História Crônicas Amorosas do Santuário - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hades, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Kanon de Gêmeos, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio
Tags Romance, Sexo
Visualizações 68
Palavras 2.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde, caras leitoras! Como prometido, a continuação da história da feiticeira Morgana. Será que finalmente ela vai se entender com Radamanthys? Partiu conferir?
Espero que gostem! 😉

Capítulo 44 - Morgana: nas asas do dragão alado


Fanfic / Fanfiction Crônicas Amorosas do Santuário - Capítulo 44 - Morgana: nas asas do dragão alado

Duas semanas se passaram após meu inusitado encontro com Aiolia e Aiolos. Radamanthys, num acesso de fúria e ciúmes, havia desaparecido do submundo. As palavras dele ainda ecoavam em minha mente: "Ora, sua.... Até quando pretende brincar com os meus sentimentos? Nunca, eu disse NUNCA, farei parte dessa sua brincadeira. Não sou de dividir minhas coisas com ninguém, muito menos a mulher." Há quanto tempo havia sonhado em ouvir isso dele. Porém, devido à sua personalidade forte e rude, nunca me passou pela cabeça que um dia ele viesse a me amar. Para falar a verdade, jamais pensei em me apaixonar. 

Sempre fui do tipo da mulher que não nasceu para o amor. Pelo contrário, sou "famosa" pelas minhas torturas e "brincadeiras" com os homens. O amor era para os fracos. Deixava as pessoas vulneráveis demais. Não, definitivamente isso não era para mim. Bom, era o que eu achava, até conhecer Radamanthys.

Minos e Aiacos até eram bons amantes, mas Radamanthys era especial. Não sei bem o porquê, só sei que esse homem conseguia me fazer chegar no limiar do prazer.

Aiolia e Aiolos também conseguiram essa proeza, mas somente o fizeram por terem sido uma novidade. Jamais havia tido dois amantes de uma só vez e digo que foi uma delícia..... Todavia Radamanthys o conseguia sozinho. E eu sentia falta dele. "Ora, como isso pode estar acontecendo comigo? Que feitiço esse homem me lançou? Não consigo tirá-lo da cabeça!" E desde o seu sumiço, não conseguia mais transar com ninguém. Não sentia mais vontade. Minos e Aiacos até haviam me procurado, mas acabei por dispensá-los de imediato. Logicamente, ficaram sem entender nada. Mas foi melhor assim.

Hades já estava no limite da paciência com o desaparecimento de Radamanthys e com o fracasso de todos na busca por ele. Todos os espectros haviam sido enviados por Pandora no encalço de Radamanthys, inclusive Minos e Aiacos.

Hades: Isso é inadmissível! Como um juiz do inferno pode desaparecer assim? Ele é protetor da primeira esfera da oitava prisão do Meikai, a Kaina. Como ele some assim, do nada? - Hades gritava, batendo os punhos nos braços do trono. - E mais uma coisa. Como é possível que todos os espectros estejam à sua procura e NENHUM sequer tenha encontrado Radamanthys? Vamos, diga Pandora!

Pandora cabisbaixa e temerosa de receber uma punição, respondeu:

Pandora: Me-meu senhor! Perdoe-me. Mas estou fazendo o possível e o impossível para achá-lo.

Nesse momento, Minos e Aiacos adentraram o salão principal da Giudecca, ajoelhando-se ante o imperador. Relataram mais uma vez terem falhado na busca por Radamanthys. Nesse instante, Hades, num acesso de raiva, deferiu um golpe nos três, fazendo-os caírem ao chão, contorcendo-se numa dor agonizante. Seus braços e pernas torciam-se como se fossem ser arrancados de seus corpos a qualquer momento. Os gritos dos três ecoavam por toda a Giudecca. Após a sessão de tortura, eles foram voltando ao normal e por fim Pandora disse:

Pandora: Meu senhor! A última pessoa que teve contato com Radamanthys foi sua irmã, Morgana. Por que não perguntas a ela sobre o paradeiro de Radamanthys? - Foi sua última cartada.

Hades: Morgana? Pois a quero aqui agora!

Alguns minutos depois, adentrei ao salão e fiquei de frente para meu irmão. Sua expressão era maquiavélica, muito diferente da serenidade de todos os dias.

Eu: Mandou me chamar, irmão?

Hades: Sim! Já deves estar ciente do desaparecimento de Radamanthys. Porém, foste a última a vê-lo. Estás sabendo de alguma coisa? Afinal de contas, vocês são, digamos, íntimos. - Sorriu num tom irônico.

Eu: Não, meu irmão. Infelizmente, não sei de nada. - Disse num misto de dor e saudade.

Hades: Bom, tu és uma feiticeira. Use tuas habilidades como tal para encontrá-lo. Quero-o aqui o quanto antes!

Com isso, ele se levantou em direção aos seus aposentos. Fiquei estática, parada ao centro do grande salão, olhando meu irmão se afastar. Pandora, como um bom cão de guarda, o seguiu. Minos voltou ao seu posto. Somente Aiacos permaneceu ali. 

Senti sua mão envolver-me pela cintura e me apertando contra seu sexo. Afastou uma mecha de cabelo da minha orelha e bem perto do meu ouvido sussurrou:

Aiacos: Sinto saudades, sabia? Sinto falta do seu corpo, do seu cheiro, da sua cama... Preciso tê-la novamente. Até quando vai me dispensar, heim? Sei que você também me quer... Porque você é dessas. Adora uma sacanagem. Vamos, diga. Quando poderemos matar essa saudade? - Ao acabar de falar, passou a ponta da língua pelo meu pescoço e deu uma leve mordida no lóbulo da minha orelha.

Eu fechei os olhos ao toque dele. Realmente fiquei excitada, mas logo Radamanthys me veio à mente. 

Eu: Meu querido Aiacos. Sim, adoro uma sacanagem. Sentir um pênis grande e grosso me preencher por inteiro. Poder gozar gostoso... - Falei segurando seu falo. Aiacos gemeu. - Mas infelizmente não será possível. Como podes ver, meu irmão me designou uma missão, encontrar Radamanthys. Além do mais, estou guardando todo meu desejo e fogo para ele. Só de pensar, sinto minha intimidade ficar encharcada. - Soltei-me e segui para meus aposentos, deixando Aiacos furioso e excitado no meio do salão. Sorri.

Chegando em meu quarto, sentei na beirada da cama, pensativa. "Como irei encontrá-lo?" Será que Hades realmente achava que eu não havia tentado? Infelizmente os guerreiros em geral conseguiam camuflar seus cosmos quando quisessem. Provavelmente Radamanthys fez o mesmo. Até que lembrei de uma conversa que tive com ele um tempo atrás, num dos momentos que tivemos juntos. Ele havia me relatado sobre sua vida antes de se tornar um espectro de Hades. Ele era dinamarquês, de uma pequena província das Ilhas Féroe. Não entrou em grandes detalhes, mas levava uma vida pacata. Até que Pandora o convocou para ser um dos três juízes do inferno, após o despertar de sua "estrela maléfica". Ele falava de sua terra natal com carinho e saudade. Foi o único momento em que vi Radamanthys falar com suavidade.

"Ele só pode estar lá. Não há outro lugar no mundo que ele possa ter ido. Mesmo porque todos já o procuraram em todos os lugares." E decidi partir para as Ilhas Féroe.

Eu: "Quod potestas obumbratio ut me ad nigrum alas Draco praepetis orbis imperantis executionem ex mortuis!" (Que as sombras negras me levem até as asas negras do dragão alado que comanda o mundo dos mortos!).

Assim que ergui meus braços, a nuvem púrpura que tanto conhecia surgiu, começando pelos meus pés e envolvendo todo meu corpo. Quase que instantaneamente, me vi em um lugar totalmente estranho. Estava em uma praia. Esta estava deserta e grandes ondas batiam nas rochas que haviam ao redor. Caminhei pela orla, admirando a beleza do lugar. Nunca havia visto de perto o mar. Era fantástico. As gaivotas davam vôos rasantes e pescavam pequenos peixes em seus bicos. Uma brisa suave trazia o cheiro da maresia. 

Continuei caminhando, até que avistei uma silhueta ao longe. Estava parado, de braços cruzados, olhando fixamente o horizonte. Parei e fiquei admirando aquele homem. Estava longe, mas eu sabia que era ele. Meu Radamanthys. Sua imponência e sua postura eram únicas e inconfundíveis. Estava trajando roupas simples de um mero humano. Uma calça jeans justa, uma regata branca e descalço. Até mesmo vestido com roupas simples, sem sua sapuris, ficava lindo.

Voltei a caminhar a passos firmes, sentindo meus pés afundarem na areia fofa. Ao me aproximar, Radamanthys virou-se e me encarou. Na hora que me viu, parecia estar vendo uma miragem ou algo parecido. Piscou algumas vezes, talvez para acreditar no que seus olhos viam, mas logo em seguida fechou o semblante e olhou-me com raiva.

Radamanthys: O que faz aqui? - Perguntou ríspido.

Eu: Vim lhe buscar. O imperador Hades requer sua presença o quanto antes. - Respondi com amargura ante o tom de raiva dele.

Radamanthys: Não pretendo voltar. - Falou mais uma vez rispidamente e sorriu de canto. Voltou a fitar o mar. 

Eu: Radamanthys, se você não voltar será severamente punido. Por favor, venha comigo.

Radamanthys: O que foi? Está preocupada? Não fique. Afinal de contas não passo de uma marionete em suas mãos. Você não pode estar preocupada, pois você não tem coração. Assim como eu. - Voltou a me olhar com desprezo.

Eu: Você tem razão. Lhe tratei como um objeto, um brinquedo velho, descartável. Talvez o que você disse sobre eu não ter um coração seja verdade. Mas nunca em minha vida fui tratada com amor. Sempre fui descartada por todos. Minha mãe, meu pai, meus irmãos. Somente Hades me acolheu. A vida foi impiedosa comigo. Sempre achei que o amor fizesse a pessoa fraca e vulnerável. O ódio sempre me fortaleceu. Até conhecer você. - A cada palavra minha, uma lágrima escorria pelo meu rosto. - Você me ensinou a nutrir um sentimento diferente. Não sei porque. Talvez por sermos iguais. Por favor, meu querido, venha comigo.

Radamanthys me encarou novamente perante minha declaração. Eu chorava, olhando para areia e de punhos cerrados. Era a primeira vez que abria meu coração. Sim, amava Radamanthys. 

Radamanthys: Morgana, você está querendo dizer que...

Eu: Eu o amo, Radamanthys. E se você não vier agora comigo, tenho medo do que Hades poderá fazer a ti. Eu não suportaria vê-lo ferido ou.... - Não consegui proferir as últimas palavras.

Ele se aproximou de mim, levantou meu queixo e olhou dentro dos meus olhos.

Radamanthys: Sabe há quanto tempo eu esperei ouvir isso de você? 

Eu: Eu sei, me desculpe. - Disse entre soluços.

Radamanthys: Mas como posso acreditar em você ou em seus sentimentos? E quanto a Minos e Aiacos, não vou suportar vê-la com eles. Fora Aiolia e Aiolos. Como eu disse, não gosto de dividir nada do que é meu, muito menos a mulher que eu amo.

Eu: Pois acredite, meu amor. Serei somente sua, unicamente sua. Desde a sua partida, não me deitei com mais ninguém. Só me vinha você na minha cabeça. Oh, como senti sua falta! - Me joguei nele, abraçando-o com força. 

Radamanthys me abraçou também e ficamos assim por um tempo. Afastei por um momento e o olhei. Passei minha mão em seu rosto e em seguida o beijei ternamente. Ele correspondeu e aos poucos fomos aprofundando. O beijo antes terno, se tornou um beijo ansioso, faminto. Era um beijo cheio de saudades. Nossos corpos quase instantaneamente começaram a se incendiar. Aquele fogo guardado há semanas, veio à tona numa explosão de desejo.

Radamanthys: Ah, como eu sonhei com isso! Precisava sentir sua boca novamente. Seu gosto. Meu corpo necessita de você agora.

Deitamos sobre a areia e continuamos a nos beijar. Suas mãos passeavam em meu corpo, explorando cada centímetro. Ele segurou um dos meus seios e com um jeitinho afastou minha frente única, deixando um à mostra. Sugou-o avidamente, me fazendo soltar  um gemido rouco. Ao mesmo tempo, ele levantou uma de minhas pernas e acariciou minha intimidade, que já se encontrava encharcada.

Radamanthys: Você já está pronta para mim. Mas infelizmente estamos na praia e alguém pode nos ver.

Eu: Não se preocupe. - Falei e no instante seguinte, foi como se o tempo parasse.

As ondas, as gaivotas, o vento. Tudo parecia congelado. Somente eu e ele nos movíamos.

Eu: Esqueceste que sou filha de Chronos, o Deus do Tempo?

Ele sorriu. Retirou sua regata e soltou minha frente única. Ao mesmo tempo, abri o zíper da calça jeans dele e segurei seu falo, que a essa altura já estava duro feito rocha. Ele respirou fundo. Nosso desejo era tão grande, que nem tiramos o restante das roupas. Radamanthys rasgou minha calcinha e me preencheu num único movimento. Soltei um grito devido ao prazer. "AHHHH!!!!"

Ele se movia rapidamente, com força. A cada estocada, eu gemia alto e arranhava as costas dele com suavidade. 

Radamanthys: Ah, Morgana... Que saudades desse seu corpo, da sua boca.... Você é tão gostosa... Me faz sentir um tesão enorme... 

Eu: Ah.... Radamanthys... Vai, mais forte! Sou toda sua. Só sua. Me fode com força, vai!

Nesse momento, Radamanthys trocou as posições, sem sair de dentro de mim. Me encaixou por cima e comecei a cavalgá-lo. Radamanthys segurou em minha cintura, me auxiliando no sobe e desce. E toda vez que eu descia, ele forçava seu sexo, quase que violentamente. Que delícia!

Pendi minha cabeça para trás devido à intensidade do prazer. Radamanthys ergueu seu tronco, posicionando-se sentado. Cruzei minhas pernas em torno de sua cintura, nos encarando. Continuei minha cavalgada, apertando os ombros dele. Ao mesmo tempo, ele puxava meus cabelos com uma das mãos e com a outra continuava me ajudando nas investidas. 

Eu: Ah, Radamanthys...... Eu vou..... Eu vou... AHHHH!!!

Radamanthys: Goza, minha safada! Goza para mim, goza.... Goza gostoso porque eu também vou gozar..... ARGHHH!!!!!!!

Um turbilhão de sentimentos explodiram de uma só vez. Tesão, desejo, prazer, amor, saudade..... Chegamos ao êxtase juntos, gritando o nome um do outro. Ficamos parados, ofegantes, fitando-nos nos olhos. Radamanthys deitou-se ao meu lado, me levando junto. Ficamos abraçados em silêncio por um tempo, saciados e felizes. Até que por fim ele falou:

Radamanthys: Quando te vi vindo pela orla, não acreditei. Achei que fosse uma ilusão por conta da saudade. Estava admirando o horizonte, pensando justamente em você e quando te avistei, achei que meus olhos estavam me pregando uma peça. Você vindo linda nesse vestido esvoaçante, seus cabelos de fogo ao vento e sedutora... Só podia ser minha imaginação. Mas ao se aproximar de mim, senti seu perfume e não tive mais dúvidas, era minha feiticeira.

Beijei delicadamente seus lábios e disse:

Eu: Precisamos voltar. Hades quer lhe ver. Está muito furioso com o seu sumiço. Mas tenho muito medo do que ele irá fazer com você. - Proferi com os olhos marejados.

Radamanthys: Não se preocupe. Tudo ficará bem, prometo. Ou não me chamo Radamanthys de Wyvern, a Estrela Celeste da Fúria!

Rimos, todavia ainda estava preocupada.

Levantamos e nos ajeitamos. O tempo voltou ao normal. As gaivotas voltaram a voar e as ondas a baterem nas rochas. Invoquei a nuvem púrpura e nos levei de volta ao submundo, na Giudecca. Caminhamos de mãos dadas e determinados a enfrentar Hades finalmente. 

Ao chegar no salão principal, o encontramos sentado em seu trono e ao seu lado, Pandora.

Hades: Finalmente.... Eis que ressurge das cinzas meu juiz do inferno, Radamanthys. - Ele nem deixou que Radamanthys se explicasse. Deferiu o mesmo golpe nele que havia deferido em Pandora, Minos e Aiacos. 

Eu gritei que parasse. Os outros sorriam maléficos, adorando a sessão de tortura. Por um bom tempo, Hades ficou se deliciando com os gritos de dor de Radamanthys. Até que finalmente parou e disse:

Hades: Eu era para enviá-lo ao Cocitos. Mas vejo que Morgana irá sofrer muito com isso. Seu desaparecimento pelo visto já foi resolvido. Espero que nunca mais faça isso novamente. Estamos entendidos?

Radamanthys: Sim, meu senhor. Perdoe-me! Isso não voltará a se repetir.

Ele se levantou e reverenciou Hades, ainda ofegante. Este também pôs-se de pé e saiu do grande salão, sendo seguido por Pandora. Minos e Aiacos somente assentiram com a cabeça, mas no fundo estavam decepcionados com a decisão do imperador em não enviar Radamanthys ao Cocitos. Com ele fora do caminho, eles pensavam que estariam com livre acesso aos meus aposentos de novo.

Olhei meu amado nos olhos, dei-lhe um selinho de leve e seguimos para fora daquele recinto. Abri a grande porta, Radamanthys passou e antes de eu fechar, olhei por trás do ombro, encarando Minos e Aiacos, dando uma piscada de olho para cada um, passando a língua e mordendo o canto da boca, em um movimento sexy. Eles sorriram e fechei a porta. 


Notas Finais


Ah, o amor..... É tão lindo né? Até os brutos amam. Mas vou te contar: Morgana é muito safada, gente! Ama Radamanthys, mas não consegue deixar de seu lado mundano!!! 😂😂😂😂😂😂😂
Vai, Morgana! Brinca mesmo com o perigo! 😂😂
Será que vai ter continuação? Bom, até o próximo capítulo! 😉😘


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