História Crônicas Amorosas do Santuário - Capítulo 41


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hades, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Kanon de Gêmeos, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio
Tags Romance, Sexo
Visualizações 74
Palavras 3.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, leitoras inveteradas! Trouxe mais uma fic com o nosso patinho nada feio Hyoga.
Partiu mais uma boa leitura? 😉

Capítulo 41 - Nas asas do amor


Fanfic / Fanfiction Crônicas Amorosas do Santuário - Capítulo 41 - Nas asas do amor

Fazem alguns anos que não vejo Alexei, sentia muito sua falta. Na última vez em que nos vimos tínhamos somente treze anos. Tivemos poucos momentos como amigos, mas esses existiam! Exatamente hoje, eu completo vinte e três anos. Como será que Alexei está? Será que sobreviveu às terríveis batalhas contra os deuses? 

Não queria festejar, não queria presente, só queria matar essa saudade que trago no peito do meu amigo Alexei! 

Eu saí de casa após um lanche e fui caminhar, quando me deparei com um bar chamado Vidianu. Eu entrei cabisbaixa, querendo apenas uma dose de vodka para espantar um pouco o frio e me distanciar dessa saudade que me apertava o peito. Encostei no balcão e fui rapidamente atendida por um barman muito bonito, alto, moreno, de um sotaque hispânico, cabelos negros e espetados.

Barman: O que deseja, senhorita? 

Eu: Algo quente e alcoólico, por favor.

Barman: Sei bem o que te servir! 

Em poucos instantes, ele me entregou uma bebida que tinha aroma de café. 

Barman: Irish Coffee! 

Eu sorri, agradecendo a gentileza da informação e do seu serviço. Bebi o drink, tinha gosto bom, forte e esquentava na medida em que ia bebendo. Amei! 

Eu: O que tem nessa bebida?  - Perguntei fascinada com o tal Irish Coffee.

Barman: Café, whisky e chantilly para finalizar.

Eu: Por favor, faça-me outro! 

Bem, bebi uns quatro! Não sabia exatamente que horas eram, mas resolvi voltar para casa. Estava tonta, sabia que cambaleava e ria de mim, me achando idiota. Eu disse para mim mesma: "Dia de alegria, Natasha? Agora está perfeito, né? Vergonha!"

Não sei quanto tempo andei, mas de repente notei que alguém corria atrás de mim. Eu corri, caí e quando aquele homem me empurrou, me puxando os cabelos, ouvi uma segunda voz dizendo: "Você não vai atacar uma moça embriagada, não é, canalha? Seu covarde!"

Repentinamente, senti o ar mais frio e vi um clarão após um deles gritar: "EXECUÇÃO AURORA, ATAQUE!"

Eu me assustei e saí correndo, acabando por pisar em algum lugar frágil no gelo. Foi tudo muito confuso e rapidamente me senti gelada. Ouvi uma voz me chamando, mas estava tão longe... "Sasha, fique comigo! Não te salvei à toa, preciso de você bem!"  

Aos poucos me senti envolvida em alguma espécie de ar quente, abri meus olhos, mas estava muito claro para insistir. Alguém me apertava contra o peito e dizia: "Fica comigo, não desista agora!" - Eu reconheci a voz! 

Eu: Alexei? Você, você está aqui? Não! Alexei virou cavaleiro. 

Estou nos braços de alguém, um cheiro amadeirado tão envolvente... Ainda conseguia ouvir a voz do Alexei, mas não tinha como ser ele! 

Eu: Eu devo ter exagerado no Irish Coffee! Estou ouvindo a voz do Alexei, devo estar louca, louca de saudades! 

Quem me carregava nos braços riu e mais uma vez me apertou contra o peito, dizendo: "Sasha, sou eu, Alexei."

Já era de manhã, minha cabeça doía um pouco. Estava desperta, mas não abri os olhos. Me dei conta de uma mão na minha e um calor conhecido. Puxei-a num movimento bruto e quando olhei em direção da minha cama, eu o vi sem acreditar que ele estava aqui. Alexei estava sentado no chão, encostado na minha cama e com um sorriso lindo no rosto me disse: "Bom dia, Sasha! Você está bem?" Eu não consegui dizer uma palavra. Olhei para mim usando apenas uma camisa azul e com vergonha ia tentando me cobrir, me afastando da cama até encostar na parede. Alexei veio preocupado em minha direção, me perguntando se estava tudo bem. Estava em choque e uma lágrima escorreu. Quando finalmente se aproximou de mim, eu criei coragem e passei a mão naquele belo rosto, sem acreditar que era de verdade. "Meu amigo Alexei!"

Ele sorriu, parecendo encantado com minha reação.  

Eu: Alexei? Você está mesmo aqui?

Hyoga: Sim, Sasha, estou aqui.

Alexei tocou meu rosto sorrindo, fitando-me com seus belos olhos azuis e secou minhas lágrimas que ainda teimavam em cair. Eu não me contive e o abracei com vontade. Ele estava sem camisa, seu corpo havia mudado. Muitos músculos, mas também como não haveria? Não sei quanto tempo permanecemos abraçados, mas não queria acordar e descobrir que não era verdade! Eu me afastei um pouco do seu corpo e alcancei seus lábios com um selinho. Eu corei de imediato, percebendo que não era somente um sonho.

Eu: Ai, me perdoa, Alexei! Eu não sei o que deu em mim. 

Hyoga: Eu gostei! Desde quando você cumprimenta com um selinho? - Ele sorriu matreiro.

Meu rosto esquentou com a sua pergunta e com muita vergonha, olhei para o chão, respondendo: 

Eu: Sempre gostei de você e com o tempo sua ausência me fez ter sonhos em que te beijava e então, eu acordava

Ele esboçou um sorrisinho e me disse: 

Hyoga: Tome um banho! 

Eu meio que me desesperei e perguntei: 

Eu: Quando te verei de novo? 

Ele foi saindo do meu quarto e se virou antes de fechar a porta: 

Hyoga: Cuidarei de você hoje! Posso? 

Eu fiquei muito feliz em ouvir e acenei positivamente com a cabeça, então ele fechou a porta. Senti uma imensa alegria que não cabia no peito. Olhei para mim e me vi vestida com uma camisa azul, creio que fosse dele, ele estava sem camisa. Eu puxei para mim, sentindo seu perfume. Esse cheiro me trazia lembranças turvas da noite de ontem, sem saber bem o que tinha acontecido. Contudo aquele perfume amadeirado era dele! 

Tomei um banho relaxante,  porém rápido para não perder nenhum momento com ele. Vesti um conjunto de moletom simples e um par de tênis confortáveis, passei uma escova nos meus cachos e fui me preparando para descer. Senti um delicioso aroma de chocolate quente pela casa... Respirei fundo e senti meu estômago roncar de fome. 

Cheguei na minha cozinha e encontrei Alexei depositando biscoitos doces em um prato dentro de uma bandeja. Sem camisa e de costas. E que costas mais definidas...

Ele se virou para mim e me perguntou se ficaria olhando enquanto desperdiçava o delicioso café que havia me preparado. Eu me sentei em um banco alto que ficava perto do meu balcão de mármore, enquanto Alexei trazia a bandeja para mim e logo se sentou ao meu lado. Eu não consegui não olhar para ele, estava diferente, havia se tornado um belo homem. Meu coração quase me denunciou o quanto gostava dele, mas de uma forma diferente. Alexei suspirou e disse: 

Hyoga: Sabe, senti sua falta apesar de nos falarmos pouco devido ao meu treino. Fiquei feliz no instante em que ouvi você dizer meu nome. Quase enlouqueci pensando que perderia minha amiga de infância! 

Fiquei feliz, mas desanimei quando me disse que perderia uma amiga. 

Hyoga: Vamos, Sasha, mostre-me que está bem e aproveite o chocolate! 

Estava meio amargo, mas quando mergulhava o biscoito doce ficava uma delícia. 

Quando saciada minha fome, eu agradeci e comecei a conversar tentando descobrir o que havia acontecido na noite anterior. Quase chorei devido ao perigo que corri. 

Eu: Athena o mandou para que me salvasse! 

Ele riu e me falou que fui tola e eu me vi obrigada a concordar. Rimos juntos. 

Hyoga: Senti sua falta, Sasha! 

Eu corei, porém muito feliz em saber. 

Eu me aproximei e lhe beijei a bochecha direita, ele fechou seus olhos parecendo ter gostado.  Então, conversamos, nos atualizamos, Alexei me narrando suas incríveis batalhas... Quão poderoso ele parecia ser!

O relógio já marcava quatro da tarde. 

Hyoga: Sasha, você topa se encontrar comigo no Vidianu? Seria muito bom ter companhia e depois poderíamos conhecer a minha casa, o que acha?

Eu me empolguei com seu convite e sem hesitar: 

Eu: Sim, claro! 

Ele veio jogando seu braço direito sobre meu ombro e me puxou para um caloroso abraço. Não havia lugar melhor para se estar senão ali!  Como algo tão simples podia parecer a melhor coisa nesse mundo? 

Hyoga: Vou para casa e te espero às dezenove horas em frente ao Vidianu, está combinado? 

Recebi um beijo na testa e ele se foi. Me encontrava ainda na cozinha: "Parece um delírio da bebedeira de ontem, acordar com ele ali, lindo aos pés da minha cama..." Eu ri feito boba com meus pensamentos e fui escolher o que vestir para o impressionar. Queria estar linda para ele! 

As horas passaram, tomei meu banho com um óleo de cheiro delicado, fiz uma maquiagem sutil, mas destacando meus lábios com um batom vermelho paixão. Sorri para mim no espelho, aprovando o look e otimista de que pelo menos um beijo eu conseguiria esta noite. Escolhi um vestido azul escuro todo rendado, ligeiramente acinturado, costas nuas, por cima um sobretudo de couro, revestido de algodão e finalizando com um peep toe azul. Hoje não nevava, mas o vento estava geladinho. De longe podia ver Alexei encostado na parede olhando para o chão, me esperando. Fui me aproximando e Alexei calado me olhava dos pés à  cabeça: 

Hyoga: Por Athena, Sasha! Como pode estar tão linda? 

Eu corei e olhei para o chão envergonhada. Ele se aproximou de mim e colocou sua mão no meu queixo, fazendo com que eu olhasse para ele, esboçando um sorriso. Ele usou um tom mais rouco e baixo: 

Hyoga: Não tenha vergonha de ser linda!

Esqueci de falar que sou ruiva e que fiz trança e o coloquei num delicado coque, deixando minha nuca à mostra. Alexei estava muito lindo, vestia um jeans justo  preto, botas pretas, uma camisa social azul e por cima uma jaqueta de couro preta. Ele puxou minha mão para entrarmos. Dentro do bar, depositou meu casaco num suporte  de madeira e quando me virei, ele parecia não acreditar no que via, ele disfarçou, riu e me levou ao bar. 

Muitas pessoas ocupavam as mesas, então sentamos ao balcão: 

Hyoga: Shura! Por favor, nos atenda aqui. 

O hispânico apareceu, veio sorrindo e nos cumprimentou, trajando uma calça preta, blusa social com a manga dobrada na metade do antebraço, colete e sapato social. Muito simpático e belo, parecia conhecer Alexei. Conversavam sobre o trabalho de barman, até que Alexei me contou que eram amigos desde a batalha nas doze casas, cuja foi narrada mais cedo a mim e que ambos eram cavaleiros de grande poder. Fiquei boba e me questionei o tamanho da força desses dois. Certo tempo depois, fui o centro do assunto, até que nos entrosamos e bebemos drinks deliciosos. Já estava um pouco alta e Alexei perguntou para mim se queria algo diferente no drink. 

Eu: Quero algo mais forte e com café, mas quero que você escolha, se souber de algo bom! 

Ele riu seguro do que escolher e pediu: 

Hyoga: Shura, faça um White Russian para Sasha! 

Shura acenou com a cabeça e começou com aquele showzinho de barman fascinante. Hyoga recebeu o copo e me disse: 

Hyoga: É forte, gostoso e quentinho como café! 

Eu me deliciei, enquanto Alexei me explicava que o drink era feito com vodka, leite quente e licor de café. Eu ofereci meu canudo e ele aceitou, fiquei olhando com vontade de beijar aqueles lábios. Eu cheguei perto e pedi que olhasse minha boca, verificando se meu batom borrou.

Ele conferiu, dizendo que estava bom, belo em meus lábios. Eu agradeci e voltamos a beber e conversar. Sua companhia era excelente. 

Não notamos as horas passarem, mas todo o resto da noite Alexei olhava para minha boca. Já estamos um bocado embriagados e nos divertimos rindo alto de algumas situações das histórias que contamos um ao outro. Eu perguntei ao barman as horas. Eram três da madrugada. 

Eu: Nossa, Alexei, creio que não poderei conhecer sua casa, já está muito tarde! 

Ele se levantou: 

Hyoga: Eu te convidei para bebermos algo juntos e depois irmos até minha casa para que você a conheça e saiba onde fica. Mudou de ideia?  

Eu: Não. É que achei que devido ao horário você fosse mudar de ideia. 

Ele riu, me chamando de boba e me puxando para irmos. 

Pegamos nossos casacos, demos adeus à Shura e seguimos para a casa do Alexei. Certo momento, no meio do caminho, comecei a tremer de frio e Alexei me perguntou se eu gostaria de ver neve, o assunto me interessou. 

Ele parou, fechou os olhos, se concentrou e ao redor dele surgiu uma luz azulada, seu cosmo! Quando ele abriu os olhos, caíram flocos de neve com belos desenhos. Um encanto... Me senti uma criança. 

Eu: Tudo lindo! Mas acho melhor parar e seguirmos, pois estou tremendo de frio. 

Ainda caindo alguns flocos, ele passou por baixo e me abraçou. Eu tremia. De repente, ele acendeu seu cosmo, mas agora nos aquecendo: 

Eu: Incrível seu poder! Esfria e esquenta quando você quer. 

Ele olhou para mim e riu orgulhoso de si. 

Se ele tentava me impressionar, conseguiu. 

Chegamos em sua casa, por fora de madeira, com uma varanda simples. Quando ele abriu a porta, me impressionou com a beleza dos objetos e uma lareira já aquecia o ambiente. 

Alexei pegou nossos casacos e os colocou em uns ganchos que ficavam atrás da porta e me pediu que sentasse em uma poltrona próxima à porta. Eu me sentei e quando me dei conta, ele havia se  ajoelhado, retirando meus sapatos e já me pegando no colo, me levando até um tapete branco próximo à lareira e me pediu que o esperasse um pouco, pois faria algo para comermos para assim diminuir o álcool e conversarmos mais. 

Cerca de vinte minutos se passaram e ele veio com um fondue de queijo e frutas variadas numa bandeja e trouxe um vinho pouco depois. Ajeitamos tudo sobre uma mesinha de centro. Comemos, bebemos, rimos e conversamos muito... Porém, em certo momento, o fondue escorreu pelo meu queixo. Ele se aproximou e retirou com o dedo, levando à boca. Rimos juntos até ele encontrar meus olhos. Se aproximou, me fitando o tempo todo e me deu um selinho. Pôs sua mão direita em meu rosto e deslizou até minha nuca, me puxando para um beijo mais profundo. Eu o recebi com paixão. É um beijo envolvente, carinhoso, todavia ardente. Eu não lutei contra meu desejo e me aproximei dele, levando minha mão até seus cabelos, puxando-os com suavidade, o que acabou por intensificar o beijo. Senti um calor entre minhas pernas e um desejo descontrolado crescendo em mim. Ele levou sua mão direita até minhas costas e deslizou com suaves toques que me fizeram arrepiar. 

Hyoga: Sasha, eu a quero para mim, mas preciso saber o quanto você me quer.

Devido o efeito alcoólico e meu desejo, revelei: 

Eu: Te amo! E sempre te esperei, mesmo sem saber. 

Ele me ofereceu um pouco mais do vinho de sua taça, eu bebi e esperei que ele finalizasse o restante. Tendo terminado, ele me fez levantar e me tomou num beijo quente, que me deixou mais acesa em meus desejos por ele. As mangas curtas do meu vestido eram colocadas em meus ombros. Alexei se pôs em minhas costas e me beijou a coluna, enquanto descia meu vestido lentamente. Que sensação louca! Sentia meu corpo febril. Meu vestido já se encontrava em meus pés e o chutei para o lado. Alexei beijava meus pés e vinha subindo, me deixando mais úmida, chegando em minha calcinha de renda. De joelhos, ele envolveu minhas nádegas e me abraçou, beijando minha barriga. Aos poucos foi se erguendo e chegando em meus mamilos eriçados. Ele sugava o direito, enquanto envolvia o outro com sua mão. Eu tentava segurar, mas gemia devido ao tesão. Sensações nunca sentidas, intensas... Eu levei minha mão à sua nuca e o puxei novamente para um beijo caloroso. Fora de mim, comecei a desabotoar sua blusa, beijando seu peitoral definido. Me senti envolvida em seu perfume, misturado ao cheiro de sua pele. Fui agarrada pela cintura com um pouco de força e puxada contra ele e já sentia seu falo rígido próximo a minha barriga. Eu o abracei, passando minhas mãos em suas costas, arrancando gemidos roucos.

Hyoga: Aahrrg, você me deixa louco, Sasha! 

Ele desceu até meu pescoço, me chupando, mordendo e me deixando perdida no prazer. Ele me virou de costas e aproveitou para passear suas mãos em minhas costelas, em minha barriga e encheu suas mãos com meus seios. Eu gemi, mordi meus lábios e coloquei minhas mãos sobre as dele, fazendo-as passear com um pouco mais de força por minhas curvas. Arqueei meu corpo, me deliciando. Ele retirou sua mão direita, levando até o lado direito do meu rosto, puxando para outro louco beijo. 

Ele me segurava de forma a me deitar delicadamente no macio tapete feito com lã. Alexei tomou novamente meus lábios e devorava-os entre beijos e mordidas. Ofegante e quase sem ar, gemeu, me apertando com força. Eu não sabia mais o que fazer com o calor que sentia e disse ofegante: 

Eu: Alexei, o que você faz comigo? Como e por que meu corpo queima enquanto me toca? Faça parar, é bom, mas sinto que vou enlouquecer! 

Ele desceu me beijando e mordiscando onde era possível. Chegando em minha calcinha de renda, ele a prendeu com os dentes e a puxou bem devagar com ajuda das mãos e depois subiu, me apertando e arranhando. Chegando perto do meu sexo, ele passou a língua, forçando um pouco. Eu levei minhas mãos ao seus cabelos e os puxei de acordo com a intensidade em que ele me invadia. Ele me abriu as pernas suavemente e se pôs entre elas, já lambendo e me sugando, fazendo-me gritar.

‬Por instante, ele pareceu enlouquecer e se levantou, já retirando sua bota e sua calça, ficando de cueca boxer branca e lançou seu corpo sobre o meu. Fora de si, retirou sua cueca com habilidade, posicionando seu falo e me penetrando. 

Eu o apertei e soltei um gritinho de dor. Hyoga parou, me perguntando se eu queria parar. Agarrei seu pescoço e quase implorando. 

Eu: Quero me entregar para você, preciso sentir o que mais esse sentimento de amor e desejo pode me dar, me sinto louca, queimando! 

Ele me beijou com muita vontade e senti que seu falo pulsava. Aos poucos, ele me penetrava devagar.  A dor foi embora e o desejo tomou conta de mim.

Ele me penetrava devagar, aproveitando cada centímetro da minha profundidade. Aos poucos,  me fez arder por dentro. Nunca havia sentido isso, era muito intenso! 

Será assim? Desejo, amor e paixão? Tudo misturado num momento tão sublime. Nada mais existe... Dois corpos totalmente entregues num louco desejo. Sentia que formávamos um elo inquebrável! 

Eu me deliciava com seu corpo. 

Hyoga: Sasha, quero te amar! Sinta o ápice do amor! 

Eu respondi com meu corpo, me agarrando mais ainda ao dele.

Ele colocou seu braço por baixo do meu quadril e me elevou, me colocando em seu colo e assim continuamos... Senti meu prazer aumentar e um formigamento, um calor indescritível subindo e ambos gritamos em uníssono, gozando afinal! 

Eu o abracei cansada e com jeito ele me deitou no tapete, ficando atrás de mim, me acariciando... Eu quebrei o silêncio do momento perguntando: 

Eu: Soube que você estava namorando. O que houve com ela?

Ele sentou e me puxou para o meio de suas pernas, dizendo com muita sinceridade: 

Hyoga: Sasha, você não entendeu o porquê de eu voltar para a Sibéria, não é? Meu coração sempre esteve aqui, com você... A partir desse momento você, Sasha, me terá para todo o sempre! 

Nos beijamos com fervor e nos amamos muito mais e para o todo sempre!


Notas Finais


Hyoga sempre romântico não é mesmo? Que história linda! ❤
Alana, meus parabéns! Amei!👏👏
Espero que tenham gostado TB! Até, pessoas! 😉😍😘


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