História Crise dos vinte - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han
Tags Chanbaek, Comedia, Kaisoo, Romance
Exibições 52
Palavras 4.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Parece q hj é sábado.... Sorry.

Esqueci total gent, desculpa.
Ia ser quinta mas ai eu esqueci e tive q estender pra hj pq eu sou irresponsável ;-;
Agr que o bagulho pega fogo, prepara a pipoca... hue

Até lá embaixo

Capítulo 3 - Capítulo 2 - A saga continua


Coração.

 

As pessoas superestimam isso. Rezam toda noite para encontrar um amor que acalme o coração. Que bobagem. Quem já sentiu esse troço forte por alguém, sabe que essa coisa de coração é um mero eufemismo para um sentimento arredio, cansativo e incontrolável. Uma parte está correta: sim, nós levamos quem adoramos dentro de nós, mas isso não tem nada a ver com o coração.

 

Bom, era o que eu pensava até um tempo atrás.

 

O que eu considerei como sendo meu primeiro amor aconteceu no último ano do ensino médio. Não foi muito feliz ou doce, mas sim uma memória que eu considero como triste e depressiva. Eu devo dizer que fui impertinente naquela época. Se for assim, isso pode afastar a pessoa que você gosta. Eu realmente me arrependo de como eu era. Eu só me lembro dela como uma lembrança querida. Desde daí, eu passei a me afastar de pessoas que me faziam sentir o coração disparar.

 

Como podemos ver, meu histórico amoroso é um desastre. Até BaekHyun que não costuma passar a mão na cabeça das pessoas, ficou ao meu lado durante muito tempo depois do meu primeiro amor. Apenas nós dois, comendo pizza e bagunçando meu quarto enquanto assistíamos a alguma série estranha. Depois desse episódio, BaekHyun parou de tentar arrumar alguém pra minha pessoa, é algo que eu agradeço até hoje, ele realmente tem um dedo podre.

 

Acontece que eu passei a não querer conhecer pessoas novas.

 

Quando a faculdade -e consequentemente JongIn- chegou, BaekHyun resolveu ser inconveniente e tratar JongIn como um amiguinho próximo, algo que me doeu a alma. Sentia-me traído e jogado de lado. Mas se tinha alguém que não me deixava só, esse alguém era o motivo do meu mal estar. Não que eu esteja o menosprezando ou algo do tipo, mas JongIn não me deixava em paz e , todo ser que bate o olho em mim consegue perceber que minha áurea é calma, aí chega um Zé povinho e vem zoar o processo. Gente extrovertida me dá nos nervos.

 

Mano, para de rir alto, para de pular, dançar, gritar. PARA PELO AMOR DE DEUS. Já basta o BaekHyun.

 

Assim não da sociedade.

 

Mas... Como diz a senhora minha mãe: “Às vezes as coisas boas são curtas, igual a um pinto chinês” e eu teria que abandonar minha vida solitária por uma pessoa mais solitária ainda.

 

‘Que pessoa?’ Você pergunta. Nada mais nada menos do que o menino Kim. Que confusão, né não?

 

Na verdade não, quem criou essa confusão fui eu mesmo. Com o tempo, o conhecendo melhor pude perceber que ele só queria uma atenção sincera e não uma pelo seu dinheiro e sobrenome. Bom, não posso dizer nada, já que só o ajudei pra me sustentar e não ficar desidratado.

 

Acontece que, minha mente já não estava cooperando com a minha lucidez depois de uns tempos e então vinham uns pensamentos do tipo: “Se você continuar sorrindo desse jeito vou ter que te beijar, sinto muito.”

 

To precisando de um design de interiores porque eu to pensando em mudar um pouco a decoração aqui do fundo do poço.

 

 

Crise dos vinte

 

 

“Aos seis anos ganhei minha primeira bicicleta de meu avô. Com medo, o dizia: “Vô, eu vou cair e morrer igual aquela capivara que o senhor atropelou”. Mas no meu primeiro lapso de coragem, tive também a minha primeira decepção, pedalei com a minha maior velocidade. E olha, eu cai.

 

Sem pensar duas vezes, chorei e chorei muito. Minha vózinha com seu maior amor do mundo me agarrou em seus braços e me encheu de beijos. E olha que engraçado, seus beijos me curaram. Sem entender muito, a perguntei:

 

“Vovó, porque não dói mais?”

 

“Soo, se lembra de quando a vovó lhe disse sobre o amor?”

 

“Uhum.”

 

“Então, meu pequeno, o amor é isso. Ele cura mesmo nos pequenos gestos.”

 

Naquela manhã-barra-tarde de setembro eu tive a minha terceira decepção – a segunda foi descobrir que um amigo me trocou por um pedaço de pizza -, e eu realmente não imaginava que iria me sentir tão mal por uma única pessoa.

 

Porque é assim, a vida é uma grande maionese que eu to comendo e pensando “humm, ta tudo bem agora” aí de repente eu me deparo com um pedaço DE MAÇÃ.

 

A verdade é que quando a vida fecha uma porta, meu dedo tá lá. Um minuto de silêncio por esse forninho que eu estou sendo incapaz de segurar...

 

Pronto. Acabou.

 

Você deve estar se perguntando: “O que tá con teseno?”.

 

Pode deixar que eu explico... Kim JongIn é um puto. Daqueles que sempre te surpreende, seja de forma boa ou ruim. Mas naquele dia ele se superou, aliás, nuca duvide do nível de filhadaputagem de alguém. Como pode? A gente nem namorava de verdade e estava me chifrando com aquela sirigaita. Como fica a minha reputação, sociedade?

 

Ah JongIn, tão galinha que se jogar água quente vira canja.

 

Como é o nome da gentinha? HiNa? JinHa? SooJin? Ah, não importa, o que importa é que encontrei aquela nojenta agarrada naquele energúmeno no campus da faculdade, e ela ainda teve coragem de me olhar nos olhos durante o ato. Eu queria agradecer a Deus pela hora que ele criou as pálpebras pra nós termos condição de fechar os olhos e não ver certas coisas. Que ódio! Saí dali o mais rápido que pude.

 

“KyungSoo!” Não vem. “Soo-ah!” Vai embora. “Hyung espera. Me deixa explicar!”

 

Parei. Virei-me e o olhei.

 

“Você não me deve explicação, JongIn. Nós não temos relação alguma, faça o que quiser.”

 

Sorri falso, falso, falso.

 

“Mas eu...”

 

Fingi olhar a hora no celular – o mesmo que me enfiou nessa situação.

 

“Depois a gente conversa, preciso ir dar banho no meu peixe.”

 

E saí andando e fingindo estar de boa, na verdade, a gente tenta ser de boa, mas o ser humano acaba com a nossa deboísse através do famoso vacilo. Mal sabem os meros mortais que peguei o ônibus e fiquei escutando Adele – aquele tipo de música que te faz sentir falta até daquela pessoa que você viu no ônibus há sete anos –, cheguei em casa, tirei a roupa, me deitei em posição fetal na cama e chorei até desidratar. Hora de dormir de conchinha com meu vazio existencial enrolado no meu papel de trouxa...

 

Vrommm...Vrommm

 

Até que meu querido celular começou a vibrar. Era BaekHyun.

 

Bacon

“Soo cadê você?”

“Soo! Me dá uma luz.

 

Eu

“Tenho cara de lanterna?

 

Bacon

“Para de ser chato, Soo”.

 “Daqui a pouco ninguém ta te aguentando.”

 

Eu

“Nem eu to me aguentando mais, ultimamente eu to insuportável”.

“Acho que vou andar na rua com uma camiseta escrita ‘me desculpa’”.

 

Bacon

“To subindo aí, abre a porta pra mim.”

 

Eu

"Você tá chegando?"

 

Bacon

"Sim."

 

Eu

"Você tá chegando exatamente aonde?"

 

Bacon

"No meu banheiro pra tomar banho ainda."

 

Eu

"_|_"

 

Bacon

"É rápido."

 

Eu

"Espero que seja."

 

Jogado na cama, tentava encontrar alguma gota de ânimo com força suficiente pra me tirar dali e me levar pra sala. Decidi que iria apenas de sunguinha porque o calor tava insuportável - eu acordo já querendo dar uma surra na Eva por ter comido a maçã e sido expulsa do paraíso, era pra eu estar tomando banho no rio agora, mano. Nova estação do ano: eutono-inferno.

 

Chegando à sala eu ouvi batidas na porta. Pensei:

 

"Ué, BaekHyun foi tomar banho a seco?"

 

Pensei errado no caso, porque quem estava do outro lado da porta não era o duende rosa, e sim o menino Kim. Aí lascou foi tudo. Pra ver a inocência da minha cabeça, perguntei se ele queria entrar depois de quase 2 minutos o encarando e nem percebendo que seus olhos iam vasculhando meu corpo inteiro.

 

Ah, bendito seja Do KyungSoo. Eu sou especializado na arte milenar de fazer merda, não é possível.

 

"Soo... err... você vai ficar assim? Quer dizer, eu não ligo, mas...”.

 

O que eu fiz? Eu saí correndo pro quarto, obviamente. Coloquei o conjunto de moletom que a minha mãe me deu no inverno, fechei o zíper, coloquei a toca e ainda puxei a cordinha pra ela cobrir a minha face todinha, demorei mesmo. Só Deus sabe como eu consegui descer a escada com aquilo tapando a minha visão.

 

Meu rosto estava muito vermelho, com toda certeza.

 

Bom, eu desci a escada já sabendo sobre o que JongIn queria falar, e eu não tava interessado.

 

"Hyung, você não esqueceu, né?"

 

Eu tava com raiva? Nem me lembro disso.

 

"É claro que não, JongIn. Feliz aniversário"

 

E segundos depois, aquele ser bonito me abraçou tão inesperadamente que eu pensei que ia ter um infarto. Bem nessa hora, Byun abençoado BaekHyun chegou abrindo a porta sem aviso nenhum, como se fosse sua própria casa.

 

"Atrapalho alguma coisa?"

 

"Você começou a atrapalhar a partir do dia em que nasceu prematuro." Falo mesmo!

 

"D.Orifício Adocicado KyungSoo ataca novamente... Mas que merda é essa, KyungSoo?"

 

"O-o que?"

 

"Esse calor do satanás e você de moletom extra quente. Ta doente? Não, não, não, você não pode, vai sair comigo morrendo ou não!"

 

Não se pode nem ter uma morte tranquila.

 

"Sair pra onde, posso saber?"

 

"Pra minha festa. Você vai né, hyung?"

 

Daí brotou o menino Kim e praticamente me obrigando a ir à essa festa com os olhinhos bem abertos, mas eu fui forte.

 

"Mas é claro que na...”.

 

O ser dos infernos me interrompeu.

 

"Que sim! Pode ficar tranquilo, Kai, ele vai sim."

 

"Obrigado, hyung." E então uma piscada. "Eu vou indo, até mais tarde."

 

Mas o que é essa piscada? Traição?

 

Depois que JongIn saiu pela porta, fiquei no meio da sala pensando na minha vida quando ouvi um barulho terrível e irritante, mas era só o BaekHyun mascando chiclete.

 

"Eu quero!" É claro que eu queria, era trident, .

 

"Não, esse é o último!"

 

Ai ele enfiou o chiclete na boca. O que esperar dessa geração que dá o cú, mas não dá um trident? Nada, realmente.

 

"Ei, ei, ei, não mude de assunto! Que história é essa de ir pra festa? Eu não vou!"

 

"Foi você que começou o assunto, meu filho. Não começa, KyungSoo, você vai sim. O JongIn é nosso amigo e quer você na festa dele."

 

Eu nunca contei, mas, BaekHyun é ótimo em fazer chantagem emocional e não emocional também. O negócio é que eu fui obrigado a ir nessa festa se não ele iria destruir minhas cuecas de super heróis. Ele é uma pessoa horrível, eu sei.

 

Enquanto o horário da festa não chegava, aquele enviado do chifrudinho vasculhava todo o meu guarda roupa, bagunçando toda aquela merda que eu iria ter que arrumar sozinho.

 

"Soo, você já ouviu falar de jogue fora tudo o que não usou nos últimos seis meses."

 

"... Não? Se sua mãe ouvir isso, qualquer dia você acorda na caçamba."

 

E eu acabei indo pra essa festa com uma calça enfiada no rego e uma blusa que BaekHyun jurava ser masculina, só por causa do meu humor excessivo. As pessoas não sabem brincar, .

 

O pior de tudo nem era o fato de eu estar todo amassado com aquela roupa, meu andar de pinguim que se eu desse um passo em falso, aquela porcaria de calça iria tirar minha virgindade do rego em dois tempos, e sim a situação que eu me encontrava: sozinho, com o cú na mão e com Kim JongIn vindo na minha direção.

 

Porque eu estava sozinho? A resposta é: Byun BaekHyun é um vadio com o rabo fogoso, foi só ver o 'boy' que já esqueceu o amigo. Só digo uma coisa, o mundo estaria frito se todos fizessem o uso do fogo que tem na bunda.

 

"Hyung, você veio mesmo!"

 

"Sim..." Queria não ter ido, but ele não precisava saber disso. "Desculpa, não deu pra te comprar um presente...”.

 

"Não se preocupe com isso, sua presença já é um presente pra mim." Sorriu maravilhosamente.

 

Que ódio que eu tinha daquele sorriso, dava vontade de socar, arrastar no asfalto quente e depois dar beijinhos pra sarar. Mas o que eu fiz? Corei. Exatamente! Corei.

 

Vocês que querem me derrubar, desistam, pois já estou no chão.

 

E o que eu iria fazer a partir dali? Sei lá... Quer dizer, nós ainda tínhamos o suposto 'namoro', mas como eu deveria agir depois do incidente de horas atrás na faculdade? Fingir que nada aconteceu? Agir com indiferença? Fugir?

 

Entenda que fugir é a solução da minha vida, eu sabia que apertar a campainha alheia quando criança iria servir de alguma coisa na vida.

 

E olha que foi uma fuga digna de filme, ele cumprimentou alguém e nesse momento eu fui pro chão e saí de fininho por entre as pessoas. A sorte de ser pequeno... Não me orgulho disso.

 

Fui procurar alguma coisa pra beber e achei o point dos alcoólatras, parecia que a cidade toda estava ali naquele barzinho ou sei lá o que diabos era aquilo. Avistei um BaekHyun muito louco da cuca, que por sinal estava dançando com o... LuHan vestido de garota colegial japonesa? É, super normal.

 

Pedi qualquer coisa pro barman, o que é uma péssima ideia, pessoal. Barman é tudo filho da puta, vai te oferecer o mais caro e falar que todo mundo gosta. Inclusive deixe-me adicionar que Kim JongIn é um completo idiota, lindo e otário por não ter bancado as bebidas, mancada.

 

"Quanto fica?" Malandramente, Dyozinho inocente...

 

"______ won." Adicione sua imaginação nesse espaço.

 

"______ won? Essa merda de whisky é mágico? Ele vem com uma motocicleta junto? Ele é servido no sapato de Jesus?" A esse ponto eu já estava gritando com o coitado que só estava fazendo seu trabalho.

 

"E-eu te sugiro aquele ali então..." Apontou pro líquido verde dizendo seu preço.

 

"Tá, né? Vou fazer o que?"

 

Péssima opção.

 

Lua de sangue? Sete pragas do Egito? Desastres naturais? Chegada do anticristo? Não, meus amigos! Nenhum desses sinais é mais fortes indícios do apocalipse do que esse negócio verde! Se o whisky já era o satanás engarrafado, esse tal de Green Spirit veio pra semear discórdia, destruir relacionamentos e deixar muita gente desorientada e mais perdido que cego na segunda temporada de série que mudou os dubladores. Com 7,9% de teor alcoólico - sim, é pra deixar louco do cú mesmo - pode ser ingerida com gelo - acho que pra abaixar o fogo no rabo de quem tomar. A garrafa verde aposta em um formato icônico, com o corpo em 'S' - de Satanás, com certeza - e o rótulo que brilha sob a luz negra - que é a mesma cor que vai ficar sua alma no dia seguinte da bebedeira.

 

Quais são os sintomas pra quem beber?

 

Conto agora pra vocês:

 

- Uma garrafa: esquece seu nome.

- Duas garrafas: beija passantes aleatórios.

- Três garrafas: desce, sobe, empina e rebola.

- Quatro garrafas: todos os itens acima mais o forte risco de tirar a roupa e acordar usando apenas um poncho na companhia de dois anões.

 

A única certeza que podemos ter é que você precisa tomá-la acompanhado de amigos, pois sua alma vai sair do corpo e sabe-se lá quais vão ser as reações. Jesus precisa voltar antes que inventem o litrão disso...

 

Bom, depois da segunda garrafa eu já nem sabia o que tava acontecendo, onde eu estava ou quem eu era. Minha resistência à bebida é de zero por cento e ninguém pareceu ligar pra isso até a quinta garrafa ser ingerida e eu acabar realmente beijando passantes aleatórios.

 

Eu estava fora de mim, mas ainda tinha um resquício de consciência dos meus atos. Em algum momento eu percebi que estava sem a minha camiseta, com JongIn me puxando pelo braço pra sabe-se lá onde e então eu estava encostado na parede com o mais novo gritando feito louco.

 

Tudo pareceu fazer sentido quando fui parar num quarto e só se ouvia o som baixo da música eletrônica e a respiração ofegante de JongIn. Foi então que o desespero me acertou, tudo que eu menos queria era ficar num lugar fechado com ele.

 

“Ei, JongIn.” Tentei abrir a porta do quarto, sem sucesso. “Abre essa porta!”

 

“Primeiro me responde.” Me prendeu com seus braços em cada lado do meu corpo encostado na porta. “Quem era aquele cara?”

 

Minha mente clareou aos poucos e comecei a rir amargurado.

 

“E porque eu deveria te dizer? Que eu saiba não somos nada um do outro então não te devo satisfação da minha vida.” Olhei fundo em seus olhos mesmo não tendo total equilíbrio mental e o senti se retrair. “Assim como você também não deve, só volte para aquele ET que você estava beijando hoje...”.

 

“Eu... Soo... Foi ela que me agarrou!”

 

“Então você está me dizendo que uma boca consegue beijar outra sozinha? Faça-me o favor, Kim!” Tentei me desvincar daquele aperto, mas eu não tinha força, e isso JongIn tinha de sobra.

 

“KyungSoo, você por acaso está com ciúmes?” Ah, como eu odeio esse sorriso convencido que ele faz.

 

Negue, negue, negue.

 

“Eu...” A aquela altura eu já estava lacrimejando, olhando pros meus sapatos que por acaso estavam sujos de barro... Onde acharam barro aqui em Busan?! “N-não.”

 

“Diga isso olhando pra mim.” Segurou meu rosto com as duas mãos me fazendo olhar em seus olhos.

 

“Eu não...” Vacilei. “Não consigo.”

 

“Se quiser sair, vá agora. Não vou me conter a partir daqui...”.

 

“Então não se contenha.”

 

No instante que as palavras saíram dos meus lábios, vi JongIn fechar os olhos calmamente. Em seguida, os abriu de novo naquela atividade de sempre, focado em ditar o passo a partir dali; tudo contrastando bem com a conversa que acabávamos de ter. Em instantes, ele me fez sentar em uma superfície fofa, a cama do quarto.

 

Assim que abaixei a guarda, ele comprimiu os lábios contra os meus. As mãos dele estavam por toda parte. Ao contrário do que pensei, não ofereci nenhuma resistência quando ele me deitou.

 

Afastou-se dando alguns passos para trás. Por uns instantes ficou só me olhando.

 

“Nada é mais bonito que você, deitado aí, na minha frente.” Balançou a cabeça, parecendo praticamente desesperado. “Nada se compara”.

 

Imediatamente, não sei por que, tive uma vontade incontrolável de chorar. JongIn era tão intenso; meu pobre cérebro lutava para dar conta de tudo isso. E foi quando ele começou a andar na minha direção, devagar, como um predador.

 

Meu coração acelerou conforme ele se aproximava. A poucos centímetros de mim, parou e esperou. Era tão mais alto do que eu, que podia ver o tórax dele se movendo, respirando rápido também. Era bom ver que eu o afetava tanto.

 

“Não sou bonito desse jeito... Você está bêbado.”

 

Ele desabotoou minha camiseta e deslizou-o por trás dos meus ombros, até tirá-lo, fazendo com que eu levantasse para ajudá-lo, causando um barulhinho suave ao tocar no chão.

 

“Você está errado, KyungSoo. Você é lindo o tempo todo.”

 

“Só pode estar lou...”

 

Com a boca me beijando, engoliu meus protestos. Deitou-me na cama macia e começou a me tocar. A me beijar, incendiando meu corpo até espantar do cérebro qualquer pensamento. Estava quebrando minhas regras, mas não pensava em outra coisa que não fosse a língua de JongIn dando voltas ao redor dos meus mamilos durinhos, alternado mordidas leves com chupões. A maciez de seus lábios me fazia gemer.

 

Achei que pudesse me desfazer só com aquilo. Gritei e arqueei as costas de prazer. Incapaz de ficar imóvel estava completamente entregue. Era tão bom... Todas as minhas reservas estavam desarmadas, graças ao tratamento delicioso que dava ao meu corpo – tinham voado para bem longe sem pensar duas vezes.

 

Tirou minha calça e minha box sem intervalos. Ficar nu não me assusta, é a intimidade que acho difícil de processar. Então quando JongIn me olhou daquele jeito intenso, sabia que não tinha chance de resistir.

 

“JongIn?” Gritei o nome dele sem outra razão a não ser me certificar de que estava mesmo ali, e não em um sonho erótico, uma fantasia.

 

“Eu sei, Soo. Deixa eu cuidar de você.” Dizendo isso, se afastou dos meus mamilos, botou as mãos nos meus joelhos e abriu minhas pernas. Fiquei totalmente espalhado na cama, e ele encarou meu sexo pela primeira vez.

 

“JongIn...” Inclinei-me para mais perto.

 

“Que foi, Soo? O que você quer?” Ele virou minha cabeça para um lado deixando meu pescoço à amostra. Foi ali que me beijou. A sensação de prazer cresceu a tal ponto que eu estava completamente perdido, entregue ao desejo. Não tinha mais volta, eu o queria. Demais.

 

“Quero... Quero te tocar.” Passei as mãos pela camisa branca e afrouxei o colarinho. Meus dedos se mexeram pra lá e pra cá, em um minuto, ela estava no chão, na companhia da minha camisa preta.

 

Assoviou quando meus dedos tocaram sua pele exposta.

 

Olhei pela primeira vez para o peito nu e quase caí em prantos. JongIn era compacto, o mais delicioso caminho da felicidade que eu já tinha visto na vida. Ajoelhou-se, deslizando as mãos pelos meus quadris e depois pelas minhas pernas. Quando chegou aos sapatos, tirou um de cada vez, suavemente. Em seguida, beijou bem na cintura, logo abaixo do umbigo. Minha barriga deu cambalhotas, e a pontada entre as minhas pernas ficou ainda mais forte.

 

“Meu Deus, como você é lindo... Quero sentir seu gosto.”

 

E então ele abocanhou meu membro. Aquela língua macia passou pela glande se estendendo no local enquanto me contorcia ao toque de sua língua. Ia me desfazer em segundos, era impossível controlar. Era impossível controlar JongIn. Ele conseguiu o que queria.

 

“Hmm. Vou gozar...”.

 

“Não diga isso me olhando desse jeito...” Falou, lá de entre minhas pernas. Enfiou dois de seus dedos longos dentro de mim, me tocando por dentro. Uma, duas, três vezes, para depois sair. “Tão apertado” Continuou com os movimentos com os dedos e lambendo minha glande. “Goza KyungSoo. Goza pra mim.”

 

Me desfiz, uma sensação diferente de todos os orgasmos que já tive na vida. Arfei com a onda de êxtase, mas os dedos firmes dentro de mim me mantiveram no lugar. Era devastador e incrível – e só o que restava fazer era aceitar o que ele havia me dado.

 

Quando tirou os dedos de dentro, ouvi o barulho de uma embalagem sendo aberta. Observei-o desenrolar a camisinha em seu membro, grosso, duro. Tremi com a expectativa. Levantou os olhos castanhos até encontrar os meus.

 

“Agora, Soo, vou possuir você.”

 

Respirei fundo com a visão daquele ser montando sobre mim. A ansiedade era tanta, mal conseguia pensar. JongIn tomou conta do meu campo de visão, a glande já dentro de mim, queimando, duro. Os quadris alheios me forçaram a abrir mais as pernas, conforme ele ia fundo e pra valer. Beijou-me, a língua esfregando na minha, em movimentos casados com os de baixo.

 

Kim JongIn me possuiu, na sua própria cama. Total e irrevogavelmente. Deixei-me levar pelo ritmo dele. Forte no início. Movimentos bruscos, para dentro e para fora do meu âmago encharcado, indo um pouco mais fundo a cada empurrão. Senti que ia acabar me desfazendo de novo.

 

Com as veias do pescoço saltadas, ele se levantou um pouco para mudar o ângulo pelo qual deslizava pra dentro de mim. Me espremi ao redor de seu membro, que latejava dentro de mim. Fez vários sons e soprou baixarias deliciosas ao meu ouvido, sobre como era gostoso me ter. Isso só me deixou mais louco ainda.

 

“JongIn!” Gritei, enquanto me desfazia pela segunda vez.

 

Meu corpo estava completamente entregue a ele, que ficava mais duro a cada movimento. JongIn não parou. Continuou penetrando até chegar ao seu ápice. Com o pescoço duro, os olhos flamejantes, estocou com mais força ainda. Estiquei o corpo para acomodá-lo, no comprimento e na circunferência. Sabia que ele estava perto. Apertei as paredes internas com toda força que pude e o senti enrijecer. Soltou um som gutural, que parecia uma mistura do meu nome com um grito de guerra, e desmontou em cima de mim, os olhos castanhos brilhando na meia-luz do quarto.


Notas Finais


Meu Deus, que vergonha da minha life, help

Eu não vou falar nads sobre essa baixaria q eu escrevi, só quero que Deus tenha piedade na hora de me barrar do céu, Amém.

Eu sarangho vcs <3


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