seu corpo ai!

Corei violentamente com a fala do próprio.

- N- NÃO É ISSO!!!

 

                                                              *                                        ~                                                *

 

 

Depois de sair do banheiro, Yuma me levou para trás da mansão, onde tinha jardim, e do lado tinha uma estufa de vidro.

- Aqui é...?

- Sim, — diz o mesmo. — o meu jardim. — ele me da uma cesta e vai colhe algumas coisas.

- Oque tá esperando? — indagou ele.  venha aqui!

- Hai! — digo chegando perto do ruivo e me abaixando do lado dele, o mesmo segurava um tomate.

- Parecem ótimos. — digo.

- Sim, — o mesmo bota alguns na cesta que eu segurava. — foi eu que plantei.

- Hum? você é bem experiente, não? — digo dando uma risada.

O ruivo pega uma semente.

- É, afinal, — olho para próprio que mantem um sorriso no rosto. — não é só um ou dois tomates que vão nos encher, mas se bem que com um tomate na minha época eu já ficaria bem feliz. — seu sorriso desaparece. — droga. — ele esmaga a semente com os dedos. — semente ruim.

- Oque vai fazer? — indaguei.

- Vou joga as sementes ruins para que não consuma as sementes boas, é como os humanos, se.... se eu tivesse conhecido...

- Conhecido? 

O ruivo bota um tomate em minha boca.

- Você fala de mais! — diz ele.

- Hum... isso é bom. — digo dando sorriso.

O próprio da um sorriso, o mesmo se levanta me puxando para mais perto abaixando a alça da minha camisa e cravando suas presas em minha pele.

Consegui me tirar de seus braços, mas ele segura meu pulso e cintura, me deixando contra a estufa, me mordendo novamente.

 

 

                                                              *                                             ~                                               *

 

Acordei, estava estava em um quarto bem claro, onde tinha uma janela enorme onde podia ver o sol se pondo, o que fez o quarto ser tomado pela luz alaranjada.

O ruivo segurava um vidro onde tinha cubos de açúcar.

- Yuma? — me levantei olhei para o próprio que olhava fixamente, mas acabo deitando graças a anemiar.

O remedinho do Reiji ajudaria muito agora.

- Tsc, você é um caso perdido. — ouvi isso, e senti a cama fica mais pesada, abri meus olhos de leve.

O ruivo tinha botado um cubo de açúcar na boca, e veio até mim, encaixando o cubo de açúcar na minha boca, e logo se separa.

- Estou dividindo algo valioso. — ele empurra o cubo para dentro da minha boca, e senti o açúcar derreter. — Acho bom que goste. — ao dizer isso o próprio saio do cômodo.

 

 

                                                 *                                          ~                                         *

 

Acordei cedo, levantei da cama e fui para a minha escrivaninha, sentei na cadeira e comecei a escova o meu cabelo, até que alguém abre a porta.

- M neko-chan!

 

 

 

Continua~

 


Notas Finais


Yoo mina~

desculpa se demorei muito '-'. ._.

não prometo que não vou sumir de novo, pq sou péssima com promessas.

mas prometo progredi mas :3

beijokas e paçokas<3


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